segunda-feira, 16 de junho de 2014

Atenção - Insuficiência Renal Crônica e Aguda


Insuficiência renal crônica
A insuficiência renal crônica é uma lenta e progressiva diminuição da função renal que evolui até à acumulação de produtos metabólicos de excreção no sangue (azotemia ou uremia).
As lesões produzidas nos rins por muitas doenças podem ocasionar danos irreversíveis.
Sintomas
Na insuficiência renal crônica, os sintomas desenvolvem-se lentamente. No início estão ausentes e a alteração do rim só pode ser detectada com análises de laboratório. Uma pessoa com insuficiência renal entre ligeira e moderada apresenta apenas leves sintomas apesar do aumento da ureia (um produto metabólico de excreção) no sangue. Neste estádio, pode sentir-se a necessidade de urinar várias vezes durante a noite (nictúria) porque os rins não conseguem absorver a água da urina para a concentrar, como o fazem normalmente à noite. Como resultado, o volume de urina ao fim do dia é maior. Nas pessoas que sofrem de insuficiência renal, muitas vezes aparece hipertensão arterial porque os rins não podem eliminar o excesso de sal e de água. A hipertensão arterial pode conduzir a um icto (acidente vascular cerebral) ou a uma insuficiência cardíaca.
À medida que a insuficiência renal evolui e se acumulam substâncias tóxicas no sangue, o indivíduo começa a sentir-se pesado, cansa-se facilmente e diminui a sua agilidade mental. Consoante aumenta a formação de substâncias tóxicas, produzem-se sintomas nervosos e musculares, como espasmos musculares, fraqueza muscular e cãibras. Também se pode experimentar uma sensação de formigueiro nas extremidades e perder a sensibilidade em certas partes. As convulsões (ataques epilépticos) podem ocorrer em resultado da hipertensão arterial ou das alterações na composição química do sangue que provocam o mau funcionamento do cérebro. A acumulação de substâncias tóxicas afeta também o aparelho digestivo, provocando perda do apetite, náuseas, vômitos, inflamação da mucosa oral (estomatite) e um sabor desagradável na boca. Estes sintomas podem levar à desnutrição e à perda de peso. Os indivíduos que sofrem de insuficiência renal avançada desenvolvem frequentemente úlceras intestinais e hemorragias. A pele pode tornar-se de cor castanho-amarelada e, em algumas ocasiões, a concentração de ureia é tão elevada que se cristaliza no suor, formando um pó branco sobre a pele (escarcha urêmica). Alguns dos que sofrem de insuficiência renal crônica têm ardores generalizados muito incômodos.
Diagnóstico
A insuficiência renal crônica diagnostica-se por meio de uma análise de sangue. O sangue caracteriza-se por se tornar moderadamente ácido (acidose). Dois produtos metabólicos de excreção, a ureia e a creatinina, que normalmente são filtrados pelos rins, acumulam-se no sangue. A concentração de cálcio diminui e aumenta a de fosfato. A concentração de potássio no sangue é normal ou apenas ligeiramente aumentada, mas pode tornar-se perigosamente alta. O volume de urina tende a permanecer estável, geralmente de 1 l a 4 l diários, independentemente da quantidade de líquidos consumidos. Em geral, o indivíduo tem uma anemia moderada. As análises de urina podem detectar muitas alterações, tanto nas células como na concentração de sais.
Prognóstico e tratamento
Habitualmente, a insuficiência renal crônica tende a agravar-se independentemente do tratamento, e se não for tratada é mortal. A diálise ou o transplante renal podem salvar a vida do doente.
Os quadros que causam ou agravam a insuficiência renal devem ser corrigidos o mais rapidamente possível. Estas ações compreendem: a correção dos desequilíbrios de sódio, de água e do equilíbrio ácido-básico, a eliminação das substâncias tóxicas dos rins, o tratamento da insuficiência cardíaca, da hipertensão arterial, das infecções, das concentrações elevadas de potássio ou de cálcio no sangue (hipercalcemia) e de qualquer possível obstrução do fluxo de urina.
Uma correção minuciosa da dieta ajuda a controlar a acidose e o aumento das concentrações de potássio e fosfato no sangue. Uma dieta pobre em proteínas (0,2 g a 0,4 g por 0,5 kg do peso corporal ideal) pode diminuir o aumento da concentração de iões que se apresenta quando a insuficiência renal crônica passa a insuficiência renal terminal, momento em que é necessário efetuar a diálise ou o transplante de rim. Os diabéticos em geral precisam de um destes tratamentos mais cedo do que os que não sofrem desta doença. Quando a dieta é muito rigorosa ou quando se tem de começar a diálise, recomenda-se um suplemento que contenha vitaminas do grupo B e vitamina C.
A elevada concentração de triglicéridos no sangue, frequente entre os que sofrem de insuficiência renal crônica, aumenta os riscos de certas complicações tais como acidentes vasculares cerebrais e ataques cardíacos. Os medicamentos como o gemfibrozil podem reduzir os valores dos triglicéridos, embora não se tenha demonstrado que estes medicamentos diminuam as complicações cardiovasculares.
Durante o curso da insuficiência renal, as alterações da sede normalmente determinam a quantidade de água consumida. Por vezes restringe-se o consumo de água para impedir que a concentração de sódio no sangue diminua demasiadamente. Habitualmente não se limita o consumo de sal (sódio), a menos que haja acumulação de líquidos nos tecidos (edema) ou apareça hipertensão arterial. Devem-se evitar os alimentos com um alto conteúdo de potássio, como por exemplo os substitutos do sal, e uma elevada concentração de potássio no sangue (hiperpotassemia) (Ver seção 12, capítulo 137) é perigosa porque aumenta o risco de arritmias e de paragem cardíaca. Se o valor do potássio se elevar em demasia, podem-se administrar medicamentos como o sulfonato de poliestireno sódico, que adere ao mesmo fazendo com que seja eliminado com as fezes; contudo, por vezes requer-se a diálise de emergência.
A formação dos ossos pode ver-se afetada se determinadas circunstâncias persistirem durante muito tempo. Estas circunstâncias são a existência de uma concentração baixa de calcitriol (um derivado da vitamina D), um fraco consumo e absorção de cálcio e as concentrações elevadas de fosfato e hormona paratiróidea no sangue. A concentração de fosfatos no sangue controla-se com a restrição do consumo de alimentos ricos em fósforo, como os produtos lácteos, o fígado, os legumes, as nozes e a maioria das bebidas não alcoólicas. Os medicamentos que aderem aos fosfatos, como o carbonato de cálcio, o acetato de cálcio e o hidróxido de alumínio (um antiácido corrente), ingeridos por via oral, também podem ajudar.
A anemia é causada pela incapacidade dos rins em produzir quantidades suficientes de eritropoietina (uma hormona que estimula a produção de glóbulos vermelhos). A anemia responde lentamente à epoetina, um medicamento injetável. Efetuam-se transfusões de sangue apenas quando a anemia é grave ou provoca sintomas. Os médicos também procuram outras causas de anemia, em particular as deficiências de certos nutrientes na dieta, como o ferro, o ácido fólico (folato) e a vitamina B12, ou um excesso de alumínio no organismo.
A tendência para a hemorragia na insuficiência renal crônica pode ser evitada transitoriamente por meio de transfusões de glóbulos vermelhos ou plaquetas, ou então administrando medicamentos como a desmopressina ou os estrogênios. Esse tratamento pode ser necessário depois de uma ferida ou antes de efetuar um procedimento cirúrgico ou uma extração de um dente.
Os sintomas da insuficiência cardíaca, que com frequência são o resultado do excesso de sódio e da retenção de água, melhoram caso se reduza a quantidade de sódio na dieta. Os diuréticos furosemida e bumetamina também podem ser eficazes, inclusive quando a função renal é escassa. Os aumentos moderados ou graves da tensão arterial tratam-se com medicamentos anti-hipertensores correntes para impedir a deterioração do funcionamento cardíaco e renal.
Quando os tratamentos iniciais para a insuficiência renal já não forem eficazes, considera-se a diálise a longo prazo ou o transplante de rim.
Como a insuficiência renal crónica afecta o sangue
Concentrações aumentadas de ureia e de creatinina.
Anemia.
Aumento da acidez do sangue (acidose).
Concentração diminuída de cálcio.
Concentração aumentada de fosfato.
Concentração aumentada da hormona paratiroide.
Concentração diminuída de vitamina D.
Concentração normal ou ligeiramente aumentada de potássio.



Insuficiência renal aguda


A insuficiência renal aguda é uma rápida diminuição da capacidade dos rins para eliminar as substâncias tóxicas do sangue, levando a uma acumulação de produtos metabólicos residuais no sangue, como a ureia.
A causa de uma insuficiência renal aguda pode ser qualquer afecção que diminua o afluxo sanguíneo aos rins, que obstrua o fluxo da urina que sai dos mesmos ou que lese os rins. Diversas substâncias tóxicas podem lesar os rins, como medicamentos, tóxicos, cristais que precipitam na urina e anticorpos dirigidos contra os rins.
Sintomas e diagnóstico
Os sintomas dependem da gravidade da insuficiência renal, da concentração de iões e da causa subjacente.
O quadro que conduz à lesão renal muitas vezes produz sintomas graves que não têm relação com os rins. Por exemplo, antes da insuficiência renal pode manifestar-se febre elevada, choque, insuficiência cardíaca e insuficiência hepática, circunstâncias que podem ser mais graves que qualquer dos sintomas provocados pela própria insuficiência renal. Algumas das situações que causam a insuficiência renal aguda também afetam outras partes do organismo. Por exemplo, a granulomatose de Wegener, que lesa os vasos sanguíneos nos rins, pode lesar também os vasos sanguíneos dos pulmões e causar hemoptise, quer dizer, tosse sanguinolenta. As erupções cutâneas são características de algumas causas de insuficiência renal aguda, como a poliarterite, o lúpus eritematoso sistêmico e alguns medicamentos tóxicos.
A hidronefrose (Ver seção 11, capítulo 128) pode provocar insuficiência renal aguda devido à obstrução do fluxo da urina. O refluxo da urina para o interior dos rins faz com que a zona de recolha (pélvis, pelve ou bacinete renal) se dilate, produzindo uma dor que varia de leve a muito aguda, em geral nas costas. Cerca de 10 % das pessoas apresentam sangue na urina.
Suspeita-se de insuficiência renal aguda quando o volume de produção de urina diminui. As análises de sangue que determinam as concentrações de creatinina e de nitrogênio ureico (ureia) no sangue (produtos residuais presentes no sangue que normalmente são eliminados pelos rins) contribuem para ratificar o diagnóstico. Um aumento progressivo da creatinina indica insuficiência renal aguda.
Durante o exame clínico, o médico examina os rins para determinar se estão aumentados ou se doem ao tacto. Uma estenose da artéria principal que vai para o rim pode produzir um ruído como o de uma corrente (murmúrio), que se pode ouvir quando se coloca um estetoscópio nas costas em cima dos rins.
Quando se detecta uma bexiga aumentada de tamanho, o médico pode introduzir um cateter na mesma para averiguar se está demasiado cheia de urina. Especialmente nas pessoas de idade avançada, o fluxo de urina está em geral obstruído à saída da bexiga (a abertura da mesma para a uretra). Por conseguinte, a bexiga aumenta de tamanho e a urina reflui, lesando os rins. Quando se suspeita de uma obstrução, pratica-se um exame do recto ou da vagina, consoante o caso, para determinar se uma massa está a causar a obstrução em qualquer dessas zonas.
Análises de laboratório podem ajudar a indicar com toda a precisão a causa da insuficiência renal e a gravidade da mesma. Em primeiro lugar, examina-se a urina a fundo. Se a causa da insuficiência renal é um afluxo sanguíneo inadequado ou uma obstrução urinária, geralmente a urina é normal. Mas quando se trata de um problema interno dos rins, pode conter sangue ou aglomerados de glóbulos vermelhos e brancos. A urina também pode conter grandes quantidades de proteínas ou de tipos de proteínas que normalmente não estão presentes nela.
As análises de sangue detectam valores anormalmente elevados de ureia e de creatinina e desequilíbrios metabólicos, como acidez anormal (acidose), uma concentração elevada de potássio (hiperpotassemia) e uma baixa concentração de sódio (hiponatremia).
Os estudos dos rins com exames de imagem são muito úteis, quer seja a ecografia ou a tomografia axial computadorizada (TAC). Podem realizar-se com raios X estudos das artérias ou das veias renais (angiografia) quando a obstrução dos vasos sanguíneos for a causa provável. Quando se suspeite de que as substâncias radiopacas utilizadas nos estudos radiográficos implicam um risco excessivo, pode-se realizar uma ressonância magnética nuclear (RM). Se esses estudos não revelarem a causa da insuficiência renal, pode ser necessário praticar uma biopsia. (Ver seção 11, capítulo 122)
Tratamento
A insuficiência renal aguda e as suas complicações imediatas muitas vezes podem ser tratadas com sucesso. O índice de sobrevivência é variável e oscila desde menos de 50 %, para os que sofrem de insuficiência de vários órgãos, até cerca de 90 %, para aqueles com diminuição do afluxo de sangue aos rins causada pela perda de líquidos corporais, produzida por uma hemorragia, vômitos ou diarreia.
Com frequência, a única coisa que se requer para que os rins possam curar-se por si mesmos é um tratamento simples mas meticuloso. O consumo de água limita-se a substituir o volume perdido pelo organismo. Mede-se diariamente o peso corporal para controlar o consumo de água. Quando o peso aumenta de um dia para o outro, significa que se está a beber demasiados líquidos. Além de alimentos com glicose ou com hidratos de carbono altamente concentrados para manter os valores apropriados de proteínas, administram-se por via oral ou endovenosa certos aminoácidos (que são os componentes que vão constituir as proteínas). Deve-se limitar rigorosamente o consumo de todas as substâncias que sejam eliminadas através dos rins, incluindo vários medicamentos, como a digoxina e alguns antibióticos. Dada a capacidade que têm os antiácidos, que contêm alumínio, de aderir ao fósforo no intestino, estes antiácidos podem ser fornecidos para prevenir que o valor sanguíneo do fósforo aumente em demasia. Por vezes administra-se sulfonato de polistireno sódico (uma resina), por via oral ou retal, para tratar uma concentração elevada de potássio no sangue.
A insuficiência renal pode ser tão grave que a diálise se torne imprescindível para prevenir graves lesões a outros órgãos e para controlar os sintomas. Nestes casos, a diálise começa-se o mais rapidamente possível uma vez efetuado o diagnóstico. A diálise pode ser necessária apenas temporariamente como ajuda até que os rins recuperem o seu funcionamento, o que habitualmente pode demorar vários dias ou semanas. Por outro lado, se os rins estiverem demasiado danificados para serem recuperados, a diálise pode ser necessária para sempre, a menos que se efetue um transplante de rim. (Ver seção 16, capítulo 170)




Principais causas de insuficiência renal aguda
ProblemaCausas possíveis
Afluxo insuficiente de sangue aos rinsSangue insuficiente devido a uma perda, desidratação ou lesões físicas que obstruem os vasos sanguíneos.
Bombeamento cardíaco demasiado fraco (insuficiência cardíaca).
Hipotensão arterial extrema (choque).
Síndroma de insuficiência hepática (hepato-renal).
Obstrução do fluxo de urinaDilatação da próstata.
Tumor que comprime o trato urinário.
Lesões dentro dos rinsReações alérgicas (por exemplo, às substâncias radiopacas utilizadas para as imagens radiográficas).
Substâncias tóxicas.
Perturbações que afetam as unidades filtrantes (nefrônios) dos rins.
Artérias ou veias obstruídas dentro dos rins.
Cristais, proteínas ou outras substâncias nos rins.


Causas de insufuciência renal crónica
Hipertensão arterial.
Obstrução do trato urinário.
Glomerulonefrite.
Anomalias dos rins, como a doença poloquística renal.
Diabetes mellitus.
Perturbações auto-imunitárias, como o lúpus eritematoso sistêmico.


terça-feira, 3 de junho de 2014

Damares - Diamante ( A Luta foi grande e tbm passei pela transformação ( A transformação em nós é diferente ) ƸӜƷ



 ƸӜƷ A Letra dessa musica é linda  ƸӜƷ
A química de Deus é tão perfeita
Transforma, evolui e eleva o nível
Quem viu o antes se encanta com o depois
Se pergunta como foi
Que aconteceu o impossível
O carbono em alta temperatura
Se transforma em um lindo diamante
Pois a quimica de Deus tem esse efeito
Faz quem nunca teve brilho
Ser a joia mais brilhante
É incrivelmente lindo o que Deus faz
Normalmente não existe explicação
O carbono para ser cristalizado
Fica superaquecido no calor de um vulcão
A transformação em nós é diferente
Ela sempre causa lágrimas de dor
Mas é preciso sofrer a metamorfose
Pois é de lutas e provas que se faz um vencedor
O carbono de transforma em diamante
E o néctar se transforma no mel
A lagarta se transforma em borboleta ƸӜƷ    
Rompe o casulo, voa no céu
O escravo se transforma em governo
O país inteiro afora é seu
Para uma transformação assim existe um nome
É quimica de Deus
A quimica de Deus acende o vulcão
Aquece o carbono
Em um milagre santo lhe transforma em diamante
A quimica de Deus aquece o coração
Acende a esperança, faz o impossível para transformar você
Na joia linda mais brilhante
É quimica, é quimica, é quimica de Deus
Que faz o elo do carbono ao diamante
É quimica, é quimica, é quimica de Deus
Que fez você a joia linda mais brilhante 

sexta-feira, 9 de maio de 2014

ƸӜƷ Abrace esta causa o LES Agradece ƸӜƷ :) 10 de Maio dia Mundial e de Atençao ao Lúpus

 Dia 10 de Maio Dia Mundial de Atenção ao Lúpus.
Então venho aqui pedir para todos entrar na Campanha  do L e só postar a sua foto nas redes sociais e comentar que vcs também Apoiam essa causa.
Com isso quem sabe conseguimos sair do escuro e ter a devida Atenção ,.
Como:
Mais especialistas nesta área de,Reumatologistas para adultos e pediátricos,Nefrologistas,Dermatologistas,Cardiologistas,Neurologistas,etc...
Mais Assistência a medicamentos especializados.
Porque as vezes ainda nos são negados e com isso comprometendo a nossa Saúde.
Menos burocracia para termos estes tipos de medicamentos.
Atendimento médico imediato, pois muitas vezes o LES não espera por consultas que as vezes demora meses e com isso agravando ou até mesmo levando a óbito os pacientes.
Ter o protetor solar fornecido pelo SUS, para mantermos a nossa saúde preservada,porque necessitamos dele em uso diário,
Mais Assistência em relação ao INSS,porque as vezes mesmo tendo os laudos médicos e o tempo de contribuição, as vezes nos são negados o auxílio doença ou a aposentadoria especial,etc...
E também ter o atendimento prévio para a concessão desses benefícios, porque essa doença é cara e quando se esta em Atividade da doença, muitas vezes não conseguimos trabalhar e com isso comprometendo o orçamento da família e com isso nos deixando ainda mais com um problema,a Depressão. :(
Por isso o quanto antes termos esses direitos menos efeitos colaterais teremos.
Repassem e abrace esta causa o LES Agradece :)

Dra. Andrea Meirelles, reumatologista traz informações sobre lúpus e tendinite.
Apresentadora Claudete Troiano
Programa - Santa Receita

Minhas Amiguinhas de LES

terça-feira, 6 de maio de 2014

10 de Maio Vamos a Luta - PL 7797/2010- Dia Mundial para a concientização do Lúpus

No Dia 10 de Maio é o dia Mundial do Lúpus.
Então vamos nos fazer Presente e vamos a Luta.

Projetos de Lei e outras proposições mais pedidas
Proposições mais pedidas durante o mês de março de 2014
No Mês de Março só tivemos 4 Pessoas que ligaram e se manifestaram a Favor, da PL 7797-2010 e ficamos em 29 º lugar  na lista dos Projetos mais  pedidos .

Então  Pessoal vamos continuar ligando 0800 619 619, porque quanto mais a gente ligar e Pedir pela Aprovação desse Projeto, quem sabe assim eles entendem que estamos atentas, e ai eles darão andamento ao Projeto ok

PL 7797/2010 Inclui o lúpus e a epilepsia entre as doenças cujos portadores são dispensados de cumprir prazo de carência para usufruir dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez.

Câmara dos Deputados
Disque Câmara: 0800 619 619

  PL 7797/2010 Inteiro teor
Projeto de Lei

Situação: Aguardando Parecer do Relator na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) Origem: PLS 293/2009

Identificação da Proposição

Autor
Senado Federal - Paulo Paim - PT/RS

Ementa
Altera o art. 151 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, que "dispõe sobre os Planos de Benefícios da Previdência Social e dá outras providências", para incluir o lúpus e a epilepsia entre as doenças cujos portadores são dispensados de cumprir prazo de carência para usufruir dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez.
Situação:
Aguardando Parecer do Relator na Comissão de Finanças e Tributação (CFT)




segunda-feira, 5 de maio de 2014

10 de Maio Saia do Escuro Dia Mundial para a conscientização do Lúpus

10 de Maio Saia do Escuro 
Lúpus
Dia Mundial para a conscientização do Lúpus
Lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune sistêmica caracterizada pela produção de autoanticorpos, formação e deposição de imunocomplexos, inflamação em diversos órgãos e dano tecidual. Sua etiologia permanece ainda pouco conhecida, porém sabe-se da importante participação de fatores hormonais, ambientais, genéticos e imunológicos para o surgimento da doença. As características clínicas são polimórficas, e a evolução costuma ser crônica, com períodos de exacerbação e remissão. 
A doença pode cursar com sintomas constitucionais, 
 artrite,
serosite, 
nefrite, 
vasculite, 
miosite, 
manifestações
mucocutâneas,
hemocitopenias  imunológicas, 
diversos quadros neuropsiquiátricos,
hiperatividade reticuloendotelial 
e pneumonite.

LES afeta indivíduos de todas as raças, sendo 9 a 10 vezes mais frequente em mulheres durante a idade reprodutiva.
CID-10) - M32.1 Lúpus eritematoso disseminado (sistêmico) com comprometimento de outros órgãos e sistemas
- M32.8 Outras formas de lúpus eritematoso disseminado (sistêmico)

 DIAGNÓSTICO
Para o diagnóstico de LES, é fundamental a realização de anamnese e exame físico completos e de alguns exames laboratoriais que podem auxiliar na detecção de alterações clínicas da doença, a saber:
- hemograma completo com contagem de plaquetas;
- contagem de reticulócitos;
- teste de Coombs direto;
- velocidade de hemossedimentação (VHS);
- proteína C reativa;
- eletroforese de proteínas;
- aspartato-aminotransferase (AST/TGO);
- alanina-aminotransferase (ALT/TGP);
- fosfatase alcalina;
- bilirrubinas total e frações;
- desidrogenase láctica (LDH);
- ureia e creatinina;
- eletrólitos (cálcio, fósforo, sódio, potássio e cloro);
- exame qualitativo de urina (EQU);
- complementos (CH50, C3 e C4);
- albumina sérica;
- proteinúria de 24 horas; - VDRL; e
- avaliação de autoanticorpos (FAN, anti-DNA nativo, anti- Sm, anticardiolipina IgG e IgM, anticoagulante lúpico, anti-La/SSB, anti-Ro/SSA e anti-RNP).

A solicitação dos exames deve basear-se na avaliação clínica de cada paciente. Nos critérios de classificação da doença, encontramse algumas das alterações que podem ser observadas nos exames. Em casos de alteração, a conduta é definida pelo médico assistente, que deve ser capacitado para o tratamento desta doença. O diagnóstico é estabelecido a partir da presença de pelo menos 4 dos 11 critérios de classificação, em qualquer momento da vida dos pacientes, propostos pelo American College of Rheumatology (ACR) em 1982 (33) e revisados em 1997, (34) aceitos universalmente, conforme descritos abaixo.

1. Eritema malar: eritema fixo, plano ou elevado nas eminências malares, tendendo a poupar a região nasolabial.

2. Lesão discoide: lesão eritematosa, infiltrada, com escamas queratóticas aderidas e tampões foliculares, que evolui com cicatriz atrófica e discromia.

3. Fotossensibilidade: eritema cutâneo resultante de reação incomum ao sol, por história do paciente ou observação do médico.

4. Úlcera oral: ulceração oral ou nasofaríngea, geralmente não dolorosa, observada pelo médico.

5. Artrite: artrite não erosiva envolvendo 2 ou mais articulações periféricas, caracterizada por dor à palpação, edema ou derrame.

6. Serosite: a) pleurite - história convincente de dor pleurítica ou atrito auscultado pelo médico ou evidência de derrame pleural; ou b) pericardite - documentada por eletrocardiografia ou atrito ou evidência de derrame pericárdico.

7. Alteração renal: a) proteinúria persistente de mais de 0,5 g/dia ou acima de 3+ (+++) se não quantificada; ou b) cilindros celulares - podem ser hemáticos, granulares, tubulares ou mistos.

8. Alteração neurológica: a) convulsão - na ausência de fármacos implicados ou alterações metabólicas conhecidas (por exemplo, uremia, cetoacidose, distúrbios hidroeletrolíticos); ou b) psicose - na ausência de fármacos implicados ou alterações metabólicas conhecidas (por exemplo, uremia, cetoacidose, distúrbios hidroeletrolíticos).

9. Alterações hematológicas: a) anemia hemolítica com reticulocitose;
ou b) leucopenia de menos de 4.000/mm3 em duas ou mais ocasiões; ou c) linfopenia de menos de 1.500/mm3 em duas ou mais ocasiões; ou d) trombocitopenia de menos de 100.000/mm3 na ausência de uso de fármacos causadores.

10. Alterações imunológicas: a) presença de anti-DNA nativo; ou b) presença de anti-Sm; ou c) achados positivos de anticorpos antifosfolipídios baseados em concentração sérica anormal de anticardiolipina IgG ou IgM, em teste positivo para anticoagulante lúpico, usando teste-padrão ou em VDRL falso-positivo, por pelo menos 6 meses e confirmado por FTA-Abs negativo.

11. Anticorpo antinuclear (FAN): título anormal de FAN por imunofluorescência ou método equivalente em qualquer momento, na ausência de fármacos sabidamente associados ao lúpus induzido por fármacos.

Embora FAN esteja presente em mais de 95% dos pacientes com a doença ativa, o teste apresenta baixa especificidade. Títulos de FAN acima de 1:80 são considerados significativos.
Nos casos com pesquisa de FAN negativa, particularmente com lesões cutâneas fotossensíveis, recomenda-se a realização da pesquisa de anticorpos anti-Ro/SSA e anti-La/SSB. Anticorpos anti-DNA nativo e anticorpos anti-Sm são considerados testes específicos, mas têm baixa sensibilidade.
A presença de anticorpos tem valor clínico quando ocorrer em pacientes com manifestações compatíveis com o diagnóstico de LES.

Casos especiais devem ser tratados por médicos qualificados, em serviço especializado.
Gestantes, lactantes, crianças e pacientes com manifestações graves associadas ao LES também devem ser encaminhadas para serviço especializado.

Ministério da Saúde
Secretaria de Atenção à Saúde
 http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2013/prt0100_07_02_2013.html 

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Convite- 10 de maio de 2014 - Dia Internacional de Atenção à Pessoa com Lúpus. Dia Mundial de Atenção à Pessoa com Fibromialgia.

 10 de maio de 2014 -
Dia Internacional de Atenção à Pessoa com Lúpus.
Dia Mundial de Atenção à Pessoa com Fibromialgia.
Pessoal por gentileza, divulguem e participem
A Superando o Lúpus e o GRUPASP, convidam a todos a participarem de um dia diferente com palestras médicas, atividades terapêuticas e muitas surpresas.

10 de maio de 2014 - Dia Internacional de Atenção à Pessoa com Lúpus.
Dia Mundial de Atenção à Pessoa com Fibromialgia.

Horário: das 10h 30min às 16h.

Local: Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo - "Auditório Paulo Kobayashi".
End: Av. Pedro Álvares Cabral, 201 - Parque Ibirapuera - São Paulo - SP

Divulguem e Participem



segunda-feira, 21 de abril de 2014

Vacinação Contra a Gripe de começa dia 22 /04 e vai até 09/05/2014

Neste ano, a faixa etária das crianças foi ampliada, com a inclusão dos menores de cinco anos. O público prioritário para a imunização é de 49,6 milhões de pessoas em todo o país.  
A campanha nacional de vacinação contra gripe deste ano será realizada de 22 de abril a 9 de maio, sendo 26 o dia de mobilização nacional. A novidade deste ano é a ampliação da faixa etária para crianças de seis meses a menores de cinco anos. No ano passado, o público infantil foi de seis meses a menores de dois anos. A estratégia de mobilização para todo o país, executada em parceria com estados e municípios, foi anunciada nesta quarta-feira (02) pelo ministro da      Saúde, Arthur Chioro.
O público-alvo da campanha é de 49,6 milhões de pessoas e a meta do Ministério da Saúde é vacinar 80% desta população, considerada de risco para complicações por gripe. Além das crianças de seis meses a menores de cinco anos, integram este grupo pessoas com 60 anos ou mais, trabalhadores de saúde, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional. As pessoas portadoras de doenças crônicas não-transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais também devem se vacinar. Para esse grupo não há meta específica de vacinação.
Durante a apresentação da campanha, o ministro Arthur Chioro destacou a importância da ampliação da vacina ao público infantil. “A extensão da faixa etária para os menores de cinco anos tem como finalidade reduzir casos graves e óbitos”, ressaltou. Segundo o ministro, a vacinação desta faixa etária beneficia tanto a criança que recebe a vacina, como também os grupos mais vulneráveis que convivem com ela. Assim, são imunizadas, indiretamente, lactentes menores de seis meses de idade (crianças amamentadas); idosos e pessoas com doenças crônicas. Outro fator que contribuiu para a inclusão desta faixa-etária foi o fato de que as taxas de internação em crianças menores de cinco anos, em 2013, terem se igualado a dos idosos.
O ministro lembrou ainda que, apesar das diferenças climáticas no país, as recomendações para prevenção da gripe são mesmas para todas as regiões. “É importante manter os hábitos saudáveis de higiene, como lavar as mãos sempre e manter os ambientes arejados”, aconselhou. Ele explicou ainda que o Ministério da Saúde, em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde, está preparando a rede e as equipes de saúde para o atendimento dos pacientes com gripe. Esta preparação também inclui a realização de diagnósticos e abastecimento dos estados e municípios com antivirais. “Todo o recurso que investimos em prevenção, retorna à sociedade, seja na melhoria da qualidade de vida da população ou pela diminuição dos casos graves e óbitos”, afirmou Chioro.
O secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, destacou a importância do lançamento da campanha neste período que antecede o inverno, estação mais propícia para a gripe. “A criação de anticorpos ocorre entre duas e três semanas após a aplicação da dose. Por isso é importante que as pessoas procurarem a vacinação no período da campanha. Assim, quando chegar o inverno, estarão protegidas”, afirmou Barbosa. O período de maior circulação da gripe é de final de maio a agosto. O secretário ressaltou que a vacina contra a influenza é diferente das demais porque tem efeito limitado, ou seja, é elaborada apenas no período da sazonalidade.

SEGURANÇA - A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS). Esta definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza.

DOSES - Serão distribuídas 53,5 milhões de doses da vacina, que protege contra os três subtipos do vírus da gripe determinados pela OMS para este ano (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B).  Em todo o país, serão 65 mil postos de vacinação, com envolvimento de 240 mil pessoas. Também estarão disponíveis para a mobilização 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.
As pessoas com doenças crônicas devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

CAMPANHA- Com tema “Vacinação contra a gripe: você não pode faltar”, a campanha do Ministério da Saúde para este ano orienta cada público prioritário a procurar os postos vacinação no período da mobilização. A campanha será veiculada na TV, rádio, mídia exterior, mídia impressa e internet. O custo total da campanha é de R$ 14 milhões.

MEDIDAS DE PREVENÇÃO – A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca ao tossir e espirrar; evitar tocar o rosto e não compartilhar objetos de uso pessoal.
Em caso de síndrome gripal, deve-se procurar um serviço de saúde o mais rápido possível. A vacina contra a gripe não é capaz de eliminar a doença ou impedir a circulação do vírus, por isso, as medidas de prevenção são muito importantes, particularmente durante o período de maior circulação viral, entre os meses de junho e agosto.
Também é importante lembrar que, mesmo pessoas vacinadas, ao apresentarem os sintomas da gripe - especialmente se são integrantes de grupos mais vulneráveis às complicações - devem procurar, imediatamente, o médico. Os sintomas da gripe são: febre, tosse ou dor na garganta, além de outros, como dor de cabeça, dor muscular e nas articulações. Já o agravamento pode ser identificado por falta de ar, febre por mais de três dias, piora de sintomas gastrointestinais, dor muscular intensa e prostração.

REAÇÕES ADVERSAS – Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor no local da injeção, eritema e induração. São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos passam, na maioria das vezes, em 48 horas.  A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados.

PRODUÇÃO NACIONAL – As doses da vacina contra a gripe foram adquiridas por meio da Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) entre o Instituto Butantan e o laboratório privado Sanofi. O acordo, intermediado pelo Ministério da Saúde, permitiu que Instituto Butantan dominasse todas as etapas de produção da vacina.

Categorias de risco clínico com indicação para vacina contra influenza 

Categoria   de risco clínico
Indicações
Doença
respiratória crônica
Asma   em uso de corticóides inalatório ou sistêmico (Moderada ou Grave);
DPOC;
Bronquioectasia;
Fibrose   Cística;
Doenças   Intersticiais do pulmão;
Displasia   broncopulmonar;
Hipertensão   arterial Pulmonar;
Crianças   com doença pulmonar crônica da prematuridade.
Doença
cardíaca crônica
Doença   cardíaca congênita;
Hipertensão   arterial sistêmica com comorbidade;
Doença   cardíaca isquêmica;
Insuficiência   cardíaca.
Doença renal crônica
Doença   renal nos estágios 3,4 e 5;
Síndrome   nefrótica;
Paciente   em diálise.
Doença
hepática crônica
Atresia   biliar;
Hepatites   crônicas;
Cirrose.
Doença neurológica crônica
Condições em que a função respiratória   pode estar comprometida pela doença neurológica;
Considerar as necessidades clínicas   individuais dos pacientes incluindo: AVC, Indivíduos com paralisia cerebral,   esclerose múltipla, e condições similares;
Doenças hereditárias e   degenerativas do sistema nervoso ou muscular;
Deficiência neurológica grave.
Diabetes
Diabetes   Mellitus tipo I e tipo II em uso de medicamentos.
Imunossupressão
Imunodeficiência   congênita ou adquirida
Imunossupressão   por doenças ou medicamentos
Obesos
Obesidade   grau III.
Transplantados
Órgãos   sólidos;
Medula   óssea.
Portadores
de trissomias
Síndrome   de Down, Síndrome de klinefelter, Sídrome de Wakany, dentre outras   trissomias.

Por Carlos Américo, da Agência Saúde
Atendimento à imprensa – Ascom/MS
(61) 3315-2577/6258/3580  

http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/cidadao/principal/agencia-saude/11694-campanha-nacional-de-vacinacao-a-contra-gripe-comeca-dia-22

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Participe do Programa Cadastro-Inclusão de Pessoas com deficiência e mobilidade reduzida


Prefeitura reabre censo para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida

Cadastro Inclusão pretende mapear perfil de moradores da cidade. 

Do G1 São Paulo 10/04/2014 10h43 - Atualizado em 10/04/2014 12h39

A Prefeitura de São Paulo reabre, nesta quinta-feira (10) o Cadastro Inclusão, que pretende mapear o perfil das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida que moram na cidade. Com o censo, a Prefeitura quer aperfeiçoar políticas públicas direcionadas a esas pessoas.
O cadastro é feito somente pelo site www.cadastroinclusao.sp.gov.br (disponível a partir das 14h). As pessoas devem preencher uma ficha informando o tipo de deficiência, faixa etária, gênero, grau de escolaridade, tipo de trabalho e habitação, além de quais serviços públicos têm acesso. Segundo a Prefeitura, todas as pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida podem participar do programa, inclusive crianças.
http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2014/04/prefeitura-reabre-censo-para-pessoas-com-deficiencia-e-mobilidade-reduzida.html 
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Perguntas Frequentes:
O que é:
Cadastro online de dados que permite identificar o perfil socioeconômico e comportamental de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, moradoras da cidade de São Paulo.
Objetivo:
Oferecer subsídios à Prefeitura de São Paulo para o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a melhoria da qualidade de vida das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
Público-alvo:
Todas as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, moradoras da cidade de São Paulo, poderão participar deste programa, sejam elas crianças (por meio do preenchimento dos pais e/ou responsáveis), jovens, adultos e idosos.
Histórico:
Em 2012, a Prefeitura lançou o Censo Inclusão, que consistia em duas etapas. A primeira foi encerrada em agosto no ano passado, quando foram recebidos 42 mil questionários, entre aqueles enviados aos domicílios paulistanos e os que foram respondidos diretamente no site. Deste total, 35 mil foram considerados válidos. A segunda etapa é a continuidade da captação dos dados, que será permanente e por meio do Cadastro Inclusão na internet.
Cadastro Novo:
- Acessar o site www.cadastroinclusao.sp.gov.br.
- Clicar no botão “Acessar Cadastro-Inclusão”.
- Clicar em “Novo Cadastro”.
- Preencher os campos obrigatórios: Nome completo / data de nascimento / nome completo da mãe ou do responsável.
- Digitar as letras que aparecem no campo de validação e clicar em “Continuar”.
- Preencher o email no campo “Login”.
- Escolher e digitar uma senha e clicar em “Confirmar”.
- Ler atentamente as recomendações e clicar em “Concorda”.
- Preencher os dados pessoais e clicar em “Confirmar”.
- Responder as 27 questões.
- Ao término, conferir a tela com as respostas, clicar no campo “Atesto que...”, e depois em “Finalizar”.
Para quem já respondeu o Censo Inclusão em 2012:
As pessoas que já responderam o questionário do Censo Inclusão (via formulário impresso ou internet) no ano passado não precisam preencher novamente, a não ser que haja necessidade de atualizar algum dos dados informados.
Para isso, há dois procedimentos diferentes:
1) Se a pessoa respondeu pelo formulário impresso, basta acessar o site www.cadastroinclusao.sp.gov.br, clicar em “Acessar Cadastro-Inclusão”, e depois clicar em “Alterar cadastro enviado por formulário”. Feito isso, inserir as três informações chave: Nome completo, data de nascimento e nome da mãe ou responsável. O cadastro será aberto, permitindo a alteração das informações.
2) Se a pessoa respondeu o cadastro pela internet, basta acessar o site www.cadastroinclusao.sp.gov.br, clicar em “Acessar Cadastro-Inclusão”, e depois em “Corrigir Cadastro”. Preencher o email no campo “Login”, a senha cadastrada no ano passado, digitar as letras que aparecem no quadro de validação e clicar em “Confirmar”. Caso não lembre mais da senha ou do seu login, a pessoa deve clicar em “Acessar Cadastro-Inclusão” e depois em “Esqueci meu login e senha”. Em seguida, preencher os campos obrigatórios: Nome completo / data de nascimento / nome completo da mãe ou responsável. Inserir o telefone de contato, preencher as letras que aparecem no quadro de validação e clicar em “Confirmar”. Um atendente entrará em contato com a pessoa para orientá-la sobre a recuperação da senha.
OBS: É possível que a pessoa entre com os dados e o site não localize seu formulário. Isso pode acontecer porque alguns questionários não foram preenchidos corretamente ou foram preenchidos de maneira ilegível, dessa forma não foi possível incorporá-los ao programa. No entanto, o site permite que seja preenchido um novo formulário.
Características do cadastro:
- 27 perguntas de múltipla escolha que abordam o tipo de deficiência, faixa etária, gênero, grau de educação, tipo de trabalho e habitação, quais serviços tem acesso em áreas como saúde, transporte, esporte e cultura, entre outras.
- RG e CPF não são campos obrigatórios, mas há necessidade de informar um endereço de email, além do nome completo, data de nascimento e nome da mãe ou responsável.
Recursos de acessibilidade:
Há diversos recursos como ampliação de texto e contraste para pessoas com baixa visão e idosos, compatibilidade com os principais leitores de tela para as pessoas com deficiência visual e possibilidade de navegação com mouse, teclado ou outro dispositivo. O site ainda disponibiliza vídeos contendo a tradução de todos os textos para a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Sobre o Cadastro
O Cadastro-Inclusão é um programa da Prefeitura de São Paulo para identificar, mapear e cadastrar o perfil socioeconômico das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, no âmbito do Município de São Paulo. Instituído pela Lei nº. 15.096 de 05 de janeiro de 2010, e regulamentado pelo Decreto nº. 52.241 de 14 de abril de 2011, tem como objetivo facilitar o desenvolvimento de políticas públicas voltadas ao atendimento das necessidades das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.
O Cadastro-Inclusão ficará aberto até 2015
O Cadastro-Inclusão deverá conter informações quantitativas sobre os tipos e graus de deficiência encontrados e informações necessárias para contribuir para a qualificação, quantificação e localização das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
A coordenação desse programa é responsabilidade da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida.
Se você, ou alguém da sua família, possui alguma dessas características, é fundamental que preencha esse formulário, para que possamos melhorar e ampliar os serviços públicos oferecidos nas áreas da saúde, transporte, educação, cultura, lazer entre outras.

 Questionário

Questão 1Qual(is) tipo(s) de deficiência(s) ou restrição de mobilidade você possui?
Questão 2Quando você adquiriu?
Questão 3É interditado judicialmente?
Questão 4Causa da deficiência ou restrição da mobilidade:
Questão 5Sobre a escrita do Português, você considera que:
Questão 6Sobre a leitura do Português, você considera que:
Questão 7Frequenta escola ou faculdade?
Questão 8Tipo(s):
Questão 9Escolaridade:
Questão 10Quais as principais dificuldades em seu ambiente escolar:
Questão 11Sua escola oferece:
Questão 12Trabalha?
Questão 16Se não trabalha, qual(is) o(s) motivo(s)?
Questão 17Renda pessoal:
Questão 18Mobilidade:
Questão 19Quais formas utiliza para comunicação?
Questão 20Utiliza assistência à saúde:
Questão 21Faz algum tipo de tratamento, acompanhamento ou reabilitação relacionado à deficiência ou restrição de mobilidade?
Questão 22Frequenta algumas destas atividades?
Questão 23Pratica atividade física/esportiva?
Questão 24Tipo(s) de transporte utilizado(s):
Questão 25Com relação à moradia:
Questão 26Qual(is) tipo (s) de meios de comunicação você utiliza?
Questão 27Assinale quem prestou as informações:

  - Acessar o site para fazer o Cadastro  www.cadastroinclusao.sp.gov.br.

sábado, 5 de abril de 2014

LES - Fórum de Debates em Doenças Reumáticas

Fórum de Debates em Doenças Reumáticas 
Apalurj Associação de Lúpus RJ 
Será realizado no próximo dia 10 de abril de 2014 no auditório principal do Hospital Federal da Lagoa, o Fórum de Informações em Reumatologia.
O programa incluirá informações e esclarecimentos sobre os principais sintomas e as principais doenças reumatológicas para pessoas da população geral, pacientes e familiares. Temas como Artrose, Fibromialgia, Lúpus Eritematoso Sistêmico, Artrite Reumatoide,
Osteoporose, Bursites e Tendinites serão abordados. Também haverá oportunidade de reconhecer os principais aspectos da Febre Reumática e manifestações reumatológicas de doenças comuns como a Diabetes, Hanseníase e Hepatite.
Nesse mesmo dia, ocorrerá a segunda edição da Lúpus Fashion Week, evento que inclui desfiles e orientações de como a moda pode contribuir para a proteção e recuperação da auto estima.

Este é um evento organizado pela Sociedade de Reumatologia do Rio de Janeiro com apoio da Associação de Pacientes com Lúpus do Rio de Janeiro e Universidade do Estado do Rio de Janeiro.


Informações e inscrições:
Sociedade de Reumatologia do RJ
Tel: (21) 2549-4114
10 Abril 2014   
Um evento para pacientes, seus familiares e público em geral
Local: Anfiteatro do Hospital Federal da Lagoa
Rua Jardim Botânico, 501- Lagoa - RJ

PROGRAMAÇÃO - 10 de Abril  QUINTA-FEiRA
08:30 – 8:40h -  ABERTURA – Evandro Klumb e Mauro Goldfarb
08:40 – 9:00h -  CONFERÊNCIA DE ABERTURA
A ARTE E A VIDA DE PAUL KLEE – Waldinea Araújo
 
1ª MESA: Coordenadores: Ana Beatriz Vargas e Roger Levy
9:00 – 9:20h - ColunA – Laura Mendonça
9:20 – 9:40h - Gota – Ana Beatriz Vargas
9:40 – 10:00h - ARTROSE E BURSITES – Selma Merenlender
10:00 – 10:20h - DEBATES
10:20 – 11:00h - DOENÇAS DAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES – Kátia Lino / Blanca Bica
11:00 – 11:30h - INTERVALO
 
2ª MESA: Coordenadores: João Luiz Vaz e Jaime Danowski
11:30 – 11:50h - OSTEOPOROSE E RiSCO dE FRATURAS – Pedro Haddad
11:50 – 12:10h - ESPONDILOARTRiTES – Breno Bianchi
12:10 – 12:30h - DEBATES
12:30 – 12:50h - ALMOÇO
12:50 – 14:00h - O PAPEL DO PACiENTE NO CUIDADO À SAÚDE
 
Wanda Heloisa Ferreira / Debate: Roger Levy
14:00 – 14:30h - FIBROMIALGIA – José Verztman
14:30 – 15:00h - ARTRiTE REUMATOIDE – Marcelo Pacheco /Geraldo Castelar
15:00 – 15:30h - LES E OUTRAS DOENÇAS AUTOIMUNE - Evandro Klumb / Adriana Danowsk 
15:30 – 16:30h - ENCERRAMENTO – Evandro Klumb e Elisa Albuquerque
dJ: natan / Lúpus Fashion Week

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Caixa preta da Saúde faça a sua parte.Denuncie !

Este espaço foi criado para que todos, sem exceção, denunciem a situação encontrada em hospitais, postos e unidades de saúde em todos os pontos deste país.
Este é um site de ação colaborativa cujo propósito é contribuir para mudar a situação da saúde no Brasil. Para que seja o que ele realmente tem potencial para ser, se administrada com competência e honestidade, nós precisamos de todos os brasileiros, usuários ou não do SUS.
Queremos lutar por um Sistema Único de Saúde que faça atendimento UNIVERSAL E EFICIENTE para todos, como prevê a consituição federal. Todos possuem os mesmos direitos e mesmo padrão de qualidade, sejha nas pequenas ou nas grandes cidades.
Seja profissional do setor ou usuário do sistema, sua participação é muito importante. Ajude a mudar a situação da saúde! Envie seus vídeos, suas fotos e faça suas denúncias.
Vamos abrir esta caixa-preta e mostrar o que realmente acontece no Brasil. Afinal, Saúde é assunto sério.

Clik aqui e faça a sua Denuncia >>  http://www.caixapretadasaude.org.br/

Telefones úteis - Disque Saúde – 136

Ministério da Saúde -  (61) 3315.2425
Disque Saúde – Ministério da Saúde - 0800 611997
Disque DST-AIDS (Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo) – 0800 162550
Disque Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) - 0800 7019656
Disque Intoxicação - 0800 7226001
Secretarias Estaduais de Saúde
Secretaria de Estado da Saúde do Acre
Rua Benjamim Constant, 830 – Centro – Rio Branco/AC
Telefone: (68) 3212 – 4141 / 4142
Secretarias Municipais de Saúde

Relação das Secretarias Municipais de Saúde do Estado do Acre
Secretaria de Estado da Saúde de Alagoas
Av. da Paz, 978 – Centro – Maceió/AL
Telefone: (82) 3315 -1152 /1105/1163/1105/1152
Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas
Av. André Araújo, 701 – Aleixo – Manaus/AM
Telefone: (92) 3643 – 6391/6302/ 6391/6432/6398/6387 - www.saude.am.gov.br - ouvidoria.sus@pmm.am.gov.br
Secretaria de Estado da Saúde do Amapá
Av. FAB, 069 – Centro – Macapá/AP
Telefone: (96) 3312 – 1527/1502/1500
Secretaria de Estado da Saúde da Bahia
Centro Administrativo da Bahia – 4
Av. Plat. 6 Lado ‘’B’’- 3º andar – Salvador/BA
Telefone: (71) 3115 – 4174/4168/4275
Secretaria de Estado da Saúde do Ceará
Av. Almirante Barroso, 600 – Praia de Iracema – Fortaleza/CE
Telefone: (85) 3101 – 5124/5126
Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal
SAIN Parque Rural, s/n – Brasília/DF
Telefone: (61) 3347-3235 / 3348 – 6104
Secretaria de Estado da Saúde do Espírito Santo
Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, 2025 – Bento Ferreira – Vitória/ES
Telefone: (27) 3137-2306 / 2309 / 2333
Secretaria de Estado da Saúde de Goiás
Rua SC 1, 299 – Parque Santa Cruz – Goiânia/GO
Telefone: (62) 3201-2444/3768/3822
Secretaria de Estado da Saúde - Maranhão
Av. Carlos Cunha, s/n – Calhau – São Luiz/MA
Telefone: (98) 3218 – 2338 / 3227- 0763 / 3218 – 8746/ 8749
Secretaria de Estado da Saúde de Mato Grosso
Centro Político Administrativo
Rua D, Quadra 12, lote 2, Bloco 5 – Cuiabá/MT
Telefone: (65) 3613 – 5310/5458/5311/5312/5314
Secretaria de Estado da Saúde de Mato Grosso do Sul
Parque dos Poderes – Bloco 7 – Jardim Veraneio – Campo Grande/MS
Telefone: (67)3318 -1720/1717/1716
Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais
Rodovia Prefeito Américo Rene Gianetti, s/n – Prédio Minas – 12º andar
Bairro Serra Verde – Belo Horizonte/MG
Telefone: (31) 3916 – 0618 / 0619 / 0620
Secretaria de Estado da Saúde do Pará
Av. Conselheiro Furtado, 1597 – Cremação – Belém/PA
Telefone: (91) 4006 – 4814/4800/4802/4803/4804/4805
Secretaria de Estado da Saúde da Paraíba
Av. Dom Pedro II, 1826 – Torre – João Pessoa/PB
Telefone: (83) 3218 – 7438/7485/7428
Secretaria de Estado da Saúde do Paraná
Rua Piquiri, 170 – Rebouças – Curitiba/PR
Telefone: (41) 3330 – 4400/4409/4300
Secretaria de Estado da Saúde de Pernambuco
Rua Dona Maria Augusta Nogueira, 519 – Bongi – Recife/PE
Telefone: (81) 3184 – 0148 / 0158
Secretaria de Estado da Saúde do Piauí
Av. Pedro Freitas, s/n – Bloco “A” Centro administrativo – Teresina/PI
Telefone: (86) 3216 – 3557 / 3595/3559/3627
Secretaria de Estado da Saúde do Rio de Janeiro
Rua Graça Aranha, 182 – 4º andar – Centro – Rio de Janeiro/RJ
Telefone: (21) 2332 – 6123/6122/6135
Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Norte
Av. Deodoro, 730 – Ed. do INAMPS – 8º andar – Natal/RN
Telefone: (84) 3232 – 7432/7456/2628/2611/2610/2596/
Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Sul
Av. Borges de Medeiros, 1501 – 6º andar – Porto Alegre/RS
Telefone: (51) 3288 – 5803/5804/5805/5806
Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia
Rua Gonçalves Dias, 812 – Bairro Olaria – Porto Velho/RO
Telefone: (69)3216 – 7355/5296/5287
Secretaria de Estado da Saúde de Roraima
Rua Madri, 180 – Bairro Aeroporto – Boa Vista/RR
Telefone: (95) 3623 -1690 / 2121-0501/2121-0505
Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina
Rua Esteves Júnior, 160 – Ed. Halley – 7º andar – Centro – Florianópolis/SC
Telefone: (48) 3221-2080/2016 / 2333
Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
Av. Dr. Eneas de Carvalho Aguiar, 188 – 7º andar – São Paulo/SP
Telefone: (11) 3081 – 3911/ 3066 – 8885
Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe
Praça General Valadão, 32 – Palácio Serigi – Aracaju/SE
Telefone: (79) 3234 – 9580 /3234 – 9568
Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins
Praça dos Girassóis – Esplanada das Secretarias
Secretaria de Saúde – Palmas/TO
Telefone: (63) 3218 – 1713/1730
Ouvidoria Municipal de Saúde PB (83) 3214-7968 / 160 –
Ouvidoria SUS/DF – Telefone: 160 | E-mail ouvidoria@saude.df.gov.br
Ouvidoria SUS de Campo Grande/MS – (067)33843737 – 33121130  Ouvidoria SUS/MA – 0800 61 1997
Ouvidoria SUS/RS - 0800 6450 644Ouvidoria Conselho Nacional de Justiça – (61) 2326-4607 / 2326-4608Endereço para correspondência e atendimento presencial: Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça – SEPN 514, bloco B, lote 7, sala 105 – Brasília/DF – CEP 70760-542Conasems – (61) 3223-0155 Conass – (61) 3222 3000
http://www.caixapretadasaude.org.br/

 Saiba Como Funciona O Projeto Caixa Preta Da Saúde 
Que Deve Ajudar A População

Site recebe denúncias sobre atendimento em hospitais do país

Em 22 dias, site já recebeu mais 1,2 mil denúncias.
Página na internet é uma iniciativa da Associação Médica Brasileira.   

Veruska Donato São Paulo



Uma iniciativa da Associação Médica Brasileira (AMB) está denunciando os absurdos que acontecem nos hospitais do país. Um site foi criado para receber depoimentos, vídeos e fotos dos pacientes.  A página está no ar há 22 dias e já publicou mais de 1,2 mil denúncias, como falta de leitos, de remédios, maus tratos e demora no atendimento.
No Hospital Geral de Fortaleza, o teto cedeu no inicio da semana e a água jorrou na sala onde os pacientes aguardavam a transferência para a UTI. A chuva também alagou o quarto e o banheiro dos médicos do Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal.
Os vídeos que registram essas situações foram colocados no site www.caixapretadasaude.org.br*, chamado de caixa-preta da saúde. Em um mapa do Brasil,  cruzes representam as denúncias feitas por pacientes de todo o país.
Um desses pacientes diz que o Centro de Especialidades João Kayatt, em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul, começa a fazer as fichas às 9h40 e o médico chega depois das 12hs. Outro paciente diz que há oito meses espera atendimento na Unidade Regional de Saúde de Uberaba, em Minas Gerais.
As denúncias sobre os hospitais, públicos e particulares, são checadas pela própria Associação Médica Brasileira e, só depois, vão para a internet. A principal reclamação é a demora no atendimento. Os problemas com remédios (37%), leitos (31%) e materiais (27%) também estão entre as principais denúncias.
“Cabe aos gestores tentar sanar aquela dificuldade encontrada. Se a queixa for relevante, repetitiva ou de extrema importância caberá a Associação Médica Brasileira e suas sociedades encaminhar ao Ministério Público”, explica Antônio Jorge Salomão, primeiro-secretário da AMB.
O maior número de reclamações vem do estado de São Paulo. Um dos hospitais citados no site Caixa Preta da Saúde é do Campo Limpo, na capital paulista. Na terça-feira (1), o Bom Dia São Paulo denunciou as condições do pronto-socorro do hospital, onde os pacientes são atendidos em macas nos corredores.
Um paciente com câncer chegou a ficar 13 horas no corredor e  agora está em uma enfermaria com homens e uma mulher. “Os homens urinam em vidros e essa moça está lá presenciando absolutamente tudo”, diz uma mulher.
O secretário de Saúde de São Paulo, José de Filippi Júnior, reconheceu o problema e disse que nos próximos dias o hospital vai ganhar mais 41 leitos: “Vinte leitos adultos para homens e mulheres, dez para crianças, nove leitos de emergência e mais dois leitos especiais de isolamento”.
A AMB acredita que a exposição das denúncias obriga os gestores a resolver os problemas. “A caixa-preta é uma ferramenta online que dá chance ao povo de qualquer local do país, a qualquer hora, fazer sua denúncia através de escrita. Tudo daquilo que ela encontrou de dificuldade para seu atendimento na saúde publica”, afirma José de Filippi.
O forro de gesso que caiu na sala onde estavam os pacientes no Hospital Geral de Fortaleza já foi consertado e a sala foi reformada. O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Natal, também informou que o cano que estourou na sala dos médicos já está consertado.
A Secretaria de Saúde de Uberaba informou que está fazendo mutirões e parcerias com uma universidade para resolver os problemas na Unidade Regional de Saúde Doutor Lineu José Miziara.
A Prefeitura de Caçapava do Sul, no Rio Grande do Sul, disse que a partir do dia 29 de abril, o sistema de saúde será interligado e os agendamentos de consultas serão por telefone.

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Este espaço foi criado para que todos, sem exceção, denunciem a situação encontrada em hospitais, postos e unidades de saúde em todos os pontos deste país.
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Vamos abrir esta caixa-preta e mostrar o que realmente acontece no Brasil. Afinal, Saúde é assunto sério.

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2014/04/site-recebe-denuncias-sobre-atendimento-em-hospitais-do-pais.html