Pessoal por gentileza, divulguem e participem A Superando o Lúpus e o GRUPASP, convidam a todos a participarem de um
dia diferente com palestras médicas, atividades terapêuticas e muitas
surpresas.
10 de maio de 2014 - Dia Internacional de Atenção à Pessoa com Lúpus.
Dia Mundial de Atenção à Pessoa com Fibromialgia.
Horário: das 10h 30min às 16h.
Local: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - "Auditório Paulo Kobayashi".
End: Av. Pedro Álvares Cabral, 201 - Parque Ibirapuera - São Paulo - SP
Campanha de vacinação contra a gripe começa dia 22
Neste ano, a faixa etária das crianças foi ampliada, com a
inclusão dos menores de cinco anos. O público prioritário para a
imunização é de 49,6 milhões de pessoas em todo o país.
A campanha nacional de vacinação contra gripe deste ano será
realizada de 22 de abril a 9 de maio, sendo 26 o dia de mobilização
nacional. A novidade deste ano é a ampliação da faixa etária para
crianças de seis meses a menores de cinco anos. No ano passado, o
público infantil foi de seis meses a menores de dois anos. A estratégia
de mobilização para todo o país, executada em parceria com estados e
municípios, foi anunciada nesta quarta-feira (02) pelo ministro da
Saúde, Arthur Chioro.
O público-alvo da campanha é de 49,6 milhões de pessoas e a meta do
Ministério da Saúde é vacinar 80% desta população, considerada de risco
para complicações por gripe. Além das crianças de seis meses a menores
de cinco anos, integram este grupo pessoas com 60 anos ou mais,
trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45
dias após o parto), população privada de liberdade e os funcionários do
sistema prisional. As pessoas portadoras de doenças crônicas
não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais também
devem se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de vacinação.
Durante a apresentação da campanha, o ministro Arthur Chioro destacou
a importância da ampliação da vacina ao público infantil. “A extensão
da faixa etária para os menores de cinco anos tem como finalidade
reduzir casos graves e óbitos”, ressaltou. Segundo o ministro, a
vacinação desta faixa etária beneficia tanto a criança que recebe a
vacina, como também os grupos mais vulneráveis que convivem com ela.
Assim, são imunizadas, indiretamente, lactentes menores de seis meses de
idade (crianças amamentadas); idosos e pessoas com doenças crônicas.
Outro fator que contribuiu para a inclusão desta faixa-etária foi o fato
de que as taxas de internação em crianças menores de cinco anos, em
2013, terem se igualado a dos idosos.
O ministro lembrou ainda que, apesar das diferenças climáticas no
país, as recomendações para prevenção da gripe são mesmas para todas as
regiões. “É importante manter os hábitos saudáveis de higiene, como
lavar as mãos sempre e manter os ambientes arejados”, aconselhou. Ele
explicou ainda que o Ministério da Saúde, em conjunto com as secretarias
estaduais e municipais de saúde, está preparando a rede e as equipes de
saúde para o atendimento dos pacientes com gripe. Esta preparação
também inclui a realização de diagnósticos e abastecimento dos estados e
municípios com antivirais. “Todo o recurso que investimos em prevenção,
retorna à sociedade, seja na melhoria da qualidade de vida da população
ou pela diminuição dos casos graves e óbitos”, afirmou Chioro.
O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas
Barbosa, destacou a importância do lançamento da campanha neste período
que antecede o inverno, estação mais propícia para a gripe. “A criação
de anticorpos ocorre entre duas e três semanas após a aplicação da dose.
Por isso é importante que as pessoas procurarem a vacinação no período
da campanha. Assim, quando chegar o inverno, estarão protegidas”,
afirmou Barbosa. O período de maior circulação da gripe é de final de
maio a agosto. O secretário ressaltou que a vacina contra a influenza é
diferente das demais porque tem efeito limitado, ou seja, é elaborada
apenas no período da sazonalidade.
SEGURANÇA - A escolha dos grupos prioritários segue
recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Esta definição
também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do
comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente
os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao
agravamento de doenças respiratórias. A vacina contra gripe é segura e
reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença,
internações ou, até mesmo, óbitos. Estudos demonstram que a vacinação
pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e
de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.
DOSES - Serão distribuídas 53,5 milhões de doses da
vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe
determinados pela OMS para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). Em
todo o país, serão 65 mil postos de vacinação, com envolvimento de 240
mil pessoas. Também estarão disponíveis para a mobilização 27 mil
veículos terrestres, marítimos e fluviais.
As pessoas com doenças crônicas devem apresentar prescrição médica no
ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das
doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos
postos em que estão registrados para receberem a vacina, sem a
necessidade de prescrição médica.
CAMPANHA- Com tema “Vacinação contra a gripe: você
não pode faltar”, a campanha do Ministério da Saúde para este ano
orienta cada público prioritário a procurar os postos vacinação no
período da mobilização. A campanha será veiculada na TV, rádio, mídia
exterior, mídia impressa e internet. O custo total da campanha é de R$
14 milhões.
MEDIDAS DE PREVENÇÃO – A transmissão dos vírus
influenza acontece por meio do contato com secreções das vias
respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou
espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando
entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em
geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como
medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias
vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar
o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.
Em caso de síndrome gripal, deve-se procurar um serviço de saúde o
mais rápido possível. A vacina contra a gripe não é capaz de eliminar a
doença ou impedir a circulação do vírus, por isso, as medidas de
prevenção são muito importantes, particularmente durante o período de
maior circulação viral, entre os meses de junho e agosto.
Também é importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao
apresentarem os sintomas da gripe - especialmente se são integrantes de
grupos mais vulneráveis às complicações - devem procurar, imediatamente,
o médico. Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta,
além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o
agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de
três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e
prostração.
REAÇÕES ADVERSAS – Após a aplicação da vacina, podem
ocorrer, de forma rara, dor no local da injeção, eritema e induração.
São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos passam, na
maioria das vezes, em 48 horas. A vacina é contraindicada para pessoas
com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para
pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus
derivados.
PRODUÇÃO NACIONAL – As doses da vacina contra a
gripe foram adquiridas por meio da Parceria para o Desenvolvimento
Produtivo (PDP) entre o Instituto Butantan e o laboratório privado
Sanofi. O acordo, intermediado pelo Ministério da Saúde, permitiu que
Instituto Butantan dominasse todas as etapas de produção da vacina.
Categorias de risco clínico com indicação para vacina contra influenza
Categoria de risco clínico
Indicações
Doença
respiratória crônica
Asma em uso de corticóides inalatório ou sistêmico (Moderada ou Grave);
DPOC;
Bronquioectasia;
Fibrose Cística;
Doenças Intersticiais do pulmão;
Displasia broncopulmonar;
Hipertensão arterial Pulmonar;
Crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade.
Doença renal nos estágios 3,4 e 5;
Síndrome nefrótica;
Paciente em diálise.
Doença
hepática crônica
Atresia biliar;
Hepatites crônicas;
Cirrose.
Doença neurológica crônica
Condições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica;
Considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes
incluindo: AVC, Indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla,
e condições similares;
Doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular;
Deficiência neurológica grave.
Diabetes
Diabetes Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos.
Imunossupressão
Imunodeficiência congênita ou adquirida
Imunossupressão por doenças ou medicamentos
Obesos
Obesidade grau III.
Transplantados
Órgãos sólidos;
Medula óssea.
Portadores
de trissomias
Síndrome de Down, Síndrome de klinefelter, Sídrome de Wakany, dentre outras trissomias.
Prefeitura reabre censo para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida
Cadastro Inclusão pretende mapear perfil de moradores da cidade.
Do G1 São Paulo 10/04/2014 10h43
- Atualizado em
10/04/2014 12h39
A Prefeitura de São Paulo
reabre, nesta quinta-feira (10) o Cadastro Inclusão, que pretende
mapear o perfil das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida que
moram na cidade. Com o censo, a Prefeitura quer aperfeiçoar políticas
públicas direcionadas a esas pessoas.
O cadastro é feito somente pelo site www.cadastroinclusao.sp.gov.br
(disponível a partir das 14h). As pessoas devem preencher uma ficha
informando o tipo de deficiência, faixa etária, gênero, grau de
escolaridade, tipo de trabalho e habitação, além de quais serviços
públicos têm acesso. Segundo a Prefeitura, todas as pessoas com
deficiência ou mobilidade reduzida podem participar do programa,
inclusive crianças. http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/04/prefeitura-reabre-censo-para-pessoas-com-deficiencia-e-mobilidade-reduzida.html ----------------------------------------------------
Perguntas Frequentes: O que é:
Cadastro online de dados que
permite identificar o perfil socioeconômico e comportamental de pessoas
com deficiência e mobilidade reduzida, moradoras da cidade de São Paulo. Objetivo:
Oferecer subsídios à Prefeitura
de São Paulo para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a
melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência e mobilidade
reduzida. Público-alvo:
Todas as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, moradoras da cidade de
São Paulo, poderão participar deste programa, sejam elas crianças (por meio do
preenchimento dos pais e/ou responsáveis), jovens, adultos e idosos. Histórico:
Em 2012, a Prefeitura lançou o
Censo Inclusão, que consistia em duas etapas. A primeira foi encerrada
em agosto no ano passado, quando foram recebidos 42 mil questionários,
entre aqueles enviados aos domicílios paulistanos e os que foram
respondidos diretamente no site. Deste total, 35 mil foram considerados
válidos. A segunda etapa é a continuidade da captação dos dados, que
será permanente e por meio do Cadastro Inclusão na internet. Cadastro Novo:
- Acessar o site www.cadastroinclusao.sp.gov.br.
- Clicar no botão “Acessar Cadastro-Inclusão”.
- Clicar em “Novo Cadastro”.
- Preencher os campos obrigatórios: Nome completo / data de nascimento / nome completo da mãe ou do responsável.
- Digitar as letras que aparecem no campo de validação e clicar em “Continuar”.
- Preencher o email no campo “Login”.
- Escolher e digitar uma senha e clicar em “Confirmar”.
- Ler atentamente as recomendações e clicar em “Concorda”.
- Preencher os dados pessoais e clicar em “Confirmar”.
- Responder as 27 questões.
- Ao término, conferir a tela com as respostas, clicar no campo “Atesto que...”, e depois em “Finalizar”.
Para quem já respondeu o Censo Inclusão em 2012:
As pessoas que já responderam o
questionário do Censo Inclusão (via formulário impresso ou internet) no
ano passado não precisam preencher novamente, a não ser que haja
necessidade de atualizar algum dos dados informados. Para isso, há dois procedimentos diferentes: 1) Se a pessoa respondeu pelo formulário impresso, basta acessar o site www.cadastroinclusao.sp.gov.br,
clicar em “Acessar Cadastro-Inclusão”, e depois clicar em “Alterar
cadastro enviado por formulário”. Feito isso, inserir as três
informações chave: Nome completo, data de nascimento e nome da mãe ou
responsável. O cadastro será aberto, permitindo a alteração das
informações. 2) Se a pessoa respondeu o cadastro pela internet, basta acessar o site www.cadastroinclusao.sp.gov.br,
clicar em “Acessar Cadastro-Inclusão”, e depois em “Corrigir Cadastro”.
Preencher o email no campo “Login”, a senha cadastrada no ano passado,
digitar as letras que aparecem no quadro de validação e clicar em
“Confirmar”. Caso não lembre mais da senha ou do seu login, a pessoa
deve clicar em “Acessar Cadastro-Inclusão” e depois em “Esqueci meu
login e senha”. Em seguida, preencher os campos obrigatórios: Nome
completo / data de nascimento / nome completo da mãe ou responsável.
Inserir o telefone de contato, preencher as letras que aparecem no
quadro de validação e clicar em “Confirmar”. Um atendente entrará em
contato com a pessoa para orientá-la sobre a recuperação da senha.
OBS: É possível que a pessoa
entre com os dados e o site não localize seu formulário. Isso pode
acontecer porque alguns questionários não foram preenchidos corretamente
ou foram preenchidos de maneira ilegível, dessa forma não foi possível
incorporá-los ao programa. No entanto, o site permite que seja
preenchido um novo formulário. Características do cadastro:
- 27 perguntas de múltipla
escolha que abordam o tipo de deficiência, faixa etária, gênero, grau de
educação, tipo de trabalho e habitação, quais serviços tem acesso em
áreas como saúde, transporte, esporte e cultura, entre outras.
- RG e CPF não são campos
obrigatórios, mas há necessidade de informar um endereço de email, além
do nome completo, data de nascimento e nome da mãe ou responsável. Recursos de acessibilidade:
Há diversos recursos como
ampliação de texto e contraste para pessoas com baixa visão e idosos,
compatibilidade com os principais leitores de tela para as pessoas com
deficiência visual e possibilidade de navegação com mouse, teclado ou
outro dispositivo. O site ainda disponibiliza vídeos contendo a tradução
de todos os textos para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Sobre o Cadastro
O Cadastro-Inclusão é um programa da
Prefeitura de São Paulo para identificar, mapear e cadastrar o perfil
socioeconômico das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, no
âmbito do Município de São Paulo. Instituído pela Lei nº. 15.096 de 05
de janeiro de 2010, e regulamentado pelo Decreto nº. 52.241 de 14 de
abril de 2011, tem como objetivo facilitar o desenvolvimento de
políticas públicas voltadas ao atendimento das necessidades das pessoas
com deficiência e mobilidade reduzida.
O Cadastro-Inclusão ficará aberto até 2015
O Cadastro-Inclusão deverá conter
informações quantitativas sobre os tipos e graus de deficiência
encontrados e informações necessárias para contribuir para a
qualificação, quantificação e localização das pessoas com deficiência ou
mobilidade reduzida.
A coordenação desse programa é responsabilidade da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Se você, ou alguém da sua família,
possui alguma dessas características, é fundamental que preencha esse
formulário, para que possamos melhorar e ampliar os serviços públicos
oferecidos nas áreas da saúde, transporte, educação, cultura, lazer
entre outras.
Será
realizado no próximo dia 10 de abril de 2014 no auditório principal do
Hospital Federal da Lagoa, o Fórum de Informações em Reumatologia. O
programa incluirá informações e esclarecimentos sobre os principais
sintomas e as principais doenças reumatológicas para pessoas da
população geral, pacientes e familiares. Temas como Artrose,
Fibromialgia, Lúpus Eritematoso Sistêmico, Artrite Reumatoide,
Osteoporose, Bursites e Tendinites serão abordados.Também haverá
oportunidade de reconhecer os principais aspectos da Febre Reumática e
manifestações reumatológicas de doenças comuns como a Diabetes,
Hanseníase e Hepatite. Nesse mesmo dia, ocorrerá a segunda edição da
Lúpus Fashion Week, evento que inclui desfiles e orientações de como a
moda pode contribuir para a proteção e recuperação da auto estima.
Este é um evento organizado pela Sociedade de Reumatologia do Rio de
Janeiro com apoio da Associação de Pacientes com Lúpus do Rio de Janeiro
e Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Informações e inscrições: Sociedade de Reumatologia do RJ Tel: (21) 2549-4114
10 Abril 2014
Um evento para pacientes, seus familiares e público em geral Local: Anfiteatro do Hospital Federal da Lagoa Rua Jardim Botânico, 501- Lagoa - RJ
PROGRAMAÇÃO - 10 de Abril QUINTA-FEiRA 08:30 – 8:40h - ABERTURA – Evandro Klumb e Mauro Goldfarb 08:40 – 9:00h - CONFERÊNCIA DE ABERTURA A ARTE E A VIDA DE PAUL KLEE – Waldinea Araújo
1ª MESA: Coordenadores: Ana Beatriz Vargas e Roger Levy 9:00 – 9:20h - ColunA – Laura Mendonça 9:20 – 9:40h - Gota – Ana Beatriz Vargas 9:40 – 10:00h - ARTROSE E BURSITES – Selma Merenlender 10:00 – 10:20h - DEBATES 10:20 – 11:00h - DOENÇAS DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES – Kátia Lino / Blanca Bica 11:00 – 11:30h - INTERVALO
2ª MESA: Coordenadores: João Luiz Vaz e Jaime Danowski 11:30 – 11:50h - OSTEOPOROSE E RiSCO dE FRATURAS – Pedro Haddad 11:50 – 12:10h - ESPONDILOARTRiTES – Breno Bianchi 12:10 – 12:30h - DEBATES 12:30 – 12:50h - ALMOÇO 12:50 – 14:00h - O PAPEL DO PACiENTE NO CUIDADO À SAÚDE
Wanda Heloisa Ferreira / Debate: Roger Levy 14:00 – 14:30h - FIBROMIALGIA – José Verztman 14:30 – 15:00h - ARTRiTE REUMATOIDE – Marcelo Pacheco /Geraldo Castelar 15:00 – 15:30h - LES E OUTRAS DOENÇAS AUTOIMUNE - Evandro Klumb /
Adriana Danowsk
Este espaço foi criado para que todos, sem exceção, denunciem a
situação encontrada em hospitais, postos e unidades de saúde em todos os
pontos deste país.
Este é um site de ação colaborativa cujo propósito é contribuir
para mudar a situação da saúde no Brasil. Para que seja o que ele
realmente tem potencial para ser, se administrada com competência e
honestidade, nós precisamos de todos os brasileiros, usuários ou não do
SUS.
Queremos lutar por um Sistema Único de Saúde que faça atendimento
UNIVERSAL E EFICIENTE para todos, como prevê a consituição federal.
Todos possuem os mesmos direitos e mesmo padrão de qualidade, sejha nas
pequenas ou nas grandes cidades.
Seja profissional do setor ou usuário do sistema, sua participação é muito importante. Ajude a mudar a situação da saúde! Envie seus vídeos, suas fotos e faça suas denúncias.
Vamos abrir esta caixa-preta e mostrar o que realmente acontece no Brasil. Afinal, Saúde é assunto sério.
Ministério da Saúde - (61) 3315.2425 Disque Saúde – Ministério da Saúde - 0800 611997 Disque DST-AIDS (Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo) – 0800 162550 Disque Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) - 0800 7019656 Disque Intoxicação - 0800 7226001 Secretarias Estaduais de Saúde
Secretaria de Estado da Saúde doAcre
Rua Benjamim Constant, 830 – Centro – Rio Branco/AC
Telefone: (68) 3212 – 4141 / 4142
Secretarias Municipais de Saúde
Relação das Secretarias Municipais de Saúde do Estado do Acre
Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas
Av. da Paz, 978 – Centro – Maceió/AL
Telefone: (82) 3315 -1152 /1105/1163/1105/1152
Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas
Av. André Araújo, 701 – Aleixo – Manaus/AM
Telefone: (92) 3643 – 6391/6302/ 6391/6432/6398/6387 - www.saude.am.gov.br - ouvidoria.sus@pmm.am.gov.br
Secretaria de Estado da Saúde do Amapá
Av. FAB, 069 – Centro – Macapá/AP
Telefone: (96) 3312 – 1527/1502/1500
Secretaria de Estado da Saúde da Bahia
Centro Administrativo da Bahia – 4
Av. Plat. 6 Lado ‘’B’’- 3º andar – Salvador/BA
Telefone: (71) 3115 – 4174/4168/4275
Secretaria de Estado da Saúde do Ceará
Av. Almirante Barroso, 600 – Praia de Iracema – Fortaleza/CE
Telefone: (85) 3101 – 5124/5126
Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal
SAIN Parque Rural, s/n – Brasília/DF
Telefone: (61) 3347-3235 / 3348 – 6104
Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo
Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, 2025 – Bento Ferreira – Vitória/ES
Telefone: (27) 3137-2306 / 2309 / 2333
Secretaria de Estado da Saúde de Goiás
Rua SC 1, 299 – Parque Santa Cruz – Goiânia/GO
Telefone: (62) 3201-2444/3768/3822
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Av. Carlos Cunha, s/n – Calhau – São Luiz/MA
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Centro Político Administrativo
Rua D, Quadra 12, lote 2, Bloco 5 – Cuiabá/MT
Telefone: (65) 3613 – 5310/5458/5311/5312/5314
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Telefone: (81) 3184 – 0148 / 0158
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Av. Pedro Freitas, s/n – Bloco “A” Centro administrativo – Teresina/PI
Telefone: (86) 3216 – 3557 / 3595/3559/3627
Secretaria de Estado da Saúde do Rio de Janeiro
Rua Graça Aranha, 182 – 4º andar – Centro – Rio de Janeiro/RJ
Telefone: (21) 2332 – 6123/6122/6135
Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Norte
Av. Deodoro, 730 – Ed. do INAMPS – 8º andar – Natal/RN
Telefone: (84) 3232 – 7432/7456/2628/2611/2610/2596/
Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Sul
Av. Borges de Medeiros, 1501 – 6º andar – Porto Alegre/RS
Telefone: (51) 3288 – 5803/5804/5805/5806
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Rua Gonçalves Dias, 812 – Bairro Olaria – Porto Velho/RO
Telefone: (69)3216 – 7355/5296/5287
Secretaria de Estado da Saúde de Roraima
Rua Madri, 180 – Bairro Aeroporto – Boa Vista/RR
Telefone: (95) 3623 -1690 / 2121-0501/2121-0505
Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina
Rua Esteves Júnior, 160 – Ed. Halley – 7º andar – Centro – Florianópolis/SC
Telefone: (48) 3221-2080/2016 / 2333
Secretaria de Estado da Saúde deSão Paulo
Av. Dr. Eneas de Carvalho Aguiar, 188 – 7º andar – São Paulo/SP
Telefone: (11) 3081 – 3911/ 3066 – 8885
Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe
Praça General Valadão, 32 – Palácio Serigi – Aracaju/SE
Telefone: (79) 3234 – 9580 /3234 – 9568
Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins
Praça dos Girassóis – Esplanada das Secretarias
Secretaria de Saúde – Palmas/TO
Telefone: (63) 3218 – 1713/1730 Ouvidoria Municipal de Saúde PB (83) 3214-7968 / 160 – Ouvidoria SUS/DF – Telefone: 160 | E-mail ouvidoria@saude.df.gov.br
Ouvidoria SUS de Campo Grande/MS – (067)33843737 – 33121130 Ouvidoria SUS/MA – 0800 61 1997
Ouvidoria SUS/RS - 0800 6450 644Ouvidoria Conselho Nacional
de Justiça – (61) 2326-4607 / 2326-4608Endereço para correspondência e
atendimento presencial: Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça – SEPN
514, bloco B, lote 7, sala 105 – Brasília/DF – CEP 70760-542Conasems –
(61) 3223-0155
Conass – (61) 3222 3000
http://www.caixapretadasaude.org.br/
Saiba Como Funciona O Projeto Caixa Preta Da Saúde Que Deve Ajudar A População
Site recebe denúncias sobre atendimento em hospitais do país
Em 22 dias, site já recebeu mais 1,2 mil denúncias. Página na internet é uma iniciativa da Associação Médica Brasileira.
Veruska DonatoSão Paulo
Uma iniciativa da Associação Médica Brasileira (AMB)
está denunciando os absurdos que acontecem nos hospitais do país. Um
site foi criado para receber depoimentos, vídeos e fotos dos pacientes.
A página está no ar há 22 dias e já publicou mais de 1,2 mil denúncias,
como falta de leitos, de remédios, maus tratos e demora no
atendimento.
No Hospital Geral de Fortaleza, o teto cedeu no inicio da semana e a
água jorrou na sala onde os pacientes aguardavam a transferência para a
UTI. A chuva também alagou o quarto e o banheiro dos médicos do Hospital
Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal.
Os vídeos que registram essas situações foram colocados no site www.caixapretadasaude.org.br*, chamado de caixa-preta da saúde. Em um mapa do Brasil, cruzes representam as denúncias feitas por pacientes de todo o país.
Um desses pacientes diz que o Centro de Especialidades João Kayatt, em
Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, começa a fazer as fichas às 9h40 e o
médico chega depois das 12hs. Outro paciente diz que há oito meses
espera atendimento na Unidade Regional de Saúde de Uberaba, em Minas
Gerais.
As denúncias sobre os hospitais, públicos e particulares, são checadas
pela própria Associação Médica Brasileira e, só depois, vão para a
internet. A principal reclamação é a demora no atendimento. Os problemas
com remédios (37%), leitos (31%) e materiais (27%) também estão entre
as principais denúncias.
“Cabe aos gestores tentar sanar aquela dificuldade encontrada. Se a
queixa for relevante, repetitiva ou de extrema importância caberá a
Associação Médica Brasileira e suas sociedades encaminhar ao Ministério
Público”, explica Antônio Jorge Salomão, primeiro-secretário da AMB.
O maior número de reclamações vem do estado de São Paulo. Um dos
hospitais citados no site Caixa Preta da Saúde é do Campo Limpo, na
capital paulista. Na terça-feira (1), o Bom Dia São Paulo denunciou as
condições do pronto-socorro do hospital, onde os pacientes são atendidos
em macas nos corredores.
Um paciente com câncer chegou a ficar 13 horas no corredor e agora
está em uma enfermaria com homens e uma mulher. “Os homens urinam em
vidros e essa moça está lá presenciando absolutamente tudo”, diz uma
mulher.
O secretário de Saúde de São Paulo, José de Filippi Júnior, reconheceu o
problema e disse que nos próximos dias o hospital vai ganhar mais 41
leitos: “Vinte leitos adultos para homens e mulheres, dez para crianças,
nove leitos de emergência e mais dois leitos especiais de isolamento”.
A AMB acredita que a exposição das denúncias obriga os gestores a
resolver os problemas. “A caixa-preta é uma ferramenta online que dá
chance ao povo de qualquer local do país, a qualquer hora, fazer sua
denúncia através de escrita. Tudo daquilo que ela encontrou de
dificuldade para seu atendimento na saúde publica”, afirma José de
Filippi.
O forro de gesso que caiu na sala onde estavam os pacientes no Hospital
Geral de Fortaleza já foi consertado e a sala foi reformada. O Hospital
Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, também informou que o cano que
estourou na sala dos médicos já está consertado.
A Secretaria de Saúde de Uberaba informou que está fazendo mutirões e
parcerias com uma universidade para resolver os problemas na Unidade
Regional de Saúde Doutor Lineu José Miziara.
A Prefeitura de Caçapava do Sul, no Rio Grande do Sul, disse que a
partir do dia 29 de abril, o sistema de saúde será interligado e os
agendamentos de consultas serão por telefone.
* Caso não consiga acessar o site, tente novamente mais tarde, pois a página pode estar congestionada.
Este espaço foi criado para que todos, sem exceção, denunciem a
situação encontrada em hospitais, postos e unidades de saúde em todos os
pontos deste país.
Este é um site de ação colaborativa cujo propósito é contribuir
para mudar a situação da saúde no Brasil. Para que seja o que ele
realmente tem potencial para ser, se administrada com competência e
honestidade, nós precisamos de todos os brasileiros, usuários ou não do
SUS.
Queremos lutar por um Sistema Único de Saúde que faça atendimento
UNIVERSAL E EFICIENTE para todos, como prevê a consituição federal.
Todos possuem os mesmos direitos e mesmo padrão de qualidade, sejha nas
pequenas ou nas grandes cidades.
Seja profissional do setor ou usuário do sistema, sua participação é muito importante. Ajude a mudar a situação da saúde! Envie seus vídeos, suas fotos e faça suas denúncias.
Vamos abrir esta caixa-preta e mostrar o que realmente acontece no Brasil. Afinal, Saúde é assunto sério.
Lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune sistêmica caracterizada pela produção de autoanticorpos, formação e deposição de imunocomplexos, inflamação em diversos órgãos e dano tecidual.
Sua etiologia permanece ainda pouco conhecida, porém sabe- se da importante participação de fatores hormonais, ambientais, genéticos e imunológicos para o surgimento da doença.
As características clínicas são polimórficas, e a evolução costuma ser crônica, com períodos de exacerbação e remissão.
A doença pode cursar com sintomas constitucionais, artrite, serosite, nefrite, vasculite, miosite, manifestações mucocutâneas, hemocitopenias imunológicas, diversos quadros neuropsiquiátricos, hiperatividade reticuloendotelial e pneumonite.
CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE
(CID-10)
M32.1 Lúpus eritematoso disseminado (sistêmico) com comprometimento de outros órgãos e sistemas
M32.8 Outras formas de lúpus eritematoso disseminado (sistêmico)
Para o diagnóstico de LES, é fundamental a realização de anamnese e exame físico completos e de alguns exames laboratoriais que podem auxiliar na detecção de alterações clínicas da doença, a saber:
- hemograma completo com contagem de plaquetas;
- contagem de reticulócitos;
- teste de Coombs direto;
- velocidade de hemossedimentação (VHS);
- proteína C reativa;
- eletroforese de proteínas;
- aspartato-aminotransferase (AST/TGO);
- alanina-aminotransferase (ALT/TGP);
- fosfatase alcalina;
- bilirrubinas total e frações;
- desidrogenase láctica (LDH);
- ureia e creatinina;
- eletrólitos (cálcio, fósforo, sódio, potássio e cloro);
- exame qualitativo de urina (EQU);
- complementos (CH50, C3 e C4);
- albumina sérica;
- proteinúria de 24 horas; - VDRL; e
- avaliação de autoanticorpos (FAN, anti-DNA nativo, anti- Sm, anticardiolipina IgG e IgM, anticoagulante lúpico, anti-La/SSB, anti-Ro/SSA e anti-RNP).
A solicitação dos exames deve basear-se na avaliação clínica de cada paciente.
Nos critérios de classificação da doença, encontrasse algumas das alterações que podem ser observadas nos exames. Em casos de alteração, a conduta é definida pelo médico assistente, que deve ser capacitado para o tratamento desta doença.
O diagnóstico é estabelecido a partir da presença de pelo menos 4 dos 11 critérios de classificação, em qualquer momento da vida dos pacientes, propostos pelo American College of Rheumatology (ACR) em 1982 (33) e revisados em 1997, (34) aceitos universalmente, conforme descritos abaixo.
1. Eritema malar: eritema fixo, plano ou elevado nas eminências malares, tendendo a poupar a região nasolabial.
2. Lesão discoide: lesão eritematosa, infiltrada, com escamas queratóticas aderidas e tampões foliculares, que evolui com cicatriz atrófica e discromia.
3. Fotossensibilidade: eritema cutâneo resultante de reação incomum ao sol, por história do paciente ou observação do médico.
4. Úlcera oral: ulceração oral ou nasofaríngea, geralmente não dolorosa, observada pelo médico.
5. Artrite: artrite não erosiva envolvendo 2 ou mais articulações periféricas, caracterizada por dor à palpação, edema ou derrame.
6. Serosite:
a) pleurite - história convincente de dor pleurítica ou atrito auscultado pelo médico ou evidência de derrame pleural; ou
b) pericardite - documentada por eletrocardiografia ou atrito ou evidência de derrame pericárdico.
7. Alteração renal: a) proteinúria persistente de mais de 0,5 g/dia ou acima de 3+ (+++) se não quantificada; ou b) cilindros celulares - podem ser hemáticos, granulares, tubulares ou mistos.
8. Alteração neurológica:
a) convulsão - na ausência de fármacos implicados ou alterações metabólicas conhecidas (por exemplo, uremia, cetoacidose, distúrbios hidroeletrolíticos); ou
b) psicose - na ausência de fármacos implicados ou alterações metabólicas conhecidas (por exemplo, uremia, cetoacidose, distúrbios hidroeletrolíticos).
9. Alterações hematológicas:
a) anemia hemolítica com reticulocitose; ou
b) leucopenia de menos de 4.000/mm3 em duas ou mais ocasiões; ou
c) linfopenia de menos de 1.500/mm3 em duas ou mais ocasiões; ou
d) trombocitopenia de menos de 100.000/mm3 na ausência de uso de fármacos causadores.
10. Alterações imunológicas:
a) presença de anti-DNA nativo; ou
b) presença de anti-Sm; ou c) achados positivos de anticorpos antifosfolipídios baseados em concentração sérica anormal de anticardiolipina IgG ou IgM, em teste positivo para anticoagulante lúpico, usando teste-padrão ou em VDRL falso-positivo, por pelo menos 6 meses e confirmado por FTA-Abs negativo.
11. Anticorpo antinuclear (FAN): título anormal de FAN por imunofluorescência ou método equivalente em qualquer momento, na ausência de fármacos sabidamente associados ao lúpus induzido por fármacos.
Embora FAN esteja presente em mais de 95% dos pacientes com a doença ativa, o teste apresenta baixa especificidade. Títulos de FAN acima de 1:80 são considerados significativos. (35)
Nos casos com pesquisa de FAN negativa, particularmente com lesões cutâneas fotossensíveis, recomenda-se a realização da pesquisa de anticorpos anti-Ro/SSA e anti-La/SSB. Anticorpos anti-DNA nativo e anticorpos anti-Sm são considerados testes específicos, mas têm baixa sensibilidade. A presença de anticorpos tem valor clínico quando ocorrer em pacientes com manifestações compatíveis com o diagnóstico de LES.
CRITÉRIOS DE INCLUSÃO
Serão incluídos neste Protocolo de tratamento todos os pacientes com o diagnóstico confirmado de LES, segundo os critérios de classificação do American College of Rheumatology (ACR).
Aqui você encontrará Tudo sobre o Diagnostico e Tratamento do Lúpus eritematoso disseminado (sistêmico) Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde
PORTARIA Nº 100, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2013
Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Lúpus Eritematoso Sistêmico.
Aviso: As informações contidas neste Blog tem caráter meramente educativo e não substituem as opiniões, condutas e discussões estabelecidas entre médico e paciente.
Todas as decisões relacionadas ao tratamento devem ser tomadas com respaldo do médico responsável pelo acompanhamento clínico do paciente, pois é ele quem mais conhece as particularidades de cada paciente, tendo, portanto, melhores condições de opinar e prescrever a conduta mais adequada.
#Lúpus
#SUS #MinistériodaSaúde
Bem-Estar- 5 maneiras simples de evitar as doenças de outono
Transição entre verão e estação das folhas é caracterizada pelas infecções respiratórias
A transição entre o verão e o outono é
marcada pela queda brusca da temperatura e pela baixa na umidade
relativa do ar. Segundo a pneumologista Dra. Andrea Sette, do Hospital e
Maternidade Rede D’Or São Luiz, estes fatores dificultam a dispersão de
partículas, o que compromete o sistema respiratório e cardiovascular.
Os resultados são quadros de cansaço e dificuldade para respirar, pele seca e suscetível a rachaduras e alergias e infecções respiratórias.
O grupo de risco inclui crianças, idosos e pacientes de doenças crônicas.
Estes estão mais suscetíveis a síndromes gripais, como bronquites,
asma, rinossinusopatia e tosse seca.
“Durante a troca de estações, as
condições crônicas tornam-se mais abaladas para pacientes de bronquites, asma, rinite e sinusites.
O uso de umidificadores de ar pode amenizar as dificuldades
respiratórias.
É importante, também, estar atento a possíveis irritações
nos olhos. Secura e coceira podem indicar um quadro de conjuntivite,
comum durante o outono.
Em casos de tosse e febre por mais de cinco
dias, o ideal é procurar tratamento médico”, explica a pneumologista.
Para evitar que estes problemas apareçam junto com a nova estação, a especialista indica cinco atitudes simples:
Crédito: Shutterstock
1. Hidrate bem o organismo
Segundo Dra. Andrea, as pessoas costumam se preocupar muito com
hidratação durante o verão, pois é uma época em que se perde muito
líquido. Porém, no outono não é diferente. Apesar das temperaturas mais
amenas, o ar fica seco, e o consumo de água é essencial.
2. Evite permanecer em locais fechados
A proliferação de certos vírus é muito grande nesta época do ano, e
locais fechados favorecem este processo. Procure deixar as janelas
abertas para permitir que o ar circule.
3. Lave as mãos constantemente
Essa dica não vale apenas para a troca de estações: ela deve tornar-se
um hábito. “Estamos em contato com diversos objetos que podem estar
contaminados, por isso é imprescindível lavar as mãos com água e
sabonete, de preferência líquido, e sempre que possível fazer uso do
álcool em gel para finalizar”, indica a pneumologista.
4. Mantenha uma alimentação balanceada
Segundo Dra. Andrea, as síndromes gripais, que são mais comuns durante o
outono, atingem principalmente crianças e idosos por conta do sistema
imunológico frágil. Equilibrar a alimentação com os nutrientes e
vitaminas necessários evita que o corpo fique vulnerável a
contaminações.
5. Hidrate bem a pele
Além de hidratar por dentro, é importante hidratar também por fora. “É
comum notarmos que a pele fica mais seca com a chegada do outono. Isso
pode acarretar rachaduras e irritações que desenvolvem alergias na
pele”, explica a especialista. A indicação é usar um hidratante
específico para o rosto e outro para o corpo. Evite banhos muito
quentes, pois eles favorecem o ressecamento da pele.
Outono é a estação das
colheitas, com os produtos cultivados já bastante desenvolvidos e frutos
maduros. É época de saborear alimentos da estação, como o figo e as
castanhas, altamente energéticos, e o milho, uma boa fonte de fibras.
É
importante manter uma alimentação saudável, já que nesse período são
mais comuns as doenças pulmonares e as enxaquecas, em virtude do
nevoeiro e do céu nublado que não ajuda a dispersar a poluição. Além
disso, os dias mais frios podem fazer com que as pessoas de mais idade
sintam dores nas articulações, e o reumatismo e a artrose tendem a ser
mais frequentes.
Nesse período, também ficamos mais carentes de
Vitamina D, devido à tendência de dias mais nublados. Por isso,
aproveite o sol do outono, já que os raios solares nesta época do ano
são menos nocivos à pele. Mas não deixe de usar protetor.
Unifesp recruta voluntários para pesquisas e tratamentos:
Demência da doença de Parkinson Menopausa e qualidade de sono, Impacto do treinamento resistido em pacientes com artrite reumatóide, Apnéia do sono e dores de fibromialgia, Feito da lidocaína venosa no alívio de dores da fibromialgia, Avaliação da composição corporal de homens brasileiros, Efeitos do exercício físico agudo em indivíduos com lesão medular, Tratamento de herpes zoster (cobreiro), Tratamento de herpes genital estão entre as várias pesquisas e tratamentos
oferecidos pela Universidade Federal de São Paulo.
05/02/2014 - por Redação Portal na categoria 'Pesquisas'
A
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), reconhecida pelo
desenvolvimento de pesquisas e estudos científicos, oferece vagas para
voluntários para pesquisa e tratamento nas seguintes áreas: Demência da doença de Parkinson
O Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da EPM/ Unifesp está
desenvolvendo uma pesquisa que visa a caracterizar a população portadora
de demência por corpúsculos de Lewy (também conhecida por demência da
doença de Parkinson) atendida no Ambulatório de Neurologia do Hospital
São Paulo, bem como avaliar melhor as características clínicas de cada
síndrome para um diagnóstico diferencial mais preciso. Para tanto, está
recrutando apenas voluntários com diagnóstico confirmado da doença,
independentemente da idade. Não podem participar do estudo indivíduos
que já tiveram Acidente Vascular Cerebral (AVC). Os pacientes selecionados passarão por
uma avaliação que consiste na aplicação de testes de memória e alguns
exames de avaliação motora, tipicamente utilizados para pacientes com
doença de Parkinson, bem como exame físico geral incluindo medidas de
peso, altura, circunferência abdominal e pressão arterial. Aqueles que
não fazem acompanhamento da doença em outro serviço de saúde poderão ser
acompanhados no Ambulatório de Neurologia do Comportamento do Hospital
São Paulo. Os interessados podem procurar pelo
pesquisador Fabricio Ferreira de Oliveira todas as terças, quartas e
sextas feiras pela manhã, no Ambulatório de Neurologia do Hospital São
Paulo, situado à Rua Botucatu, 740, térreo, pelo celular 96469-6021 ou
pelo e-mail: fabricioferreiradeoliveira@hotmail.com. Menopausa e qualidade de sono
O departamento de Psicobiologia recruta mulheres, com idade entre 50 e
66 anos, que estejam na menopausa há pelo menos um ano e que apresentem
insônia há pelo menos 3 meses seguidos. Elas participarão de pesquisa
clínica com tratamento não farmacológico, aplicando técnicas de
relaxamento e meditação com o objetivo de verificar a qualidade do sono e
melhorar os sintomas da insônia. Inscrições pelo e-mail: eumedito@hotmail.com. Impacto do treinamento resistido em pacientes com artrite reumatóide
A Disciplina de Reumatologia da Escola Paulista de Medicina da
Unifesp está recrutando voluntários para a participação em uma pesquisa
que visa avaliar o impacto do treinamento físico resistido progressivo
(para fortalecimento muscular) no tratamento de Artrite
Reumatóide. Podem participar do estudo homens e mulheres com idade
entre 18 e 65 anos portadores da doença. Serão excluídos os portadores de
Fibromialgia, deformidades articulares ou qualquer outra doença que
impeça o indivíduo de realizar exercícios como a musculação, além
daqueles que estejam participando de outro tipo de pesquisa como
voluntário. Os pacientes selecionados serão
submetidos a uma avaliação clínica realizada por um médico
reumatologista e, em seguida, serão avaliados por um terapeuta
ocupacional por meio de alguns testes físicos para avaliar a força
muscular (com máquinas especificas para cada grupo muscular; membros
superiores, inferiores e tronco) e alguns questionários. Os interessados podem entrar em
contato com o pesquisador Felipe Martinelli Lourenzi pelos telefones
(11) 99953-5722 (Vivo) e 97687-2659 (Claro) ou pelo e-mail:
fmlourenzi@yahoo.com.br. Estão disponíveis 15 vagas. Apnéia do sono e dores de fibromialgia
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), reconhecida pelo
desenvolvimento de pesquisas e estudos científicos, oferece vagas para
voluntários nas seguintes áreas: gasto energético de obesos com
síndrome de apneia obstrutiva do sono. O Departamento de Psicobiologia da
Unifesp está recrutando voluntários para participarem de um estudo que
tem como objetivo avaliar os efeitos de dois tipos de dietas no gasto
energético de homens obesos e que possuem Síndrome de Apneia Obstrutiva
do Sono. Podem participar do projeto de pesquisa homens, com idade
entre 25 e 45 anos, obesos que não fumam, não utilizam drogas e não
tenham problemas renais, de coração e de tiroide. Os voluntários também
não podem trabalhar à noite e nem em turnos, além de não terem outros
distúrbios de sono – como insônia, por exemplo. Durante a pesquisa serão realizadas
consultas nutricionais, exames de sono, sangue e gasto energético. Ao
final do estudo, esses exames serão passados aos voluntários. Os
interessados devem entrar em contato com Mariana Del Re pelos telefones:
(11) 9-8331-1547 ou 5572-0177 (para recados) e ainda pelo e-mail:
mariana@cepebr.org. Feito da lidocaína venosa no alívio de dores da fibromialgia
O setor de dor da Disciplina de Anestesiologia, Dor e Terapia
Intensiva da EPM/ Unifesp está recrutando voluntários para uma pesquisa
que visa avaliar o efeito da lidocaina venosa na dor e nas concentrações
plasmáticas em pacientes com Fibromialgia. Serão recrutados voluntários
de ambos os sexos com idade entre 18 e 60 anos que tenham dor
generalizada ou diagnóstico de Fibromialgia. Os selecionados passarão por avaliação
médica inicial, exames laboratoriais e serão acompanhados durante um
período de oito semanas durante as quais receberão medicamentos via
oral. Uma vez por semana durante quatro semanas consecutivas receberão
medicação por via endovenosa (lidocaína ou solução salina), realizando
coleta de sangue na 1ª, 2ª, 5ª e 8ª semanas. Os voluntários serão avaliados
clinicamente em todas as consultas e responderão a questionários
relacionados com a fibromialgia e qualidade de vida. Não poderão
participar do estudo os portadores de diabetes, doenças na tireoide,
fígado, neurológicas, psiquiátricas, reumatológicas, neuromusculares, e
outras síndromes dolorosas crônicas, arritmias, infarto do miocárdio,
bloqueio de ramo ou átrio ventricular, insuficiência cardíaca, glaucoma
de ângulo agudo, miastenia gravis e gravidas. Também não serão aceitos os pacientes
com hipersensibilidade aos medicamentos utilizados no estudo (lidocaina,
amitriptilina, tramadol e paracetamol) além dos que usam cisaprida ou
inibidores da monoaminoxidase. Os indivíduos que fazem uso de
medicamentos de ação central, como antidepressivos, anticonvulsivantes,
opióides e neurolépticos, serão aceitos somente se interromperam o
tratamento pelo menos um mês antes do inicio do estudo. Os interessados podem entrar em
contato com Ana Laura Giraldes pelo telefone (11) 97320 3801 ou e-mail
fibromialgia.unifesp@gmail.com. Estão disponíveis 20 vagas. Os
atendimentos acontecem no Ambulatório de dor do Hospital São Paulo da
Unifesp, situado à Rua Botucatu, nº 593. Avaliação da composição corporal de homens brasileiros
A disciplina de Reumatologia recruta homens, nascidos no Brasil, com o
objetivo de avaliar a taxa de gordura corporal e massa óssea, para
traçar um perfil comparativo com estudos americanos. Os voluntários
devem ter mais de 20 anos, devem ser saudáveis, com peso de até 120 kg e
altura máxima de 1,90m. Não devem ter doenças conhecidas (com exceção
da hipertensão) e nem usar suplementos alimentares para ganho de massa
muscular. Não serão admitidos aqueles que
apresentem doenças crônicas, obesidade e que façam uso contínuo de
medicamentos (anti-hipertensivos são aceitos). O exame será realizado
por densitometria, que emite radiação de baixa intensidade e é indolor.
Ele terá duração de aproximadamente 50 minutos e deverá ser agendado
previamente. Para mais informações, acesse:
www.dexaemhomens.blogspot.com. As inscrições podem ser feitas pelo
telefone (11) 98386-5811 ou pelo e-mail: dramarcelaushida@gmail.com. Efeitos do exercício físico agudo em indivíduos com lesão medular
O departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo
(Unifesp) recruta voluntários com o objetivo de avaliar os efeitos de
diferentes intensidades de exercício físico sobre parâmetros
inflamatórios, imunológicos e bioquímicos em indivíduos com lesão
medular. Participarão da pesquisa 15 paraplégicos (LM) com lesão
medular traumática completa entre as vértebras T7 e L1 (categoria A
segundo ASIA 2003). Os interessados devem ter idade igual
ou superior a 18 anos, ter no mínimo um ano de lesão medular, fazer a
utilização da cadeira de roda como único método de locomoção e
apresentar resultado normal no eletrocardiograma de esforço. Não poderão participar pessoas com
problemas cardiovasculares, diabetes e doenças inflamatórias crônicas ou
agudas. Além disso, não serão aceitos pacientes que façam uso de
medicamentos para tratamento de dislipidemia. Inscrições: (11)
5572-0177/ 98725-0125, com Eduardo da Silva Alves.
Tratamento de herpes zoster (cobreiro)
O Centro de Desenvolvimento e Estudos Clínicos Brasil está recrutando
voluntários para uma pesquisa clínica sobre Herpes Zoster, mais
conhecida como Cobreiro. Essa doença é uma virose provocada por uma
variante do Herpesvírus que também causa a varicela (ou catapora), de
incidência rara e que provoca afecções na pele, de maior ou menor
gravidade, como formigamento em uma parte qualquer do corpo, seguido de
coceira, vermelhidão e bolhas. O objetivo do estudo é comparar o uso
de duas medicações no tratamento da Herpes Zoster, também conhecida como
Cobreiro. Para participar do estudo é necessário ter mais de 18 anos,
ter a presença da doença ativa, ou seja, estar com as bolhas e não estar
grávida ou amamentando. Os interessados em participar estudo
podem entrar em contato, em horário comercial com Graciela, Merielen ou
Eveli pelos telefones 5908-7090, 5908-7094 ou 5908-7344, ou também, com
Magda pelo celular 97154-7331. Tratamento de herpes genital
O Centro de Desenvolvimento e Estudos Clínicos Brasil está recrutando
voluntários para participar de uma pesquisa clínica relacionada a
herpes genital. A Herpes Genital é uma doença que pode provocar
coceiras, formigamento e dores ao urinar, geralmente aparecem pequenas
bolhas d’água no local, que quando estouram, podem deixar uma ferida
entre outros sintomas. O objetivo do estudo é comparar o uso de duas
medicações no tratamento da Herpes Genital. Podem participar do estudo
mulheres maiores de 18 anos, com pelo menos um episodio de Herpes
Genital e que não estejam grávidas ou amamentando. As interessadas
podem entrar em contato, em horário comercial, com Graciela, Merielen ou
Eveli pelos telefone 5908-7090, 5908-7094 ou 5908-7344, ou também, com
Magda pelo celular 97154-7331.
Vasculite, também chamada de Angeíte, é a inflamação das paredes dos vasos sanguíneos que pode afetar somente um vaso ou pode ser grave e afetar diversos vasos e até mesmo diferentes órgãos e sistemas do corpo.
A principal consequência da vasculite é a interrupção do fluxo sanguíneo do vaso afetado que pode resultar numa isquemia e por isso ela deve ser tratada o quanto antes.
Como qualquer vaso sanguíneo do corpo pode ser afetado, a vasculite pode gerar sintomas muito diferentes, estando relacionados com a região afetada pela doença ou o órgão que foi comprometido.
A vasculite pode ainda ser um dos sintomas de doenças como nodoso, púrpura de schönlein-henoch, doença de Buerger, periarterite nodosa, arterite temporal ou doença do soro e neste caso é necessário tratar a doença de base para que a cura da vasculite seja alcançada.
Fotos da vasculite
Sintomas da vasculite
Os sintomas clássicos da vasculite geralmente são: Manchas vermelhas na pele que é sinal de extravasamento de sangue; Sensação de formigamento ou perda da sensibilidade da região afetada pela vasculite e Dor nas articulações próximas à região afetada pela doença.
Outros sintomas que também podem estar presentes na vasculite são: Febre; Perda do apetite; Mal estar; Emagrecimento de 4 kg ou mais sem causa aparente; Dor abdominal e Cansaço.
De acordo com o local da vasculite, ela pode ainda gerar: Crostas nasais, sinusite, dor nasal, surdez, voz rouca quando afeta ouvidos, olhos e garganta; Tosse, chiado ao respirar, tosse com sangue, falta de ar, pneumonia resistente à antibióticos, quando afeta o sistema respiratório; Dor, vermelhidão, comprometimento da visão, quando afeta os olhos. Dor abdominal, quando afeta o trato gastrointestinal; Urina turva, urina com sangue ou presença de proteínas na urina, quando afeta os rins; Parestesia e fraqueza, quando afeta o sistema nervoso; Doenças cardíacas, infarto, quando afeta o coração. Causas da vasculite
As causas da vasculite ainda não são totalmente esclarecidas mas sabe-se que ela pode ser causada por: Efeito colateral de algum medicamento como Penicilamina, Propiltioracil, Hidralasina, Minociclina; Uso de drogas como cocaína ou anfetaminas; Pode estar relacionada a presença de micro-organismos como o vírus da hepatite B ou C, em indivíduo que possuem poliartrite nodosa; parvovírus B19 como ocorre na granulomatose de Wegener, e doença de Kawasaki; Reação de hipersensibilidade; Predisposição genética; Falha na regulação de mecanismos imunológicos que participam da resposta a alguns causadores de alergia; Exposição à sílica. Diagnóstico da vasculite
Para o diagnóstico da vasculite deve-se associar a história do indivíduo, os sintomas apresentados e recomenda-se que se faça alguns exames tais como: Exame de sangue (hemograma) completo, VHS; Coagulograma; Uréia, eletrólitos, creatinina, clearance de creatinina, Testes da função hepática, PCR; Eletroforese de proteínas e imunoglobulinas; ANCA, FAN, ENA, Fator reumatóide; Complemento C3 e C4; Anticorpo anticardiolipina; Crioglobulinas; Testes da hepatite B e C; Exame de urina e urocultura; Radiografia de tórax.
Além destes exames o médico pode ainda solicitar outros exames para avaliar a função dos órgãos afetados pela doença, como ressonância magnética, ultrassom ou tomografia computadoriza além da avaliação do médico especialista. Estes exames são necessários para poder certificar-se sobre a vasculite e poderão auxiliar na sua classificação, sendo muito importante para o tratamento da doença. Tratamento para vasculite
O tratamento das diferentes formas de vasculites deve ser realizado de acordo com a natureza e a severidade do quadro clínico. É importante realizar o diagnóstico da doença e classificá-la corretamente para que o tratamento seja bem direcionado. Em alguns casos o médico poderá receitar a toma de corticóides e imunossupressores, mas nas vasculites graves que afetam órgãos e sistemas o indivíduo deverá permanecer internado no hospital para que receba o tratamento adequado. Vasculite tem cura?
A vasculite nem sempre tem cura, pois em alguns casos a doença pode ser auto-imune e neste caso o indivíduo deverá seguir o tratamento proposto por toda a vida. Contudo, em alguns casos a vasculite tem cura, vai sempre depender do que originou a doença.
Atenção: O Tua Saúde é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde, nutrição e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde. http://www.tuasaude.com/vasculite/