segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Pesquisa mostra benefícios do uso de células-tronco para diminuir danos aos rins - CBN

Pesquisa com células-tronco obtém resultados positivos no tratamento de insuficiência renal

As pesquisas sobre o uso de células-tronco para o tratamento de portadores de doença renal crônica estão evoluindo. Um exemplo é o estudo coordenado pela nefrologista Lúcia Andrade, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
Após introduzir células-tronco retiradas da medula óssea de ratos saudáveis em outros com insuficiência renal, a técnica gerou uma reversão do quadro da doença. Os resultados sugerem que as células-tronco, provenientes de animais adultos, são capazes de prevenir e até mesmo de regenerar a função e o tecido renal. Se resultados similares fossem obtidos em humanos, o método poderia, por exemplo, dispensar a diálise.
O grupo utilizou roedores que passaram por cirurgias para simular a doença. Na simulação, os animais ficaram com apenas 20% da função renal. Foram aplicadas duas estratégias diferentes de tratamento. Duas semanas depois da cirurgia, um grupo de ratos recebeu uma injeção com 2 milhões de células-tronco na corrente sanguínea e outro recebeu três aplicações.
No quarto mês após o início do experimento, os dois grupos de ratos tiveram recuperação da função renal, conseguindo 50% de filtração. Segundo Lúcia Andrade, uma pessoa com apenas 20% da função renal necessita fazer diálise, sendo que com 50% de filtração ela conseguiria levar uma vida normal à base de dieta e acompanhamento médico.
Os testes feitos inicialmente com ratos serão conduzidos com cães com insuficiência renal. Segundo Lúcia, é necessário entender melhor o mecanismo, uma vez que as células injetadas podem migrar para tecidos não desejados.
A pesquisadora destaca que não existe ainda uma explicação para a melhora da função renal a partir da aplicação de células-tronco. Uma possível resposta seria que elas migrariam para o tecido lesionado e liberariam tanto substâncias inibidoras dos agentes inflamatórios que causam a insuficiência renal como elementos que induzem a regeneração das células do rim.
O estudo foi publicado na revista Stem Cells.
Fonte: Agência Fapesp

 

Ciência & Saúde

Pesquisa mostra benefícios do uso de células-tronco para diminuir danos aos rins

Pesquisa mostra benefícios do uso de células-tronco para diminuir danos aos rins - CBN

domingo, 13 de novembro de 2011

Em Fortaleza, dona de casa com lupus pede ajuda !!!

Em Fortaleza, dona de casa com lupus pede ajuda !!!



Dona Elena tem Lúpus e a 13 anos foi diagnosticada, e de la pra ca os sintomas foram ficando ++ evidentes, e as dores nas articulações a impede de trabalhar, ela tem 6 filhos e cria os filhos sozinha ....

Vejam aqui o restante da matéria cyclops

cyclops . http://g1.globo.com/videos/ceara/v/em-fortaleza-dona-de-casa-com-lupus-pede-ajuda/1688094/

E quem quiser ajudar pode ligar para (85) 3270-6900. monkey

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Novo tratamento contra lúpus * ( Imunoterapia chamada Kinoid ) *

Imunoterapia chamada Kinoid 

08/11/2011 17h01 - Atualizado em 08/11/2011 17h01
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Novo tratamento contra lúpus tem bons resultados em testes clínicos

Doença autoimune rara pode ser fatal.
Nova terapia neutraliza proteína e contém sintomas.

Um novo tratamento contra o lúpus, doença autoimune que pode ser fatal, apresentou resultados promissores nos primeiros testes clínicos feitos em pacientes europeus, disseram esta terça-feira (8) cientistas reunidos em uma conferência nos Estados Unidos.

O novo tratamento contra este mal, no qual o sistema imunológico ataca os tecidos saudáveis, neutraliza uma proteína chamada interferon alfa, encontrada em quantidades maiores nos pacientes com lúpus e que pode levar a uma inflamação crônica e à autoimunidade.

O novo tratamento, similar a uma vacina, é desenvolvido pela empresa de biotecnologia Neovacs, com sede na França.


As injeções desta imunoterapia chamada Kinoid demonstraram ser seguras em testes de fase I/II em um pequeno número de pacientes europeus, que desenvolveram anticorpos contra o interferon alfa, anunciou a Neovacs em reunião científica do Colégio Americano de Reumatologia (ACR, na sigla em inglês), em Chicago.


"A injeção de Kinoid produz uma reação do sistema imunológico, o que resulta na produção de vários anticorpos que neutralizam o interferon alfa", disse o presidente executivo da Neovacs, Guy-Charles Fanneau de La Horie.

"O que estamos propondo é um tratamento muito simples e fácil de seguir por parte do paciente", declarou à AFP, em entrevista por telefone antes da apresentação formal dos resultados em Chicago.

O tratamento consiste em um trio de injeções no primeiro mês, seguido de uma injeção de três a quatro meses depois.

Após um pequeno teste aleatório, há mais testes clínicos previstos e estudos de fase IIb poderão começar em meados do próximo ano, disse Piers Whitehead, vice-presidente de desenvolvimento corporativo da Neovacs.
"Acreditamos que uma vantagem chave do nosso enfoque é que sabemos que podemos neutralizar os 13 subtipos (de interferon alfa) com o nosso produto", disse.

Os cientistas também conseguiram ver as mudanças no perfil de expressão genética em alguns pacientes com excesso de interferon, um sinal promissor de que o tratamento está funcionando, apesar de ser cedo demais para chamá-lo de cura.

Em março, a Administração de Drogas e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos aprovou o primeiro fármaco para tratar o lúpus em 56 anos.
O Benlysta, desenvolvido pelo americano Human Genome Sciences e o britânico GlaxoSmithKline, aponta para uma proteína diferente do Kinoid, da Neovacs.
É um tratamento intravenoso, um anticorpo monoclonal, o primeiro lançado no mercado americano desde o Plaquenil, em 1955. A aspirina foi aprovada para tratar o lúpus em 1948.

O lúpus causa úlceras, fadiga, inchaço, dores no peito e problemas de coagulação, afeta mulheres em idade fértil com mais frequência do que os homens, e é particularmente comum nas negras.
Cinco milhões de pessoas em todo o mundo têm lúpus, que geralmente se manifesta entre os 15 e os 44 anos. Suas origens são incertas e não há cura conhecida.

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/11/novo-tratamento-contra-lupus-tem-bons-resultados-em-testes-clinicos.html 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Pacientes terão visitas regulares de médicos e enfermeiros em suas próprias casas

 Doentes crônicos, idosos, pacientes em recuperação de cirurgias e pessoas com necessidade de reabilitação motora.

Esses pacientes terão visitas regulares de médicos e enfermeiros em suas próprias casas

Discurso da Presidenta da República, Dilma Rousseff, durante Lançamento do programa Melhor em Casa e anúncio do SOS Emergências - Brasília/DF

 08/11/2011 às 15h20

Palácio do Planalto, 08 de novembro de 2011
 .
Minhas amigas e meus amigos,

Mais do que o lançamento de dois programas importantes, eu acredito que este nosso encontro de hoje serve para que nós firmemos, ou melhor, reafirmemos um pacto de emergência republicana na área da Saúde. Na verdade, uma repactuação e ao mesmo tempo uma repactuação concreta e simbólica. Num setor, que como disse o governador Cid Gomes, é hoje um dos setores mais decisivos, não só do ponto de vista da realidade, mas do ponto de vista da percepção da nossa população, como decisivo para a qualidade de vida da própria população.
Essa parceria, ela está firmada em um modelo que tem uma das filosofias mais avançadas do mundo, o Sistema Único de Saúde, o SUS. Mas que... é um sistema que tem, na verdade, muito, mas muito mesmo que avançar. Nós podemos, nós temos todas as condições e nós temos toda capacidade de avançar.
Sabemos muito bem da gigantesca tarefa que é fazer funcionar, com qualidade e com eficiência, um modelo de dimensão bastante significativa e de grande complexidade, como é o Sistema Único de Saúde. Ele exige, como sistemas desse tipo mundialmente exigem, elevados recursos humanos, financeiros e tecnológicos. Não por acaso, dos países com mais de cem milhões de habitantes, o Brasil é o único do mundo que assumiu o desafio de ter um sistema de saúde universal, público e gratuito e que nós queremos de elevada qualidade. Mas isso, essa exigência de um sistema universal, público, gratuito e, que nós queremos, de elevada qualidade, em lugar de nos intimidar ou de nos dar motivos para justificativas, deve servir para ampliar a consciência da nossa responsabilidade.
Eu repito aqui: são inúmeras as dificuldades para fazer funcionar bem o modelo como o SUS. E elas vão desde vultosos recursos financeiros até a uma determinação, a um compromisso, a uma necessidade de uma gestão, a mais bem organizada do país. Para funcionar... para fazer funcionar bem o SUS, é necessário essa parceria republicana que originou o SUS, e que hoje nós reiteramos no sentido de assegurar que a faremos para melhorar as áreas de emergência e de urgência do país.
Nós devemos ter a coragem e a humildade de admitir que parte dos problemas pode ser resolvida, parte dos problemas, com o que já temos. É óbvio que precisamos mais. Ninguém faz um sistema de Saúde para 100 milhões de pessoas sem recursos financeiros. Mas, com o que já temos, nós podemos fazer mais, e isso depende fortemente de nós. Tenho certeza de que ninguém aqui fugirá a essa responsabilidade. É por isso que temos que reforçar, como eu disse, o nosso pacto.
O SOS Emergências e o Melhor em Casa são, sem dúvida nenhuma, dois importantes instrumentos, duas oportunidades únicas para reforçamos esse nosso pacto em bases concretas. Eles só irão funcionar se nós, governos federal, municipal e estadual, nos dermos as mãos e lutarmos com toda a garra para que eles tragam, de fato, melhorias na área da Saúde. Para que signifiquem também uma nova atitude dos governos, dos profissionais de Saúde e do meio científico em favor de uma Saúde Pública de mais qualidade no Brasil.
Como o ministro Padilha já deixou claro, o SOS Emergências é uma ação integrada de melhoria no atendimento e na gestão do setor mais crítico da Saúde: as emergências dos grandes hospitais do país. Queremos criar um novo padrão de qualidade no atendimento das pessoas que procuram nossas emergências, da recepção aos ambulatórios, dos centros cirúrgicos aos setores de internamento.
Vamos começar esse esforço por alguns dos hospitais que enfrentam mais dificuldades. Alguns que já as têm encaminhadas, como é o caso do hospital Instituto Dr. José Frota, em Fortaleza. Mas vamos atuar em vários... iniciando em vários pontos do país, e eu queria citar alguns: no Recife, com o Hospital da Restauração; em Salvador, com o Hospital Geral Roberto Santos; em Goiânia, com o Hospital de Urgências de Goiânia; em Brasília, com o Hospital de Base; em Belo Horizonte, com o Hospital João XXIII; em São Paulo, com dois hospitais, Santa Casa e Santa Marcelina; no Rio de Janeiro, com dois hospitais, Miguel Couto e Albert Schweitzer; em Porto Alegre, com o Grupo Hospitalar Conceição.
E vamos progredindo até 2014, quando queremos chegar a 40 hospitais. Daí porque é muito importante que o início se dê pelos hospitais que enfrentem as maiores dificuldades. O Padilha chamou isso de “pegar o touro à unha”. Muito bem chamado, porque nós vamos precisar trabalhar em parcerias com os hospitais privados, os melhores hospitais privados do país, hospitais de padrão internacional.
Nós queremos uma Saúde Pública de alta qualidade para a população brasileira. A mesma qualidade que nós encontramos nos hospitais públicos... privados de referência. Eles vão nos ajudar na melhoria da gestão hospitalar, na qualidade do atendimento e na garantia de um tratamento humano, rápido e efetivo.
Já o Melhor em Casa, é um sistema de tratamento médico domiciliar que será implantado gradativamente em todo o território nacional para atender doentes crônicos, idosos, pacientes em recuperação de cirurgias e pessoas com necessidade de reabilitação motora.
Esses pacientes terão visitas regulares de médicos e enfermeiros em suas próprias casas, como muito bem mostrou o ministro Padilha. Lá, vão receber medicamentos e, se necessário, equipamentos fornecidos gratuitamente pelo governo. Tudo isso, perto do carinho dos seus familiares, com a sensação profunda de segurança que estar em casa dá a cada um de nós. E sem as pressões psicológicas que sempre que a gente está no hospital cada um de nós sente.
O Melhor em Casa e o SOS Emergências são programas importantes e de implantação complexa, que não vão resolver da noite para o dia todos os problemas do atendimento médico, mas que irão contribuir para dar um tratamento mais digno e mais humano aos usuários da rede pública de Saúde.
Como disse, tão importante quanto seus efeitos é a mudança de atitude que eles representam e devem representar. É fundamental, portanto, que signifiquem, de fato, um novo tipo de parceria e divisão de responsabilidade entre os governos federal, estadual e municipal. Um novo tipo de parceria entre hospitais públicos e privados, em busca da gestão e da melhor qualidade de atendimento para o sistema público de Saúde no Brasil.
É por isso e para isso que hoje convidei os senhores para estarem aqui, porque sei que, como eu, todos aqui são pessoas que jamais fogem das suas responsabilidades e sabem enfrentar qualquer tipo de desafio. Da parte do governo federal, isso significa uma lição de humildade e de coragem: humildade para reconhecer que a situação da Saúde Pública no Brasil deve e pode e precisa melhorar; coragem, porque estamos atraindo para nós a responsabilidade de liderar o processo, de continuar a grande luta dos brasileiros a favor de uma Saúde Pública de qualidade.
Esse esforço vem sendo feito ao longo de muitos anos por muitos brasileiros e brasileiras valorosos. Muito já foi feito, mas é preciso fazer muito, muito mais. Para que vocês tenham uma ideia, hoje, dos 190 milhões de brasileiros, 145 milhões dependem exclusivamente do sistema público de Saúde. Não é um sistema pequeno e de baixa complexidade. São 145 milhões de brasileiros e de brasileiras. Isso significa, entre outras coisas, um milhão de internações por mês; isso significa 3,2 bilhões de procedimentos ambulatoriais por ano, e 500 milhões de consultas médicas anuais; isso envolve feitos como a manutenção da maior rede de bancos de leite humano do mundo, ou a realização do maior número de transplantes gratuitos de órgãos do planeta. Um país que consegue fazer isso pode e deve enfrentar novos desafios.
Eu estou consciente de que o SOS Emergências é um desafio e tanto. Vamos intervir de forma gradativa, porém decisiva, onde muitos governos evitam assumir responsabilidade direta: a emergência dos grandes hospitais públicos, os prontos-socorros.
Já ouvi de algumas pessoas que seria como enxugar gelo, pois se trata de um esforço de 24 horas por dia, que pode ser prejudicado por um único erro. Para nós, é necessário mesmo um esforço de 24 horas por dia, e cada erro será motivo de superação.
O programa SOS Emergências, como eu disse, vai começar nos onze maiores prontos-socorros, com a meta de alcançar, como mostrou o ministro Padilha, os 40 mais importantes, até 2014.
Vamos tomar medidas para reduzir o tempo de espera para o atendimento de emergência e internação, para acelerar a realização de exames e para aumentar o número de médicos. Além do decisivo papel dos médicos e profissionais da Saúde da rede pública, vamos contar também com as equipes, com a participação das equipes parceiras de importantes hospitais privados de excelência.
Juntos, vamos implantar núcleos de eficiência e qualidade em cada um desses quinze... aliás, desses onze hospitais. Entre outras funções, eles vão realizar, também, auditorias permanentes nos setores de atendimento, de recursos humanos, de equipamentos, insumos, controle e qualidade dos gastos.
A implantação do Melhor em Casa e do SOS Emergências demanda tempo, dedicação e recursos. Tracei uma orientação bem clara: fazer agora mais com o que temos, e não ficarmos de braços cruzados, esperando que os recursos caiam do céu. Vamos fazer por onde com o que temos, e nos assegurar, e mostrar que isso é um exemplo para as necessidades de melhoria de recursos para a Saúde Pública do país. Para isso, vamos continuar a aperfeiçoar métodos, fiscalizar gastos, acabar com o desperdício e combater sem trégua os desvios e os mal feitos.
Por sinal, só nos primeiros seis meses do nosso governo, conseguimos economizar mais de R$ 600 milhões, por causa de medidas implantadas pelo ministro Padilha no Ministério da Saúde, como a compra centralizada de medicamentos, um maior controle nos repasses e a realização de auditorias permanentes. Essas medidas serão ampliadas, e vamos continuar, também, reforçando o controle de frequência e permanência no trabalho, premiando e incentivando os bons profissionais e punindo, com rigor, os maus.
Vamos contratar mais médicos, dando especial atenção para as áreas de atendimento prioritário e para as regiões mais remotas. Por exemplo, os médicos recém formados que trabalharem em áreas de pobreza terão vantagens para quitar – se tiverem – o seu crédito estudantil. Daremos até 20% de pontuação adicional nas provas de residência para os profissionais que atuarem em áreas prioritárias. Vamos, antes de tudo, lutar para oferecer melhor saúde aos mais pobres; porque, quanto mais pobre é uma pessoa, mais ela precisa e merece ter um bom atendimento de Saúde. Vamos, em suma, continuar nossa luta em favor de um Brasil cada vez melhor, cada vez mais forte. Eu tenho certeza de que nós seremos bem sucedidos, porque juntos nós temos a força para fazê-lo.
Muito obrigada a todos
.
http://www2.planalto.gov.br/imprensa/discursos/discurso-da-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-durante-lancamento-do-programa-melhor-em-casa-e-anuncio-do-sos-emergencias-brasilia-df 

### Mãe pede ajuda para tratar filha com Lúpus ###

Mãe pede ajuda para tratar filha com Lúpus

A senhora Jeanne Souza Marques, concedeu entrevista ao 
Proparnaiba.com.
Onde o objetivo foi pedir a todos os parnaibanos que ajudem a ela no tratamento de sua filha Raysa Maria Souza Marques, de 15 anos.
Raysa no início do ano de 2011, começou a ter vários inchaços, não conseguiu descobrir o porque dos sintomas, e ao realizar exames em Teresina, foi diagnosticada com Lupus, que trata-se de uma doença autoimune, ou seja em que o próprio sistema imunológico causa danos ao organismo.
Além de Lupus, a garota tem diabetes, o que compromete ainda mais o tratamento. Os sintomas mais freqüentes refletidos por conta da doença, são vômitos frequente, falta de apetite e forte dores nas pernas, o que tem a feito andar com auxílio de muletas.
A mãe da jovem está desempregada, e trabalha realizando faxinas. O tratamento necessário não é feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e a família não dispõe destes recursos.
Emocionada, Jeanne pediu que a população ajude no tratamento, pois ela precisa levar sua filha até a cidade de Brasília (DF), onde há meios para que Raiza seja tratada adequadamente.
 
Para os que quiserem manter contato, a família reside no Jardim Vitória, quadra 7, casa 7, em Parnaíba e o telefone é 9495-3132.

http://180graus.com/geral/mae-pede-ajuda-para-tratar-filha-com-doenca-rara-471206.html 


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Cartão de Estacionamento para Pessoa com Deficiência (Gratís) e (Isenção de Rodízio SP)

O que é o Cartão DeFis-DSV?

É uma autorização especial, para o estacionamento de veículos em via pública e zona azul, em vagas especiais -- demarcadas com o Símbolo Internacional de Acesso --, para pessoas com deficiência de mobilidade obrigadas ou não a usar cadeira de rodas, aparelhagem ortopédica ou prótese, temporária ou permanente, e com deficiência visual. É regulamentado pela portaria DSV/G. n.º 014/02, de abril de 2002, Portaria n.º 032/09-SMT-GAB, de 14/04/2009, e portaria DSV/SMT nº 24/10, de 15 de março de 2010.

* Quem tem direito a esta autorização?

O Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV) emite o Cartão DeFis-DSV para as pessoas que residem no Município de São Paulo e:
com deficiência física ambulatória no(s) membro(s) inferior(es) ou;
com deficiência física ambulatória autônoma, decorrente de incapacidade mental; (quando o portador não pode assinar, há a necessidade de apresentação de documento de representação legal como: Interdição, Curatela ou Procuração) ou;
com mobilidade reduzida temporária, com alto grau de comprometimento ambulatório, inclusive as com deficiência de ambulação - temporária - mediante solicitação médica ou;
com deficiência visual.

* Como obter o requerimento do Cartão DeFis-DSV?

A solicitação pode ser feita pessoalmente no DSV – Autorizações Especiais, na Rua Sumidouro, 740, Pinheiros, das 08h00 às 17h00, ou pelo correio. No caso de deferimento da solicitação, o cartão poderá ser retirado no DSV-AE ou enviado pelo correio.
Formulário de requerimento do Cartão DeFis-DSV;
Formulário de Atestado Médico do DSV ou do próprio médico que comprove a deficiência física ambulatória ou a mobilidade reduzida ou deficiência visual, contendo a respectiva indicação de acordo com o Código Internacional de Doenças (CID), o carimbo, o CRM e a assinatura do médico, com data de emissão não superior a três meses. O requerente deve entregar o formulário original ou uma cópia, autenticada ou simples -- neste último caso será preciso apresentar o original.

Cópia simples de documento de identidade oficial com foto e CPF do portador de deficiência física ambulatória ou com mobilidade reduzida ou deficiência visual;

Cópia simples do comprovante de residência atual no nome do requerente comprovando a residência no município de São Paulo.

Quando for o caso de deficiência intelectual ou de representação legal, cópia simples de documento de identidade oficial com foto e CPF do representante legal e do documento que comprove esta representação legal do requerente como procuração, tutela ou curatela.
Dúvidas, ligue para: (11) 3812-3281 ou (11) 3816-3022.

* Onde retirar o Cartão DeFis-DSV?
No DSV-AE (mesmo endereço acima), de segunda a sexta, das 9h às 17h.

* O que é preciso observar no uso diário do cartão?

Além das regras de trânsito vigentes e daquelas estabelecidas pela sinalização local, deverão ser respeitadas rigorosamente as "Regras de Utilização" contidas no verso do cartão DeFis-DSV.

Nas vagas especiais situadas em áreas de Zona Azul, o usuário deve utilizar, além do Cartão DeFis-DSV, o cartão de Zona Azul.
Obs.: o cartão DeFis-DSV não dá direito ao uso da vaga gratuitamente.

Vale lembrar que o Cartão DeFis-DSV poderá ser utilizado como referência para estabelecimentos particulares, que reservem vaga específica de estacionamento demarcada com o Símbolo Internacional de Acesso.

Isenção de Rodízio Municipal para Pessoa com Deficiência

O que é e a quem se destina?

Autorização Especial para a liberação do Rodízio Municipal, de veículos dirigidos por pessoas com deficiência ou por quem as transportem

Como solicitar?

Deverá preencher o requerimento para o cadastro do veículo.

O requerimento poderá ser obtido das seguintes formas:
Você pode imprimir o formulário do requerimento, ou
Pessoalmente no setor de Autorizações Especiais do DSV

Imprimir uma cópia do requerimento e anexar os seguintes documentos:
original ou cópia autenticada de Atestado Médico comprovando a deficiência, contendo Códito Internacional de Doenças - CID, com carimbo, CRM e assinatura do médico e com data não superior a três meses;
cópia simples do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo - CRLV;
cópia simples do Cadastro de Pessoa Física - CPF do portador de deficiência;
cópia simples da Carteira de Identidade - RG ou documento equivalente do requerente e do representante legal, quando for o caso. Na ausência do RG, anexar a Certidão de Nascimento; e
no caso de representante legal deverá ser anexado cópia simples da procuração ou curatela ou guarda permanente.

Entregar pessoalmente ou enviar pelos correios o requerimento assinado pelo requerente ou pelo seu representante legal, quando for o caso, no seguinte endereço:

Pessoalmente

DSV / Autorizações Especiais (DSV-AE)

Rua Sumidouro, 740 - Térreo – Pinheiros - CEP: 05428-010

De segunda a sexta-feira, das 9 às 17 horas.

Via Correios

DSV / Autorizações Especiais - DSV-AE

Isenção de Rodízio Municipal

Caixa Postal 11.400 - CEP 05422-970

Dúvidas e informações:

Mais esclarecimentos sobre o assunto podem ser obtidos no endereço acima ou pelos telefones 3812-3281 ou 3816-3022.

Acesse para obter mais detalhes sobre o Rodízio Municicipal.


Obs.: Para Isenção do Rodízio clique aqui para saber quais são os procedimentos.

Motoristas desrespeitam vagas de idosos e deficientes













http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/transportes/autorizacoes_especiais/cartao_de_estacionamento_defis/index.php?p=3557

#Defis
#DefisTemQueTerAtenção
#Lupusleslesblogspot♡

domingo, 6 de novembro de 2011

Olho Seco Ambiente. / Medicamentos/ Doenças Sistêmicas/ Lentes de Contato/ Idade/

 Olho Seco

Você sofre de olho seco?

Você já teve alguns dos sintomas oculares abaixo?
  • Sensação de queimação
  • Sensação de ardência
  • Coceira ou sensação de corpo estranho e areia nos olhos
  • Riscamento
  • Fotofobia
  • Sensação de mucos nos olhos (purulência)
Se você respondeu SIM para um ou mais dos sintomas acima, você pode ter olho seco. É importante conversar com seu oftalmologista sobre opções para tratamento do olho seco.

O que é olho seco?

A Síndrome do Olho Seco (Dry Eye) é um dos problemas mais comuns tratados por oftalmologistas. Olho seco é um termo usado para descrever um grupo de diferentes doenças e condições que resultam da umidade e lubrificação inadequada do olho. É causada, geralmente, pela má qualidade da película que lubrifica os olhos. Apesar de milhões de pessoas sofrerem de olho seco, normalmente é difícil de ser diagnosticado por ser facilmente confundido com outras condições, como infecções ou alergias oculares.

Qual a função das lágrimas?

O filme lacrimal é composto de 3 camadas. A camada mais externa (ou lipídica) previne a evaporação. A camada do meio, chamada de aquosa, é responsável pela nutrição e oxigenação da córnea e a camada de mucina que umidifica o epitélio corneano. Além de lubrificar os olhos, as lágrimas são produzidas também como uma resposta aos estímulos exteriores (ferimento, emoção, etc.).

O que causa o olho seco?

O ambiente. Clima seco, com vento e ensolarado, fumaça de cigarro, a poluição, lugares fechados, calefação, ar condicionado e monitores de computador podem aumentar a evaporação e causar olho seco.

Medicamentos. Descongestionantes e antihistamínicos, tranqüilizantes, antidepressivos e pílulas para dormir, diuréticos, pílulas anticoncepcionais, alguns anestésicos, medicamentos para tratamento da hipertensão arterial (betabloqueadores) e para transtornos digestivos (anticolinérgico).

Doenças Sistêmicas. Artrite, lúpus, sarcoidose, Síndrome de Sjögren, alergias e doenças da pele e Parkinson.

Lentes de Contato. O uso pode agravar ou provocar o olho seco.

Idade. Como regra geral, com a idade a produção de lágrimas diminui. Aos 65 anos, por exemplo, se produz 60% menos lágrimas que aos 18 anos. As mulheres freqüentemente têm problemas de olhos secos quando estão na menopausa por causa das mudanças hormonais.

Quais são os sintomas?

Coceira, queimação, irritação, olhos vermelhos, visão borrada que melhora com o piscar, lacrimejamento excessivo e desconforto após ver televisão, ler ou trabalhar em computador

Como diagnosticar?

Há diversos métodos para diagnosticar olhos secos. O oftalmologista deve medir a produção, a taxa de evaporação e a qualidade das lágrimas, com testes específicos.
O teste de Shirmer é o mais utilizado para o diagnóstico de olho seco. O teste consiste na colocação de uma tira de papel de filtro de 35x5mm, com os primeiros 5mm dobrados no fundo de saco conjuntival inferior. Após 5 minutos, mede-se a quantidade de umedecimento da tira de papel. Valores superiores a 15mm são considerados normais.

Qual é o tratamento?


O tratamento é essencialmente sintomático. São 3 estágios de tratamento para o olho seco:
  • Substituição da lágrima: lágrimas artificiais. Existem as viscosas para quadros mais secos e as aquosas.
  • Conservação da lágrima: a oclusão dos pontos lacrimais pode ser feita com plugs provisórios ou permanentes de silicone dentro dos ductos lacrimais. Os plugs podem ser introduzidos no olho manualmente pelo médico sem que o paciente sinta dores.
  • Estimulação da produção de lágrimas: alguns estudos estão sendo realizados para avaliar a importância da chamada "dieta no tratamento do olho seco". A dieta consiste na maior ingestão do ácido graxo essencial Ômega 3. A dieta deve ser rica em vitamina E, vitamina A e suplementos com Ômega 3 (nozes, sementes de linhaça e verduras), e também evitar carboidratos, gorduras e carne de vaca.
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  •  http://www.drqueirozneto.com.br/olho-seco.html