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Falaremos sobre
Lúpus Eritematoso Sistêmico.
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#CadêOsMedicamentos para o tratamento do #Lúpus ? 👀
#LúpusTemQueTerTratamentoAdequado
#LúpusTemQueTerAtenção
#LúpicosNecessitamDeMedicamentosParaSobreviver
#FicaDica
#MinistérioPúblico #NosAjudeAí
#LúpusLesLes😷
Governador, entregue os remédios para tratar minha doença Lúpus e de milhares de pessoas!
Por Suellen
Meu nome é Suellen, tenho 26 anos e faz 2 anos que descobri que tenho a doença Lúpus. A doença é autoimune, ou seja, causa uma "pane" nas defesas imunológicas do organismo, que atacam as células do corpo e afetam rins, pulmão, coração, sangue, cérebro etc.
O governo do Rio de Janeiro fornecia os remédios para tratar a doença, mas faz um ano que eles foram cortados.
Só peço que os remédios de todos com essa doença no Rio de Janeiro voltem a ser entregues!
Por favor assine e compartilhe está petição para pressionar o Governo do Rio a fornecer os remédios via SUS.👇
Por - Gabriella Ponte e Isabela Pimentel (Bio-Manguinhos/Fiocruz) / AFN
Diante do possível aumento dos casos de febre amarela no norte de Minas Gerais, que já somam 152 suspeitos em 26 municípios e 37 prováveis (dados divulgados em 16/1), e da repercussão do surto na imprensa, o Ministério da Saúde tem reforçado a importância da vacinação contra febre amarela para a prevenção da doença e divulgado uma série de informações em seu site e redes sociais. A população tem procurado os postos de saúde em busca do imunizante, mas é importante que a vacinação seja feita obedecendo às suas indicações e contraindicações.
Em fevereiro, serão entregues por Bio-Manguinhos/Fiocruz mais 600 mil doses, que poderão chegar a 2,6 milhões, dependendo da necessidade (foto: Bernardo Portella)
O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) é reconhecido internacionalmente como fabricante da vacina contra febre amarela (antiamarílica), atendendo anualmente às demandas do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A unidade entregou entre 1987 e 2016 um total de 598.250.080 doses para todo o território nacional. Só em dezembro de 2016 e janeiro de 2017, a Fiocruz entregou 9,29 milhões de doses de vacina de febre amarela para o Ministério da Saúde e estão sendo distribuídas pela Central Nacional de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Cenadi).
Em fevereiro, serão entregues mais 600 mil doses, que poderão chegar a 2,6 milhões, dependendo da necessidade. Bio-Manguinhos está embarcando, ainda esse mês, a pedido da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), 2,1 milhões de doses da vacina para Colômbia, Equador e Venezuela. Para Angola, a pedido do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), embarcarão 700 mil doses.
Vacina é o melhor remédio
Como a transmissão silvestre da febre amarela não é erradicável, porque envolve macacos (não sendo possível vacinar todos eles), a vacina continua sendo recomendada para moradores e visitantes de áreas onde foram notificados casos suspeitos da doença. Mas, um ponto importante é que a vacinação, devido aos efeitos adversos associados, apesar de raros, não deve ser feita sem avaliação de cada caso pelo profissional de saúde.
Dentre os efeitos adversos mais comuns após aplicação da vacina estão febre, dor de cabeça e muscular, além de reações no local da aplicação. Um dos mais graves problemas associados à vacina atenuada é a doença viscerotrópica, reação grave e rara, na qual o vírus se replica de forma anormal e pode haver falência múltipla de órgãos. De acordo com o consultor científico sênior, Reinaldo Menezes, tal ocorrência é rara, podendo ocorrer em 1 a cada 400 mil doses aplicadas.
Recomendações e contraindicações
Neste momento de surto, é preciso conhecer as recomendações e contraindicações da vacina, para evitar possíveis falhas na aplicação. No Brasil, nas áreas com recomendação de vacinação de rotina, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) orienta uma dose aos nove meses, com reforço aos 4 anos. Acima desta idade, duas doses, com intervalo de dez anos. Em situações de surto, recomenda-se antecipar a primeira dose para os seis meses de idade, repetindo-se a vacinação aos nove meses e quatro anos de idade.
Essa regra também vale para aqueles que residem ou irão viajar para regiões endêmicas de febre amarela. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda somente uma dose, e esta recomendação se aplica aos viajantes internacionais.
A vacina, que tem eficácia maior que 95%, é contraindicada paramenores de 6 meses de idade e pessoas que estejam com doença febril aguda e tenham histórico de reações anafiláticas (alergia grave e imediata) ao ovo de galinha e gelatina. No caso das gestantes, a vacina somente deve ser administrada com orientação médica, avaliando o risco/benefício da vacinação.
Há indicações de que pessoas portadoras de doenças autoimunes, como lúpus eritematosos sistêmico, podem ter maior risco de eventos adversos graves após administração da vacina contra febre amarela. O seu uso nessa eventualidade somente deve ser realizado após avaliação de risco-benefício, a critério médico. Também há evidências de que pessoas com histórico de doença do timo, por exemplo, timoma, miastenia gravis, timectomia, ou doenças autoimunes, como lúpus eritematoso sistêmico, têm risco aumentado de doença viscerotrópica associada à vacinação contra febre amarela.
Alguns estudos indicam que há risco aumentado de eventos adversos após a administração da vacina contra febre amarela em pessoas idosas. Deve-se avaliar o risco x benefício da vacinação contra febre amarela neste grupo etário.
A vacina contra febre amarela não deve ser usada em pessoas submetidas a tratamento com corticosteróides, antimetabólitos, radiação ou a qualquer outra terapia imunossupressora.
Em levantamento feito pela Assessoria Clínica de Bio-Manguinhos constatou-se que 75% dos indivíduos vacinados contra a febre amarela tinham anticorpos detectáveis dez anos depois, mas 25% não tinham esses anticorpos detectáveis. A revacinação seria, portanto, uma garantia.
Orientação ao viajante sobre áreas endêmicas
Os Ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Saúde (MS) reforçam aos interessados em viajar para áreas com risco de ocorrência da febre amarela a importância de tomar a vacina contra a doença. Áreas de ecoturismo l e locais com matas e rios, onde o vírus e seus hospedeiros ocorrem naturalmente, são identificadas como áreas de risco.
A vacina contra a febre amarela é ofertada no calendário nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e é enviada, mensalmente, para todo o país. De acordo com o Ministério da Saúde, pessoas que desejam viajar para áreas com recomendação de vacina devem receber a primeira dose pelo menos 10 dias antes da viagem.
Para que você tenha uma ótima viagem no Brasil e no exterior, consulte dicas práticas e informações essenciais que vão ajudar a proteger a sua saúde e tornar suas férias mais agradáveis e tranquilas. Acesse o Portal do Viajante. Confira aqui a listagem da OMS dos países que requerem a vacinação obrigatória. A maior parte do território brasileiro é considerada área com recomendação para vacinação de rotina contra a doença.
Não fazem parte desta lista Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Espírito Santo e Rio de Janeiro.
Quarta-feira, 21 de dezembro, um Especialista do Hospital das Clínicas da FMUSP irá tirar todas as dúvidas sobre Lúpus ao vivo na página da Secretaria Do Estado da Saúde SP
O Programa Farmácia Popular do Brasil é apresentado em duas modalidades: a Rede Própria e o "Aqui Tem Farmácia Popular".
A Rede Própria foi a primeira a ser criada. Trata-se de unidades que funcionam em parceria com prefeituras municipais e governos estaduais. São disponibilizados 112 itens, entre medicamentos e o preservativo masculino.
As unidades próprias são padronizadas e tem as mesmas características de identificação em todo estabelecimento. Visualize abaixo como elas são:
Já a modalidade "Aqui Tem Farmácia Popular" funciona em parceria com farmácias particulares e drogarias comerciais que aderem ao credenciamento no Programa. A lista de itens oferecidos é diferente da Rede Própria. São disponibilizados medicamentos para o tratamento de hipertensão, diabetes, asma, rinite, dislipidemia, doença de Parkinson, osteoporose, glaucoma, além dos contraceptivos e fraldas geriátricas.
Os valores de referência dos medicamentos para o tratamento de dislipidemia, rinite, doença de Parkinson, osteoporose, glaucoma, além dos contraceptivos e fraldas geriátricas, foram definidos para cada princípio ativo pelo Ministério da Saúde que subsidiará até 90% destes preços e o cidadão arcará com a diferença até o preço de venda praticado pelo estabelecimento (quando o preço do medicamento for igual ou maior que o preço referencial). No caso de medicamento cujo preço for inferior ao do valor de referência, o Ministério da Saúde pagará até 90% do valor comercializado e o cidadão o restante. Quanto maior o desconto concedido pelo estabelecimento ao usuário, no que se refere ao preço final de venda, menor será a parcela paga pelo usuário.
Os medicamentos anti-hipertensivos, antidiabéticos e antiasmáticos são dispensados de forma gratuita.
Para você identificar se uma farmácia ou drogaria é credenciada basta verificar se há, na frente do estabelecimento, o banner oficial do Programa, conforme imagem ilustrativa abaixo.
Ou busque a farmácia credenciada mais próxima de você na relação de endereços (clique aqui).
Aqui nos postos de saúde de SP/SP estão em falta vários medicamentos , mas alguns estou conseguindo encontrar nas redes credenciadas do programa Farmácia popular de graça e outros comprando a preço mais em conta do que as de mercado, como por exemplo o Omeprazol que pelas farmácias particulares está custando em torno de R$ 25,00 a caixa contendo 30 comp , eu paguei pela rede própria farmácia popular do Governo R$ 12,88 por 56 comprimidos naRua: Força Pública n°64 próximo da estação do metrô Carandiru em SP/SP
Os endereços das redes própria F P estão aqui em baixo, não sei se todos os telefones estão atualizados mas se a caso não estiverem vcs busquem pela Google pelo endereço de cada estabelecimento ou liguem para 136 ou 156 e peçam os telefones das farmácias antes de irem e confira se o medicamento da lista que vcs necessitam tenha na farmácia ok , porque até mesmo lá alguns medicamentos da lista estão em falta 😕
#CadêAsSeringas, #Metformina, etc para os pacientes #Diabéticos ?
#CadêoProtetorSolar, #Prednisona, #Dipirona, etc... para os pacientes #Lúpicos?
#CadêOsMedicamentosParaOsPacientes com #Hipertensão, #Losartana , #Enalapril , etc..? #FicaDica😞
#SaúdeTemQueTerAtenção !!! 😷
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
Por G1 SP
Golpistas ligam para família de pacientes e pedem dinheiro para procedimentos
Ao menos quatro casos são investigados na capital; Associação de hospitais privados recomenda que vítimas tenham acompanhamento do departamento jurídico.
Golpistas se passam por médicos para enganar parentes de pacientes internados em hospitais
A polícia de São Paulo investiga ao menos quatro casos de um golpe em que integrantes de um grupo ligam para a casa de familiares de pacientes que estão internados em hospitais, informam que são da equipe médica e que precisam de dinheiro para fazer um procedimento de urgência. Assustados, os familiares acabam depositando o dinheiro.
Em um dos casos mostrados pelo Bom Dia São Paulo, um homem que não quis se identificar foi informado que sua mãe de 86 anos tinha sido atropelada e foi internada no Hospital Santa Paula, na Zona Sul de São Paulo, na terça-feira (6).
Depois, recebeu um telefonema, o qual o Bom Dia São Paulo teve acesso, de uma pessoa que se passou por médico do hospital dizendo que a mãe precisava passar por um procedimento de urgência porque poderia desenvolver leucemia.
“Só que pra ‘mim’ [sic] fazer o agendamento desses exames, eu preciso da autorização da família e saber se a família tem condições de fazer esses exames "particular", né?
Aham.
Eu tenho autorização de fazer esses exames particular?
Então, me explica algumas coisas antes por favor tá? qual valor?
O valor dos exames, com a medicação tudo incluso, ficou no valor de 3980 reais, certo?”
Depois de desligar o telefone, o homem procurou seu médico que lhe informou se tratar de um golpe.
“Desliguei, falei que ia conversar entre a minha família, que eu retornaria para ele pra dar o procedimento no assunto, peguei meu telefone, liguei pro meu médico, meu médico falou que isso era um golpe e aí sim eu fui ouvir a gravação novamente e vi que a pessoa falava errado, Que ele não tinha postura de medico, usava gírias, que você na hora da emoção, você não nota -- num segundo momento vai notar”, disse.
O Bom Dia São Paulo ligou de volta para o suposto médico e o telefone caiu na caixa postal. Para a vítima do golpe, os golpistas tem integrantes nos hospitais envolvidos. “O estelionatário sabia o nome da minha mãe, o meu convênio, o convênio dela, o nome dos médicos. Então, isso não é normal. Eles têm tantas informações que você acha que tem que fazer o depósito.
Também no hospital Santa Paula há uma outra vítima do golpe. Uma mulher que tem o marido internado por aneurisma também recebeu um telefonema dos golpistas pedindo R$ 3 mil.
Eles ligaram dizendo que tinham realizado um exame nessa, na tarde da terça-feira, de última hora, descobriram que ele estava com leucemia, e que ele dava 100% de cura porque tinha sido descoberto agora no início. Tive uma sensação de impotência, de desespero, o que você puder fazer pra ajudar, você vai fazer. eu não quis, eu nem perguntei o valor, antes de ele falar o valor, eu falei "pode colocar a medicação".
As duas vítimas que conversaram com o Bom Dia São Paulo disseram que ouviram histórias parecidas de outros pacientes. A Polícia Civil reforça que é fundamental que as pessoas registrem o boletim de ocorrência.
O Hospital Santa Paula reconheceu que esse tipo de golpe existe e que, por isso, está distribuindo um informativo com detalhes para os pacientes se protegerem. Também reforçou que o hospital não pratica cobranças por telefone.
A Associação Nacional de Hospitais Privados diz que foi informada sobre esses casos e que aconselha os hospitais a sempre entrarem em contato com os pacientes. Também recomenda que as vítimas do golpe recebam acompanhamento do departamento jurídico do hospital.
Saúde: SP terá mutirão para testagem rápida de HIV nesta quinta
Serão 700 testes para diagnóstico do vírus no Dia Mundial de Luta Contra a Aids
No Dia Mundial de Luta contra a Aids, comemorado nesta quinta-feira (1º de dezembro), a Secretaria da Saúde fará um mutirão de testagem rápida de HIV no Pátio do Colegio, localizado no centro da capital paulista. O evento, integra a campanha "Fique Sabendo", de incentivo ao diagnóstico precoce do vírus da Aids.
A partir das 10h serão ofertados 700 testes para detecção do vírus. Uma equipe composta por 70 profissionais do Programa Estadual DST/Aids-SP atuará, em dois turnos, para atender o público.
O teste rápido é indolor, feito a partir da coleta de fluído oral. O resultado sai em aproximadamente 30 minutos e a privacidade e o sigilo do paciente são garantidos. Em caso de diagnóstico positivo, os pacientes serão direcionados para serviços de referência na rede pública de saúde. O mutirão seguirá até 17h.
A campanha "Fique Sabendo" de 2016 começou no Estado de São Paulo no último dia 25 de novembro, mobilizando 3,9 mil unidades de saúde em 590 municípios, com a oferta de cerca de 250 mil testes.
SERVIÇO
Mutirão de testagem rápida de HIV
1º de dezembro, das 10h às 17h
Pátio do Colégio (Largo Páteo do Colégio, 2, Centro, São Paulo) www.saude.sp.gov.br
#DezembroVermelho
Do Portal do Governo do Estado
O laço vermelho é o simbolo universal de solidariedade e compromisso na luta contra a Aids. Mude sua foto de perfil e faça parte dessa campanha: https://apps.facebook.com/diadelutacontraaids/
(se estiver no celular, copie o link e cole no navegador)
#BoraSeCuidar #SeJogaNaPrevenção #MobilizaçãoVirtualContraaAids #DiaMundialDaLutaContraaAids
O prefeito Chico Brito e autoridades prestigiaram na sexta-feira (25/11) a cerimônia de inauguração da Biotec, da Libbs Farmacêutica, em Embu das Artes, a primeira fábrica do Brasil de produção de medicamentos biológicos à base de anticorpos monoclonais em escala industrial, utilizados no tratamento do câncer e doenças autoimunes, e que serão disponibilizados ao Sistema Único de Saúde (SUS). O investimento foi de R$ 500 milhões financiados pelo BNDES e com aportes da Finep, do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Esse empreendimento é um marco da indústria brasileira, pois o desenvolvimento de tecnologia na fabricação de biofármacos, além de ser pioneiro no País, aumentará a oferta do medicamento com preços mais baratos à população de baixa renda e reduzirá a dependência tecnológica e de importações do mercado internacional.
“A dimensão social desse negócio é impactante, pois beneficiará pessoas em situação econômica mais vulnerável”, destacou o presidente do Conselho de Administração da Libbs, Alvaro de Mendonça Athayde.
“Sempre me coloquei à disposição da Libbs para colaborar e acelerar a instalação da fábrica no município”, falou o prefeito Chico Brito, classificando o empreendimento como “revolucionário”, que prova nossa capacidade de viabilizar projetos grandiosos. “Temos que ter orgulho de sermos brasileiros, somos uma das poucas nações que oferta um sistema de saúde público, o SUS, à população com menor poder aquisitivo e a Libbs está inserida nesse contexto”, concluiu.
Segundo o Ministério da Saúde, os biológicos consomem 43% dos seus recursos (R$ 4 bilhões por ano), apesar de representarem apenas 5% da quantidade adquirida de medicamentos para o SUS. E esse número tende a crescer com o prolongamento da expectativa de vida brasileira e com os métodos terapêuticos cada vez mais focados em biofármacos. Daí a importância desse investimento.
A parceria com a mAbxience - empresa espanhola de biotecnologia especializada na fabricação de medicamentos biológicos - possibilitou a transferência de tecnologia de industrialização de biofármacos contra o câncer e doenças autoimunes à Libbs. Os primeiros medicamentos a serem produzidos serão o rituximabe e o trastuzumabe e, posteriormente, com outros acordos, o bevacizumabe, palivizumabe, adalimumabe e etanercepte, todos fomentados pela “Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP)”, que é um programa de estímulo à produção nacional de fármacos e medicamentos do Ministério da Saúde criada em 2012, que ainda prevê a transferência de conhecimento a laboratórios públicos, que no caso da Libbs, será o Instituto de Pesquisa Butantã.
O processo de produção dos biossimilares dura aproximadamente 90 dias e envolve a utilização da célula animal que é modificada e passa por várias etapas até produzir uma molécula que contém propriedades para atacar e combater alvos específicos no organismo.
Com a geração de 100 vagas de emprego, a unidade conta com profissionais capacitados, de graduados a doutores, de diversas áreas como farmácia, veterinária, engenharia, biologia etc. “São pessoas que estão fazendo um trabalho nunca realizado antes no Brasil e a aliança entre os setores público e privado colocará o País na crista da onda na produção desses medicamentos”, disse o presidente da Libbs, Alcebíades de Mendonça Athayde Júnior, que espera disponibilizar um lote no mercado até o final do ano.
Saúde de Embu das Artes também ganha
Como contrapartida social pelo investimento destinado à construção de sua fábrica, a Libbs empregou aproximadamente R$ 2,6 milhões na criação do projeto “Tempo é Saúde”, que alcançou resultados expressivos em Embu das Artes, numa parceria entre a empresa, a Prefeitura, o Ministério da Saúde e o BNDES.
O projeto implantou o sistema e-SUS, software de gestão pública, a fim de informatizar o atendimento e organizar os dados dos pacientes por meio da carteirinha do SUS, gerando agilidade no atendimento; revisou o serviço de primeiro atendimento, com avaliação de risco e vulnerabilidade, priorizando os casos mais urgentes e unificando os processos e protocolos nas unidades de saúde; capacitou mais de 500 servidores; reformou 16 UBS e criou dois postos de triagem em Pronto-Socorros.
Autoridades presentes no evento: ministro Ricardo Barros (Saúde), Marco Antônio de Araújo Fireman (secretário de Ciência e Tecnologia e Insumos estratégicos do Ministério da Saúde); Marcos Vinícius de Souza (secretário de Inovação e Novos Negócios/ Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços); Wilson Modesto Pollara (secretário ajunto de Saúde do estado de São Paulo); Alexandre Padilha (secretário municipal de Saúde de São Paulo); Sandra Magali Fihlie (secretária de Saúde de Embu das Artes); José Carlos Magalhães da Silva Moutinho (diretor de Controle e Monitoramento Sanitário da ANVISA); Claudia Pimentel Trindade Prates (diretora das Áreas de Indústria do BNDES); Ermínio Lucci (diretor de Negócios do INVESTE SP); Ronaldo Camargo (diretor Financeiro e Controladoria da Finep), entre outros.
O Brasil já produz hoje, via transferência de tecnologia, 14 biológicos para doenças como
hemofilia, esclerose múltipla, artrite reumatoide e diabetes.
Até 2017, estes produtos terão fabricação 100% nacional.
Este ano, foi finalizada a transferência tecnológica da vacina contra a influenza e o Instituto Butantan conquistou o domínio de todas as etapas da produção do insumo.
A campanha da gripe deste ano foi a primeira que contou com vacina da influenza feita pelo Instituto Butantan do começo ao fim do processo. O laboratório público foi o responsável pela produção de 6,5 milhões de doses aplicadas, o que equivale a 15% do total de 44 milhões de doses distribuídas. Na campanha de 2015, o Butantan já terá conquistado capacidade de
produção suficiente para abastecer toda a demanda nacional.
O produto 100% brasileiro é fruto
da transferência de tecnologia do laboratório privado Sanofi Aventis.