quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Doenças da Pele (Lúpus) ** Sarcoidose**

Doenças da Pele  (Lúpus)



Sarcoidose

O que é?

A sarcoidose é uma doença inflamatória, de causa desconhecida. Afeta principalmente pessoas adultas, com preferência pelo sexo feminino e provoca lesões na pele e outros órgãos, como pulmões, linfonodos (gânglios), fígado, baço, olhos e ossos. É doença rara e parece haver uma predisposição familiar.
Manifestações clínicas
As lesões cutâneas podem se manifestar de formas diferentes. A confirmação do diagnóstico deve ser feita através de exame de uma biópsia da lesão ao microscópio (exame histopatológico).
Nas formas agudas da doença, pode ocorrer a formação de nódulos inflamatórios acompanhados por febre e dor articular. É mais frequente em mulheres jovens. Em outra forma clínica, as lesões cutâneas formam placas elevadas e avermelhadas, de tamanhos variados, cuja localização mais frequente é a face.


Uma das manifestações mais frequentes recebe o nome de Lupus pérnio, e se apresenta como infiltração localizada nas regiões centrais da face, de coloração vermelho-violácea. A sarcoidose também pode se apresentar formando placas avermelhadas, anulares (formato de anel) com as bordas elevadas e centro atrófico (deprimido) ou pela formação de nódulos subcutâneos recobertos por pele de aspecto normal.
Uma característica que também pode ocorrer é a infiltração de cicatrizes antigas, que se tornam elevadas e avermelhadas.

Além da pele, a sarcoidose atinge outros órgãos, sendo o pulmão um dos mais afetados, onde a doença provoca infiltração dos gânglios e do tecido pulmonar, podendo evoluir para fibrose pulmonar, com dificuldades respiratórias e cardiovasculares. A doença provoca também o aumento do fígado e do baço, inflamação ocular (uveíte) e alterações ósseas (dedos em salsicha) e articulares.

Tratamento

O tratamento das lesões cutâneas da sarcoidose pode ser feito com o uso de corticosteróides tópicos (cremes e pomadas) ou através da infiltração de corticóide injetável nas lesões.
Quadros mais graves, ou com comprometimento de outros órgãos, necessitam de tratamento sistêmico com corticosteróides ou outras substâncias como a oxifenilbutazona, a cloroquina ou drogas imunossupressoras.

http://www.dermatologia.net/novo/base/doencas/sarcoidose.shtml 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

** livro Reumatismo a caminho da cura‏** :)

 

 

 

 

livro Reumatismo a caminho da cura‏


Reumatismo a caminho da cura
Doenças reumáticas potencialmente incapacitantes, como a artrite reumatoide, capazes de deixar sua vítima imobilizada numa cadeira de rodas, cheia de dores e deformações, hoje podem ser tratadas e detidas. Além de provocar dor, incapacidade física e afastamento do trabalho, sendo causa comum de aposentadoria precoce, ainda pode acarretar deformidades e comprometer órgãos nobres, como rins, coração e pulmões.

Embora a maioria dessas patologias não seja eminentemente fatal, reveste-se de gravidade pela frequência e por seus altos custos pessoais e sociais. Ainda é cedo para falar em cura, mas a ciência caminha nessa direção. Novos e potentes tratamentos estão mudando para melhorar a vida dos pacientes. Eles colocam a doença em remissão, evitando a destruição articular e suas graves consequências.

Antes, a Medicina dispunha de recursos escassos para lidar com essas ameaças. Os fármacos disponíveis se limitavam a atenuar os sintomas: a dor e inflamação eram contornadas por meio de analgésicos e anti-inflamatórios. Graças ao advento de novas medicações foi possível intervir na evolução da doença. Mesmo nos casos mais graves. Porém, hoje é possível evitar a evolução da doença, a total destruição articular e suas demais consequências.

O panorama das artrites começou a mudar com o surgimento de um grupo de drogas conhecido por DMARDs (disease-modifying antirheumatic drugs, drogas antirreumáticas modificadoras da doença) e, atualmente, conta-se também com os medicamentos biológicos.

Neste cenário de progressos nas opções terapêuticas, a médica Evelin Goldenberg, que dentre outros títulos é Doutora em Reumatologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), escreveu Reumatismo a caminho da cura.

A obra mostra como o diagnóstico precoce e o tratamento bem instituído podem proporcionar ao paciente uma melhor qualidade de vida. De acordo com a autora, "este livro pretende colaborar para suprir uma lacuna. Há evidências de que os pacientes e alguns médicos desconhecem os atuais benefícios dos novos tratamentos. Já disse uma vez e insisto: a educação do paciente, apoiada em dados atualizados e evidências científicas, é o primeiro passo para a recuperação. Por isso, as páginas deste livro discorrem sobre as novas possibilidades de tratamento com o propósito de divulgar informações, esclarecer dúvidas, desfazer mal-entendidos e, principalmente, ajudar os doentes a superarem seus sintomas. Livres de dores e de limitações, eles podem voltar a ser os protagonistas das próprias vidas. Essa convicção inspira meu trabalho".

Serviço

Título: Reumatismo a caminho da cura
Autor: Evelin Goldenberg
Editora: Segmento Farma
Contato: (11) 3093-3310 / distribuicao@segmentofarma.com.br

http://www.hospitalar.com/livros/liv1468.html


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

***Unifesp seleciona voluntários para pesquisas em SP***

        

05/12/2011 12h33

Unifesp seleciona voluntários 

para pesquisas em SP

Paciente pode participar de estudo sobre zumbido etc...
Veja a lista das pesquisas que requisitam voluntários.



A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) recruta voluntários para desenvolver pesquisas e estudos em diversas áreas, como zumbido no ouvido, obesidade na adolescência e fibromialgia. Para participar, o paciente precisa entrar em contato com os responsáveis pelas pesquisas.
Em busca de novos caminhos para o tratamento de doenças e pelo avanço da medicina, a Unifesp realiza cerca de mil pesquisas todos os anos. Atualmente, mais de 500 estão em andamento. O aposentado Gaetano Duarte, 76 anos, é um dos pacientes da pesquisa sobre zumbido. No Brasil, 28 milhões de pessoas convivem 24 horas com um barulho insuportável. “É tipo uma panela de pressão”, diz Duarte.
A neurocientista Maura Laureano explica que o zumbido pode atrapalhar o sono. “A pessoa que tem zumbido pode ficar mais ansiosa, maior índice de depressão, irritabilidade, falta de concentração. Distúrbio do sono também". O zumbido é causado principalmente pela perda de audição, mas o colesterol alto, diabetes, sal, açúcar, cigarro e cafeína em excesso também ajudam a desencadear a chiadeira.
Maria Aparecida Emerick, 68 anos, faz parte do grupo de 25 voluntários que recebem sessões de agulhas para diminuir os sintomas. “Ela equilibra as alterações enérgicas do paciente e são essas alterações que causam o sintoma, no caso dela o zumbido”, diz o pesquisador Ector Onishi.
A natação é testada como ferramenta que pode combater a fibromialgia, doença que causa fortes dores em todo o corpo. “A dor é como se tivesse umas agulhas nas costas, trapézio”, diz a contadora Inês Pereira.
Cada pesquisa precisa de voluntários diferentes. Cada paciente recebe um termo de consentimento livre e esclarecido que explica tudo o que acontecerá com a pessoa. No Brasil, os voluntários não ganham dinheiro para participar do estudo. Quem se inscreve, antes de ser aprovado passa por triagem de exames clínicos, entrevista e questionário.

PESQUISA DESCRIÇÃO INSCRIÇÕES
Zumbido Os voluntários passam por exames de audiometria para checar se tem ou não perda de audição. Se tiver, não pode participar da pesquisa. Ainda há 35 vagas para pessoas com zunido e 20 vagas para pessoas saudáveis (grupo controle).  Inscrições podem ser feitas pelos telefones: (11) 5576-4845 ou (15) 9705-5433, falar com Luci ou Maura.
Fibromialgia Pesquisa recruta mulheres que tenham entre 18 e 60 anos com diagnóstico de fibromialgia e que saibam nadar. Nem todas as voluntárias irão nadar: um grupo fará caminhada por três vezes por semana e outro natação. Quem quiser se inscrever deve falar com Giovana Fernandes, através do telefone (11) 8498-7581.
Interferência de películas filtrantes automotivas na visão do motorista Voluntários com idade entre 45 e 65 anos, de ambos os sexos, para a pesquisa. O voluntário não pode ter histórico de doença ocular grave, diabetes, hipertensão. Inscrições: (11) 5583-1994, falar com Ariane ou pelo e-mail kapt@kapt.com.br.
Obesidade na adolescência Recrutamento de adolescentes obesos com idade entre 15 e 19 anos e disponibilidade de horário no período da tarde, para participarem como voluntários. Quem quiser se inscrever tem que entrar em contato pelo telefone (11) 5572-0177, das 9h às 16h, para agendar uma entrevista até o dia 15 de dezembro.
Meditação e transtorno do déficit de atenção e hiperatividade Pesquisa tem duração de 10 semanas. Os interessados podem ser de ambos os sexos, com idade entre 18 e 40 anos, ter pelo menos oito anos de escolaridade e não deve ter experiências anteriores com medicação ou terapia em grupo. São 45 vagas disponíveis. Os interessados devem entrar em contato com Viviane Freire Bueno pelo telefone (11) 8243-1467 ou pelo e-mail vivianefbueno@gmail.com.
Enxaqueca e distúrbios do sono em crianças (grupo controle) Crianças de ambos os sexos com idade entre 6 e 12 anos sem queixas de enxaqueca para analisar a relação entre enxaqueca e distúrbios de sono nas crianças. Os participantes serão avaliados através de exame de polissonografia, que será feito no Instituto do Sono. As crianças terão que dormir uma noite no Instituto, juntamente com um responsável. Os interessados deverão procurar o Ambulatório de Neurologia, balcão 5, à Rua Napoleão de Barros, 771. O atendimento será realizado todas as quintas-feiras das 10h às 12h. O agendamento pode ser feito de segunda a sexta feira, das 09h às 11h com Daniel Eugênio, no telefone (11) 5576-4139 ou pelo endereço eletrônico daniel.eugenio@unifesp.br
Tratamento de insônia Voluntários, com idade entre 20 e 64 anos, que tenham dificuldades em dormir, para estudo com o objetivo de tratar a insônia. O voluntário realizará exames de sono, responderá a alguns questionários e fará exame laboratorial. O tempo de duração do estudo será de cerca de dois meses e, durante este período, ele deverá comparecer ao centro de pesquisa para quatro visitas. Inscrições pelos telefones (11) 5908-7098 / 7094 / 7344 / 7121.


Voluntários de estudo científico ganham tratamento de saúde gratuito e de qualidade

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/12/unifesp-seleciona-voluntarios-para-pesquisas-em-sp.html
http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1719764-7823-VOLUNTARIOS+DE+ESTUDO+CIENTIFICO+GANHAM+TRATAMENTO+DE+SAUDE+GRATUITO+E+DE+QUALIDADE,00.html