A entidade LOBA, que congrega os
portadores de Lúpus da Bahia, solicita o apoio dos Amigos. Quem puder
ajudar assinando a rifa ou de outra forma entre em contato com ( Jacira Conceição ) . Avante , Nação!
QUEM TIVER INTERESSE EM COLABORAR, ENTRE EM CONTATO POR MENSAGEM PARA TRATAR DOS DETALHES.
A Associação LOBA – Lúpicos Organizados da Bahia foi constituída em 19 de Julho de 2004.
É uma entidade sem fins lucrativos que congrega pessoas com Lúpus em
suas diferentes formas, seus familiares e a comunidade médica. Possui
número ilimitado de sócios, sem distinção de cor, sexo, nacionalidade,
profissão, idade, credo religioso ou político, não distribui resultado,
dividendos, bonificações, participações ou parcelas de seu patrimônio
sob forma alguma.Nosso trabalho é prestar apoio psico-social,
desenvolver açoes em arte-terapia e dança-terapia sendo este, grupo de
jovens.
Adoção de manobras específicas com o aparelho usado para exame de endoscopia permite retirada do tumor pela boca Os
sintomas são os mais variados. Vão desde dores abdominais, queimação no
estômago, enjôos e vômitos até a presença de um tumor palpável. O
câncer de estômago está em quinto lugar no ranking de incidência de
câncer nos brasileiros e é o segundo em mortalidade. Isso é resultado do
diagnóstico tardio em grande parte dos pacientes, que subestima o
aparecimento dos sinais e não procura um médico. A novidade em relação a
essa doença está no tratamento. Antes, no País, a retirada do tumor era
feita apenas por meio de cirurgia com corte abdominal. Agora, é
possível retirá-lo pela boca, com a utilização de um aparelho de
endoscopia.
Esse novo tipo de tratamento teve início no Japão, há
quatro anos. Já no Brasil, a adoção da técnica é recente: foi usada de
forma experimental nos últimos 12 meses e agora passou a ser utilizada
definitivamente no tratamento da doença. A cirurgia endoscópica, no
Brasil, saiu da experiência em pesquisa e passou para a área de
aplicação clínica, destaca Eduardo Linhares, médico da Seção de
Cirurgia Abdômino-Pélvica do Instituto Nacional de Câncer (Inca). "De
10% a 20% dos tumores no estômago podem ser retirados por esse método",
acrescenta.
A cirurgia endoscópica utiliza manobras e técnicas
específicas no uso do aparelho de endoscopia. Com a retirada do tumor
pela boca, eliminam-se os riscos e complicações inerentes a qualquer
cirurgia de grande porte e o paciente também tem uma melhor recuperação.
Nos casos em que o paciente é submetido a uma cirurgia comum, a
recuperação é tardia, demora de sete a dez dias, observa Eduardo
Linhares.
Após a cirurgia, o percentual de cura depende do
estágio de desenvolvimento da doença. Quando se tem um diagnóstico
precoce, as chances chegam a 100% dos casos. Já quando o câncer de
estômago é descoberto em um estágio avançado, o percentual de cura é em
torno de 30%. O diagnóstico tardio é muito letal em se tratando de
câncer gástrico, ressalta o cirurgião do Inca. A doença - O câncer gástrico
atinge, sobretudo, pessoas na faixa etária de 50 a 60 anos. Sua
incidência se dá praticamente igual em homens e mulheres. As causas mais
prováveis para o aparecimento desse tipo de câncer são a infecção por
uma bactéria chamada Helicobacter-dylory (encontrada em água de consumo
de má qualidade), a ingestão de produtos muito ricos em sal, o hábito de
fumar e o consumo de carne branca ou vermelha conservada no sal. A
prevenção está associada, principalmente, à melhoria da qualidade da
água para consumo e à ingestão de uma dieta rica em fibras naturais e
pobre em sal.
O diagnóstico é muito rápido. É feito por meio de
uma endoscopia digestiva. O exame é oferecido amplamente em toda a rede
do Sistema Único de Saúde (SUS). O problema é que mesmo a doença sendo
de fácil diagnóstico, os pacientes muitas vezes percebem os sintomas,
mas não procuram tratamento. Muitos deles associam os sintomas desse
tipo de câncer aos causados por má alimentação ou por outro problema
gástrico.
Congresso discute tratamento de tumor no estômago
No
primeiro Congresso de Câncer Gastro-intestinal do Brasil (Gastrinca),
realizado de 2 a 4 de dezembro no Rio de Janeiro, foram apresentados
resultados inéditos de pesquisa internacional sobre o Gist, tumor
responsável por 5% dos casos de neoplasia no estômago. O estudo mostrou
que a introdução de um novo medicamento via oral em seu tratamento,
exclusivamente ou combinado com a cirurgia, tem trazido resultados
excelentes. O remédio age controlando a passagem do tumor de um órgão
para outro (metástase), com resposta superior a 60%.
"Esse novo
procedimento vai mudar drasticamente o tratamento do Gist. Há uma
sensível melhora na sobrevida do paciente", explica Eduardo Linhares de
Mello, médico da Seção de Cirurgia Abdômino-Pélvica do Instituto
Nacional de Câncer (Inca). O medicamento, conhecido como Imatinibe, foi
testado há cerca de um ano pelo Inca, em protocolo de pesquisa, e já é
oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os resultados do Gastrinca,
idealizado pelo diretor geral do Inca, José Gomes Temporão, serão
divulgados aos médicos por meio de campanhas e cursos.
Diagnóstico precoce é o caminho para a cura do câncer de estômago
Estudo mostra que o câncer de estômago tem quase 100% de chance de cura,
quando descoberto na fase inicial. Os sintomas são confundidos com
sintomas gástricos comuns.
Data de Cadastro: 12/04/2013 as 12:32:46
alterado em 12/04/2013 as 17:46:54
PROTEÇÃO
Vacinação contra a gripe tem início na segunda-feira, dia 15
Meta do Ministério da Saúde é vacinar 32 milhões de pessoas, o equivalente a 80% do público-alvo. Mulheres em puerpério (no período de até 45 dias após o parto) e doentes crônicos fazem parte do público-alvo.
Começa nesta segunda-feira, dia 15, em todo o Brasil a campanha
nacional de vacinação contra a gripe. Neste ano, o período de vacinação
ocorre entre 15 a 26 de abril. A meta do Ministério da Saúde é vacinar
32 milhões de pessoas, o equivalente a 80% do grupo prioritário: idosos
com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a dois anos, indígenas,
gestantes, pessoas privadas de liberdade e profissionais de saúde.
Também receberão a vacina mulheres no período de até 45 dias após o
parto (em puerpério) e os doentes crônicos, que terão o acesso ampliado a
todos os postos de saúde e não apenas aos Centros de Referência de
Imunobiológicos Especiais (CRIEs).
Na campanha do ano passado, 26 milhões de pessoas foram vacinadas, o
que representa 86,3% da população-alvo. O índice superou a meta de 80%
prevista. Na etapa atual, o público-alvo representa aproximadamente 39,2
milhões de pessoas. “A novidade da campanha é que, este ano, fazem
parte do público prioritário mulheres no período de até 45 dias após o
parto e os doentes crônicos. A vacinação é segura e feita com o objetivo
de diminuir o risco de ter doença grave e evitar o óbito. Ao mesmo
tempo, as pessoas que apresentarem os sintomas da gripe devem procurar o
posto de saúde porque tem tratamento”, alerta o ministro da Saúde,
Alexandre Padilha.
SEGURANÇA - O objetivo da vacinação é contribuir para a
redução das complicações, internações e óbitos provocados por infecções
da gripe. Para tanto, serão distribuídas cerca de 43 milhões de doses
da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe que
mais circularam no inverno passado (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B).
“A
vacina da influenza tem a imunidade curta, de nove a doze meses. Depois
de vacinadas, as pessoas estarão protegidas a partir de 15 dias. Quem
foi vacinado no ano passado, precisa tomar a dose novamente”, orienta o
ministro da Saúde. Feita com o vírus inativado, a vacina é segura e a
única contra indicação é para as pessoas que têm alergia severa a ovo.
A ação do Ministério da Saúde irá contar com 65 mil postos de vacinação
e envolvimento de 240 mil pessoas, com a utilização de 27 mil veículos,
entre terrestres, marítimos e fluviais, e conta com a parceria das três
esferas gestoras do Sistema Único de Saúde (SUS) - Ministério da Saúde e
secretarias estaduais e municipais de saúde. Para apoiar as ações de
mobilização da população e de preparação das equipes de saúde da
família, o Ministério da Saúde está enviando aos estados e municípios R$
24,7 milhões, recursos que serão repassados do Fundo Nacional de Saúde
aos fundos estaduais e municipais.
A vacinação é feita com objetivo de diminuir o risco de ter a doença
grave. As pessoas que apresentarem os sintomas da gripe devem procurar o
posto de saúde, pois há tratamento. As ações do Ministério da Saúde, em
parceria com estados e municípios, visam tanto a prevenção quanto o
tratamento e o diagnóstico precoce. Estudos demonstram que a vacinação
pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e
de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.
TABELA 1 Pacientes cujas doenças crônicas tem indicação para a vacina
Categoria
Indicações
Doença respiratória crônica
Asma em uso de corticóides inalatório ou sistêmico (Moderada ou Grave);
DPOC;
Bronquioectasia;
Fibrose Cística;
Doenças Intersticiais do pulmão;
Displasia broncopulmonar;
Hipertensão arterial Pulmonar;
Crianças com doença pulmonar crônica da prematuridade.
Doença renal nos estágios 3,4 e 5;
Síndrome nefrótica;
Paciente em diálise.
Doença hepática crônica
Atresia biliar;
Hepatites crônicas;
Cirrose.
Doença neurológica crônica
Condições em que a função respiratória pode estar comprometida pela doença neurológica;
Considerar as necessidades clínicas individuais dos pacientes
incluindo: AVC, Indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla, e
condições similares;
Doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular;
Deficiência neurológica grave.
Diabetes
Diabetes Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos.
Imunossupressão
Imunodeficiência congênita ou adquirida
Imunossupressão por doenças ou medicamentos
Obesos
Obesidade grau III.
Transplantados
Órgãos sólidos;
Medula óssea.
TABELA 2
Quantitativo de doses e população- alvo por Unidade da Federação (UF)
“O Departamento de Oftalmologia Escola Paulista de Medicina –
Hospital São Paulo (UNIFESP), está recrutando portadores de uveite ativa
não infecciosa, para participar de estudo, para avaliar a segurança e
eficácia de (Sirolimus) intravítreo.
Devem apresentar os seguintes critérios:
1. Homens ou mulheres com idade igual ou superior a 18 anos
2. Diagnóstico de uveíte posterior não infecciosa ativa com opacidade vítrea significante
3. Acuidade visual corrigida ≥ 20/400 no olho do estudo
4. Olho contraletral com visão ≥ 20/200
Pacientes potenciais deverão ser encaminhados para o Setor de
Pesquisa Clínica – Depto de Oftalmologia da EPM,
Rua Botucatu 822 – 1º
andar, de segunda à sexta-feira, das 9:00h às 17:00h.
Informações pelo
Fone 5572-6443 com Luci Meire, Cintia Futino ou Cristina Nascimento.”
Recorrer à Justiça acelera o recebimento de remédios de alto custo
Saber onde e para quem recorrer pode garantir o medicamento em mãos mais rapidamente
Apesar de ser um direito autorizado por lei, conseguir medicamentos
pelo SUS (Sistema Único de Saúde) nem sempre é fácil. Quem não tem
condições de arcar com remédios e tratamentos pode recorrer à rede pública , mas sabe que poderá enfrentar burocracia, filas e demora.
Até porque o governo tem autonomia para negar pedidos que achar
inválidos, já que também depende de repasses federais e estaduais.
Diante disso, a população pode recorrer de diferentes maneiras até
provar que realmente precisa do remédio.
A quem e como recorrer? O R7 responde.
Para esclarecer essas questões, consultamos os advogados
especialistas em Direito da Saúde, Tiago Matos Farina, diretor jurídico
do Instituto Oncoguia e Vinícius de Abreu, representante jurídico da Ong
Saúde Legal, que apontam dez passos necessários para conseguir os
medicamentos.
Primeiro passo Apresente o Cartão Nacional de Saúde
Para conseguir um, basta você se dirigir a qualquer posto básico de
saúde e apresentar o documento de identidade e comprovante de
residência. A carteirinha será feita na hora. Leve também uma cópia
simples do documento.
Segundo passo Apresente uma cópia do documento de identidade
Para todos os efeitos, leve também o exemplar original junto a uma cópia simples.
Terceiro passo Apresente o laudo médico preenchido
O laudo médico para solicitação, avaliação e autorização de
Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica
geralmente é fornecido e preenchido pelo próprio médico. Caso ele não
forneça, peça o formulário em uma unidade de saúde e volte ao
consultório para ele preencher.
O laudo detalha aspectos da doença do paciente e do tratamento, de
modo a deixar clara a necessidade do uso do medicamento. Nesse
relatório, o médico deve mencionar o código da doença na Classificação
Internacional de Doenças e indicar seu número de cadastro no Conselho
Regional de Medicina, assinar e carimbar o seu nome completo. Leve uma
cópia simples junto a original.
ObservaçãoaoMédico No Laudo, o Médico deverá definir, entre outros pontos : Quais são os exames necessários para justificar a solicitação do medicamento ou nutrição enteral. O médico deverá anexar ao documento cópias dos resultados dos exames A receita deverá ser laborada em duas vias pelo profissional.
Quarto passo Apresente a receita médica
O laudo médico não exclui a necessidade da apresentação da receita
médica, que deve ser anexada junto com os demais documentos.
Nela, o
médico deve mencionar o nome do remédio com seu princípio ativo e o nome
genérico, a quantidade necessária a ser usada por dia, semana ou mês e a
indicação de comprimidos, frascos ou refis.
A receita é válida somente
por 30 dias. Leve uma cópia simples também.
Quinto passo Apresente uma cópia do comprovante de residência
É mais seguro levar a unidade de saúde o exemplar original junto a uma cópia simples.
Sexto passo Vá a uma das unidades responsáveis pelos remédios de alto-custo
Informe-se na unidade de saúde onde você passou por consulta ou onde
pegou o laudo médico sobre esse espaço. Somente neles você poderá fazer o
pedido administrativo do remédio. Essas unidades funcionam geralmente
de segunda a sexta-feira das 7h às 17h30 e aos sábados das 7h às 10h.
Lá, apresente a lista de documentos listados abaixo.
Sétimo passo Peça cópia do protocolo do pedido
Ao fazer o pedido, peça uma cópia do protocolo. Isso fará toda a
diferença se você não receber o medicamento. Para poder ingressar com
uma ação judicial, você vai precisar do documento que comprova que houve
solicitação. Feito isso, o funcionário que pegou os documentos vai
iniciar um procedimento administrativo para obtenção do medicamento. Por
meio de um telegrama, você saberá quando e onde – geralmente uma
unidade de saúde mais próxima de sua casa – o remédio vai estar
disponível. No entanto, não há prazos regulares, podendo ser entregue na
hora, em dias ou em até três meses (em casos extremos).
Oitavo passo Fazer um requerimento administrativo
Nem sempre os pedidos são aceitos, mesmo casos considerados urgentes.
Quando isso acontece, o paciente pode entrar com um requerimento
administrativo na Secretaria de Saúde de seu estado ou com uma ação na
Justiça. O procedimento é simples: o paciente escreve uma carta
informando ter determinada doença para qual o médico lhe receitou o
medicamento. O pedido médico deve estar anexado ao documento. É possível partir para uma ação judicial tão logo ocorra à negativa,
mas, segundo os advogados, vale fazer o requerimento primeiro porque,
além de não haver necessidade de um advogado para isso – qualquer pessoa
pode fazer – o juiz pode não dar ganho de causa justamente por achar
que o paciente “queimou etapas”, explica Farina. - Muitas vezes o juiz não dá ganho de causa ao paciente alegando que não entrou anteriormente com o pedido administrativo.
Se o paciente não receber o medicamento em até 15 dias, pode entrar com medida judicial. Para exigir fornecimento de medicamentos
Modelo de Carta (Local, data)-------------------------
Ao Diretor do ---------------------(Hospital, Pronto-Socorro, Unidade ou Serviço de Saúde)
c/c Ao Secretário Municipal de Saúde.
Prezado Senhor,
Em ------(data), compareci ao ----------- (nome do estabelecimento de saúde), localizado à --------------(endereço), pretendendo obter o medicamento ----------------------(nome do medicamento), necessário para tratar do meu problema de saúde -------------------------(explicar a razão da necessidade do medicamento; por exemplo, para controlar diabetes, tratar pneumonia, etc.).
Ocorre
que não foi possível obtê-lo, pois não estava disponível para
distribuição à população, o que pode implicar em prejuízo à minha saúde.
Essa
ausência representa ofensa à Constituição Federal de 1.988
(especialmente aos artigos 5º, 6º, 196 e seguintes) e à Lei 8.080/90
(especialmente artigos 2º, 5º, 6º e 7º, incisos I, II e IV) que atribuem
ao Poder Público o dever de garantir o atendimento integral à saúde de
todos os cidadãos, sem qualquer distinção.
Vale ressaltar que o
atendimento integral à saúde, que deve ser prestado pelo SUS (Sistema
Único de Saúde), abrange a assistência farmacêutica, ou seja, o
fornecimento de medicamentos (artigo 6º, da Lei 8.080/90). Dessa forma,
ainda que esse medicamento não esteja na lista daqueles considerados
essenciais pelo governo, deve ser obrigatoriamente fornecido pelos
estabelecimentos de saúde que fazem parte do Sistema Único, como é o
caso desse(a) --------------------------------(hospital, centro ou unidade de saúde).
Diante do exposto, solicito providências no sentido de que me seja fornecido o medicamento ------------------------(nome do remédio receitado pelo médico), que também deve estar disponível para todos os cidadãos que dele necessitarem.
Certo
de seu pronto atendimento em respeito aos meus direitos de cidadão(ã),
agradeço antecipadamente. Informo que caso não seja atendida minha
solicitação no prazo de 10 (dez) dias ------------------------(dependendo da gravidade da situação, você pode estabelecer um prazo menor), serão adotadas as medidas cabíveis.
Atenciosamente,
Nome, assinatura
____________________________
meios de contato – telefone,
endereço, fax, e-mail)
----------------------------------------------
Nono passo Procure um Juizado Especial da Fazenda Pública
Qualquer pessoa pode ingressar com ações nos Juizados de forma
gratuita e sem a necessidade de contratar advogado. Mas isso só é
possível desde que o custo do medicamento seja de no máximo 60 salários
mínimos, num período de 12 meses. Em alguns estados brasileiros, os
Juizados Especiais ainda não estão em pleno funcionamento. Por isso,
vale checar se já há um juizado no seu Estado de origem.
Os Juizados Especiais da Fazenda Pública foram criados para julgar
causas contra Estados, Distrito Federal e Municípios, ou seja, é por
essa via que uma pessoa comum pode processar o governo. Portanto, cabe a
esses juizados apreciarem ações de fornecimento de medicamentos,
disponibilidade de vagas em leitos de hospitais e UTIs (Unidades de
Terapia Intensiva), além de realização de exames e cirurgias.
Décimo passo Procure a Defensoria Pública
Os defensores públicos são advogados que prestam serviços gratuitos
de orientação jurídica e de defesa para quem não pode pagar um advogado.
Via de regra, o defensor público atende pessoas que têm renda familiar
de até três salários mínimos. É indicado para casos de urgência. Ao
entrar em contato com um, mostre os mesmos documentos que foram
entregues na unidade de saúde junto à cópia do protocolo. Ela é a prova
de que houve a solicitação para contestar a negativa.
Você sabia que diversos alimentos naturais combatem doenças e até substituem remédios fortes e caros?
Mas quais são?
Como prepará-los?
Como tirar o melhor proveito?
E qual a melhor forma de trocar a farmácia pela feira?
Você acredita que uma fruta de preço acessível e comum em todo o Brasil pode acabar com a depressão?
Pois você vai conhecer a história da professora que trocou 15 remédios diários por biomassa de banana - ou seja, banana verde cozida e batida no liquidificador. E quem pensa que ela engordou, se engana. Além de controlar a doença, ainda perdeu 16 quilos e do jeito mais agradável: comendo.
E você já pensou em trocar as espinhas do rosto por uma dieta a base de maçã?
Foi o caso do engenheiro que, além de melhorar a aparência, ainda perdeu dezenas de quilos. Tudo porque trocou as gorduras e frituras da hora do lanche por uma simples e saborosa maçã.
Do outro lado do planeta, chega o hábito do chá verde - um poderoso elixir da vida que combate até o câncer, além de aumentar a longevidade.
E ainda, a dieta das famosas: a atriz de Hollywood que chega a comer salmão quatro vezes ao dia; a top model que chega a ficar 12 dias sem ingerir comida sólida; a dieta do ovo, a dieta alcalina e um cardápio sem fim de soluções mirabolantes que elas garantem que dá certo.
Buenos Aires é a cidade sede para o Congresso Internacional de Lupus.
Essa será a primeira vez que o congresso será realizado na América do
Sul.
Data: 18/04/2013 até 21/04/2013
Local de realização
País: Argentina
Cidade: Buenos Aires
Local: Hilton Hotel
Endereço: 351, C1106BKG Buenos Aires, C.f., Argentina
Estamos ansiosos para um intercâmbio global de ideias e
conceitos para ajudar a superar os desafios e as dificuldades
encontradas no cuidado de pessoas afetadas com Lupus. Nós
compartilhamos uma paixão por pesquisas que levam a encontrar a cura
para o lúpus e para melhorar a qualidade de vida para aqueles que sofrem
com ele.
Público alvo
Médicos e cientistas que queiram saber mais sobre novidades e tratamentos para o Lupus.
The 10th International Congress on SLE – Lupus 2013
18th to 21st April, 2013
Buenos Aires, Argentina
2013 World Congress
Buenos Aires is our host City for the 10th International Lupus
Congress, April 18th to April 21st 2013. This will be the first time the
Congress is
held in South America. Our Congress is the world's most
comprehensive clinical and scientific LUPUS meeting.
As physicians and scientists we look forward to a global exchange of
ideas and concepts to help us overcome the challenges and difficulties
encountered in the
care of those affected with LUPUS. We welcome LUPUS organizations
and developers of treatment strategies and diagnostic tests from around
the world to engage in a fruitful exchange of ideas. This will lead to
an unprecedented international synergy on understanding the pathogenesis
of this complex disorder, the optimal
use of current treatments, basic research and the development of
improved strategies for the successful conduct of clinical trials.
We share a passion for research leading to find the cure for LUPUS
and to improve the quality of life for those suffering with it. What
better setting to pursue
our passion than an inspirational cosmopolitan city with an
unmatched landscape.
We could not ask for a more exciting city to host this Congress than
Buenos Aires, a city known for its extensive cultural and ethnic
diversity and, of course
for the Tango; in this environment many international endeavors have
successfully taken place. This cultural and ethnic diversity is evident
everywhere in
Buenos Aires, but particularly in the downtown area where our
Congress will take place. The shops, restaurants and neighborhoods
surrounding this area provide
a comfortable and supportive environment for ad hoc meetings, always
a welcomed addition to the scheduled group sessions, seminars and
symposia.
CONGRESS VENUE
Hilton Hotel Buenos Aires
Address: Macacha Guemes 351, Buenos Aires, Argentina C1106BKG
Tel: 54-11-4891-0000 | Fax: 54-11-4891-0001
O lúpus eritematoso discoide é uma doença crônica e recorrente caracterizada por manchas arredondadas
vermelhas de bordos bem definidos na pele. A sua causa é desconhecida,
e é mais frequente no sexo feminino e mais ainda em mulheres com cerca
de 30 anos de idade. O leque de idades é muito mais amplo que o habitual
para o lúpus eritematoso sistêmico.
Sintomas
A erupção característica
pode persistir ou aparecer e desaparecer durante anos. O aspecto das manchas
muda com o tempo: no princípio, são vermelhas e redondas, de um centímetro
de diâmetro. Costumam aparecer nas faces, cana do nariz, couro cabeludo
e orelhas, mas podem aparecer também na parte superior do tronco, no dorso
dos braços e nas canelas; também são frequentes as úlceras
na boca. Se não se trata a doença, cada mancha estende-se gradualmente
e a parte central degenera deixando uma cicatriz. Em zonas muito escamosas,
os folículos obturados dilatam-se, deixando covas parecidas com pequenas
tachas de tapeçaria. As cicatrizes podem causar uma perda local do pêlo.
A erupção pode ser acompanhada de dor nas articulações e
de uma diminuição dos glóbulos brancos, mas só raramente
aparecem sintomas graves de lúpus eritematoso sistémico.
Diagnóstico e tratamento
O diagnóstico não é fácil
de confirmar porque a erupção no lúpus eritematoso discóide
pode ser idêntica à do lúpus eritematoso sistémico e semelhante
às erupções causadas por doenças como a rosácea, a
dermatite seborreica, o linfoma e a sarcoidose. Deve examinar-se meticulosamente
a história clínica e realizar uma investigação completa
para se assegurar de que outros órgãos não estão afectados.
Podem ser úteis análises de sangue para determinar o número de
glóbulos vermelhos e brancos e para avaliar a função renal e,
desse modo, afastar outros possíveis diagnósticos. Podem-se realizar
provas complementares para procurar anticorpos anti-ADN de cadeia dupla, que
se encontram em muitas pessoas com lúpus eritematoso sistémico, mas
em quase nenhuma das que têm lúpus eritematoso discóide. O tratamento,
se for imediatamente iniciado, pode prevenir ou reduzir a gravidade das cicatrizes
permanentes. A luz solar e os raios ultravioleta (como os administrados nas
salas de bronzeamento) podem agravar a erupção e, portanto, devem
ser evitados. Pode-se utilizar uma protecção solar como medida preventiva.
Em geral, a aplicação de um creme com corticosteróides é
eficaz para tratar as manchas pequenas. As erupções maiores e resistentes
requerem com frequência uns quantos meses de tratamento com corticosteróides
administrados por via oral ou com medicamentos imuno-supressores, como os utilizados
para tratar o lúpus eritematoso sistémico.
Novo medicamento para lúpus deve ser disponibilizado pelo SUS em todo o
Estado de Belo Horizonte
(Micofenolato de Mofetila)
A Justiça determinou que o Estado disponibilize o medicamento para o
tratamento do lúpus eritematoso sistêmico para todos os pacientes do Sistema
Único de Saúde (SUS) portadores da doença. A decisão é da juíza da 2ª
Vara da Fazenda Estadual de Belo Horizonte, Lílian Maciel Santos. A
medida foi estabelecida numa ação civil pública proposta pelo Ministério
Público (MP).
Segundo o MP, o medicamento micofenolato de mofetila não é
disponibilizado nas unidades de saúde e vários usuários do SUS têm
procurado ajuda na Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde para
prosseguir com o tratamento da patologia. O órgão argumentou que o
serviço de reumatologia do Hospital das Clínicas da UFMG remeteu ao
órgão uma nota técnica atestando que o medicamento, além de mais seguro e
efetivo, apresenta menos efeitos colaterais do que um outro tratamento
tradicionalmente utilizado.
O Estado alegou que já existe um programa público de saúde específico
para o tratamento dos portadores de lúpus e que os medicamentos
atualmente fornecidos foram escolhidos a partir de estudos feitos por
especialistas. Alertou que o micofenolato de mofetila pode expor os
pacientes a riscos desconhecidos, pois não possui indicação de bula para
o tratamento da doença e não há autorização da Agência Nacional de
Vigilância Sanitária (Anvisa) para o seu..
A juíza afirmou que, apesar da eficácia do medicamento já
disponibilizado pelo SUS, deve ser levado em conta que ele não atende a
todos os pacientes, já que segundo o Hospital das Clínicas: dos 450
pacientes portadores da doença, 60% têm nefrite e 30% não respondem ao
tratamento com a medicação.
Santos ressaltou que há depoimento médico declarando que o novo
medicamento já foi alternativo, mas atualmente é utilizado mundialmente,
sendo o primeiro a ser prescrito. De acordo com o depoimento, o Estado
só chega a disponibilizar o novo medicamento quando o paciente já perdeu
a função renal, mas deveria disponibilizá-lo preventivamente, para
evitar que o paciente chegue a esse estado grave. Para ela, o argumento
de que o remédio não possui indicação prevista em bula para o tratamento
acaba sendo uma solução “simplista”, já que a doença afeta diretamente os rins e, para essa situação, o medicamento já é indicado.
“A frágil alegação de que o medicamento não consta em bula para o
tratamento específico e que estão sendo realizados estudos, é muito
pouco para que o direto à saúde e à vida digna de vários portadores da
doença lúpus sejam relegados”, concluiu. Ela ainda acrescentou que, ao
ser disponibilizado o novo medicamento pela rede pública, caberá ao
médico verificar o tratamento mais adequado à situação de cada paciente.
Três pessoas morreram entre a tarde e a noite de segunda-feira (28)
após realizarem exames de ressonância magnética no hospital particular
Vera Cruz, em Campinas
(SP). A Vigilância em Saúde interditou o setor responsável pelo
procedimento da unidade por tempo indeterminado e pretende investigar se
o contraste, composto químico utilizado no exame, tem relação com as
mortes.
Segundo o corpo clínico do hospital, dois homens, de 36 e 39 anos, e
uma mulher, de 25 anos, morreram de parada cardiorrespiratória após
passar pelo exame. Dois começaram a passar mal minutos depois do exame e
um paciente chegou a deixar a unidade médica, mas retornou assim que
começou a sentir dores. O hospital afirma que as causas ainda são
desconhecidas e que aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML).
Outros 83 pacientes realizaram ressonâncias no mesmo dia, no entanto,
não apresentaram nenhum tipo de reação.
As vítimas efetuaram ressonância magnética de crânio, entre as 16h30 e
18h, em salas e com técnicos diferentes. Elas tinham situações clínicas
diferentes e não foram diagnosticados com doenças em estágio avançado.
Ambos preencheram um formulário declarando que não apresentavam nenhuma
restrição e estavam desacompanhados de familiares e conhecidos.
Após a constatação das mortes, a direção do Vera Cruz suspendeu as
atividades no setor e acionou a polícia. As salas e os materiais
utilizados durante os procedimentos foram lacrados, de acordo com a
direção da unidade. O caso foi registrado no 1° Distrito Policial da
cidade.
De acordo com a direção do hospital, a empresa responsável é
terceirizada e atua no local há 20 anos. São feitos por mês cerca de 1,8
mil ressonâncias e nenhuma ocorrência deste tipo foi registrada na
unidade. O Vera Cruz também informou que está colaborando com os órgãos
competentes.
Vigilância
Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, após a comunicação das
mortes feita pelo hospital à Vigilância em Saúde, foi solicitada o envio
de técnicos para a área de diagnósticos e também o Centro de Vigilância
do Estado foi notificado. Pacientes
A remoção dos corpos foi feita pelo IML às 2h desta terça, segundo o
Serviços Técnicos Gerais (Setec). Por recomendação da vigilância, os
corpos passaram por autópsia.
Entre as vítimas estão a administradora de empresa de Campinas Mayra
Cristina Augusto Monteiro, 25 anos, que deixa uma filha de 4 anos. O
enterro está previsto para às 16h30 no Cemitério da Conceição.
Também faleceu o paciente de Santa Rita de Cássia, o zelador Manuel Pereira de Souza, 39 anos, casado e pai de uma filha de 6 anos. Ele será enterrado na Bahia,
em um distrito da cidade natal. O terceiro paciente é Pedro José
Ribeiro Porto Filho, 36 anos, morador de Campinas. O local do enterro
ainda não foi divulgado.
O Pronto-Socorro do Hospital das Clínicas vai ser fechado para
reforma a partir de sexta-feira (1º). Dos 500 atendimentos diários,
cerca de 200 serão mantidos. Apenas casos mais graves e os pacientes que
têm consultas com otorrinolaringologistas e oftalmologistas continuarão
a ser atendidos mesmo com as obras, que devem durar um ano.
De acordo com Eloísa Bonfá, diretora clínica do HC, o atendimento aos
pacientes graves estará garantido. A orientação é que, durante esse
período, as pessoas procurerm a AMA ou pronto-socorro mais próximo a
sua residência.
A reforma irá multiplicar por três a capacidade de atendimento para
pacientes muito graves, como vítimas de acidentes de carro e
motocicletas. Serão criadas salas de ressuscitação, com baias especiais,
totalmente equipadas, com monitores, respiradores, além de outros
recursos avançados. O hospital ainda implantará o prontuário eletrônico.
O Hospital das Clínicas, considerado o maior complexo hospitalar da
América Latina, irá montar um grupo de acolhimento, que vai orientar as
pessoas e distribuir folhetos indicando endereços onde pacientes podem
procurar atendimento.
HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA FACULDADE DE MEDICINA
DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Localização
Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da
Universidade de São Paulo
Endereço
Av. Dr.
Enéas de Carvalho Aguiar, 255
Cerqueira César
05403-000
São Paulo - Brasil
Tel.: (0xx11) 2661-0000
Metrô Estação Clínicas - Ramal Paulista
Clique na imagem para ampliar
Estacionamento no HC Ordem de Serviço nº 20/2003 -
Regulamenta o estacionamento de veículos para clientes, servidores,
visitantes e prestadores de serviços, o trânsito de pedestres e
veículos e o acesso às vias internas do HCFMUSP.
Juliane Silveira A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) confirmou neste sábado (5)
que foi a leishmaniose a causa da morte da jovem Juliane Silveira, 29
anos. A educadora física morreu na madrugada de sexta-feira (4) em uma
clinica particular da Capital. Segundo a coordenadora do setor de
epidemiologia da secretaria, Erci Hirota, este é o primeiro óbito
provocado pela doença no município este ano. Em 2012, Campo Grande
registrou 245 casos de leishmaniose. A família da jovem já tinha
um exame que confirma o diagnóstico da doença. Ela também sofria ainda
de lupus, considerada uma comorbidade em casos de leishmaniose, ou seja,
um fator agravante. Dos casos registros no ano passado, nove
pessoas morreram vítima da doença. Em 2011 foram confirmados 202 casos e
três pessoas morreram de leishmaniose na Capital. http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/saude-confirma-morte-de-jovem-por-leishmaniose
O que é Leishmaniose É uma doença transmitida por protozoários do gênero Leishmania. No
Brasil existem atualmente seis espécies de protozoários responsáveis por
causar doença humana. As variedades mais encontradas são a Leishmaniose
Visceral (LV) e a Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA).
Leishmaniose Visceral
É conhecida como calazar, esplenomegalia tropical e febre dundun. É
infecciosa, mas não contagiosa. Acomete vísceras, como o fígado e o
baço, podendo ocasionar aumento de volume abdominal.
Transmissão
A LV é transmitida ao homem por meio da picada do inseto vetor
(Lutzomyia longipalpis) conhecido popularmente como "mosquito-palha,
birigui, asa branca, tatuquira e cangalhinha". Esses insetos têm hábitos
noturnos e vespertinos, atacando o homem e os animais principalmente no
início da noite e ao amanhecer.
Sintomas
Os sintomas mais freqüentes são febre e aumento do volume do fígado e
do baço, emagrecimento, complicações cardíacas e circulatórias,
desânimo, prostração, apatia e palidez. Pode haver tosse, diarréia,
respiração acelerada, hemorragias e sinais de infecções associadas.
Quando não tratada, a doença evolui podendo levar à morte até 90% dos
doentes.
Tratamento
O SUS oferece tratamento específico e gratuito para a doença. O
tratamento é feito com uso de medicamentos específicos a base de
antimônio, repouso e uma boa alimentação. A droga de primeira escolha
para tratamento de casos de LV é o antimoniato de N-metil glucamina
(Glucantime®).
É importante reforçar que quanto antes o doente procurar orientação
médica e tratamento, maior a possibilidade de recuperação e cura.
Prevenção
As medidas preventivas visam a redução do contato homem-vetor, podendo
ser realizadas medidas de proteção individual, dirigidas ao vetor e à
população canina, tais como: uso de mosquiteiros com malha fina, telagem
de portas e janelas, uso de repelentes, manejo ambiental, através da
limpeza de quintais, terrenos e praças, eliminação de fontes de umidade,
não permanência de animais domésticos dentro de casa, eliminação e
destino adequado de resíduos sólidos orgânicos, entre outras medidas de
higiene e conservação ambiental que evitam a proliferação do inseto
vetor.
Leishmaniose Tegumentar Americana
É uma doença infecciosa, não contagiosa, que provoca úlceras na pele e
mucosas. É transmitida ao homem pela picada das fêmeas de flebotomíneos
infectadas.
Transmissão
A transmissão ocorre pela picada de fêmeas de flebotomíneos infectadas.
Sintomas
As lesões podem ocorrer na pele e/ou mucosas. As lesões de pele podem
ser única, múltiplas, disseminada ou difusa. Apresentam aspecto de
úlceras, com bordas elevadas e fundo granuloso, geralmente indolor. As
lesões mucosas são mais freqüentes no nariz, boca e garganta. Quando
atingem o nariz podem ocorrer entupimentos, sangramentos, coriza e
aparecimento de crostas e feridas. Na garganta, dor ao engolir,
rouquidão e tosse.
Tratamento
O SUS oferece tratamento específico e gratuito para a doença. O
tratamento é feito com uso de medicamentos específicos a base de
antimônio, repouso e uma boa alimentação. A droga de primeira escolha
para tratamento de casos de LTA é o antimoniato de N-metil glucamina
(Glucantime®). Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a dose do
Glucantime® deve ser calculada em mg/Sb+5/Kg/dia, Sb+5, significando
antimônio pentavalente. Para as lesões cutâneas, o esquema de tratamento
é de 15 mg/Sb+5/Kg/dia por um período de 20 dias e para cutânea difusa o
tratamento é de 20 mg/Sb+5/Kg/dia por um período de 20 dias.
Para as lesões mucosas, é recomendada a dose de 20 mg/Sb+5/Kg/dia por
um período de 30 dias. Outras opções terapêuticas disponíveis nos
serviços de saúde são: isotionato de pentamidina e anfotericina B. Prevenção
O Ministério da Saúde recomenda ações dirigidas à:
População humana: medidas de proteção individual, tais como usar
repelentes e evitar a exposição nos horários de atividades do vetor
(crepúsculo e noite) em ambientes onde este habitualmente possa ser
encontrado;
Vetor: manejo ambiental, através da limpeza de quintais e terrenos, a
fim de alterar as condições do meio, que propiciem o estabelecimento de
criadouros para formas imaturas do vetor;
Atividades de educação em saúde: devem ser inseridas em todos os
serviços que desenvolvam as ações de vigilância e controle da LTA,
requerendo o envolvimento efetivo das equipes multiprofissionais e
multiinstitucionais com vistas ao trabalho articulado nas diferentes
unidades de prestação de serviços.