sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

SBR Nota técnica oficial sobre vacinação💉contra Febre Amarela para pacientes com doenças reumáticas 👀

Sociedade Brasileira de Reumatologia
Nota técnica oficial sobre vacinação contra Febre Amarela para pacientes com doenças reumáticas

A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), em parceria com a Sociedade
Brasileira de Imunizações (SBIm), Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e a Sociedade Brasileira de Medicina Tropical (SBMT), com o intuito de orientar seus associados e a comunidade médica em geral, recomenda a Nota Técnica Conjunta abaixo sobre vacinação para a Febre Amarela (VFA) em pacientes com Doenças Reumáticas Imunomediadas (DRIM):
A SBR, frente ao agravamento da situação epidemiológica da Febre Amarela em nosso país, propôs a formação de um grupo de especialistas com a finalidade de formular recomendações que auxiliem na orientação da vacinação contra a Febre Amarela para pacientes portadores de doenças reumáticas imunomediadas (DRIM). Além desses especialistas, que representam as sociedades citadas acima, houve representação de grupos de pacientes, num total de 28 membros.

De acordo com o Ministério da Saúde, a recomendação da vacina Febre Amarela (VFA) se baseia na imunização rotineira da população em risco de exposição ao vírus (residentes ou em deslocamento para regiões endêmicas), na ausência de contraindicação. Diversas situações são consideradas precauções ou contraindicações, algumas ainda bastante controversas, tais como uso em idosos ou em pacientes com diferentes graus de imunossupressão.

No caso de pacientes com DRIM, torna-se fundamental a avaliação cuidadosa da relação risco/benefício da vacinação. 

De um lado, uma vacina altamente eficaz, mas capaz de gerar raros Eventos Adversos Graves Pós Vacinação (EAGPV), os quais podem ser potencialmente letais, e, de outro, o risco de não proteger o indivíduo de uma doença potencialmente grave, de alta letalidade e sem tratamento específico.

A avaliação do risco de EAGPV graves versus o benefício da vacinação deve ser individualizada, considerando o tipo de doença de base, a gravidade, seu nível de atividade, o grau da imunossupressão conferido pelo seu tratamento e o risco de contrair o vírus da Febre Amarela para viajantes ou residentes em áreas com recomendação de vacina.

A função do grupo de especialistas foi a de elaborar recomendações, a partir das questões levantadas pelos profissionais que atuam nesta especialidade e da demanda dos pacientes frente às incertezas e controvérsias relacionadas a este assunto, considerando os riscos e benefícios, assim como o conjunto das situações acima citadas. Foi realizada revisão sistemática da literatura, buscando evidências para gerar as recomendações, que passaram por ciclos de votação, sendo aceitas apenas aquelas que atingiram concordância maior que 80% entre os membros do grupo.

Vale ressaltar que nenhum dos artigos de revisão ou consensos realizados por painel de ‘experts’, incluindo este perfil de pacientes com DRIM (Artrite Reumatoide, Lúpus Eritematoso Sistêmico, Esclerose Sistêmica Progressiva, dentre outras), permitem estabelecer recomendações específicas definitivas sobre contraindicações absolutas para aplicação de vacinas vivas atenuadas nesses indivíduos, assim como não existem evidências para se concluir quais os tipos ou o grau de atividade da doença conferem maior risco de eventos adversos graves associados à VFA nesta situação.

A única forma efetiva de prevenção da doença é a vacinação, com taxas de eficácia sustentada de mais de 92%. Como regra geral, pacientes imunossuprimidos não devem receber a VFA e, embora alguns já tenham inadvertidamente recebido essa vacina sem ter apresentado EAPV graves, o número de pacientes expostos ao risco pode ser muito pequeno para avaliar o risco real de EAGPV que são menos frequentes. 👀 🤔

O primeiro passo deste grupo de trabalho foi estabelecer um posicionamento quanto ao grau de imunossupressão conferido pelas drogas utilizadas para o tratamento dos pacientes com DRIM.

Isto posto, apresentamos, resumidamente, as conclusões do grupo de trabalho sobre a vacinação de acordo com o grau de imunossupressão por classe e dose de drogas utilizadas no tratamento desses pacientes. Dessa forma, esperamos subsidiar os entes públicos e os médicos especialistas com os devidos esclarecimentos e orientações sobre o tema.

Esta nota técnica, dirigida a profissionais de saúde e à comunidade médica em geral, pode ser lida na íntegra👉aqui.
31 de Janeiro de 2018

IMAGEM👇
RECOMENDAÇÃO 1
Recomenda-se não realizar a VFA em pacientes com DRIM que estejam sob alto grau de imunossupressão. Para os pacientes sob baixo ou nenhum grau de imunossupressão, avaliar individualmente a indicação da vacina, mediante situação de risco. Esta avaliação deverá ser realizada por um médico, se possível o especialista que acompanha o paciente.


RECOMENDAÇÃO 2
Recomenda-se não realizar a VFA em pacientes com DRIM com alta atividade de doença de base. Não há contraindicação absoluta para vacinar indivíduos clinicamente estáveis, com baixa atividade ou doença inativa. Nesses pacientes deve-se avaliar individualmente a indicação, considerando riscos e benefícios

RECOMENDAÇÃO 3
Recomenda-se não realizar a VFA pacientes com DRIM em uso de corticosteroides em doses consideradas de alta imunossupressão. Nos pacientes recebendo doses baixas deve-se avaliar individualmente a indicação, considerando riscos e benefícios. Esta avaliação deverá ser realizada por um especialista.

RECOMENDAÇÃO 4
Em situações de risco, onde houver a indicação da VFA, recomenda-se um intervalo
mínimo de 4 semanas antes de iniciar ou reiniciar o tratamento com medicações imunomoduladoras e imunossupressoras. Esse intervalo poderá ser mais prolongado dependendo da medicação em uso e/ou da doença de base, conforme o grau de imunossupressão conferida.

RECOMENDAÇÃO 5
Em situações de risco, onde houver a indicação de VFA, recomenda-se um período mínimo de intervalo após a suspensão das medicações, variando conforme o grau de imunossupressão conferida, antes da aplicação da vacina. Esta orientação, quanto à interrupção do tratamento, deve ser individualizada e realizada por um especialista, baseada na tabela abaixo.
Tabela 👇
MMCDsc
Medicamentos / Intervalo entre suspensão e vacinação

Prednisona▶; 20mg/dia ou pulso de metilprednisolona
Pelo menos 1 mês

SSZ, HCQ, MTX ≤ 20 mg / semana
Leflunomide 20mg/dia
Considerar vacinação sem
intervalo

MTX > 20 mg / semana
Pelo menos 1 mês

Imunossupressores: ciclofosfamida, ciclosporina,
micofenolato, tacrolimus, azatioprina
Pelo menos 3 meses

MMCDse Tofacitinibe
2 semanas

MMCDb
Anti citocinas e Inibidores da co-estimulação
De 4-5 meias vidas

Depletoras de linfócito B
6-12 meses

MMCDsc= medicamentos modificadores do curso da doença sintéticos comuns; se= sintético alvo especifico; b= biológicos; SSZ= sulfassalasina; MTX= metotrexato; HCQ= hidroxicloroquina

RECOMENDAÇÃO 6
Quando houver indicação da VFA em pacientes com DRIM, recomenda-se não aplicar VFA concomitante com outra vacina de vírus vivo atenuado (todas igualmente contraindicadas em imunodeprimidos), principalmente a tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba).

Quando indicadas, recomenda-se um intervalo de 28 dias entre estas vacinas.

RECOMENDAÇÃO 7
Não há contraindicação da VFA para contactantes de pacientes imunocomprometidos, pois a transmissão do vírus vacinal, sem a participação do vetor, está documentada somente pelo leite materno, através da doação de sangue e, possivelmente, por acidente com material biológico.

Esclarecimentos sobre o uso da dose fracionada
O Grupo Consultivo Estratégico de Especialistas sobre Imunização da Organização Mundial da Saúde, em outubro de 2016, revisou evidências existentes que demonstram que o uso de um quinto (1/5) de uma dose padrão de vacina febre amarela proporciona proteção contra a doença.

Os estudos da vacina Febre Amarela realizados pelo laboratório Bio-Manguinhos sugerem que uma dose fracionada (1/5) é equivalente a uma dose padrão e respeita os parâmetros imunológicos e virológicos permitidos, inclusive tendo concentração viral muito maior do que a exigida pela OMS. Os estudos mostraram que a soroconversão ocorreu em 97% dos participantes após 30 dias (Martins RM et al), e os anticorpos neutralizantes atingiram títulos equivalentes à dose padrão. Até o momento, não há dados de imunogenicidade em pacientes imunodeprimidos. Em relação à segurança, também não há evidências de que doses fracionadas sejam mais seguras no que se refere à ocorrência de EAPV graves.

A experiência do uso de dose fracionada foi utilizada no combate ao surto de Febre Amarela observado em 2016, na cidade de Kinshasa, na República Democrática do Congo, sendo capaz de interrompê-lo naquele país. A vigilância passiva na ocorrência de eventos adversos indicou frequência de EAPV graves de 1:100.000. No entanto, relatórios de investigação de eventos adversos não estão disponíveis. Portanto, a luz dos conhecimentos atuais, não há nenhuma evidência de que doses fracionadas sejam mais seguras do que a dose padrão.

Considerações Finais
A vacina da Febre Amarela não deve ser recomendada para imunossuprimidos rotineiramente, devendo seu uso ser considerado nas situações de elevado risco epidemiológico e só após avaliação médica criteriosa (regiões com notificação de epizootias com óbitos em humanos). Nesses casos, estes pacientes não devem receber dose fracionada, conforme internacionalmente recomendado pela Organização Mundial da Saúde e pelo Programa Nacional de Imunizações, no Brasil.

Georges Basile Christopoulos Isabella Ballalai

Presidente
Sociedade Brasileira de Reumatologia Sociedade Brasileira de Imunizações
Sergio Cimerman Sinval Pinto Brandão Filho

Presidente Sociedade Brasileira de Infectologia Sociedade Brasileira de Medicina Tropical Referências Bibliográficas

1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Plano de Contingência para Resposta às Emergências em Saúde Pública: Febre Amarela [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis.

– Brasília: Ministério da Saúde, 2016. 48p.:il. Modo de acesso: World Wide Web:

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/plano_contingencia_emergencias_febre_amare la.pdf.

2. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. COES – Febre Amarela

Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública - Febre Amarela Informe –
Nº 26/2017.

3. Jean K, Donnelly CA, Ferguson NM, Garske T. A Meta-Analysis of Serological

Response Associated with Yellow Fever Vaccination. Am. J. Trop. Med. Hyg., 95(6), 2016, pp.
1435–1439.

4. Martins RM, Maia MDLS, Farias RHG, Camacho LAB, Freire MS, Galler R, et al. A double blind, randomized clinical trial of immunogenicity and safety on a dose-response study 17DD yellow fever vaccine. Human Vaccines & Immunotherapeutics 2013; 9: 879–88.

5. Campi-azevedo AC, Estevam PDA, Coelho-dos-reis JG, Peruhype-magalhães V, Villelarezende G, Quaresma PF, et al. Subdoses of 17DD yellow fever vaccine elicit equivalent virological / immunological kinetics timeline. BMC Infect Dis 2014; 14: 391.

6. WHO. Organização Mundial da Saúde. Yellow Fever Mass Vaccination Campaign Using Fractional Dose In Kinshasa, RDC. 26 September 2016.

7. WHO. Organização Mundial da Saúde. Fractional Dose Yellow Fever Vaccine as a Dose-Sparing Option For Outbreak Response, RDC. 20 July 2016.

1. Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos adversos Pós-Vacinação, Brasil, 2014.

2. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Calendário Nacional de Vacinação 2017 no link:
http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/oministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/197-secretaria-svs/13600-calendario-nacional-de-vacinação.

3. OMS. Guía Técnica para Trabajadores de la Salud: Uso de la Vacuna de Fiebre Amarilla de Dosis Fraccionadas.

4. WHO reference number: WHO/YF/SAGE/16.1. Published: July 2016. World Health
Organization Department of Immunization, Vaccines and Biologicals. CH-1211 Geneva 27, Switzerland.

5. Campi-azevedo AC, Estevam PDA, Coelho-dos-reis JG, Peruhype-magalhães V, Villelarezende G, Quaresma PF, et al. Subdoses of 17DD yellow fever vaccine elicit equivalent virological / immunological kinetics timeline. BMC Infect Dis 2014; 14: 391.

#SociedadeBrasileiraDeReumatologia
#FicaDica 👀 👇
#NotaTécnicaOficial 
#PacientesComDoenças Reumatológicas podem ou não tomar a vacina contra a febre Amarela ? 💉 👀
#VacinaçãoContraFebreAmarelaTemQueTerAtenção 💉👀
#DoençasReumatológicasTemQueTerOrientação
#Lúpus #ArtriteReumatoide
#EscleroseSistêmicaProgressiva entre outras tem que ter orientação e avaliação médica.
🙋👧👦👨👩👴👵👳👶👭👪
#CadêOsRepelentesParaAsPessoasQueNãoPodemSe vacinar ?😷 👀
#ProteçãoContraFebreAmarelaTemQueSerParaTodos!
#QueremosRepelentesParaaNossaProteção 🔐 😉
#GovernantesDoBrasilNosAjudemAi
#PrefeituraDeSPNosAjudemAi
DoençasAutoImunesTemQueTerAtençào

#LúpusMaioRoxo
#VivaBemComLúpus
#LúpusLesLes

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Ministério da saúde /Governantes do Brasil/ Governo do estado de SP / Prefeito do Município de SP Cadê o repelentes para proteção contra a Febre Amarela para pessoas que não podem tomar a Vacina?💉 👀

#GovernantesDoBrasilDoençasAutoImunesTemQueTerProteção!!!😨
Eu sinceramente não entendo essa inversão de valores que temos aqui no Brasil , o que deveria ser prioridade sempre é deixado para depois .
Estamos passando por um período muito preocupante para todos, inclusive para as pessoas que por algum motivo não podem tomar a vacina contra a febre amarela . Pessoas com imunidade baixa deveriam ser os primeiros a serem protegidos!
Os nossos representantes, Governo Federal , Estadual, Municipal,  deveriam ter como princípio proteger as pessoas que tenham a impossibilidade de tomar a vacina.
A vacina contra febre amarela não é recomendado para algumas pessoas , por diversos fatores como por exemplo algumas doenças auto-imunes, grávidas, crianças recém nascidos, crianças de baixo peso, idosos com comprometimento com a saúde, imunodeprimidos, etc...

No nosso caso que temos Lúpus, muitos têm a contra indicação de tomar a vacina contendo vírus vivos atenuados, sempre ouvimos dos nossos médicos que quem tem Lúpus não podia tomar vacinas contendo esses tipos de vírus, mas agora vemos alguns médicos indicando o uso dessa vacina mediante alguns fatores, como por exemplo, riscos e benefícios.  👀

Aí uma questão fica latente em meu pensamento, pois na literatura diz que o Lúpus pode ser desencadeado/ativado por alguns fatores externos , entre eles por micro organismos, bactérias, etc.. Então eu pergunto: Se o Lúpus pode ser ativado por algum desses fatores externos, quem nos garante que se tomarmos a vacina não teremos a doença ativada? 👀

Há algum estudo a respeito de pessoas que tenha Lúpus, e que estando em remissão, e tomaram a vacina tiveram ou não a doença Ativada?

📩 Envie o meu questionamento para a Sociedade Brasil de Reumatologia (SBR) e também para a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), mas ambas não me deram essas respostas, apenas falaram para eu procurar o meu médico 😕

Eu fiz a pergunta para eles pois são eles que representam à nós pacientes reumáticos e dermatológicos, mas a pergunta ficou sem resposta.❌❔🔍👀

O que eu sei é que os Lúpicos e as pessoas que não podem se vacinar, não podem ficar sem proteção , necessitamos de repelentes !

Ministério da saúde, nós pessoas com doenças auto-imunes travamos uma grande batalha para podermos nos mantermos vivos, necessitamos de #atenção necessitamos de #proteção, necessitamos de repelentes! 😷 👀

😷🚫🐝
Ministério da Saúde , forneça os repelentes para pessoas que não podem tomar a vacina contra a febre amarela!!!

Os repelentes ja eram para terem sido fornecidos pois os mosquitos já estão por aí cada vez mais ferozes , cada vez mais aparece um mosquito novo , mosquito da Febre Amarela , Dengue , Zica, Chikungunya etc.., já deveríamos ter tido essa prevenção pois eles estão por ai se proliferando.
Ministério da Saúde do Brasil Governadores, Prefeitos,
dêem atenção para as pessoas que não podem tomar essas vacinas contendo vírus vivos,  a proteção tem que ser para #todos , principalmente para as pessoas com doenças auto-imune, pessoas com imunidade baixa!

#GovernantesDoBrasilNosDeAtenção!!!😨
#RepelentesParaPessoasComImunidadeBaixa
#MinistérioDaSaúdeForneçaRepelentes
#Lúpus #Artrite #DoençasAutoImunes
#Gestantes #ImunidadeBaixa
#LúpusTemQueTerProteçãoContraMosquitosDaFebreAmarela
#ImunodeprimidosNecessitamDeProteção
#LúpusMaioRoxo
#VivaBemComLúpus
#LúpusLesLes

Para mais informações e saber
os locais de vacinação, acesse:
prefeitura.sp.gov.br/covisa
@saudeprefsp
Por ➡ #PrefeituradeSP 👇
Recomenda-se o uso de
repelentes para pessoas não
vacinadas contra a febre amarela ou que receberam a vacina há menos de 10 dias e que circulam na região próxima (500m) dos Parques Anhanguera, Horto Florestal e Cantareira.
É importante seguir a recomendação dos fabricantes de repelentes.
Para pessoas que não podem usar repelentes, recomenda-se o uso de blusas de mangas longas e calças compridas.
No caso de bebês, usar mosqueteiros nos berços e carrinhos.

Solicite ao Ministerio da saúde os repelentes para as pessoas que não podem tomar a vacina contra a febre amarela. 👇

📩 Ouvidoria-Geral SUS

Eu já encaminhei a minha solicitação 😉📩
#UnidosSomosMaisFortes💞
TelefoneDisque Saúde 136
Departamento de Ouvidoria-Geral do SUS/DOGES

http://ouvprod01.saude.gov.br/ouvidor/CadastroDemandaPortal.do

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Abaixo-Assinado Nota Paulista da Saúde já foi Aprovada pela ALESP mas falta ser Sancionada pelo Governo de SP

Abaixo-assinado pelo fim da falta de remédio e pela realização de exames no prazo
Por Geraldo Cruz
Para que o governador sancione a Nota Paulista da Saúde no estado de São Paulo, uma lei que garante o reembolso de remédio e a realização de exames no prazo

LEI QUE PREVÊ REEMBOLSO DOS GASTOS COM REMÉDIOS E EXAME FOI APROVADA NA ALESP

Pressione o Governador pela promulgação da lei da Nota Paulista da Saúde assinando o abaixo assinado:

#SandraStel 👇
Participe , assine este
Abaixo-assinado
Eu já fiz a minha parte 🙋📑✏ 😉 👇
www.geraldocruz.com.br/saude

Projeto de Autoria do Deputado Geraldo Cruz foi Aprovado pela Assembléia Legislativa de São Paulo no Dia 27/12/2017

Últimas ações 👀 👇
Dia 10/01/2018 Recebido pelo Governador - Prazo para sanção ou veto: 15 dias úteis, conforme art. 28, § 1º, da Constituição Estadual

11/01/2018 Publicado o Autógrafo nº 32.176. (D.A. pág. 11)


11/01/2018 Aguardando Sanção
📑 ✏ DocumentoProjeto de lei  
Número Legislativo 329 /2017

Autor  Geraldo Cruz

PROJETO DE LEI Nº 329, DE 2017 Dispõe sobre a criação do Programa Nota Fiscal da Saúde do Estado de São Paulo, e dá outras providências A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO DECRETA: Artigo 1º - O Poder Executivo implementará o Programa Nota Fiscal da Saúde do Estado de São Paulo, com o objetivo de possibilitar o acesso imediato e garantido à integralidade do tratamento prescrito pelos profissionais de saúde ou a garantia de que será restituído, na forma de créditos, do valor gasto para a realização do tratamento, por conta própria, na rede particular. Artigo 2º - A pessoa natural que realizar despesas com medicamentos especificados nas listas de medicamentos gratuitos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em estabelecimentos comerciais farmacêuticos localizados no Estado de São Paulo, fará jus ao recebimento integral das despesas realizadas mediante créditos do Tesouro do Estado

§ 1º - Os créditos previstos no "caput" deste artigo somente serão concedidos se o medicamento adquirido não estiver disponível na unidade de saúde em que a prescrição médica foi emitida.

§ 2º - A prescrição médica deverá ser emitida obrigatoriamente por médicos de unidades de saúde pública.

§ 3º - O Poder Executivo divulgará por meio eletrônico e em tempo real o estoque dos medicamentos e insumos disponíveis nas unidades de saúde do Estado de São Paulo. Artigo 3º - A pessoa natural que realizar despesas com exames complementares indispensáveis para o controle da evolução de enfermidades e elucidação diagnóstica, em laboratório comercial de qualidade, precisão e exatidão garantida, localizado no Estado de São Paulo, fará jus ao recebimento integral das despesas realizadas mediante créditos do Tesouro do Estado.

§ 1º - Os créditos previstos no "caput" deste artigo somente serão concedidos se a solicitação médica não for atendida no prazo de 25 dias.

§ 2º - A solicitação médica deverá ser emitida obrigatoriamente por unidades de saúde públicas.

§ 3º - O Poder Executivo divulgará por meio eletrônico e em tempo real a lista de espera de exames médicos solicitados pelas unidades de saúde públicas.

Artigo 4º - Os créditos previstos nos artigos 2º e 3º somente serão concedidos se o documento relativo às despesas for comprovado por Documento Fiscal Eletrônico.

Artigo 5º - A pessoa natural que receber os créditos a que se referem o artigos 2º. e 3º. desta lei, na forma e nas condições estabelecidas pelo Poder Executivo, poderá:

Utilizar os créditos para reduzir o valor do débito de impostos e taxas;

Transferir os créditos para outra pessoa natural ou jurídica;

Solicitar depósito dos créditos em conta corrente ou poupança, mantida em instituição do Sistema Financeiro Nacional, ou o crédito em cartão de crédito emitido no Brasil.

Artigo 6º - Fica autorizado ao Poder Executivo a celebração de convênios para que Prefeituras possam adotar a mesma sistemática de ressarcimento, respeitada a legislação municipal.

Artigo 7º - Esta lei será regulamentada em 60 dias.

Artigo 8º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICATIVA
A falta de medicamentos nas farmácias públicas municipais e estaduais em São Paulo é uma realidade constatada diariamente por quem precisa desses remédios para ter uma melhor qualidade de vida ou para garantir sua sobrevivência. Além das denúncias feitas pelos próprios pacientes, imprensa, institutos de pesquisa e defesa dos direitos do cidadão e Ministério Público já constataram que a rede pública de saúde falha em garantir o acesso da população a medicamentos essenciais.

Pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) avaliou a disponibilidade de remédios do Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo São Paulo. Em média, só 55,4% dos medicamentos pesquisados foram encontrados. Os remédios fazem parte da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), formada por 520 produtos usados para tratar as doenças mais comuns.

Investigação realizada ano passado pelo Ministério Público constatou o mesmo: o desabastecimento de medicamentos é um problema crônico. O MP encontrou falta de cerca de 100 remédios, numa lista de 400. E o problema se dá tanto no âmbito municipal quanto por parte do estado. Medicamentos básicos e essenciais como antibióticos, antitérmicos, antialérgicos e anticonvulsivos ficam em média seis meses sem serem encontrados, colocando em risco a vida de milhares de pacientes.

Para sobreviverem, os pacientes acabam gastando do próprio bolso com os medicamentos que o Poder Público deveria oferecer de forma gratuita aos pacientes. E os valores de mercado encontrados para esses remédios são abusivos, às vezes superando o próprio ganho mensal dessas pessoas.

Nada mais justo, portanto, que esse valor despendido seja reembolsado pelo estado no mais breve espaço de tempo possível na forma especificada no projeto para que os pacientes possam arcar com outros gastos necessários para a sua sobrevivência e de sua família.

Outro grave problema é a demora na realização de exames. Em pesquisa realizada pelo DataFolha em setembro de 2016, a diminuição das filas para realização de exames era prioridade para 97% dos entrevistados. Na cidade de São Paulo, por exemplo, dados oficias mostram que a média de espera passa dos 5 meses, com alguns tipos de exames, como ultrassons, que podem demorar 317 dias. Embora os dados apresentados fossem coletados na cidade de São Paulo, a situação do Estado de São Paulo é a mesma e tão critica que o Governador anunciou no mês de maio de 2017 ação emergencial para reduzir as filas de exames.

Os dados apresentados mostram a ineficácia do Estado de São Paulo em tratar o grave problema da falta de medicamentos e realização de exames e este projeto de lei visa amenizar os dois principais problemas do Estado na área da saúde.

Sala das Sessões, em 16/5/2017.

a) Geraldo Cruz – PT


#NotaFiscalPaulistaDaSaúde
#Deputado #GeraldoCruz
#PL329/2017 foi #AssembléiaLegislativaDeSP #ALESP
#AguardandoSançãoDoGovSP
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#GeraldoAlckminSancioneEssaLei 😉
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sábado, 20 de janeiro de 2018

ALESP Aprovou projeto de Lei 329/2017 do Dep Geraldo Cruz que prevê ressarcimento dos gastos com saúde na aquisição de remédios e exames médicos

Lei aprovada prevê ressarcimento dos gastos com saúde na aquisição de remédios e exames médicos

Aprovado!!!👇😉
A Assembleia Legislativa de SP aprovou, no dia 27/12/17, o projeto de lei 329/2017 do deputado Geraldo Cruz que garante o ressarcimento de gastos efetuados por pacientes no pagamento de medicamentos e realização de exames na rede particular, quando o sistema público de saúde do Estado de São Paulo não tiver capacidade de suprir o acesso imediato a tais procedimentos.

O projeto, que aguarda sanção do governador Geraldo Alckmin, cria o Programa Nota Fiscal da Saúde para que os ressarcimentos cheguem aos pacientes na forma de créditos do Tesouro do Estado e visa sanar, de acordo com o parlamentar, “as principais reclamações feitas por todos que procuram o atendimento público nos serviços de saúde estaduais de que nunca encontram os remédios prescritos e os exames demoram até um ano para serem realizados”, diz.

Para Geraldo Cruz, “essa será uma forma de o governo aumentar seus esforços para garantir o que é direito dos pacientes e possibilitar o acesso imediato e garantido à integralidade do tratamento prescrito pelos profissionais de saúde. Mas, se isso não ocorrer, fica garantido a todos os ressarcimentos de gastos com o tratamento”.

Outra medida prevista no projeto será a divulgação, por meio eletrônico e em tempo real, do estoque de medicamentos e insumos disponíveis nas unidades de saúde do Estado, assim como a lista de espera de exames médicos solicitados. Os créditos previstos serão concedidos se a solicitação médica não for atendida no prazo de 25 dias.
Essa solicitação deverá, obrigatoriamente, ser emitida por unidades de saúde públicas.

Os créditos a que a pessoa tiver direito poderão ser utilizados para reduzir o valor de impostos e taxas públicas.
O projeto autoriza, ainda, o Poder Executivo a celebrar convênios para que os municípios possam adotar a mesma sistemática de ressarcimento, respeitando a legislação de cada cidade do Estado de São Paulo.

Por Geraldo Cruz👇
Número Legislativo 329/2017
Ementa Dispõe sobre a criação do Programa Nota Fiscal da Saúde do Estado.
Autor(es)Geraldo Cruz
Documento
Projeto de Lei 👉

A Lei da Nota Paulista da Saúde, de autoria do Deputado Geraldo Cruz (PT) foi destaque no noticiário do Jornal Hoje da Rede Globo.
💊💊💊Participe!!!💊💊💊
Você pode ajudar a pressionar o Governador para que ele venha a sancionar essa lei assinando o 
Abaixo-assinado 
Nota Paulista da Saúde no estado de São Paulo
Uma Lei que garante o reembolso de remédio e a realização de exames no prazo  *Obrigatório 
Pelo fim da falta de remédio

👀 #FicaDica 👇
Não basta a Lei ser Aprovada, ela tem que ser Sancionada !
🚩Pressione o Governador pela aprovação da lei assinando o abaixo-assinado:

Clique no link e participe 😉 👇http://www.geraldocruz.com.br/saude

#AssembleiaLegislativaDe SP
#ALESP
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#GovernoDeSP
#GeraldoAlckmin
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📣#GovSancioneaLeiDoProgramaNotaFiscalDaSaúde 👀

#Lúpus
#LúpusNecessitaDeTratamentoAdequado
#Informando #Compartilhando
#VivaBemComLúpus
#LúpusLesLes😉

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Febre Amarela Prevenção 😨 / Secretarios de saúde cadê os repelentes para as pessoas que não podem tomar a vacina ? Perguntas frequentes sobre a vacinação!

#FebreAmarela 
#Prevenção 😌
👧💭 Secretarios de Saúde 
📣 Como ficará as pessoas que não podem tomar a vacina contra a febre amarela ?

Serão distribuídos repelentes para essas pessoas ? 😨 💭

#SecretariasDeSaúdeDeSP
#Estadual #Municipal


#SecretárioDoEstadoDeSaúdeDeSP ➡ #DavidEversonUip
#SecretárioMunicipalDeSaúdeDeSP ➡#WilsonModestoPollara

#GovernoDeSP ➡#GeraldoAlckmin

#PrefeituraDeSP ➡ #JoãoDoria

VACINAÇÃO 💉
🐺 #Lúpus #Artrite #DoençasReumáticas #Atenção 👇

Sempre consulte os seus #médicos

#Pessoas que estejam usando corticóide com dose imunossupressora

#Imunossupressores,

#Quimioterapia,

#Imunomoduladores, etc...

#não devem se vacinar , pessoas fora de atividade da doença tem que serem avaliadas pelos seus médicos, verificar os possíveis riscos e benefícios.

#FebreAmarelaTemQueTerAtenção 😷

#DistribuiçãoDeRepelentesParaPessoasComImunidadeBaixa😉

#Lúpus
#PessoasComImunidadeBaixaTemQueTerAtenção 😷

#ImunodeprimidosTemQueTerProteção 💊

#DoençasAutoImunes

#LúpusTemQueTerAtenção

#VivaBemComLúpus

#LúpusLesLes 😉

Perguntas frequentes! 👇

Qual é a diferença entre a Febre Amarela Silvestre e Febre Amarela Urbana?

A diferença entre elas é o vetor. Na cidade a doença é transmitida pelo Aedes aegypti, o mesmo mosquito que transmite a dengue e na mata, os mosquitos são dos gêneros Haemagogus e Sabethes.

Como a Febre Amarela Silvestre é transmitida?

A febre amarela silvestre é transmitida através da picada de mosquitos Haemagogus e Sabethes, que vivem em matas e vegetações à beira dos rios. Quando o mosquito pica um macaco doente, torna-se capaz de transmitir o vírus a outros macacos e ao homem.

O vírus é transmitido por macacos?
Não. O vírus é transmitido pela picada de mosquitos Haemagogus e Sabethes, que vivem em matas e vegetações. O inseto infecta tanto humanos quanto os macacos.

Como se prevenir da Febre Amarela Silvestre
A vacinação é a principal medida de prevenção.

Quem deve se vacinar?
A vacina é recomendada para moradores ou pessoas que se deslocam para área com circulação do vírus no Brasil e aos viajantes para os países com risco de transmissão de Febre Amarela. No Município de São Paulo é recomendada para pessoas residentes na região norte e em algumas localidades da região sul e oeste.

Onde posso tomar a vacina?
Para viajantes: nas UBS de referência, localizadas em todas as regiões do município e nos ambulatórios dos viajantes dos CRIE, para os que irão viajar. Veja aqui!

Para moradores da Zona Norte de São Paulo: nas UBS de intensificação de vacinação da Febre Amarela próximas à sua residência. Veja aqui!

Para moradores da Zona Sul de São Paulo: nas UBS de intensificação de vacinação da Febre Amarela próximas à sua residência. Veja aqui!

Para moradores da Zona Oeste de São Paulo: nas UBS de intensificação de vacinação da Febre Amarela próximas à sua residência. Veja aqui!

Quantas doses da vacina de FA é preciso tomar?
A dose é única e confere imunidade para toda a vida, a partir dos 9 meses de idade.

Quem não pode tomar a vacina e/ou que tem restrições que precisam ser avaliadas?
Crianças menores de 9 meses
Gestantes
Mulheres amamentando crianças menores de 6 meses
*Pessoas com câncer em uso de quimioterapia e/ou radioterapia
Transplantados de órgãos sólidos e/ou medula óssea
Uso de corticóide com dose imunossupressora
HIV e qualquer doença imunossupressora
medicamentos imunossupressores
Miastenia Gravis
Doenças do Timo
Lúpus
Doença de Addison
Artrite reumatóide
Alergia grave ao ovo e derivados da galinha,
*Mulheres que estão amamentando bebês com até 6 meses de idade e que residem ou circulam em área de recomendação da vacina contra a febre amarela, se houver a indicação da vacinação da mãe, o aleitamento deve ser interrompido por 10 dias. Essas mulheres devem procurar um serviço de saúde para orientação e acompanhamento a fim de manter a produção do leite materno. A mãe pode fazer a ordenha do leite, antes da aplicar a vacina, mantendo congelado por 28 dias em freezer ou congelador.

Posso apresentar reação após a aplicação da vacina?
Sim.
A reação mais frequente é a dor no local de aplicação, que tem intensidade leve e moderada e pode durar 1 ou 2 dias. Outras manifestações, que são consideradas sem gravidade, são febre com duração de até 7 dias, dor de cabeça e dor no corpo. Essa é uma vacina das mais seguras e eficazes, entretanto, raramente reações graves tem sido notificadas.

Após a infecção pelo vírus, quanto tempo leva para a doença ficar aparente (iniciar os sintomas)?
Em média de três a seis dias após a picada do mosquito transmissor infectado, mas pode levar até 15 dias para o surgimento dos primeiros sintomas.

Quais são os sintomas da doença?
Febre de início súbito, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas, vômitos, fadiga, fraqueza, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos),
sangramentos.

O que devo fazer se apresentar os sintomas?
Procurar um médico na unidade de saúde mais próxima e informar sobre qualquer viagem ou deslocamento para área de risco nos 15 dias anteriores ao início dos sintomas.

Como é o tratamento para febre amarela?
Paciente deve procurar atendimento médico imediato. O tratamento é sintomático, com repouso e com hidratação. Nas formas graves, o paciente pode necessitar de Unidade de Terapia Intensiva. Salicilatos devem ser evitados (ex. AAS e Aspirina), já que seu uso pode favorecer o aparecimento de hemorragias.

Quais são as áreas de risco no MSP?
Locais de matas onde foi identificada a circulação do vírus. No Município de São Paulo, os bairros próximos ao local onde foi confirmado o macaco positivo para Febre Amarela.

Que época do ano a doença é mais comumente registrada?

Estudos têm demonstrado que a doença ocorre com maior freqüência nos meses de dezembro a maio. Esta é a estação das chuvas, quando há um aumento das populações de mosquitos, favorecendo a circulação do vírus.

Qualquer pessoa está em risco de contrair febre amarela silvestre?

Sim. Qualquer pessoa não vacinada, independentemente da idade ou sexo, que reside ou viaja para áreas de risco.

A febre amarela silvestre é contagiosa?

A doença não é contagiosa,
ou seja, não há transmissão de pessoa a pessoa e nem entre animais e pessoas. É transmitida somente pela picada de mosquitos infectados com o vírus da febre amarela.

Há registros de pacientes em São Paulo capital?

No Município de São Paulo, não há transmissão da Febre Amarela em humanos.

ATENÇÃO! Outros cuidados!

Para pessoas não vacinadas contra a Febre Amarela ou que se vacinaram há menos de 10 dias, se precisarem visitar e circular nas áreas situadas no entorno (500 metros) dos Parques Anhanguera, Horto Florestal e Cantareira, recomenda-se o uso de repelentes, seguindo as instruções do fabricante, conforme o rótulo do produto.

O uso de repelentes também é indicado para os residentes dessas áreas que foram vacinados há menos de 10 dias, pois a vacina confere imunidade após esse período, bem como para pessoas que têm contra-indicação para uso da vacina. No caso de crianças pequenas, cobrir berços e carrinhos com mosqueteiro

Divisão de Vigilância Epidemiológica/ DVE/COVISA

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#LúpusLesLes 😉

domingo, 7 de janeiro de 2018

Isenção do Rodízio Municipal de Veículos para pessoas com deficiência pessoas em tratamento debilitante de doenças graves ...

O que é o cadastro de um veículo para a Isenção do Rodízio Municipal de Veículos para pessoas com deficiência?

O cadastro de um veículo para a Isenção do Rodízio Municipal de Veículos é uma autorização especial que libera do Rodízio Municipal de Veículos os veículos automotores dirigidos por pessoas com deficiência ou por quem as transportem, impedindo a emissão de multas.

Quem tem direito ao cadastro de um veículo para a Isenção do Rodízio Municipal de Veículos para pessoas com deficiência?
Tem direito ao cadastro de um veículo para a Isenção do Rodízio Municipal de Veículos:
- pessoas com deficiência física (mesmo que provisória);
- pessoas com doenças mentais;
- pessoas em tratamento debilitante de doenças graves.

Como fazer a solicitação inicial ou de renovação para o cadastro de um veículo na isenção do Rodízio Municipal de Veículos?

Para fazer a solicitação inicial ou de renovação para o cadastro na isenção do Rodízio Municipal de Veículos o interessado deve:

1. Imprimir através do link o 👉 requerimentopreencher com letra de forma e assinar da mesma forma que no documento de identidade que será apresentado, indicando que é uma solicitação inicial ou de renovação;

2. Anexar os seguintes documentos ao formulário:
Cópia simples do documento de identidade oficial com foto, CPF e assinatura do requerente em validade (RG, CNH ou outro oficial); Se o documento de identidade não contiver o número do CPF, juntar a cópia do CPF;

Atestado médico original ou cópia autenticada, emitido, no máximo há três meses da data do pedido, com a descrição da deficiência e CID (Código Internacional de Doenças). 

Para solicitação de renovação, o Laudo Médico não precisa ser apresentado para os casos de deficiência física permanente;

Cópia simples do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) em validade;

Quando for o caso de deficiência intelectual ou de representação legal, cópia simples de documento de identidade oficial com foto, assinatura e CPF do representante legal em validade (RG, CNH ou outro oficial) e do documento que comprove esta representação legal do requerente como procuração, tutela ou curatela.


3. A solicitação poderá ser feita pelo correio ou diretamente na sede do DSV:
Correio: Enviar o requerimento preenchido e assinado junto com as cópias dos documentos relacionados para o Departamento de Operação do Sistema Viário – DSV, através da Caixa Postal 11.400 – CEP 05422-970;

Pessoalmente: Apresentar o requerimento preenchido e assinado junto com as cópias dos documentos relacionados na sede do DSV: Rua Sumidouro, 740 - Pinheiros, próximo à Estação Pinheiros do Metrô/CPTM, no horário das 9h00 às 16h00 de 2ª a 6ª feira, exceto feriados;

Nota: Evite fila, agende:

Nota 1: No caso de deferimento da solicitação, não é emitida autorização, selo ou papel, já que é o cadastro da placa no sistema que não permitirá a emissão de notificações de infrações relacionadas ao Rodízio Municipal de Veículos.

Nota 2: As pessoas com deficiência visual ou analfabetas devem comparecer pessoalmente ao DSV AE para ciência da solicitação. As pessoas com restrição física e que apresentam impossibilidade para assinar o requerimento devem comparecer pessoalmente ao DSV-AE para colher a impressão digital no requerimento.

Nota 3: A solicitação para a renovação do cadastro na isenção do Rodízio Municipal de Veículos pode ser feita a partir de 30 dias antes do vencimento da validade.

Nota 4: O prazo para a análise das solicitações é de aproximadamente 45 dias úteis.

Como solicitar a substituição do veículo cadastrado por outro?
Para a solicitação de substituição do veículo cadastrado para a Isenção do Rodízio Municipal de Veículos o interessado deve:

1. Imprimir através do link o requerimento, preencher com letra de forma e assinar da mesma forma que no documento de identidade que será apresentado, indicando que é uma solicitação de substituição de veículo.

2. Anexar os seguintes documentos ao formulário:
Cópia simples do documento de identidade oficial com foto e assinatura em validade com CPF do requerente (RG, CNH ou outro oficial);
Cópia simples do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo em validade;
Quando for o caso, cópia simples do comprovante da representação legal (tutela, curatela ou procuração) e cópia simples de um documento de identidade oficial com foto, CPF e assinatura do representante legal em validade (RG, CNH ou outro oficial).

3. Enviar por correio ou entregar pessoalmente o requerimento assinado junto com as cópias dos documentos relacionados:
Correio: Enviar o requerimento preenchido e assinado junto com as cópias dos documentos relacionados para o Departamento de Operação do Sistema Viário – DSV, através da Caixa Postal 11.400 – CEP 05422-970;

Pessoalmente: Apresentar o requerimento preenchido e assinado junto com as cópias dos documentos relacionados na sede do DSV: Rua Sumidouro, 740 - Pinheiros, próximo à Estação Pinheiros do Metrô/CPTM, no horário das 9h00 às 16h00 de 2ª a 6ª feira, exceto feriados.
AGENDE:http://agendamentodsv.prodam.sp.gov.br/forms/BemVindo.aspx


Nota 1: No caso de deferimento da solicitação, não é emitida autorização, selo ou papel, já que é o cadastro da placa no sistema que não permitirá a emissão de notificações de infrações relacionadas ao Rodízio Municipal de Veículos.

Nota 2: As pessoas com deficiência visual ou analfabetas devem comparecer pessoalmente ao DSV - Autorizações Especiais para ciência da solicitação. As pessoas com restrição física e que apresentam impossibilidade para assinar o requerimento devem comparecer pessoalmente ao DSV - Autorizações Especiais para colher a impressão digital no requerimento.

Nota 3: O prazo para a análise das solicitações é de aproximadamente 30 dias.

Qual o prazo para obter o resultado da análise da solicitação?

Após 45 dias úteis do recebimento da solicitação pelo DSV - Autorizações Especiais, o requerente deve entrar em contato através do telefone 3030-2422 para saber o resultado da análise da solicitação.

Qual a validade do cadastro de um veículo da Isenção do Rodízio Municipal de Veículos?

• A validade do cadastro de um veículo para Isenção do Rodízio Municipal de Veículos é variável dependendo da deficiência ser temporária ou permanente, variando de 2 meses até 5 anos.

Qual a legislação que regulamenta a Isenção do Rodízio Municipal de Veículos para pessoas com deficiência?

O Rodízio Municipal de Veículos é regulamentado pela Lei 12.490 de 3.10.1997, Decreto 37.085 de 1997, Decreto nº 37.346 de 20.02.1998, Decreto nº 39.563 de 28.06.2000,Decreto nº 44.099 de 12.11.2003, Decreto nº 45.273 de 13.10.2004, Decreto nº 47.680 de 12.09.2006.

Qual o telefone e o e-mail do DSV - Autorizações Especiais?
O telefone do DSV-AE é 3030-2422 e o e-mail é dsvae@prefeitura.sp.gov.br.

Obs.: Para informações sobre a emissão do Cartão DeFis para Estacionamento em vagas para pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida clique aqui.

http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/transportes/autorizacoes_especiais/isencao_de_rodizio/index.php?p=3921

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domingo, 31 de dezembro de 2017

🐺 Lúpus 🐺 O que queremos para 2018 ? Queremos ter um Feliz 😊 Ano Novo🎉

🎉 Feliz Ano Novo 🎉
Queremos 😊Saúde
Paz/Amor/Prosperidade
Respeito com a nossa saúde.
Respeito com o nosso tratamento.
Políticas públicas.
Aprovação dos Projetos de Lei em atenção ao Lúpus.
Medicamentos mais eficazes para que não tenhamos tantos comprometimentos.
Diagnósticos mais rapidos.
Mais pesquisas para a cura dessa doença.
E que tenhamos sucesso no nosso tratamento. 😉
Assim espero que seja o nosso Ano Novo 2018👧

Se queremos melhorias temos que correr atrás para conseguirmos !
O nosso trabalho pode ser de formiguinhas (Borboletinhas e Lobinhos) rsrs mas graças a ele que estamos conseguindo sair sim do anonimato 😊 infelizmente ainda temos um grande descaso com a nossa doença aqui no Brasil , pois os nossos Governantes não nos dá a devida atenção que está doença requer e com isso o que acontece é estas perdas irreparáveis que vemos aqui todos os anos 😢 .
Agora mesmo irei virar o ano com a falta do meu medicamento (Reuquinol/Hidroxicloroquina),As vezes chego a pensar que os nossos Governantes brincam com a nossa saúde , né #SecretáriaDeSaúdeSP !!!
Mas sabe de uma coisa , cabe a cada um de #Nós cobrarmos dos nossos governantes por melhorias , não adianta ficarmos só reclamando sem ao menos tentar buscar uma solução para isso .
Sabe como podemos mudar tudo isso ? Simplesmente cobrar exigir dos nossos governantes as melhorias que necessitamos , entrem nas páginas oficias deles , enviem mensagens  cobrando o nosso #MaioRoxo, a falta de especialistas, falta de medicamentos eficaz, diagnóstico  mais rápidos , políticas públicas ao nosso favor respeitando as nossas necessidades , aprovação dos nossos projetos etc...
Cobrem das #SecretariasDeSaúde #Municipal #Estadual , do #MinistérioDaSaúde , etc...
#FaçamAsSuasPartes😉 pois só assim Unidos conseguiremos.
Essa #Luta é de todos 💪💪💪💪
#LúpicosUnidosSomosMaisFortes💞
#LúpusTemQueTerAtençào
Espero contar com todos em 2018 😉
#LúpicosFelizAnoNovo🎉🎊🎉
#Lúpus2018
#LúpusRemissão
#VivaBemComLúpus
#LúpusLesLes💞

sábado, 16 de dezembro de 2017

Câmara Municipal de Caldas Novas Aprova o Projeto de Lei do Vereador Léo de Oliveira que Institui Programa Municipal de Conscientização e Orientação sobre o Lúpus - PL222/2017 segue em andamento 😉

PROJETO DE LEI N°222/2017
DE 20 DE OUTUBRO DE 2017
AUTOR: Vereador
Léo de Oliveira
”Institui Programa Municipal de Conscientização e Orientação sobre o 
Lúpus Erimatoso Sistêmico 
no Munícipio de 
Caldas Novas.”

Art. 1º. Fica instituída no município de Caldas Novas, a Política de

Conscientização Orientação sobre o Lúpus Eritematoso Sistêmico.

Art. 2º. O Programa Municipal de Conscientização e Orientação sobre o Lúpus

Eritematoso Sistêmico compreenderá principalmente as seguintes ações:

I- elucidação sobre as características e sintomas dos vários estágios da enfermidade;

II- preocupação e cuidados a serem tomados pelos portadores da enfermidade;

III- tratamento médico adequado nos hospitais públicos ou rede conveniada com o SUS;

IV- orientação e suporte aos familiares e acompanhantes do enfermo;

V- tratamento psicológico;

VI- tratamento fisioterapêutico.

Art. 3º. O Município, na forma estabelecida em lei, propiciará ao portador do

Lúpus Eritematoso Sistêmico o acesso a bloqueadores, filtros e protetores solares, de uso imprescindível para o controle da moléstia.

Art. 4º. A execução desta lei estará condicionada a contemplação das despesas decorrentes pelo Fundo Municipal de Saúde.

Art. 5º. Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.

Gabinete do Vereador Léo de Oliveira, aos vinte dias do mês de outubro de 2017.

JUSTIFICATIVA
No Brasil, os sintomas e tratamento são ainda pouco conhecidos. O Lúpus é uma doença autoimune, resultado de um desequilíbrio do sistema imunológico, que acomete principalmente as mulheres. A doença foi objeto de estudo de uma pesquisa realizada por nutricionistas do curso de especialização em Nutrição funcional da VP-UNICSUL em parceria com o Departamento de Ciência e Tecnologia dos Alimentos da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

Diante da necessidade de entendimento e esclarecimento sobre a doença, o presente projeto visa a promoção da prática de atividades de orientações às pessoas portadoras da doença e comunidade em geral.

Uma pessoa que tem LES desenvolve anticorpos que reagem contra as células normais, podendo, consequentemente, afetar a pele, as articulações, rins e outros órgãos.

Não é uma doença contagiosa, infecciosa ou maligna, mas não há medicamento para o Lúpus que funcione da mesma forma que um antibiótico funciona para acabar com uma infecção.

O tratamento do LES engloba uma série de medidas, entre medicamentos e normas. As manchas, lesões e úlceras orais são provocadas pela sensibilidade ao sol e luz. Os pacientes com fotossensibilidade devem evitar a exposição ao sol e fazer uso diário e intermitente de filtros solares.

O LES acomete aproximadamente 01 em cada 1000 pessoas da raça
branca e 01 em cada 250 pessoas negras, sendo muito mais frequente no sexo feminino, com proporção de 10 mulheres para cada 1 homem. A doença se inicia principalmente entre a segunda e terceira década de vida, embora possa aparecer em crianças e idosos.

Assim sendo, solicito apoio dos nobres pares, para a aprovação da presente propositura.

Gabinete do Vereador Léo de Oliveira, aos vinte dias do mês de outubro de 2017.

Vereador Léo de Oliveira - PPL

http://www.camaradecaldas.go.gov.br/projetos-leis-legislativo/

3ª Sessão Ordinária
Câmara Municipal de Caldas Novas, Estado de Goiás, foi realizada no dia 06 do mês de dezembro de 2017 (06/12/2017)

24 - Leitura dos Pareceres ao Projeto de Lei nº 222/2017 do Vereador Léo de Oliveira queInstitui Programa Municipal de Conscientização e Orientação sobre o Lúpus Erimatoso Sistêmico no Munícipio de Caldas Novas.”.

1ª discussão e 1ª votação
Por Vereador Léo de Oliveira 👇 😉
Nesta terceira sessão ordinária do mês de dezembro, foram apresentados 04 projetos de minha autoria.

✅ Projeto de lei 131/2017 que dispõe sobre o estímulo às ações de combate aos jogos, brincadeiras ou eventos que induzem os jovens as mutilações corporais e até suicídio.

Projeto de lei 222/2017 que institui o programa municipal de conscientização e orientação sobre o Lúpus no nosso município.

✅Projeto de lei 223/2017 que torna obrigatória a contratação de seguro indenizatório por empresas de cerimoniais, buffet ou similar.

✅Projeto 227/2017 que cria um cadastro para bloqueio do recebimento e ligações de telemarketing.

Projetos simples e de extrema importância para nosso município.

Os projetos foram aprovados por todos os vereadores! Espero que o executivo também aprove.

#LéodeOliveira #VereadorDeverdade #VamosaLuta

Vereador
Nome: Eliezer Rodrigues Léo de Oliveira
Nome Político: Léo de Oliveira
Partido: PPL (Partido Pátria Livre)
Contato
📞(64) 3453-1188
📞(64) 9.9272-3412
📩 👇 😉
leodeoliveira@camaradecaldas.go.gov.br

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=2400867130137571&id=1406269122930715

Câmara Municipal de Vereadores
Caldas Novas 
Goiás
Fale Conosco 
👇 😉
📞(64) 3453-1188
📞(64) 3455-0200
📩
contato@camaradecaldas.go.gov.br

Av. Tiradentes S/N, Itanhangá I.
Caldas Novas – Goiás

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Lúpus durante a gravidez: dicas para proteger você e seu bebê - Fleury

Lúpus durante a gravidez: 
dicas para proteger você e seu bebê

Por: Núcleo Educacional Científico

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica, de causa desconhecida e de natureza autoimune, caracterizada pelo acometimento de múltiplos órgãos pela ação de autoanticorpos. O problema acontece por um desequilíbrio do sistema imunológico, que age inadequadamente contra os tecidos do próprio organismo do indivíduo como pele, articulações, coração, pulmão, rins e cérebro.

Com maior incidência entre as mulheres jovens e em fase reprodutiva, a doença sempre desperta dúvidas: se sou portadora de lúpus, posso planejar uma gravidez? E se a doença entrar em atividade quando eu estiver grávida, há riscos para o feto?

Segundo Renata Rosa, médica reumatologista do Fleury, pacientes lúpicas podem sim ficar grávidas, mas são aconselhadas a fazê-lo apenas quando a doença estiver fora de atividade e sob controle adequado por pelo menos seis meses. “A gestação deve ser contraindicada quando houver atividade do LES, evoluindo, por exemplo, com insuficiência renal, hipertensão arterial grave, insuficiência cardíaca ou pulmonar ou comprometimento neurológico”, explica a médica.

Ela ressalta que, caso uma paciente lúpica opte por engravidar, deve ser esclarecida de que existe um risco maior de a doença entrar em atividade durante a gestação e nos três meses pós-parto. Entre os achados mais frequentes, em 50% a 60% dos casos, destacam-se os sintomas renais ou hematológicos, que aparecem usualmente durante o segundo ou terceiro trimestres e, ocasionalmente, no puerpério.


  1. Além disso, observa-se o risco aumentado de abortamento espontâneo, pré-eclâmpsia, retardo de crescimento intrauterino, prematuridade e até mesmo morte fetal intrauterina. “Desse modo, é recomendado um acompanhamento multidisciplinar, incluindo reumatologistas, obstetras especializados em gestação de alto risco e, em algumas circunstâncias, neonatologistas e nefrologistas”, diz Renata.


Caso o lúpus seja ativado durante a gestação, a melhor conduta para o tratamento da mulher é escolher uma medicação cujo risco para o feto seja menor do que o da própria atividade da doença. Alguns medicamentos podem ser utilizados na gestação, como os corticosteroides e a hidroxicloroquina, com a devida orientação e acompanhamento médico adequado. Outros, por sua vez, não devem ser usados nessa situação, como a ciclofosfamida, o micofenolato mofetil, o metotrexato e a leflunomide.

Em relação ao tratamento com a infusão de medicamentos (imunobiológicos), o uso do Rituximabe não tem sido contraindicado durante a gestação, sendo, porém, necessária a análise de custo-benefício. “Alguns relatos acumulados nos últimos dez anos demonstraram que este medicamento não é teratogênico quando utilizado no tratamento de gestantes com linfoma não-Hodgking. No entanto, futuros estudos são indispensáveis para avaliarmos o efeito em gestantes lúpicas”, explica a reumatologista.

Além dos cuidados com a futura mamãe, as atenções também devem se voltar para o feto, já que pode ocorrer a passagem de anticorpos maternos pela placenta, acarretando o quadro de lúpus neonatal (LN). Essa entidade pode se manifestar como lesões de pele, bloqueio cardíaco congênito (BCC) – distúrbio na condução elétrica do coração – e, menos frequentemente, por outras manifestações como alterações hematológicas (plaquetopenia, ou seja, número reduzido de plaquetas pela ação do anticorpo) e elevação das enzimas hepáticas, por agressão hepática. Como prevenção, é recomendada se fazer a dosagem desses anticorpos em todas as pacientes lúpicas que planejam engravidar e durante a gestação.
Especificamente, a presença do autoanticorpo anti-Ro/SSA na gestante lúpica deve orientar uma criteriosa avaliação cardíaca fetal. “Um ecocardiograma fetal deve ser realizado a partir da 16ª semana de gestação, por um radiologista com experiência em gestação de alto risco, com a finalidade de detectar precocemente o BCC. Caso a condição clínica do feto comece a apresentar sinais de deterioração, como, por exemplo, o aparecimento de insuficiência cardíaca, deve ser iniciado o tratamento com corticoides, capazes de atravessar a barreira placentária”, diz Renata.

Após o nascimento do bebê, caso tenha sido identificado lúpus neonatal, o tratamento usualmente inclui a pulsoterapia com medicamentos, tais como corticosteroides e gamaglobulina intravenosa. “Marcapasso permanente é necessário em cerca de metade dos casos de BCC, sendo aconselhável a presença de neonatologista experiente na sala de cirurgia para atendimento destes recém-nascidos”, finaliza a médica.

Como diagnosticar o lúpus
Deve-se suspeitar do diagnóstico de LES em pacientes com manifestações características, como lesões típicas na pele ou que apresentem o comprometimento de órgãos como as articulações, rins e alterações hematológicas, entre outras. Pode ou não ocorrer queixas gerais, muitas vezes, sem causa aparente. Mundialmente, utilizam-se os critérios de classificação do American College of Rheumatology, que se fundamenta na presença de, pelo menos quatro de 11 critérios, que incluem manifestações clínicas e exames laboratoriais. Entre as manifestações destacam-se lesões de pele (asa de borboleta, lesão discóide na face), lesões de mucosa oral ou nasal, fotossensibilidade, acometimento articular (artrite), comprometimento neurológico (psicose ou convulsão), envolvimento renal e comprometimento hematológico (anemia hemolítica, leucopenia e plaquetopenia).

Exames para detectar o problema
A avaliação laboratorial pode auxiliar sobremaneira o diagnóstico. Por meio dela pode se constatar alterações hematológicas e no exame de urina. De particular importância para o diagnóstico é a presença de autoanticorpos ou fatores antinucleares (FAN). A positividade desse teste, embora não específico, serve como triagem em razão de sua alta sensibilidade, sendo improvável a presença da doença se o teste resultar negativo. A presença de outros anticorpos específicos, tais como anti-DNA nativo, anti-Sm e antinucleossomo também podem ser úteis para confirmar a suspeita.

- Fonte: Renata Ferreira Rosa, médica reumatologista do Fleury, com especialização em Reumatologia pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e residência médica na mesma área pelo Hospital do Servidor Público Estadual Francisco Morato de Oliveira (HSPE-FMO-IAMSPE)

Este material foi elaborado pelo Fleury, tendo caráter meramente informativo. Não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu médico.​


http://www.fleury.com.br/saude-em-dia/artigos/pages/lupus-durante-a-gravidez-dicas-para-proteger-voce-e-seu-bebe.aspx

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sábado, 9 de dezembro de 2017

Estudantes da UNESP FCF receberam medalha de ouro com o projeto Insubiota pesquisa inovadora para o tratamento do diabetes com bactérias geneticamente modificadas

Unesp 
conquista prêmio em Boston (EUA)
Alunos desenvolvem uma alternativa às injeções de insulina no tratamento de diabetes.

Estudantes da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp em Araraquara conquistaram medalha de ouro em uma competição internacional realizada em Boston, nos Estados Unidos.
Eles foram premiados pelo Projeto Insubiota, que desenvolve uma alternativa às injeções de insulina no tratamento de diabetes.

Veja reportagem na 
TV Unesp
[27/11/2017]
Unesp de Araraquara pesquisa um novo tratamento para o diabetes

Nesta edição o Saúde em Prática vai tratar de uma pesquisa inovadora para o tratamento do diabetes. Trata-se de bactérias geneticamente modificadas que quando ingeridas, sob a forma de iogurte, são capazes de atuar no controle da insulina de quem tem a doença.
O estudo está sendo desenvolvido pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Unesp de Araraquara. A nova via de tratamento para o diabetes, em estudo pela Unesp, é um método prático, não invasivo e representa um avanço no tratamento dessa doença grave e crônica. Para saber mais sobre a pesquisa, nossa equipe de produção foi até a Unesp de Araraquara conversar com os alunos e com os pesquisadores responsáveis pelo trabalho.

Abaixo as biólogas que fazem parte da equipe responsável pela pesquisa, Danielle Pedrolli e Katia Sivieri,





Alguns dos estudantes envolvidos no desenvolvimento do novo método para o controle da insulina. Paulo Freire e Patrick Squizato, alunos do curso de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia.




A aluna do curso de Farmácia, Bianca Rodrigues


Por TV UNESP 💻 👇
https://tv.unesp.br/edicao/1569

#Parabéns a toda Equipe👏👏👏👏
#FuturoPromissorParaOsDiabéticos 😉
#DiabetesTemQueTerAtenção
#DoençasAutoImunesTeQueTerPesquisas 🔬
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#VivaBemComLúpus
#LúpusLesLes
Confira tem a reportagem do #JornalNacional 👇


sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Dezembro Laranja SBD Campanha Nacional de Prevenção do Câncer da Pele Mutirão Nacional de Atendimento Exame Preventivo Gratuito

Com a mensagem 
“Se exponha mas 
não se queime" 
SBD apresenta a Campanha Nacional de Prevenção do 
Câncer da Pele 
2017
No mês em que se reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, a entidade quer tornar a campanha ainda mais conhecida pela população e para isso faz um alerta especial para àqueles que se expõem constantemente aos raios solares em sua rotina profissional ou no dia a dia.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), todos os anos surgem 176 mil casos de câncer da pele, o de maior incidência no país. Atenta a esse alto índice, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) desenvolve, desde 2014, o movimento Dezembro Laranja, com a promoção de uma série de iniciativas de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce da doença, incluindo a importância da fotoproteção em suas diferentes formas para a redução dos riscos. Este ano, pela primeira vez, a campanha continua durante todo o verão,🌞trazendo diferentes ações na internet, ruas, praias e parques.

Sob o slogan
“Se exponha mas não se queime”
pretende conscientizar e educar as pessoas sobre os riscos do câncer da pele decorrentes da exposição excessiva ao sol sem proteção, lembrando que filtro solar não é o único cuidado contra a radiação ultravioleta. A mensagem visa atingir, sobretudo, quem trabalha sob o sol ou ao ar livre, bem como as pessoas em seu cotidiano profissional e em momentos de lazer.

“Queremos divulgar para a grande população, especialmente para os trabalhadores que desempenham suas funções expostos ao sol, como carteiros, vendedores ambulantes, operários da construção civil, feirantes e outros, esse conjunto de atitudes, essenciais para que essa exposição prolongada não traga problemas de saúde”, afirma o presidente da SBD, José Antonio Sanches.

A recomendação é de que usem equipamentos de proteção individual (EPI): chapéus de abas largas, óculos escuros, roupas de cubram boa parte do corpo e protetores solares com fator mínimo de proteção solar (FPS) 30. A hidratação constante também faz parte dessas medidas fotoprotetoras, sem esquecer de evitar os horários de maior insolação: das 10h às 16h.

Entre as iniciativas previstas, estão a divulgação de peças publicitárias na internet (Facebook, Instagram e site), com concentração durante o mês de dezembro, que alertam sobre a incidência do câncer da pele e dão dicas de proteção.

As mensagens serão dadas pelos personagens Dr. e Dra. Pele, e todas as peças virão marcadas com a
hashtag #DezembroLaranja e #ControleoSol.

O público interessado também poderá divulgar a campanha nas redes sociais, customizando a foto de perfil, postar o texto com fundo laranja no Facebook ou usar o filtro laranja do Stories no Instagram.👇👇👇
http://www.sbd.org.br/controleOsol/divulgue-esta-campanha/ 

Assim como em anos anteriores, personagens e lideranças em suas áreas de atuação participarão do movimento vestindo a cor laranja e monumentos nacionais serão iluminados com a cor símbolo da campanha, frisando o compromisso com as medidas protetoras.

O Dezembro Laranja chegará ainda aos estádios de futebol e ao carnaval carioca, representado pela tradicional bateria da Escola de Samba Portela que, pelo segundo ano, vestirá camisetas na cor laranja em seus ensaios e na sua tradicional Feijoada, a ser realizada no primeiro fim de semana de dezembro.

Ações no RioZoo, AquaRio e Paineiras também estão previstas para ocorrer em dezembro, além da presença do Papai Noel Laranja que vai distribuir folhetos, desenhos temáticos para colorir e gibis da Turma da Mônica para as crianças.

Um filme de animação sobre a fotoproteção será exibido durante o mês em diferentes cinemas, expandindo a campanha pelo país.

A campanha deste ano é coordenada pelo dermatologista Joaquim Mesquita Filho (RJ). O médico ressalta a mobilização Dezembro Laranja e destaca que o objetivo é promover o esclarecimento de uma doença que demanda uma maior atenção, já que o número de casos tem aumentado nos últimos anos.“Nós temos como missão orientar a população na identificação dos sinais de câncer da pele e prováveis lesões tumorais que já existam. Orientar que pode ser feita uma proteção saudável contra a radiação ultravioleta, com o uso de roupas adequadas, de filtro solar, e da procura por lugares com sombras, como embaixo de barracas ou árvores. Esses são alguns cuidados que todos podem tomar contra o câncer da pele".

O lançamento oficial do Dezembro Laranja ocorreu no dia 30 de novembro, no Rio de Janeiro.

2 de dezembro: 
Mutirão Nacional de Atendimento, Prevenção e Combate ao 
Câncer da Pele
 ExamePreventivoGratuito será realizado, gratuitamente, das 9h às 15h em cerca de 130 postos de atendimento em todo o Brasil. Essa é a 18ª edição da Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer da Pele da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Segundo Sergio Palma, vice-presidente da SBD, "é um dia de voluntariado no qual queremos reforçar a importância da proteção diária para prevenção, além de alertar que a identificação precoce do câncer da pele aumenta as chances de cura e evita danos ou mutilações mais profundas".

Desde sua implementação, em 1999, a campanha da SBD já prestou 566.873 atendimentos em diferentes regiões do país.

ATENÇÃO: Em Pernambuco, o mutirão de atendimento da campanha será realizado na quarta-feira, 6 de dezembro, das 9h às 15h.

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http://www.sbd.org.br/controleOsol/exame-preventivo-gratuito/

Aqui estão os postos que atenderão o Estado de São Paulo 👇

Ambulatório da Faculdade de Medicina de Jundiaí
Vila Arens, Jundiaí, SP

Ambulatório da UNIFEV-UBS - Dr. Jamilo Elias Zeitune
Centro, Votuporanga, SP

Ambulatório de Dermatologia - Faculdade de Medicina do ABC -
Vila Sacadura Cabral, Santo André, SP

Ambulatório de Dermatologia - Hospital Dia Rede Hora Certa Capéla do Socorro - Piso Terreo sala 29, 39
Jardim das Imbuais, São Paulo, SP

Ambulatório de Dermatologia - Prédio dos Ambulatórios 5º Andar Bloco 2 B
Cerqueira César, São Paulo, SP

Ambulatório de Dermatologia da PUC Campinas - Corredor Cinza
Jardim Ipaussurama, Campinas, SP

Ambulatório de Dermatologia do Hospital Beneficiência Portuguesa de São Paulo
Bela Vista, São Paulo, SP

Ambulatório de Dermatologia do Hospital Heliópolis
Cidade Nova Heliópolis, São Paulo, SP

Ambulatório de Dermatologia- Prédio dos
Ambulatorios: saguão de atendimento e 5º andar - Hospital Ipiranga
Ipiranga, São Paulo, SP

Ambulatório do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Monte Alegre, Ribeirão Preto, SP

Ambulatório Mario Covas/HCIII- Hospital São Francisco
Monte Castelo, Marília, SP

Ambulatório Médico de Especialidades do Estado de São Paulo - AME
Centro, São João da Boa Vista, SP

AME Zona Leste (Santa Marcelina)
Itaquera, São Paulo, SP

Centro de Saúde de Registro
Centro, Registro, SP

Centro de Saúde Dr. Takashi Enokibara
Centro, Dracena, SP

Centro de Saúde Escola
Vila dos Lavradores, Botucatu, SP

Clínica Centro da Santa Casa de São José dos Campos
Centro, São José dos Campos, SP

Clínica Dermatológica da Santa Casa de São Paulo - Prédio Conde de Lara - Térreo
Vila Buarque, São Paulo, SP

Complexo Hospitalar Padre Bento de Guarulhos, Ambulatório de Dermatologia I
Jardim Tranquilidade, Guarulhos, SP

Escola Paulista de Medicina - Ambulatório de Dermatologia
Vila Clementino, São Paulo, SP

Hospital do Servidor Público Estadual - Prédio Ambulatório - 1º Andar
Vila Clementino, São Paulo, SP

Hospital do Servidor Público Municipal
Aclimação, São Paulo, SP

Hospital Guilherme Álvaro
Boqueirão, Santos, SP

Hospital Municipal Mário Gatti
Parque Italia, Campinas, SP

Hospital Regional de Presidente Prudente
Cidade Universitaria, Presidente Prudente, SP

Hospital Universitário de Taubaté (Ambulatorio Geral)
Centro, Taubaté, SP

Policlínica da FAEP
Centro, Mogi das Cruzes, SP

Posto da Faculdade de Medicina das Faculdades Integradas Padre Albino - Praça Nove de Julho
Centro, Catanduva, SP

Posto da Faculdade Estadual de Medicina de São José do Rio Preto
Centro, São José do Rio Preto, SP

Posto de Saúde de Olímpia
Centro, Olímpia, SP

Veja a lista com todos os postos associados e confira na íntegra todas as matérias desta campanha😉 👇
http://www.sbd.org.br/controleOsol/exame-preventivo-gratuito/

#Compartilhando
#VivaBemComLúpus
#LúpusLesLes

Sob o slogan
“#SeExponhaMasNãoSeQueime"
Para nós #Lúpicos segundo o protocolo do Ministerio da saúde em relação ao #Lúpus , a maioria dos pacientes apresenta fotossensibilidade após exposição à radiação solar ou artificial (lâmpadas fluorescentes ou halógenas).
No Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do
Lúpus Eritematoso Sistêmico que
Inclui o tratamento não medicamentoso diz que temos que : Adotar proteção contra luz solar e outras formas de irradiação ultravioleta, por meio de barreiras físicas, como roupas com mangas longas, gola alta e uso de chapéus;
#evitar #ExposiçãoDireta ou #Indireta ao #sol e a lâmpadas fluorescentes ou halógenas.


Então para nós o slogan ficaria assim 👇🌞 

#LúpicosNãoSeExponhaeNãoSeQueime👒 😎
#LúpicosUseoProtetorSolareSeProteja 🌂☔🌞
#FicaDica 😉