segunda-feira, 21 de abril de 2014

Vacinação Contra a Gripe de começa dia 22 /04 e vai até 09/05/2014

Neste ano, a faixa etária das crianças foi ampliada, com a inclusão dos menores de cinco anos. O público prioritário para a imunização é de 49,6 milhões de pessoas em todo o país.  
A campanha nacional de vacinação contra gripe deste ano será realizada de 22 de abril a 9 de maio, sendo 26 o dia de mobilização nacional. A novidade deste ano é a ampliação da faixa etária para crianças de seis meses a menores de cinco anos. No ano passado, o público infantil foi de seis meses a menores de dois anos. A estratégia de mobilização para todo o país, executada em parceria com estados e municípios, foi anunciada nesta quarta-feira (02) pelo ministro da      Saúde, Arthur Chioro.
O público-alvo da campanha é de 49,6 milhões de pessoas e a meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% desta população, considerada de risco para complicações por gripe. Além das crianças de seis meses a menores de cinco anos, integram este grupo pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. As pessoas portadoras de doenças crônicas não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais também devem se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de vacinação.
Durante a apresentação da campanha, o ministro Arthur Chioro destacou a importância da ampliação da vacina ao público infantil. “A extensão da faixa etária para os menores de cinco anos tem como finalidade reduzir casos graves e óbitos”, ressaltou. Segundo o ministro, a vacinação desta faixa etária beneficia tanto a criança que recebe a vacina, como também os grupos mais vulneráveis que convivem com ela. Assim, são imunizadas, indiretamente, lactentes menores de seis meses de idade (crianças amamentadas); idosos e pessoas com doenças crônicas. Outro fator que contribuiu para a inclusão desta faixa-etária foi o fato de que as taxas de internação em crianças menores de cinco anos, em 2013, terem se igualado a dos idosos.
O ministro lembrou ainda que, apesar das diferenças climáticas no país, as recomendações para prevenção da gripe são mesmas para todas as regiões. “É importante manter os hábitos saudáveis de higiene, como lavar as mãos sempre e manter os ambientes arejados”, aconselhou. Ele explicou ainda que o Ministério da Saúde, em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde, está preparando a rede e as equipes de saúde para o atendimento dos pacientes com gripe. Esta preparação também inclui a realização de diagnósticos e abastecimento dos estados e municípios com antivirais. “Todo o recurso que investimos em prevenção, retorna à sociedade, seja na melhoria da qualidade de vida da população ou pela diminuição dos casos graves e óbitos”, afirmou Chioro.
O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, destacou a importância do lançamento da campanha neste período que antecede o inverno, estação mais propícia para a gripe. “A criação de anticorpos ocorre entre duas e três semanas após a aplicação da dose. Por isso é importante que as pessoas procurarem a vacinação no período da campanha. Assim, quando chegar o inverno, estarão protegidas”, afirmou Barbosa. O período de maior circulação da gripe é de final de maio a agosto. O secretário ressaltou que a vacina contra a influenza é diferente das demais porque tem efeito limitado, ou seja, é elaborada apenas no período da sazonalidade.

SEGURANÇA - A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Esta definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

DOSES - Serão distribuídas 53,5 milhões de doses da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela OMS para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B).  Em todo o país, serão 65 mil postos de vacinação, com envolvimento de 240 mil pessoas. Também estarão disponíveis para a mobilização 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.
As pessoas com doenças crônicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

CAMPANHA- Com tema “Vacinação contra a gripe: você não pode faltar”, a campanha do Ministério da Saúde para este ano orienta cada público prioritário a procurar os postos vacinação no período da mobilização. A campanha será veiculada na TV, rádio, mídia exterior, mídia impressa e internet. O custo total da campanha é de R$ 14 milhões.

MEDIDAS DE PREVENÇÃO – A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.
Em caso de síndrome gripal, deve-se procurar um serviço de saúde o mais rápido possível. A vacina contra a gripe não é capaz de eliminar a doença ou impedir a circulação do vírus, por isso, as medidas de prevenção são muito importantes, particularmente durante o período de maior circulação viral, entre os meses de junho e agosto.
Também é importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe - especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações - devem procurar, imediatamente, o médico. Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

REAÇÕES ADVERSAS – Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor no local da injeção, eritema e induração. São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos passam, na maioria das vezes, em 48 horas.  A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.

PRODUÇÃO NACIONAL – As doses da vacina contra a gripe foram adquiridas por meio da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) entre o Instituto Butantan e o laboratório privado Sanofi. O acordo, intermediado pelo Ministério da Saúde, permitiu que Instituto Butantan dominasse todas as etapas de produção da vacina.

Categorias de risco clínico com indicação para vacina contra influenza 

Categoria   de risco clínico
Indicações
Doença
respiratória crônica
Asma   em uso de corticóides inalatório ou sistêmico (Moderada ou Grave);
DPOC;
Bronquioectasia;
Fibrose   Cística;
Doenças   Intersticiais do pulmão;
Displasia   broncopulmonar;
Hipertensão   arterial Pulmonar;
Crianças   com doença pulmonar crônica da prematuridade.
Doença
cardíaca crônica
Doença   cardíaca congênita;
Hipertensão   arterial sistêmica com comorbidade;
Doença   cardíaca isquêmica;
Insuficiência   cardíaca.
Doença renal crônica
Doença   renal nos estágios 3,4 e 5;
Síndrome   nefrótica;
Paciente   em diálise.
Doença
hepática crônica
Atresia   biliar;
Hepatites   crônicas;
Cirrose.
Doença neurológica crônica
Condições em que a função respiratória   pode estar comprometida pela doença neurológica;
Considerar as necessidades clínicas   individuais dos pacientes incluindo: AVC, Indivíduos com paralisia cerebral,   esclerose múltipla, e condições similares;
Doenças hereditárias e   degenerativas do sistema nervoso ou muscular;
Deficiência neurológica grave.
Diabetes
Diabetes   Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos.
Imunossupressão
Imunodeficiência   congênita ou adquirida
Imunossupressão   por doenças ou medicamentos
Obesos
Obesidade   grau III.
Transplantados
Órgãos   sólidos;
Medula   óssea.
Portadores
de trissomias
Síndrome   de Down, Síndrome de klinefelter, Sídrome de Wakany, dentre outras   trissomias.

Por Carlos Américo, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa – Ascom/MS
(61) 3315-2577/6258/3580  

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/11694-campanha-nacional-de-vacinacao-a-contra-gripe-comeca-dia-22

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Participe do Programa Cadastro-Inclusão de Pessoas com deficiência e mobilidade reduzida


Prefeitura reabre censo para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida

Cadastro Inclusão pretende mapear perfil de moradores da cidade. 

Do G1 São Paulo 10/04/2014 10h43 - Atualizado em 10/04/2014 12h39

A Prefeitura de São Paulo reabre, nesta quinta-feira (10) o Cadastro Inclusão, que pretende mapear o perfil das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida que moram na cidade. Com o censo, a Prefeitura quer aperfeiçoar políticas públicas direcionadas a esas pessoas.
O cadastro é feito somente pelo site www.cadastroinclusao.sp.gov.br (disponível a partir das 14h). As pessoas devem preencher uma ficha informando o tipo de deficiência, faixa etária, gênero, grau de escolaridade, tipo de trabalho e habitação, além de quais serviços públicos têm acesso. Segundo a Prefeitura, todas as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida podem participar do programa, inclusive crianças.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/04/prefeitura-reabre-censo-para-pessoas-com-deficiencia-e-mobilidade-reduzida.html 
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Perguntas Frequentes:
O que é:
Cadastro online de dados que permite identificar o perfil socioeconômico e comportamental de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, moradoras da cidade de São Paulo.
Objetivo:
Oferecer subsídios à Prefeitura de São Paulo para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Público-alvo:
Todas as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, moradoras da cidade de São Paulo, poderão participar deste programa, sejam elas crianças (por meio do preenchimento dos pais e/ou responsáveis), jovens, adultos e idosos.
Histórico:
Em 2012, a Prefeitura lançou o Censo Inclusão, que consistia em duas etapas. A primeira foi encerrada em agosto no ano passado, quando foram recebidos 42 mil questionários, entre aqueles enviados aos domicílios paulistanos e os que foram respondidos diretamente no site. Deste total, 35 mil foram considerados válidos. A segunda etapa é a continuidade da captação dos dados, que será permanente e por meio do Cadastro Inclusão na internet.
Cadastro Novo:
- Acessar o site www.cadastroinclusao.sp.gov.br.
- Clicar no botão “Acessar Cadastro-Inclusão”.
- Clicar em “Novo Cadastro”.
- Preencher os campos obrigatórios: Nome completo / data de nascimento / nome completo da mãe ou do responsável.
- Digitar as letras que aparecem no campo de validação e clicar em “Continuar”.
- Preencher o email no campo “Login”.
- Escolher e digitar uma senha e clicar em “Confirmar”.
- Ler atentamente as recomendações e clicar em “Concorda”.
- Preencher os dados pessoais e clicar em “Confirmar”.
- Responder as 27 questões.
- Ao término, conferir a tela com as respostas, clicar no campo “Atesto que...”, e depois em “Finalizar”.
Para quem já respondeu o Censo Inclusão em 2012:
As pessoas que já responderam o questionário do Censo Inclusão (via formulário impresso ou internet) no ano passado não precisam preencher novamente, a não ser que haja necessidade de atualizar algum dos dados informados.
Para isso, há dois procedimentos diferentes:
1) Se a pessoa respondeu pelo formulário impresso, basta acessar o site www.cadastroinclusao.sp.gov.br, clicar em “Acessar Cadastro-Inclusão”, e depois clicar em “Alterar cadastro enviado por formulário”. Feito isso, inserir as três informações chave: Nome completo, data de nascimento e nome da mãe ou responsável. O cadastro será aberto, permitindo a alteração das informações.
2) Se a pessoa respondeu o cadastro pela internet, basta acessar o site www.cadastroinclusao.sp.gov.br, clicar em “Acessar Cadastro-Inclusão”, e depois em “Corrigir Cadastro”. Preencher o email no campo “Login”, a senha cadastrada no ano passado, digitar as letras que aparecem no quadro de validação e clicar em “Confirmar”. Caso não lembre mais da senha ou do seu login, a pessoa deve clicar em “Acessar Cadastro-Inclusão” e depois em “Esqueci meu login e senha”. Em seguida, preencher os campos obrigatórios: Nome completo / data de nascimento / nome completo da mãe ou responsável. Inserir o telefone de contato, preencher as letras que aparecem no quadro de validação e clicar em “Confirmar”. Um atendente entrará em contato com a pessoa para orientá-la sobre a recuperação da senha.
OBS: É possível que a pessoa entre com os dados e o site não localize seu formulário. Isso pode acontecer porque alguns questionários não foram preenchidos corretamente ou foram preenchidos de maneira ilegível, dessa forma não foi possível incorporá-los ao programa. No entanto, o site permite que seja preenchido um novo formulário.
Características do cadastro:
- 27 perguntas de múltipla escolha que abordam o tipo de deficiência, faixa etária, gênero, grau de educação, tipo de trabalho e habitação, quais serviços tem acesso em áreas como saúde, transporte, esporte e cultura, entre outras.
- RG e CPF não são campos obrigatórios, mas há necessidade de informar um endereço de email, além do nome completo, data de nascimento e nome da mãe ou responsável.
Recursos de acessibilidade:
Há diversos recursos como ampliação de texto e contraste para pessoas com baixa visão e idosos, compatibilidade com os principais leitores de tela para as pessoas com deficiência visual e possibilidade de navegação com mouse, teclado ou outro dispositivo. O site ainda disponibiliza vídeos contendo a tradução de todos os textos para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Sobre o Cadastro
O Cadastro-Inclusão é um programa da Prefeitura de São Paulo para identificar, mapear e cadastrar o perfil socioeconômico das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, no âmbito do Município de São Paulo. Instituído pela Lei nº. 15.096 de 05 de janeiro de 2010, e regulamentado pelo Decreto nº. 52.241 de 14 de abril de 2011, tem como objetivo facilitar o desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao atendimento das necessidades das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
O Cadastro-Inclusão ficará aberto até 2015
O Cadastro-Inclusão deverá conter informações quantitativas sobre os tipos e graus de deficiência encontrados e informações necessárias para contribuir para a qualificação, quantificação e localização das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
A coordenação desse programa é responsabilidade da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida.
Se você, ou alguém da sua família, possui alguma dessas características, é fundamental que preencha esse formulário, para que possamos melhorar e ampliar os serviços públicos oferecidos nas áreas da saúde, transporte, educação, cultura, lazer entre outras.

 Questionário

Questão 1Qual(is) tipo(s) de deficiência(s) ou restrição de mobilidade você possui?
Questão 2Quando você adquiriu?
Questão 3É interditado judicialmente?
Questão 4Causa da deficiência ou restrição da mobilidade:
Questão 5Sobre a escrita do Português, você considera que:
Questão 6Sobre a leitura do Português, você considera que:
Questão 7Frequenta escola ou faculdade?
Questão 8Tipo(s):
Questão 9Escolaridade:
Questão 10Quais as principais dificuldades em seu ambiente escolar:
Questão 11Sua escola oferece:
Questão 12Trabalha?
Questão 16Se não trabalha, qual(is) o(s) motivo(s)?
Questão 17Renda pessoal:
Questão 18Mobilidade:
Questão 19Quais formas utiliza para comunicação?
Questão 20Utiliza assistência à saúde:
Questão 21Faz algum tipo de tratamento, acompanhamento ou reabilitação relacionado à deficiência ou restrição de mobilidade?
Questão 22Frequenta algumas destas atividades?
Questão 23Pratica atividade física/esportiva?
Questão 24Tipo(s) de transporte utilizado(s):
Questão 25Com relação à moradia:
Questão 26Qual(is) tipo (s) de meios de comunicação você utiliza?
Questão 27Assinale quem prestou as informações:

  - Acessar o site para fazer o Cadastro  www.cadastroinclusao.sp.gov.br.

sábado, 5 de abril de 2014

LES - Fórum de Debates em Doenças Reumáticas

Fórum de Debates em Doenças Reumáticas 
Apalurj Associação de Lúpus RJ 
Será realizado no próximo dia 10 de abril de 2014 no auditório principal do Hospital Federal da Lagoa, o Fórum de Informações em Reumatologia.
O programa incluirá informações e esclarecimentos sobre os principais sintomas e as principais doenças reumatológicas para pessoas da população geral, pacientes e familiares. Temas como Artrose, Fibromialgia, Lúpus Eritematoso Sistêmico, Artrite Reumatoide,
Osteoporose, Bursites e Tendinites serão abordados. Também haverá oportunidade de reconhecer os principais aspectos da Febre Reumática e manifestações reumatológicas de doenças comuns como a Diabetes, Hanseníase e Hepatite.
Nesse mesmo dia, ocorrerá a segunda edição da Lúpus Fashion Week, evento que inclui desfiles e orientações de como a moda pode contribuir para a proteção e recuperação da auto estima.

Este é um evento organizado pela Sociedade de Reumatologia do Rio de Janeiro com apoio da Associação de Pacientes com Lúpus do Rio de Janeiro e Universidade do Estado do Rio de Janeiro.


Informações e inscrições:
Sociedade de Reumatologia do RJ
Tel: (21) 2549-4114
10 Abril 2014   
Um evento para pacientes, seus familiares e público em geral
Local: Anfiteatro do Hospital Federal da Lagoa
Rua Jardim Botânico, 501- Lagoa - RJ

PROGRAMAÇÃO - 10 de Abril  QUINTA-FEiRA
08:30 – 8:40h -  ABERTURA – Evandro Klumb e Mauro Goldfarb
08:40 – 9:00h -  CONFERÊNCIA DE ABERTURA
A ARTE E A VIDA DE PAUL KLEE – Waldinea Araújo
 
1ª MESA: Coordenadores: Ana Beatriz Vargas e Roger Levy
9:00 – 9:20h - ColunA – Laura Mendonça
9:20 – 9:40h - Gota – Ana Beatriz Vargas
9:40 – 10:00h - ARTROSE E BURSITES – Selma Merenlender
10:00 – 10:20h - DEBATES
10:20 – 11:00h - DOENÇAS DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES – Kátia Lino / Blanca Bica
11:00 – 11:30h - INTERVALO
 
2ª MESA: Coordenadores: João Luiz Vaz e Jaime Danowski
11:30 – 11:50h - OSTEOPOROSE E RiSCO dE FRATURAS – Pedro Haddad
11:50 – 12:10h - ESPONDILOARTRiTES – Breno Bianchi
12:10 – 12:30h - DEBATES
12:30 – 12:50h - ALMOÇO
12:50 – 14:00h - O PAPEL DO PACiENTE NO CUIDADO À SAÚDE
 
Wanda Heloisa Ferreira / Debate: Roger Levy
14:00 – 14:30h - FIBROMIALGIA – José Verztman
14:30 – 15:00h - ARTRiTE REUMATOIDE – Marcelo Pacheco /Geraldo Castelar
15:00 – 15:30h - LES E OUTRAS DOENÇAS AUTOIMUNE - Evandro Klumb / Adriana Danowsk 
15:30 – 16:30h - ENCERRAMENTO – Evandro Klumb e Elisa Albuquerque
dJ: natan / Lúpus Fashion Week

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Caixa preta da Saúde faça a sua parte.Denuncie !

Este espaço foi criado para que todos, sem exceção, denunciem a situação encontrada em hospitais, postos e unidades de saúde em todos os pontos deste país.
Este é um site de ação colaborativa cujo propósito é contribuir para mudar a situação da saúde no Brasil. Para que seja o que ele realmente tem potencial para ser, se administrada com competência e honestidade, nós precisamos de todos os brasileiros, usuários ou não do SUS.
Queremos lutar por um Sistema Único de Saúde que faça atendimento UNIVERSAL E EFICIENTE para todos, como prevê a consituição federal. Todos possuem os mesmos direitos e mesmo padrão de qualidade, sejha nas pequenas ou nas grandes cidades.
Seja profissional do setor ou usuário do sistema, sua participação é muito importante. Ajude a mudar a situação da saúde! Envie seus vídeos, suas fotos e faça suas denúncias.
Vamos abrir esta caixa-preta e mostrar o que realmente acontece no Brasil. Afinal, Saúde é assunto sério.

Clik aqui e faça a sua Denuncia >>  http://www.caixapretadasaude.org.br/

Telefones úteis - Disque Saúde – 136

Ministério da Saúde -  (61) 3315.2425
Disque Saúde – Ministério da Saúde - 0800 611997
Disque DST-AIDS (Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo) – 0800 162550
Disque Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) - 0800 7019656
Disque Intoxicação - 0800 7226001
Secretarias Estaduais de Saúde
Secretaria de Estado da Saúde do Acre
Rua Benjamim Constant, 830 – Centro – Rio Branco/AC
Telefone: (68) 3212 – 4141 / 4142
Secretarias Municipais de Saúde

Relação das Secretarias Municipais de Saúde do Estado do Acre
Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas
Av. da Paz, 978 – Centro – Maceió/AL
Telefone: (82) 3315 -1152 /1105/1163/1105/1152
Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas
Av. André Araújo, 701 – Aleixo – Manaus/AM
Telefone: (92) 3643 – 6391/6302/ 6391/6432/6398/6387 - www.saude.am.gov.br - ouvidoria.sus@pmm.am.gov.br
Secretaria de Estado da Saúde do Amapá
Av. FAB, 069 – Centro – Macapá/AP
Telefone: (96) 3312 – 1527/1502/1500
Secretaria de Estado da Saúde da Bahia
Centro Administrativo da Bahia – 4
Av. Plat. 6 Lado ‘’B’’- 3º andar – Salvador/BA
Telefone: (71) 3115 – 4174/4168/4275
Secretaria de Estado da Saúde do Ceará
Av. Almirante Barroso, 600 – Praia de Iracema – Fortaleza/CE
Telefone: (85) 3101 – 5124/5126
Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal
SAIN Parque Rural, s/n – Brasília/DF
Telefone: (61) 3347-3235 / 3348 – 6104
Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo
Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, 2025 – Bento Ferreira – Vitória/ES
Telefone: (27) 3137-2306 / 2309 / 2333
Secretaria de Estado da Saúde de Goiás
Rua SC 1, 299 – Parque Santa Cruz – Goiânia/GO
Telefone: (62) 3201-2444/3768/3822
Secretaria de Estado da Saúde - Maranhão
Av. Carlos Cunha, s/n – Calhau – São Luiz/MA
Telefone: (98) 3218 – 2338 / 3227- 0763 / 3218 – 8746/ 8749
Secretaria de Estado da Saúde de Mato Grosso
Centro Político Administrativo
Rua D, Quadra 12, lote 2, Bloco 5 – Cuiabá/MT
Telefone: (65) 3613 – 5310/5458/5311/5312/5314
Secretaria de Estado da Saúde de Mato Grosso do Sul
Parque dos Poderes – Bloco 7 – Jardim Veraneio – Campo Grande/MS
Telefone: (67)3318 -1720/1717/1716
Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais
Rodovia Prefeito Américo Rene Gianetti, s/n – Prédio Minas – 12º andar
Bairro Serra Verde – Belo Horizonte/MG
Telefone: (31) 3916 – 0618 / 0619 / 0620
Secretaria de Estado da Saúde do Pará
Av. Conselheiro Furtado, 1597 – Cremação – Belém/PA
Telefone: (91) 4006 – 4814/4800/4802/4803/4804/4805
Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba
Av. Dom Pedro II, 1826 – Torre – João Pessoa/PB
Telefone: (83) 3218 – 7438/7485/7428
Secretaria de Estado da Saúde do Paraná
Rua Piquiri, 170 – Rebouças – Curitiba/PR
Telefone: (41) 3330 – 4400/4409/4300
Secretaria de Estado da Saúde de Pernambuco
Rua Dona Maria Augusta Nogueira, 519 – Bongi – Recife/PE
Telefone: (81) 3184 – 0148 / 0158
Secretaria de Estado da Saúde do Piauí
Av. Pedro Freitas, s/n – Bloco “A” Centro administrativo – Teresina/PI
Telefone: (86) 3216 – 3557 / 3595/3559/3627
Secretaria de Estado da Saúde do Rio de Janeiro
Rua Graça Aranha, 182 – 4º andar – Centro – Rio de Janeiro/RJ
Telefone: (21) 2332 – 6123/6122/6135
Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Norte
Av. Deodoro, 730 – Ed. do INAMPS – 8º andar – Natal/RN
Telefone: (84) 3232 – 7432/7456/2628/2611/2610/2596/
Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Sul
Av. Borges de Medeiros, 1501 – 6º andar – Porto Alegre/RS
Telefone: (51) 3288 – 5803/5804/5805/5806
Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia
Rua Gonçalves Dias, 812 – Bairro Olaria – Porto Velho/RO
Telefone: (69)3216 – 7355/5296/5287
Secretaria de Estado da Saúde de Roraima
Rua Madri, 180 – Bairro Aeroporto – Boa Vista/RR
Telefone: (95) 3623 -1690 / 2121-0501/2121-0505
Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina
Rua Esteves Júnior, 160 – Ed. Halley – 7º andar – Centro – Florianópolis/SC
Telefone: (48) 3221-2080/2016 / 2333
Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
Av. Dr. Eneas de Carvalho Aguiar, 188 – 7º andar – São Paulo/SP
Telefone: (11) 3081 – 3911/ 3066 – 8885
Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe
Praça General Valadão, 32 – Palácio Serigi – Aracaju/SE
Telefone: (79) 3234 – 9580 /3234 – 9568
Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins
Praça dos Girassóis – Esplanada das Secretarias
Secretaria de Saúde – Palmas/TO
Telefone: (63) 3218 – 1713/1730
Ouvidoria Municipal de Saúde PB (83) 3214-7968 / 160 –
Ouvidoria SUS/DF – Telefone: 160 | E-mail ouvidoria@saude.df.gov.br
Ouvidoria SUS de Campo Grande/MS – (067)33843737 – 33121130  Ouvidoria SUS/MA – 0800 61 1997
Ouvidoria SUS/RS - 0800 6450 644Ouvidoria Conselho Nacional de Justiça – (61) 2326-4607 / 2326-4608Endereço para correspondência e atendimento presencial: Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça – SEPN 514, bloco B, lote 7, sala 105 – Brasília/DF – CEP 70760-542Conasems – (61) 3223-0155 Conass – (61) 3222 3000
http://www.caixapretadasaude.org.br/

 Saiba Como Funciona O Projeto Caixa Preta Da Saúde 
Que Deve Ajudar A População

Site recebe denúncias sobre atendimento em hospitais do país

Em 22 dias, site já recebeu mais 1,2 mil denúncias.
Página na internet é uma iniciativa da Associação Médica Brasileira.   

Veruska Donato São Paulo



Uma iniciativa da Associação Médica Brasileira (AMB) está denunciando os absurdos que acontecem nos hospitais do país. Um site foi criado para receber depoimentos, vídeos e fotos dos pacientes.  A página está no ar há 22 dias e já publicou mais de 1,2 mil denúncias, como falta de leitos, de remédios, maus tratos e demora no atendimento.
No Hospital Geral de Fortaleza, o teto cedeu no inicio da semana e a água jorrou na sala onde os pacientes aguardavam a transferência para a UTI. A chuva também alagou o quarto e o banheiro dos médicos do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal.
Os vídeos que registram essas situações foram colocados no site www.caixapretadasaude.org.br*, chamado de caixa-preta da saúde. Em um mapa do Brasil,  cruzes representam as denúncias feitas por pacientes de todo o país.
Um desses pacientes diz que o Centro de Especialidades João Kayatt, em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, começa a fazer as fichas às 9h40 e o médico chega depois das 12hs. Outro paciente diz que há oito meses espera atendimento na Unidade Regional de Saúde de Uberaba, em Minas Gerais.
As denúncias sobre os hospitais, públicos e particulares, são checadas pela própria Associação Médica Brasileira e, só depois, vão para a internet. A principal reclamação é a demora no atendimento. Os problemas com remédios (37%), leitos (31%) e materiais (27%) também estão entre as principais denúncias.
“Cabe aos gestores tentar sanar aquela dificuldade encontrada. Se a queixa for relevante, repetitiva ou de extrema importância caberá a Associação Médica Brasileira e suas sociedades encaminhar ao Ministério Público”, explica Antônio Jorge Salomão, primeiro-secretário da AMB.
O maior número de reclamações vem do estado de São Paulo. Um dos hospitais citados no site Caixa Preta da Saúde é do Campo Limpo, na capital paulista. Na terça-feira (1), o Bom Dia São Paulo denunciou as condições do pronto-socorro do hospital, onde os pacientes são atendidos em macas nos corredores.
Um paciente com câncer chegou a ficar 13 horas no corredor e  agora está em uma enfermaria com homens e uma mulher. “Os homens urinam em vidros e essa moça está lá presenciando absolutamente tudo”, diz uma mulher.
O secretário de Saúde de São Paulo, José de Filippi Júnior, reconheceu o problema e disse que nos próximos dias o hospital vai ganhar mais 41 leitos: “Vinte leitos adultos para homens e mulheres, dez para crianças, nove leitos de emergência e mais dois leitos especiais de isolamento”.
A AMB acredita que a exposição das denúncias obriga os gestores a resolver os problemas. “A caixa-preta é uma ferramenta online que dá chance ao povo de qualquer local do país, a qualquer hora, fazer sua denúncia através de escrita. Tudo daquilo que ela encontrou de dificuldade para seu atendimento na saúde publica”, afirma José de Filippi.
O forro de gesso que caiu na sala onde estavam os pacientes no Hospital Geral de Fortaleza já foi consertado e a sala foi reformada. O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, também informou que o cano que estourou na sala dos médicos já está consertado.
A Secretaria de Saúde de Uberaba informou que está fazendo mutirões e parcerias com uma universidade para resolver os problemas na Unidade Regional de Saúde Doutor Lineu José Miziara.
A Prefeitura de Caçapava do Sul, no Rio Grande do Sul, disse que a partir do dia 29 de abril, o sistema de saúde será interligado e os agendamentos de consultas serão por telefone.

* Caso não consiga acessar o site, tente novamente mais tarde, pois a página pode estar congestionada.

Este espaço foi criado para que todos, sem exceção, denunciem a situação encontrada em hospitais, postos e unidades de saúde em todos os pontos deste país.
Este é um site de ação colaborativa cujo propósito é contribuir para mudar a situação da saúde no Brasil. Para que seja o que ele realmente tem potencial para ser, se administrada com competência e honestidade, nós precisamos de todos os brasileiros, usuários ou não do SUS.
Queremos lutar por um Sistema Único de Saúde que faça atendimento UNIVERSAL E EFICIENTE para todos, como prevê a consituição federal. Todos possuem os mesmos direitos e mesmo padrão de qualidade, sejha nas pequenas ou nas grandes cidades.
Seja profissional do setor ou usuário do sistema, sua participação é muito importante. Ajude a mudar a situação da saúde! Envie seus vídeos, suas fotos e faça suas denúncias.
Vamos abrir esta caixa-preta e mostrar o que realmente acontece no Brasil. Afinal, Saúde é assunto sério.

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2014/04/site-recebe-denuncias-sobre-atendimento-em-hospitais-do-pais.html 

terça-feira, 25 de março de 2014

Protocolo clínico do Lúpus LES - Diagnostico e Tratamento

DIAGNÓSTICO -
Lúpus eritematoso disseminado (sistêmico)

INTRODUÇÃO
Lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune sistêmica caracterizada pela produção de autoanticorpos, formação e deposição de imunocomplexos, inflamação em diversos órgãos e dano tecidual.

Sua etiologia permanece ainda pouco conhecida, porém sabe- se da importante participação de fatores hormonais, ambientais, genéticos e imunológicos para o surgimento da doença.

As características clínicas são polimórficas, e a evolução costuma ser crônica, com períodos de exacerbação e remissão.

A doença pode cursar com sintomas constitucionais, artrite, serosite, nefrite, vasculite, miosite, manifestações mucocutâneas, hemocitopenias imunológicas, diversos quadros neuropsiquiátricos, hiperatividade reticuloendotelial e pneumonite.

CLASSIFICAÇÃO ESTATÍSTICA INTERNACIONAL DE DOENÇAS E PROBLEMAS RELACIONADOS À SAÚDE

(CID-10)
M32.1 Lúpus eritematoso disseminado (sistêmico) com comprometimento de outros órgãos e sistemas

M32.8 Outras formas de lúpus eritematoso disseminado (sistêmico)

Para o diagnóstico de LES, é fundamental a realização de anamnese e exame físico completos e de alguns exames laboratoriais que podem auxiliar na detecção de alterações clínicas da doença, a saber:

- hemograma completo com contagem de plaquetas;

- contagem de reticulócitos;

- teste de Coombs direto;

- velocidade de hemossedimentação (VHS);

- proteína C reativa;

- eletroforese de proteínas;

- aspartato-aminotransferase (AST/TGO);

- alanina-aminotransferase (ALT/TGP);

- fosfatase alcalina;

- bilirrubinas total e frações;

- desidrogenase láctica (LDH);

- ureia e creatinina;

- eletrólitos (cálcio, fósforo, sódio, potássio e cloro);

- exame qualitativo de urina (EQU);

- complementos (CH50, C3 e C4);

- albumina sérica;

- proteinúria de 24 horas; - VDRL; e

- avaliação de autoanticorpos (FAN, anti-DNA nativo, anti- Sm, anticardiolipina IgG e IgM, anticoagulante lúpico, anti-La/SSB, anti-Ro/SSA e anti-RNP).

A solicitação dos exames deve basear-se na avaliação clínica de cada paciente.

Nos critérios de classificação da doença, encontrasse algumas das alterações que podem ser observadas nos exames. Em casos de alteração, a conduta é definida pelo médico assistente, que deve ser capacitado para o tratamento desta doença.

O diagnóstico é estabelecido a partir da presença de pelo menos 4 dos 11 critérios de classificação, em qualquer momento da vida dos pacientes, propostos pelo American College of Rheumatology (ACR) em 1982 (33) e revisados em 1997, (34) aceitos universalmente, conforme descritos abaixo.

1. Eritema malar: eritema fixo, plano ou elevado nas eminências malares, tendendo a poupar a região nasolabial.

2. Lesão discoide: lesão eritematosa, infiltrada, com escamas queratóticas aderidas e tampões foliculares, que evolui com cicatriz atrófica e discromia.

3. Fotossensibilidade: eritema cutâneo resultante de reação incomum ao sol, por história do paciente ou observação do médico.

4. Úlcera oral: ulceração oral ou nasofaríngea, geralmente não dolorosa, observada pelo médico.

5. Artrite: artrite não erosiva envolvendo 2 ou mais articulações periféricas, caracterizada por dor à palpação, edema ou derrame.

6. Serosite:
a) pleurite - história convincente de dor pleurítica ou atrito auscultado pelo médico ou evidência de derrame pleural; ou 

b) pericardite - documentada por eletrocardiografia ou atrito ou evidência de derrame pericárdico.

7. Alteração renal: a) proteinúria persistente de mais de 0,5 g/dia ou acima de 3+ (+++) se não quantificada; ou b) cilindros celulares - podem ser hemáticos, granulares, tubulares ou mistos.

8. Alteração neurológica:
a) convulsão - na ausência de fármacos implicados ou alterações metabólicas conhecidas (por exemplo, uremia, cetoacidose, distúrbios hidroeletrolíticos); ou

b) psicose - na ausência de fármacos implicados ou alterações metabólicas conhecidas (por exemplo, uremia, cetoacidose, distúrbios hidroeletrolíticos).

9. Alterações hematológicas:
a) anemia hemolítica com reticulocitose; ou

b) leucopenia de menos de 4.000/mm3 em duas ou mais ocasiões; ou 

c) linfopenia de menos de 1.500/mm3 em duas ou mais ocasiões; ou 

d) trombocitopenia de menos de 100.000/mm3 na ausência de uso de fármacos causadores.

10. Alterações imunológicas:
a) presença de anti-DNA nativo; ou

b) presença de anti-Sm; ou c) achados positivos de anticorpos antifosfolipídios baseados em concentração sérica anormal de anticardiolipina IgG ou IgM, em teste positivo para anticoagulante lúpico, usando teste-padrão ou em VDRL falso-positivo, por pelo menos 6 meses e confirmado por FTA-Abs negativo.

11. Anticorpo antinuclear (FAN): título anormal de FAN por imunofluorescência ou método equivalente em qualquer momento, na ausência de fármacos sabidamente associados ao lúpus induzido por fármacos.

Embora FAN esteja presente em mais de 95% dos pacientes com a doença ativa, o teste apresenta baixa especificidade. Títulos de FAN acima de 1:80 são considerados significativos. (35)

Nos casos com pesquisa de FAN negativa, particularmente com lesões cutâneas fotossensíveis, recomenda-se a realização da pesquisa de anticorpos anti-Ro/SSA e anti-La/SSB. Anticorpos anti-DNA nativo e anticorpos anti-Sm são considerados testes específicos, mas têm baixa sensibilidade. A presença de anticorpos tem valor clínico quando ocorrer em pacientes com manifestações compatíveis com o diagnóstico de LES.

CRITÉRIOS DE INCLUSÃO 
Serão incluídos neste Protocolo de tratamento todos os pacientes com o diagnóstico confirmado de LES, segundo os critérios de classificação do American College of Rheumatology (ACR).
 
Aqui você encontrará Tudo sobre o Diagnostico e Tratamento do Lúpus eritematoso disseminado (sistêmico) Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde
PORTARIA Nº 100, DE 7 DE FEVEREIRO DE 2013

Aprova o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Lúpus Eritematoso Sistêmico.

Clique aqui
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2013/prt0100_07_02_2013.html

Aviso: As informações contidas neste Blog tem caráter meramente educativo e não substituem as opiniões, condutas e discussões estabelecidas entre médico e paciente.

Todas as decisões relacionadas ao tratamento devem ser tomadas com respaldo do médico responsável pelo acompanhamento clínico do paciente, pois é ele quem mais conhece as particularidades de cada paciente, tendo, portanto, melhores condições de opinar e prescrever a conduta mais adequada.
#Lúpus
#SUS #MinistériodaSaúde
#LúpusTemQueTerAtenção
#LúpusTemQueTerTratamentoAdequado
#VivaBemComLúpus
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sexta-feira, 21 de março de 2014

Lúpus Atenção !!! 5 maneiras simples de evitar as doenças de Outono

Bem-Estar - 5 maneiras simples de evitar as doenças de outono
Transição entre verão e estação das folhas é caracterizada pelas infecções respiratórias

Shutterstock 
A transição entre o verão e o outono é marcada pela queda brusca da temperatura e pela baixa na umidade relativa do ar. Segundo a pneumologista Dra. Andrea Sette, do Hospital e Maternidade Rede D’Or São Luiz, estes fatores dificultam a dispersão de partículas, o que compromete o sistema respiratório e cardiovascular. Os resultados são quadros de cansaço e dificuldade para respirar, pele seca e suscetível a rachaduras e alergias e infecções respiratórias.  

O grupo de risco inclui crianças, idosos e pacientes de doenças crônicas. Estes estão mais suscetíveis a síndromes gripais, como bronquites, asma, rinossinusopatia e tosse seca.
“Durante a troca de estações, as condições crônicas tornam-se mais abaladas para pacientes de bronquites, asma, rinite e sinusites
O uso de umidificadores de ar pode amenizar as dificuldades respiratórias.
É importante, também, estar atento a possíveis irritações nos olhos. Secura e coceira podem indicar um quadro de conjuntivite, comum durante o outono.
Em casos de tosse e febre por mais de cinco dias, o ideal é procurar tratamento médico”, explica a pneumologista. 
Para evitar que estes problemas apareçam junto com a nova estação, a especialista indica cinco atitudes simples:

Crédito: Shutterstock Crédito: Shutterstock

 1. Hidrate bem o organismo
Segundo Dra. Andrea, as pessoas costumam se preocupar muito com hidratação durante o verão, pois é uma época em que se perde muito líquido. Porém, no outono não é diferente. Apesar das temperaturas mais amenas, o ar fica seco, e o consumo de água é essencial.
  
2. Evite permanecer em locais fechados
A proliferação de certos vírus é muito grande nesta época do ano, e locais fechados favorecem este processo. Procure deixar as janelas abertas para permitir que o ar circule. 

3. Lave as mãos constantemente
Essa dica não vale apenas para a troca de estações: ela deve tornar-se um hábito. “Estamos em contato com diversos objetos que podem estar contaminados, por isso é imprescindível lavar as mãos com água e sabonete, de preferência líquido, e sempre que possível fazer uso do álcool em gel para finalizar”, indica a pneumologista.  

4. Mantenha uma alimentação balanceada
Segundo Dra. Andrea, as síndromes gripais, que são mais comuns durante o outono, atingem principalmente crianças e idosos por conta do sistema imunológico frágil. Equilibrar a alimentação com os nutrientes e vitaminas necessários evita que o corpo fique vulnerável a contaminações.

5. Hidrate bem a pele
Além de hidratar por dentro, é importante hidratar também por fora. “É comum notarmos que a pele fica mais seca com a chegada do outono. Isso pode acarretar rachaduras e irritações que desenvolvem alergias na pele”, explica a especialista. A indicação é usar um hidratante específico para o rosto e outro para o corpo. Evite banhos muito quentes, pois eles favorecem o ressecamento da pele. 
Outono é a estação das colheitas, com os produtos cultivados já bastante desenvolvidos e frutos maduros. É época de saborear alimentos da estação, como o figo e as castanhas, altamente energéticos, e o milho, uma boa fonte de fibras. 

É importante manter uma alimentação saudável, já que nesse período são mais comuns as doenças pulmonares e as enxaquecas, em virtude do nevoeiro e do céu nublado que não ajuda a dispersar a poluição. 
Além disso, os dias mais frios podem fazer com que as pessoas de mais idade sintam dores nas articulações, e o reumatismo e a artrose tendem a ser mais frequentes.

Nesse período, também ficamos mais carentes de Vitamina D, devido à tendência de dias mais nublados. 

Por isso, aproveite o sol do outono, já que os raios solares nesta época do ano são menos nocivos à pele. Mas não deixe de usar protetor. 
 
 

quarta-feira, 19 de março de 2014

Unifesp recruta voluntários para pesquisas e tratamentos:

Unifesp recruta voluntários para pesquisas e tratamentos:
Demência da doença de Parkinson
Menopausa e qualidade de sono,
Impacto do treinamento resistido em pacientes com artrite reumatóide,
Apnéia do sono e dores de fibromialgia,
Feito da lidocaína venosa no alívio de dores da fibromialgia, Avaliação da composição corporal de homens brasileiros, Efeitos do exercício físico agudo em indivíduos com lesão medular,
Tratamento de herpes zoster (cobreiro),
Tratamento de herpes genital
 estão entre as várias pesquisas e tratamentos oferecidos pela Universidade Federal de São Paulo. 

05/02/2014 - por Redação Portal na categoria 'Pesquisas'

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), reconhecida pelo desenvolvimento de pesquisas e estudos científicos, oferece vagas para voluntários para pesquisa e tratamento nas seguintes áreas:

Demência da doença de Parkinson
O Departamento de Neurologia e Neurocirurgia da EPM/ Unifesp está desenvolvendo uma pesquisa que visa a caracterizar a população portadora de demência por corpúsculos de Lewy (também conhecida por demência da doença de Parkinson) atendida no Ambulatório de Neurologia do Hospital São Paulo, bem como avaliar melhor as características clínicas de cada síndrome para um diagnóstico diferencial mais preciso.

Para tanto, está recrutando apenas voluntários com diagnóstico confirmado da doença, independentemente da idade. Não podem participar do estudo indivíduos que já tiveram Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Os pacientes selecionados passarão por uma avaliação que consiste na aplicação de testes de memória e alguns exames de avaliação motora, tipicamente utilizados para pacientes com doença de Parkinson, bem como exame físico geral incluindo medidas de peso, altura, circunferência abdominal e pressão arterial. Aqueles que não fazem acompanhamento da doença em outro serviço de saúde poderão ser acompanhados no Ambulatório de Neurologia do Comportamento do Hospital São Paulo.
Os interessados podem procurar pelo pesquisador Fabricio Ferreira de Oliveira todas as terças, quartas e sextas feiras pela manhã, no Ambulatório de Neurologia do Hospital São Paulo, situado à Rua Botucatu, 740, térreo, pelo celular 96469-6021 ou pelo e-mail: fabricioferreiradeoliveira@hotmail.com.

Menopausa e qualidade de sono
O departamento de Psicobiologia recruta mulheres, com idade entre 50 e 66 anos, que estejam na menopausa há pelo menos um ano e que apresentem insônia há pelo menos 3 meses seguidos.

Elas participarão de pesquisa clínica com tratamento não farmacológico, aplicando técnicas de relaxamento e meditação com o objetivo de verificar a qualidade do sono e melhorar os sintomas da insônia. 
Inscrições pelo e-mail: eumedito@hotmail.com.
Impacto do treinamento resistido em pacientes com artrite reumatóide
A Disciplina de Reumatologia da Escola Paulista de Medicina da Unifesp está recrutando voluntários para a participação em uma pesquisa que visa avaliar o impacto do treinamento físico resistido progressivo (para fortalecimento muscular) no tratamento de Artrite Reumatóide.

Podem participar do estudo homens e mulheres com idade entre 18 e 65 anos portadores da doença.
Serão excluídos os portadores de Fibromialgia, deformidades articulares ou qualquer outra doença que impeça o indivíduo de realizar exercícios como a musculação, além daqueles que estejam participando de outro tipo de pesquisa como voluntário.
Os pacientes selecionados serão submetidos a uma avaliação clínica realizada por um médico reumatologista e, em seguida, serão avaliados por um terapeuta ocupacional por meio de alguns testes físicos para avaliar a força muscular (com máquinas especificas para cada grupo muscular; membros superiores, inferiores e tronco) e alguns questionários.
Os interessados podem entrar em contato com o pesquisador Felipe Martinelli Lourenzi pelos telefones (11) 99953-5722 (Vivo) e 97687-2659 (Claro) ou pelo e-mail: fmlourenzi@yahoo.com.br. Estão disponíveis 15 vagas.

Apnéia do sono e dores de fibromialgia
A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), reconhecida pelo desenvolvimento de pesquisas e estudos científicos, oferece vagas para voluntários nas seguintes áreas:

gasto energético de obesos com síndrome de apneia obstrutiva do sono.
O Departamento de Psicobiologia da Unifesp está recrutando voluntários para participarem de um estudo que tem como objetivo avaliar os efeitos de dois tipos de dietas no gasto energético de homens obesos e que possuem Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono.

Podem participar do projeto de pesquisa homens, com idade entre 25 e 45 anos, obesos que não fumam, não utilizam drogas e não tenham problemas renais, de coração e de tiroide. Os voluntários também não podem trabalhar à noite e nem em turnos, além de não terem outros distúrbios de sono – como insônia, por exemplo.
Durante a pesquisa serão realizadas consultas nutricionais, exames de sono, sangue e gasto energético. Ao final do estudo, esses exames serão passados aos voluntários.

Os interessados devem entrar em contato com Mariana Del Re pelos telefones: (11) 9-8331-1547 ou 5572-0177 (para recados) e ainda pelo e-mail: mariana@cepebr.org.
Feito da lidocaína venosa no alívio de dores da fibromialgia
O setor de dor da Disciplina de Anestesiologia, Dor e Terapia Intensiva da EPM/ Unifesp está recrutando voluntários para uma pesquisa que visa avaliar o efeito da lidocaina venosa na dor e nas concentrações plasmáticas em pacientes com Fibromialgia.
Serão recrutados voluntários de ambos os sexos com idade entre 18 e 60 anos que tenham dor generalizada ou diagnóstico de Fibromialgia.
Os selecionados passarão por avaliação médica inicial, exames laboratoriais e serão acompanhados durante um período de oito semanas durante as quais receberão medicamentos via oral. Uma vez por semana durante quatro semanas consecutivas receberão medicação por via endovenosa (lidocaína ou solução salina), realizando coleta de sangue na 1ª, 2ª, 5ª e 8ª semanas.
Os voluntários serão avaliados clinicamente em todas as consultas e responderão a questionários relacionados com a fibromialgia e qualidade de vida.

Não poderão participar do estudo os portadores de diabetes, doenças na tireoide, fígado, neurológicas, psiquiátricas, reumatológicas, neuromusculares, e outras síndromes dolorosas crônicas, arritmias, infarto do miocárdio, bloqueio de ramo ou átrio ventricular, insuficiência cardíaca, glaucoma de ângulo agudo, miastenia gravis e gravidas.
Também não serão aceitos os pacientes com hipersensibilidade aos medicamentos utilizados no estudo (lidocaina, amitriptilina, tramadol e paracetamol) além dos que usam cisaprida ou inibidores da monoaminoxidase. Os indivíduos que fazem uso de medicamentos de ação central, como antidepressivos, anticonvulsivantes, opióides e neurolépticos, serão aceitos somente se interromperam o tratamento pelo menos um mês antes do inicio do estudo.
Os interessados podem entrar em contato com Ana Laura Giraldes pelo telefone (11) 97320 3801 ou e-mail fibromialgia.unifesp@gmail.com. Estão disponíveis 20 vagas.
Os atendimentos acontecem no Ambulatório de dor do Hospital São Paulo da Unifesp, situado à Rua Botucatu, nº 593.
Avaliação da composição corporal de homens brasileiros
A disciplina de Reumatologia recruta homens, nascidos no Brasil, com o objetivo de avaliar a taxa de gordura corporal e massa óssea, para traçar um perfil comparativo com estudos americanos.

Os voluntários devem ter mais de 20 anos, devem ser saudáveis, com peso de até 120 kg e altura máxima de 1,90m. Não devem ter doenças conhecidas (com exceção da hipertensão) e nem usar suplementos alimentares para ganho de massa muscular.
Não serão admitidos aqueles que apresentem doenças crônicas, obesidade e que façam uso contínuo de medicamentos (anti-hipertensivos são aceitos).
O exame será realizado por densitometria, que emite radiação de baixa intensidade e é indolor. Ele terá duração de aproximadamente 50 minutos e deverá ser agendado previamente. Para mais informações, acesse: www.dexaemhomens.blogspot.com.
As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 98386-5811 ou pelo e-mail: dramarcelaushida@gmail.com.
Efeitos do exercício físico agudo em indivíduos com lesão medular
O departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) recruta voluntários com o objetivo de avaliar os efeitos de diferentes intensidades de exercício físico sobre parâmetros inflamatórios, imunológicos e bioquímicos em indivíduos com lesão medular.

Participarão da pesquisa 15 paraplégicos (LM) com lesão medular traumática completa entre as vértebras T7 e L1 (categoria A segundo ASIA 2003).
Os interessados devem ter idade igual ou superior a 18 anos, ter no mínimo um ano de lesão medular, fazer a utilização da cadeira de roda como único método de locomoção e apresentar resultado normal no eletrocardiograma de esforço.
Não poderão participar pessoas com problemas cardiovasculares, diabetes e doenças inflamatórias crônicas ou agudas. Além disso, não serão aceitos pacientes que façam uso de medicamentos para tratamento de dislipidemia. Inscrições: (11) 5572-0177/ 98725-0125, com Eduardo da Silva Alves.
Tratamento de herpes zoster (cobreiro)
O Centro de Desenvolvimento e Estudos Clínicos Brasil está recrutando voluntários para uma pesquisa clínica sobre Herpes Zoster, mais conhecida como Cobreiro. Essa doença é uma virose provocada por uma variante do Herpesvírus que também causa a varicela (ou catapora), de incidência rara e que provoca afecções na pele, de maior ou menor gravidade, como formigamento em uma parte qualquer do corpo, seguido de coceira, vermelhidão e bolhas.
O objetivo do estudo é comparar o uso de duas medicações no tratamento da Herpes Zoster, também conhecida como Cobreiro. Para participar do estudo é necessário ter mais de 18 anos, ter a presença da doença ativa, ou seja, estar com as bolhas e não estar grávida ou amamentando.
Os interessados em participar estudo podem entrar em contato, em horário comercial com Graciela, Merielen ou Eveli pelos telefones 5908-7090, 5908-7094 ou 5908-7344, ou também, com Magda pelo celular 97154-7331.
Tratamento de herpes genital
O Centro de Desenvolvimento e Estudos Clínicos Brasil está recrutando voluntários para participar de uma pesquisa clínica relacionada a herpes genital. A Herpes Genital é uma doença que pode provocar coceiras, formigamento e dores ao urinar, geralmente aparecem pequenas bolhas d’água no local, que quando estouram, podem deixar uma ferida entre outros sintomas.

O objetivo do estudo é comparar o uso de duas medicações no tratamento da Herpes Genital. Podem participar do estudo mulheres maiores de 18 anos, com pelo menos um episodio de Herpes Genital e que não estejam grávidas ou amamentando.

As interessadas podem entrar em contato, em horário comercial, com Graciela, Merielen ou Eveli pelos telefone 5908-7090, 5908-7094 ou 5908-7344, ou também, com Magda pelo celular 97154-7331.

http://portaldoenvelhecimento.org.br/noticias/pesquisas/unifesp-recruta-voluntarios-para-pesquisas-e-tratamentos.html 

 

domingo, 9 de março de 2014

O que é Vasculite?

Dr. Arthur Frazão (Médico) 

Vasculite, também chamada de Angeíte, é a inflamação das paredes dos vasos sanguíneos que pode afetar somente um vaso ou pode ser grave e afetar diversos vasos e até mesmo diferentes órgãos e sistemas do corpo.

A principal consequência da vasculite é a interrupção do fluxo sanguíneo do vaso afetado que pode resultar numa isquemia e por isso ela deve ser tratada o quanto antes.

Como qualquer vaso sanguíneo do corpo pode ser afetado, a vasculite pode gerar sintomas muito diferentes, estando relacionados com a região afetada pela doença ou o órgão que foi comprometido.

A vasculite pode ainda ser um dos sintomas de doenças como nodoso, púrpura de schönlein-henoch, doença de Buerger, periarterite nodosa, arterite temporal ou doença do soro e neste caso é necessário tratar a doença de base para que a cura da vasculite seja alcançada.

Fotos da vasculite
Sintomas da vasculite
Os sintomas clássicos da vasculite geralmente são:
Manchas vermelhas na pele que é sinal de extravasamento de sangue;
Sensação de formigamento ou perda da sensibilidade da região afetada pela vasculite e
Dor nas articulações próximas à região afetada pela doença.

Outros sintomas que também podem estar presentes na vasculite são:
Febre;
Perda do apetite;
Mal estar;
Emagrecimento de 4 kg ou mais sem causa aparente;
Dor abdominal e
Cansaço.

De acordo com o local da vasculite, ela pode ainda gerar:
Crostas nasais, sinusite, dor nasal, surdez, voz rouca quando afeta ouvidos, olhos e garganta;
Tosse, chiado ao respirar, tosse com sangue, falta de ar, pneumonia resistente à antibióticos, quando afeta o sistema respiratório;
Dor, vermelhidão, comprometimento da visão, quando afeta os olhos.
Dor abdominal, quando afeta o trato gastrointestinal;
Urina turva, urina com sangue ou presença de proteínas na urina, quando afeta os rins;
Parestesia e fraqueza, quando afeta o sistema nervoso;
Doenças cardíacas, infarto, quando afeta o coração.
Causas da vasculite

As causas da vasculite ainda não são totalmente esclarecidas mas sabe-se que ela pode ser causada por:
Efeito colateral de algum medicamento como Penicilamina, Propiltioracil, Hidralasina, Minociclina;
Uso de drogas como cocaína ou anfetaminas;
Pode estar relacionada a presença de micro-organismos como o vírus da hepatite B ou C, em indivíduo que possuem poliartrite nodosa; parvovírus B19 como ocorre na granulomatose de Wegener, e doença de Kawasaki;
Reação de hipersensibilidade;
Predisposição genética;
Falha na regulação de mecanismos imunológicos que participam da resposta a alguns causadores de alergia;
Exposição à sílica.
Diagnóstico da vasculite

Para o diagnóstico da vasculite deve-se associar a história do indivíduo, os sintomas apresentados e recomenda-se que se faça alguns exames tais como:
Exame de sangue (hemograma) completo, VHS;
Coagulograma;
Uréia, eletrólitos, creatinina, clearance de creatinina,
Testes da função hepática, PCR;
Eletroforese de proteínas e imunoglobulinas;
ANCA, FAN, ENA,
Fator reumatóide;
Complemento C3 e C4;
Anticorpo anticardiolipina;
Crioglobulinas;
Testes da hepatite B e C;
Exame de urina e urocultura;
Radiografia de tórax.

Além destes exames o médico pode ainda solicitar outros exames para avaliar a função dos órgãos afetados pela doença, como ressonância magnética, ultrassom ou tomografia computadoriza além da avaliação do médico especialista. Estes exames são necessários para poder certificar-se sobre a vasculite e poderão auxiliar na sua classificação, sendo muito importante para o tratamento da doença.

Tratamento para vasculite

O tratamento das diferentes formas de vasculites deve ser realizado de acordo com a natureza e a severidade do quadro clínico. É importante realizar o diagnóstico da doença e classificá-la corretamente para que o tratamento seja bem direcionado. Em alguns casos o médico poderá receitar a toma de corticóides e imunossupressores, mas nas vasculites graves que afetam órgãos e sistemas o indivíduo deverá permanecer internado no hospital para que receba o tratamento adequado.
Vasculite tem cura?

A vasculite nem sempre tem cura, pois em alguns casos a doença pode ser auto-imune e neste caso o indivíduo deverá seguir o tratamento proposto por toda a vida. Contudo, em alguns casos a vasculite tem cura, vai sempre depender do que originou a doença.

Atenção: O Tua Saúde é um espaço informativo, de divulgação e educação sobre temas relacionados com saúde, nutrição e bem-estar, não devendo ser utilizado como substituto ao diagnóstico médico ou tratamento sem antes consultar um profissional de saúde.
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sábado, 8 de março de 2014

Dia Internacional da Mulher

História do 8 de março

No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Objetivo da Data 

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.
  
Quero desejar a todas Borboletinha Guerreiras um Feliz Dia.
E que venha as melhorias.

A beleza de uma Mulher  

" A beleza de uma mulher não está nas roupas que ela usa, na imagem que ela carrega, ou na maneira que ela penteia os cabelos. 
A beleza da mulher tem que ser vista a partir dos seus olhos, porque essa é a porta para o seu coração, o lugar onde o amor reside. 
A beleza da mulher não está nas marcas do seu rosto. 
Mas a verdadeira beleza numa mulher está refletida na sua alma, está no cuidado que ela amorosamente tem (pelos outros), a paixão que ela demonstra. 
E a beleza de uma mulher com o passar dos anos, apenas cresce! 
Parabéns para nós Mulheres, nesse nosso dia " Dia Internacional da Mulher!