terça-feira, 2 de outubro de 2012

Saiba como se defender dos Planos de Saúde.

 Saiba como se defender dos Planos de Saúde.

Veja os tempos máximos previstos pela Resolução Normativa nº259: da ANS

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Perguntas e respostas:

1)  Quem terá direito a marcar consultas, exames e cirurgias nos prazos definidos pela Agência?
Respeitados os limites de cobertura contratada, aplicam-se as regras de garantia de atendimento dispostas nesta RN aos planos privados de assistência à saúde celebrados antes e depois da vigência da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, salvo se neles houver previsão contratual que disponha de forma diversa.

2)  A partir de quando o prazo máximo para atendimento passará a contar?
O prazo conta a partir da data de marcação da consulta ou procedimento. Caso o consumidor não consiga marcar a consulta ou procedimento, deverá acionar a operadora para obter um protocolo de reclamação, o prazo passará a contar a partir desta data. 

3)  Os prestadores serão penalizados caso não cumpram a norma?
Não. A Norma não é destinada aos prestadores de serviços de saúde. Quem deve garantir o atendimento são as operadoras de planos de saúde.

4)  Em que momento o consumidor deve acionar a operadora? 
Após entrar em contato com os prestadores credenciados e não conseguir marcar o procedimento dentro do prazo máximo previsto em lei, o consumidor deverá entrar em contato com sua operadora de saúde para obtenção de uma alternativa para o atendimento solicitado. Nos casos de não atendimento, o consumidor deverá solicitar o número de protocolo deste atendimento feito pela operadora como comprovante da solicitação feita.

5)  Quando o consumidor deve acionar a ANS?
Se a operadora não oferecer solução para o caso, o beneficiário deverá, tendo em mãos o número do protocolo registrando o contato com a operadora de saúde,  fazer a denúncia à ANS, através de um dos canais de relacionamento.

6)  Como o consumidor poderá comprovar que entrou em contato com a operadora e não foi atendido?
Através do protocolo de atendimento, que deverá ser dado pela operadora.

7)  A ANS vai obrigar os médicos a atenderem no período determinado pela norma?
A ANS não pode interferir na agenda dos prestadores de serviços. A norma prevê que a operadora de planos de saúde ofereça ao consumidor, nos prazos definidos, pelo menos um serviço ou profissional em cada área contratada.

8)  Se não houver prestador credenciado em uma cidade, como o plano de saúde deve agir?
As empresas de planos de saúde serão obrigadas a garantir transporte caso não haja oferta de rede credenciada no município e municípios limítrofes.  Onde não existir prestadores para serem credenciados, a operadora poderá oferecer rede assistencial nos municípios vizinhos que pertençam a sua região de saúde.

9)  Como fica a situação dos consumidores nos casos de Urgência e Emergência?
Nestas situações, a operadora deverá oferecer o atendimento no município onde este foi demandado ou no município limítrofe, se não houver o serviço na localidade.

10)  Se o beneficiário for atendido em médico não credenciado por falta de opção, poderá solicitar o reembolso?
Caso o reembolso não esteja previsto no contrato, a operadora que não oferecer alternativas para o atendimento deverá reembolsar os custos assumidos pelo consumidor em até 30 (trinta) dias.

11)  Quem precisar ser transportado para outra cidade, terá direito a acompanhante?
O transporte está assegurado ao acompanhante de beneficiários menores de 18 (dezoito) anos, maiores de 60 (sessenta) anos, pessoas portadoras de deficiência e pessoas com necessidades especiais, mediante declaração médica. Estende-se também aos casos em que seja obrigatória a cobertura de despesas do acompanhante, conforme disposto no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS.

12)  Como será feita a Fiscalização pela ANS?
Os consumidores que não conseguirem realizar os procedimentos nos prazos máximos definidos pela ANS, poderão fazer a denúncia através dos seguintes canais:
 Disque ANS (0800 701 9656), das 8h às 20h de segunda a sexta-feira, pelo endereço eletrônico www.ans.gov.br ou comparecendo a um dos 12 Núcleos da ANS, cujos endereços estão disponíveis na página da Agência na internet.

13)  O que acontecerá com as operadoras que não cumprirem os prazos definidos na norma?
As empresas sofrerão penalidades e em casos de descumprimentos constantes, poderão passar por medidas administrativas, tais como a suspensão da comercialização de parte ou de todos os seus produtos, a decretação do regime especial de direção técnica, que é um acompanhamento feito por profissional designado pela ANS diretamente na operadora. Pode haver, até mesmo, o afastamento dos dirigentes da empresa.

14)  Como foram definidos os prazos máximos para atendimento previsto na Resolução Normativa 259? 
Os prazos foram determinados com base em pesquisa aplicada pela ANS e respondida por mais de 800 operadoras em 2010. As operadoras indicaram os prazos ideais para o atendimento.
http://www.ans.gov.br/index.php/a-ans/sala-de-noticias-ans/consumidor/1249-norma-sobre-garantia-e-tempos-maximos-de-atendimento-entra-em-vigor 

Doenças ou lesões preexistentes
As operadoras não podem recusar contratos de beneficiários que sejam portadores de doenças ou lesões preexistentes.

Cabe às operadoras oferecer a esses beneficiários a cobertura parcial temporária (CPT), que é um período máximo de até 24 meses, a partir da data de assinatura do contrato, em que é permitida a suspensão da cobertura de eventos cirúrgicos, leitos de alta tecnologia (UTI/CTI) e procedimentos de alta complexidade relacionados com a doença e/ou lesão preexistente.

Por exemplo, um paciente com problemas cardíacos que entra em um plano poderá consultar um cardiologista do convênio. Mas não poderá fazer uma cirurgia do coração ou ficar em uma UTI por causa do problema cardíaco, antes de vencer o prazo da CPT.

Se o beneficiário quiser, ele pode pagar mais para pular o período de CPT.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Cartilha do Cidadão ( Lute por seus Direitos) INSS

INSS ( Lute por seus Direitos)Cartilha do Cidadão


Esta cartilha foi feita para você conhecer seus direitos previdenci-
ários e assistenciais, nos órgãos do governo.
Para pedir aposentadoria ou receber benefícios do INSS você precisa apresentar alguns documentos.
A cartilha mostra o que é mais importante. Outras explicações
você consegue nas Unidades da Defensoria Pública na União –
DPU, no Distrito Federal e nos Estados.
No final você encontra todos os endereços. Procure aquele mais
perto de onde você mora.
 

Defensor Público-Geral Federal

             PROCURE O DEFENSOR PÚBLICO DA  UNIÃO
                                                   
                                                       ELE PODE AJUDAR

Você pode pedir sua aposentadoria ou os benefícios diretamente no INSS. 
Se, para fazer valer seus direitos, precisar do auxílio de um Defensor Público Federal, procure a Defensoria Pública Federal ou a de seu estado.
Se seu pedido de aposentadoria ou benefício não for aceito, você precisa levar a carta de indeferimento para que o Defensor Público Federal possa ver a razão e fazer o que é possível.
O Defensor Público Federal faz a defesa, a orientação jurídica e a garantia dos direitos das pessoas carentes. O seu trabalho é para pessoas que não tem como pagar um advogado e as custas de um processo. 

Os serviços do Defensor Público Federal são gratuitos. Você não paga nada por eles.
O Defensor Público Federal representa você em processos contra a União, como, por exemplo, o INSS. Em caso de necessidade, procure um Defensor Público Federal.
Veja, nas páginas seguintes, onde encontrar um Defensor Público Federal perto de você


Continue lendo Aqui OK  http://www.dpu.gov.br/images/stories/documentos/20.07.2012_Cartilha_Previdenciario_2012.pdf

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Cuidado!!!Uso indiscriminado dos anti-inflamatórios

Saiba os riscos e efeitos colaterais do uso indiscriminado dos anti-inflamatórios.


Os anti-inflamatórios não esteroides (AINE) são uma das classes de medicamentos mais usadas no mundo. Existem mais de 20 drogas diferentes, sendo as mais famosas:

- AAS (ácido acetilsalicílico)
- Diclofenaco
- Ibuprofeno
- Naproxeno
- Indometacina
- Cetoprofeno
- Acido mefenâmico
- Piroxican
- Colecoxib

São drogas que apresentam mecanismos de ação semelhantes, mas com particularidades entre elas. Todos os anti-inflamatórios apresentam 3 efeitos básicos: Antipirético (abaixa a febre), analgésico (reduz a dor) e anti-inflamatório. As diferenças costumam ser na potência de cada uma das 3 ações e nos efeitos colaterais, alguns indesejáveis, outros úteis em algumas patologias não inflamatórias.
Anti-inflamatórios
Anti-inflamatórios

Os AINES agem inibindo uma enzima chamada ciclooxigenase que produz outra chamada prostaglandina. São essas as substâncias responsáveis pela inflamação e dor. Porém, existem mais de um tipo de prostaglandina e ciclooxigenase, apresentando outras funções além de mediar processo inflamatórios. Como a inibição realizada pelos anti-inflamatórios é não seletiva, além de abortar a inflamação, ocorre também uma alteração nos efeitos benéficos dessas substâncias.

As prostaglandinas são responsáveis pelos seguintes efeitos no organismo:

- Proteção do estômago contra ácidos produzidos no seu interior
Quando as prostaglandinas são inibidas, aumenta-se o risco de formação de gastrite e úlceras.
Uma das principais causas de hemorragia digestiva é uso indiscriminado de AINES. O Colecoxib é de uma classe chamada inibidores da COX2 que não afeta as prostaglandinas do estômago e por isso causam menos lesões gástricas.

- Fluxo de sangue no rins =
 Pessoas normais conseguem tolerar essas alterações, mas pacientes com problemas renais dependem muito das prostaglandinas para função dos rins, e sua inibição pode levar a um quadro de insuficiência renal aguda. Não existe nenhum anti-inflamatório que não piore a função renal em pacientes com insuficiência renal. São todos contra-indicados neste caso.

- Coagulação sanguínea =
 Todos os AINES atuam nas plaquetas, diminuindo sua atividade. O AAS é a substância que mais inibe a função das plaquetas. Esse efeito colateral é frequentemente aproveitado em doentes com risco de infarto e AVE. É o que os leigos chamam de "afinar o sangue". Neste caso, o efeito colateral é benéfico. Mas essa inibição das plaquetas e da coagulação pode ser perigosa em doentes que se submeterão a cirurgias ou que apresentem algum traumatismo. Deve-se sempre suspender o AAS 7 dias antes das operações.

Os AINES são drogas seguras se administradas com indicação médica. O problema é que esta talvez seja a classe de drogas mais auto-prescrita pela população. Existem inúmeros efeitos colaterais e interações com outros medicamentos que devem ser levados em conta antes de tomá-los.

Além dos efeitos já descritos acima, também podem ocorrer

 - Piora da hipertensão
- Inibição da ação dos diuréticos
- Piora da insuficiência cardíaca 
 - Piora da função renal em pacientes com doença avançada de fígado
- Síndrome nefrótica
- Hepatite medicamentosa
- Interação com Varfarina
- Reação alérgica
- Perda de audição nos idosos

Portanto, apesar de ser uma droga muito usada e segura, ela está longe de não apresentar complicações. Seu uso sem critérios pode levar a consequências graves.

Um dos mais famosos casos de pressão da indústria farmacêutica na aprovação de drogas aconteceu sobre os inibidores da COX2. Não havia estudos suficientes sobre efeitos colaterais e há suspeitas de ocultação de dados. Após ser lançada com grande repercussão pela pouca toxicidade gástrica, o Rofecoxib (VIOXX) foi retirado do mercado quando um estudo que tentava provar seu benefício no câncer de cólon, mostrou um aumento de infartos e AVCs nos pacientes que estavam tomando esta droga.

Leia o texto original no site MD.Saúde: ANTI-INFLAMATÓRIOS | Ação e efeitos colaterais http://www.mdsaude.com/2008/11/antiinflamatrios.html#ixzz25nZmJgwj
  

Uso de anti-inflamatórios sem recomendação médica pode causar lesões renais

São muitos os motivos que levam as pessoas a utilizar anti-inflamatórios não hormonais sem receita médica – falta de tempo para procurar um especialista, pouco acesso ao sistema de saúde, confiança na recomendação de terceiros (farmacêuticos, parentes, vizinhos) etc. Ocorre que, assim como os antibióticos, hoje com uso restrito, os anti-inflamatórios podem ser prejudiciais à saúde quando não há prescrição médica.
Esse grupo de medicamentos, quando utilizado indiscriminadamente, pode levar a doença renal, caracterizada pela perda progressiva e irreversível da função do rim. Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, de 15 a 20 milhões de brasileiros são portadores de algum grau de doença renal e, o que é mais preocupante, a maioria não sabe que tem o problema.

A Dra. Maria Alice Barcelos, médica do Centro de Rim do Hospital 9 de Julho, alerta para essa prática que, apesar de comum, pode gerar sérias consequências ao paciente. “Não consultar um médico antes de se medicar é assumir o risco de camuflar uma doença ou de desenvolver problemas renais graves”, esclarece.

Além dos anti-inflamatórios não hormonais, que podem diminuir a filtração do órgão, os analgésicos, quando usados continuamente e em grande quantidade, também causam lesão nos rins.

“A maioria das pessoas vai perdendo sua função renal silenciosamente até descobrir a doença já em estágio avançado. Por isso a inclusão nos check ups anuais de exames que medem a função do órgão é fundamental”, explica a Dra. Maria Alice, ao falar da importância de os pacientes pedirem aos médicos a dosagem de creatinina e ureia.

A médica informa que a capacidade de filtração do rim é definida em cinco estágios. “Geralmente os sintomas de doença renal crônica começam a aparecer quando o paciente já está no quarto estágio, momento em que a lesão renal já é grave”.

Veja abaixo os tipos de anti-inflamatórios mais conhecidos.

- Diclofenaco
- Ibuprofeno
- Naproxeno
- Indometacina
- Cetoprofeno
- Ácido mefenâmico
- Piroxican
- Colecoxib

A recomendação é só utilizar medicamentos sob recomendação médica.

 

 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Banco de dados de DNA revela mapa de doenças genéticas

Banco de dados de DNA revela mapa de doenças genéticas

 

Um gigantesco banco de dados de DNA gerou um mapa de comandos genéticos que atuam em uma série de problemas, da perda de cabelo ao câncer, abrindo o caminho para tratamentos revolucionários para uma série de doenças, algumas delas fatais, anunciaram cientistas esta quarta-feira.
"Este é um enorme passo rumo à compreensão do diagrama intrincado que é o ser humano", afirmou Michael Snyder, da Universidde de Standford, principal cientista responsável pela pesquisa.
A Enciclopédia de Elementos de DNA - ou ENCODE - possibilita aos cientistas determinar funções biológicas específicas para 80% do genoma humano e ajuda a explicar como as variações genéticas afetam a suscetibilidade de uma pessoa às doenças.
Também expõe conexões até então escondidas entre doenças aparentemente sem vínculo tais como asma, lúpus e esclerose múltipla, sobre as quais se descobriu que têm relação com códigos regulatórios genéticos específicos através de proteínas que regulam o sistema imunológico.
Uma revelação chave reportada em uma série de artigos publicados nas revistas científicas Nature, Science e Cell é que muitas doenças resultam de mudanças em quando, onde e como um gene "liga" ou "desliga" e não em uma alteração no gene em si.
"Os genes ocupam apenas uma minúscula fração do genoma e a maioria dos esforços para mapear as causas genéticas das doenças foi frustrada por sinais que apontavam para longe dos genes", explicou o co-autor da pesquisa, John Stamatoyannoupoulos, cientista da Universidade de Washington.
"Agora sabemos que estes esforços não foram vãos e que os sinais, de fato, apontavam para o 'sistema operacional' do genoma", acrescentou.
Outra descoberta significativa é que este mapa de comandos genéticos pode ser usado para apontar tipos de células que podem desempenhar um papel em doenças específicas sem a necessidade de compreender como a doença realmente funciona.
Por exemplo, os cientistas levaram décadas para vincular um conjunto de células imunológicas a uma moléstia intestinal inflamatória denominada doença de Crohn. Os dados do ENCODE conseguiram prontamente identificar que variedades genéticas associadas à doença de Crohn estavam concentradas neste subconjunto de células.
Este mapa profundo do código genético humano também alterou a compreensão científica de como o DNA funciona.
O primeiro esboço do genoma humano descrevia o DNA como uma cadeia que continha genes em segmentos isolados que compunham apenas 2% de sua extensão.
O espaço compreendido entre eles foi apelidado de "junk DNA" (DNA refugo numa tradução literal), e muitos cientistas não acreditavam que tivesse alguma função. As atenções estavam voltadas para os genes 'codificados', que carregam instruções para fazer as proteínas que executam funções biológicas básicas.
Mais recentemente, a ENCODE confirmou teorias segundo as quais o cerne deste 'refugo' na verdade seria pontuado por comandos que determinam como os genes trabalham e atuam como um enorme painel de controle.
"Nosso genoma simplesmente vive com os comandos: milhões de locais que determinam se um gene 'ativa' ou 'desativa'", explicou o chefe coordenador de análises, Ewan Birney, do Instituto Europeu de Bioinformática EMBL.
"Descobrimos que uma parte muito maior do genoma - uma quantidade surpreendente, na verdade - atua no controle quando e onde as proteínas são produzidas do que simplesmente na fabricação dos tijolos", acrescentou.
Talvez mais importante, o banco de dados foi disponibilizado para a comunidade científica e o público em geral como recurso aberto a fim de facilitar a pesquisa.
"A ENCODE nos oferece um conjunto de pistas muito valiosas para seguir a fim de descobrir mecanismos chave que desempenham um papel na saúde e na doença", explicou Ian Dunham, do Instituto Europeu de Bioinformática EMBL, que atuou na coordenação da análise.
"Eles podem ser explorados para criar medicamentos totalmente novos ou para reavaliar tratamentos existentes", acrescentou.
O projeto combinou os esforços de 442 cientistas em 32 laboratórios de Estados Unidos, Grã-Bretanha, Espanha, Suíça, Cingapura e Japão.
mso/mdl/mvv

 

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Biossensor ajudará a detectar Lúpus

Biossensor ajudará a detectar 

Lúpus de forma rápida e barata

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Benefícios do Colágeno


Benefícios do Colágeno

Benefícios do Colágeno

  • Combate a flacidez, rugas e fragilidade óssea;
  • Enrijece os tecidos da pele;
  • Colabora no aumento da tonicidade dos músculos;
  • Previne o surgimento das estrias e celulite
  • Fortalece as unhas e melhora o aspecto dos cabelos;
  • Auxilia como coadjuvantes em dietas de emagrecimento.
A deficiência de colágeno, também chamada de colagenose, acarreta problemas como: má formação óssea, rigidez muscular, problemas com o crescimento, inflamação nas juntas musculares, doenças cutâneas, entre outros.

A produção de colágeno é o resultado de uma complexa seqüência de eventos bioquímicos no interior das células. Pelo fato de o colágeno ser produzido naturalmente pelo nosso organismo, ele pode ter uma produção diminuída ou exagerada, causando alguns danos à nossa saúde.
Quando entramos na fase adulta (a partir de 30 anos), a deficiência do colágeno começa a ser notada. Nessa fase fica mais visível a diminuição da elasticidade da pele o aparecimento de rugas e o aumento da fragilidade articular e óssea. Por isso é importante repor esse nutriente.
O colágeno pode ser adquirido em forma de cápsulas ou em pó, encontrados em lojas de produtos naturais. Outra forma de reposição é a ingestão de gelatina.
A gelatina é um produto feito a partir do colágeno e contém proteínas que, quando absorvidas pelo intestino, são parcialmente digeridas e fornecem aminoácidos fundamentais para a manutenção dos ossos e reconstituição de algumas articulações.
A gelatina contém 18 aminoácidos. O organismo humano necessita de 10 dos chamados aminoácidos essenciais, que são consumidos através dos alimentos. A gelatina contém 9 destes aminoácidos essenciais em uma proteína alimentícia de fácil digestão e utilização.
O aminoácido triptofano não está presente na gelatina; entretanto, isto não é muito significativo uma vez que este aminoácido é encontrado em quantidades adequadas em outros alimentos.

Onde é Encontrado

O colágeno hidrolisado é reconhecido como um ingrediente alimentício pelo Ministério da Saúde e pelo FDA (órgão que regulamenta alimentos e bebidas nos EUA) e atualmente já é possível observar no mercado alguns alimentos enriquecidos com essa proteína.
Você pode usar tanto o colágeno em cápsulas quanto em pó. É encontrado em pequenas quantidades nos alimentos que contém proteína como a carne e leite e nas gelatinas.
 http://belezaesaude.dae.com.br/colageno/

domingo, 12 de agosto de 2012

Bactérias Estafilococos pode desencadear Lúpus

Exposição crônica a bactérias Estafilococos

 pode desencadear Lúpus


A exposição crônica mesmo a pequenas quantidades de bactérias estafilococos pode desencadear lúpus, de acordo com estudo de pesquisadores da Mayo Clinic, nos Estados Unidos.
A pesquisa pode ajudar a identificar um dos fatores de risco para a doença inflamatória crônica, cuja causa geralmente é desconhecida.
Staphylococcus aureus é um germe comumente encontrado na pele ou no nariz e que, às vezes, causa infecções.
Os pesquisadores expuseram ratos a doses baixas de uma proteína encontrada nos estafilococos. Eles notaram que os animais desenvolveram uma doença semelhante ao lúpus, com doença renal e anticorpos autoimunes como os encontrados no sangue de pacientes com lúpus.
“Acreditamos que esta proteína pode ser uma importante pista para o que pode causar ou agravar o lúpus em certos pacientes geneticamente predispostos. Nossa esperança é confirmar esses achados em pacientes com lúpus e prevenir os sintomas da doença”, afirma o coautor Vaidehi Chowdhary.
A causa do lúpus geralmente é desconhecida. Pessoas geneticamente predispostas ao lúpus desenvolvem a doença quando algum outro fator aciona os sintomas, tais como infecções, certos medicamentos ou até mesmo a luz do sol.
“Os médicos realmente não sabem o que causa o lúpus, por isso a descoberta de um possível papel da proteína estafilococo é emocionante”, destaca Chowdhary.

Staphylococcus aureus Quais os riscos desta bactéria?
Descubra o que são o Staphylococcus aureus e o Staphylococcus aureus MRSA, e por que eles causam tanta preocupação no meio médico.

Staphylococus aureus ou Estafilococos aureus em português é uma das bactérias mais comuns na prática clínica uma vez que costuma colonizar a pele de até 15% dos seres humanos. Chamamos de colonização quando uma bactéria se adere a uma tecido e começa a multiplicar-se, criando literalmente colônias. A colonização não significa que haja infecção e não é necessariamente uma coisa ruim. Nossa pele, nossa boca e nosso intestinos, por exemplo, estão cheios de bactérias que não nos causam doença enquanto permanecem restritas a estes sítios.

Existem 33 tipos de estafilococos, alguns mais virulentos que outros. O tipo mais comum na nossa pele é o Staphylococcus epidermiditis, uma espécie de estafilococo bem mais branda que o Staphylococus aureus, o mais virulento da espécie.

O problema da colonização é o fato desta ser um reservatório de bactérias pronto para invadir outros pontos do nosso corpo toda vez que uma das nossa barreiras de defesa sofre enfraquecimento. Os estafilococos que vivem na pele estão apenas esperando o aparecimento de uma pequena lesão para poderem penetrar dentro do nosso organismo. Este é o motivo pelo qual devemos sempre lavar bem nossas feridas. Qualquer lesão na pele é uma porta de entrada para as bactérias que vivem no meio externo (leia: TRATAMENTO DE FERIDAS E MACHUCADOS). É também pelo fato da nossa pele ser colonizada por bactérias que a implantação de piercings ou qualquer outro procedimento que perfure a pele pode levar a infecções graves (leia: BODY PIERCING | PERIGOS E COMPLICAÇÕES).

Ter bactérias na pele não significa que a pessoa esteja doente ou seja suja. Nós temos uma flora natural de germes e é impossível não ter bactérias na pele. Porém, pessoas com maus hábitos higiênicos apresentam uma quantidade e uma variedade maior de bactérias colonizando sua pele, ou boca, como nos casos de pessoas com dentes em mau estado de conservação.

Além das pele, o Staphylococus aureus pode invadir nosso organismo através da ingestão de alimentos contaminados. Além de atacar diretamente nosso corpo, o S.aureus também produza uma série de toxinas, que quando ingerida, provocam uma intensa infecção intestinal com vômitos e diarréia (leia: DIARRÉIA | Causas, sinais de gravidade e tratamento)

Staphylococus aureus é responsável por vários tipos de infecção em nosso organismo. As infecções de pele são as mais comuns, e qualquer porta de entrada, mesmo uma mordida de inseto, pode ser suficiente para o desenvolvimento destas. As infecções de pele mais comumente causadas peloS.aureus são o impetigo (leia: IMPETIGO COMUM e IMPETIGO BOLHOSO | Sintomas e tratamento), foliculite, terçol (leia: TERÇOL (TERSOL) | HORDEOLO | Causas e tratamento), furúnculo, síndrome de pele escaldada estafilocócica, mastite puerperal (leia:MASTITE DA AMAMENTAÇÃO | Sintomas e tratamento) e a celulite (leia: ERISIPELA E CELULITE - Sintomas e tratamento).

Staphylococus aureus
Staphylococus aureus
O Staphylococus aureus, após a entrada no organismo, pode não ficar restrito a pele, invadindo o sangue e  levando a infecções graves, sepse e choque séptico (leia: O QUE É SEPSE / SEPSIS E CHOQUE SÉPTICO ? ).

Uma vez no sangue, o S.aureus pode atingir qualquer órgão. A infecção das válvulas do coração, chamada de endocardite é uma temida complicação das infeções pelo Staphylococus aureus (leia: ENDOCARDITE| Sintomas e tratamento). Outras infecções possíveis pelo S.aureus são a pneumonia (leia: PNEUMONIA | Sintomas e tratamento), a pielonefrite (leia: PIELONEFRITE | INFECÇÃO DOS RINS | Sintomas e tratamento) e a osteomielite (infecção dos ossos).

As infecções por Estafilococos aureus são tratadas classicamente com derivados da penicilina, como a Oxacilina, Cefazolina e Cefalotina. Infecções restritas a pele podem ser tratadas com antibióticos por via oral. Infecções mais graves devem ser tratadas com internação hospitalar e antibióticos venosos.

Estafilococos aureus MRSA

Ultimamente, um subtipo de Staphylococus aureus chamado de MRSA tem ganhado muito destaque na mídia, geralmente com textos alarmistas e cheio de erros de conteúdo.

A sigla MRSA que dizer Methicillin-resistant Staphylococcus aureus, em português, Staphylococcus Aureus Resistente à Meticilina.

A meticilina é um antibiótico da família das penicilinas. O MRSA é portanto, um Staphylococus resistente ao tratamento convencional através das penicilinas. A primeira descrição de MRSA é de 1959, logo após a invenção da meticilina. Com o uso cada vez mais difundido, e muitas vezes desnecessário, de antibióticos, as infecções por MSRA têm sido cada vez mais frequentes em todo mundo.

Staphyloccus aureus MRSA não é mais agressivo do que o Staphylococus não MRSA. O seu problema está nas opções reduzidas de antibiótico e não na virulência da bactéria.

A transmissão é feita pelo contato entre pessoas, principalmente através das mãos. Isto é um grande problema no meio hospitalar onde os profissionais de saúde têm contato com vários doentes no mesmo dia, podendo levar o MRSA de um para outro. O simples ato de lavar as mãos após examinar os pacientes diminui muito o risco de transmissão da bactéria.

Em geral, o doente hospitalizado com MRSA é colocado em isolamento de contato (uma espécie de quarentena) para evitar propagação da bactéria. Pessoas saudáveis não desenvolvem nenhuma doença se tiverem contato com pacientes infectados ou colonizados por MRSA, como por exemplo, os familiares que visitam o hospital. Mas para o doente da cama ao lado, essa contaminação pode ser fatal.

O MRSA é uma bactéria tipicamente de hospital, mas pode ocorrer na comunidade também. Neste caso costuma responder a um espectro mais amplo de antibióticos alternativos, sendo de mais fácil tratamento. A transmissão do S.aureus MRSA pode ocorrer em academias, após uso conjunto de toalhas, roupas, uniformes e inclusive escova/pente de cabelo.

O tratamento do MRSA hospitalar é feito com antibióticos potentes como Vancomicina, Linezulida e Teicoplamida. O problema é que alguns hospitais já apresentam casos de MRSA resistente também a Vancomicina.

Não há necessidade de se tratar ou investigar familiares de doentes com MRSA. Bastam os cuidados básicos de higiene, principalmente se houver alguma lesão na pele que sirva de porta de entrada para a bactéria.

Como eu já escrevi, o risco de doença por MRSA em pessoas saudáveis é muito baixo. Muitos entram em contato com o MRSA mas não ficam colonizadas porque a bactéria não consegue se fixar devido a competição por alimento com as milhões e milhões de outras bactérias já existentes na pele.


Leia o texto original no site MD.Saúde: STAPHYLOCOCCUS AUREUS | Quais os riscos desta bactéria? http://www.mdsaude.com/2009/02/estafilococos-aureus-mrsa.html#ixzz23MarUu2h


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Vacina contra Catapora a partir de 2013

                            SUS 

Terá vacina contra catapora a partir de 2013


A vacina será disponibilizada ao Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde a partir de agosto de 2013. Será aplicada em duas doses: a primeira, quando a criança tem 12 meses, e a segunda, aos quatro anos de idade.
“Com apenas uma picada o Brasil vai poder proteger suas crianças contra quatro tipos de doenças. Hoje, temos dados que mostram que quase 11 mil pessoas são internadas por ano pela varicela e temos mais de 160 óbitos. Além disso, tem uma economia no trabalho dos profissionais de saúde, pois usa-se apenas uma agulha, uma seringa, um único local de conservação”, declarou o ministro Alexandre Padilha.
A vacina tetra viral que vai entrar para o calendário básico de imunizações do SUS é segura - tem 97% de eficácia e raramente causa reações alérgicas. Com a inclusão da vacina no SUS, o Ministério da Saúde estima uma redução de 80% das hospitalizações por catapora. Por ano, cerca de 11 mil pessoas são internadas pela doença. Com a tetra viral, o SUS passa a oferta 25 vacinas, 13 delas já disponibilizadas no calendário básico de imunizações.


PARCERIAS- Nos acordos de transferência de tecnologia, firmados pelo Ministério da Saúde, a produção se dá por meio de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), feito com os laboratórios públicos. Nessa parceria o Ministério é responsável pela compra dos medicamentos. Já os laboratórios da rede privada, são responsáveis por produzir o princípio ativo e transferir a tecnologia. Como contrapartida, o governo garante exclusividade na compra do medicamento por cinco anos.
Esta é a sétima parceria entre o laboratório privado GSK e o laboratório público Bio-Manguinhos. Desde 1980, os laboratórios produzem em parceria as vacinas contra poliomielite, Haemophilus influenzae tipo b (Hib) – que causa meningites e outras infecções bacterianas –, tríplice viral, rotavírus, dengue e pneumocócica conjugada, que protege contra a pneumonia e meningite causada por pneumococo.
Ao total, estão em vigor 35 PDPs para a produção de 33 produtos, sendo 28 medicamentos e quatro vacinas. As parcerias envolvem 37 laboratórios, 12 públicos e 22 privados, nacionais e estrangeiros.
 

Ministério da Saúde, Fiocruz e GSK firmaram, neste sábado (4), parceria para a produção nacional e distribuição gratuita do imunizante.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, anunciaram neste sábado (4), no Rio de Janeiro, parceria para transferência de tecnologia entre o laboratório público Bio-Manguinhos e o laboratório privado britânico GlaxoSmithKline (GSK). A parceria possibilitará a produção nacional da vacina tetra viral, que vai imunizar as crianças contra quatro doenças – caxumba, rubéola e sarampo, já inseridas na tríplice viral, ofertada no Sistema Único de Saúde desde 1992 -, e a varicela, mais conhecida como catapora.

Por Tatiana Alarcon, da Agência Saúde – Ascom/MS

http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/6503/162/sus-tera-vacina-contra-%3Cbr%3Ecatapora-a-partir-de-2013.html