segunda-feira, 23 de outubro de 2017

PL 933/2015 da Dep Zeidan agora é Lei N° 7749 de 16/10/2017 Fica instituído o Dia Estadual do Combate ao Lúpus a ser realizado anualmente no dia 10 de maio, no Estado do Rio de Janeiro

Agora é Lei 👏
Olha ai RJ
#LúpusMaioRoxo
Texto da Lei [ Em Vigor ]

LEI Nº 7749 
 De 16 DE OUTUBRO DE 2017

ALTERA A LEI ESTADUAL Nº 5.645, DE 6 DE JANEIRO DE 2010, PARA INSTITUIR O DIA ESTADUAL DO COMBATE AO LÚPUS,  NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO 
RIO DE JANEIRO
Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:


Art. 1° Fica instituído o Dia Estadual do Combate ao Lúpus, a ser realizado, anualmente, no dia 10 de maio, no Estado do Rio de Janeiro.
    Art. 2º Altera o Anexo da Lei Estadual nº 5645, de 2010, que passa a ter a seguinte redação:

    "ANEXO
    CALENDÁRIO DATAS COMEMORATIVAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 

    (...)

    MAIO
      (...)
    10 – DIA ESTADUAL DO COMBATE AO LÚPUS. 
    Lei nº …
    (...)"
    Art. 3º O Dia Estadual do Combate ao Lúpus tem como objetivo estimular o combate a esta doença, que tem causa desconhecida, através de medicamentos e tratamentos bem definidos.
      Art. 4º A data alusiva ao Dia Estadual do Combate ao Lúpus, de que trata esta lei, passa a integrar o Calendário Oficial de Eventos do Estado do Rio de Janeiro.

      Art. 5° Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.


      Rio de Janeiro, em 16 de outubro de 2017.

      LUIZ FERNANDO DE SOUZA
      Governador


      Hide details for Ficha TécnicaFicha Técnica
      Projeto de Lei nº933-A/2015Mensagem nº
      AutoriaZEIDAN
      Data de publicação17/10/2017



      Por Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro 👇

      Deputada Zeidan PL 933/2015


      http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro1519.nsf/012cfef1f272c0ec832566ec0018d831/7f8d80b4595ee0a783257ed0006924d1?OpenDocument&ExpandSection=-1

      terça-feira, 10 de outubro de 2017

      Iluminação do Cristo Redentor e ação do Banco de Perucas celebram 🌹 Outubro Rosa 🌹

      Iluminação do 
      Cristo Redentor 
      e ação do 
      Banco de Perucas celebram 
      🌹 Outubro Rosa 🌹

      Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil
      03/10/2017

      O monumento do Cristo Redentor, no Morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, ficará iluminado de rosa esta noite (3), em uma ação da Fundação Laço Rosa, com apoio da Arquidiocese do Rio e das concessionárias Trem do Corcovado e Paineiras, abrindo o calendário oficial do mês que alerta contra o câncer de mama. A iniciativa faz parte do movimento internacional Outubro Rosa.

      Criada em 2011 por Aline Lopes, que descobriu ser portadora de câncer de mama na gestação, a Fundação Laço Rosa luta diariamente para mudar a realidade do câncer de mama no Brasil. Pioneira no projeto Banco de Perucas Online, a instituição criou o projeto Força na Peruca, “porque todas as organizações que lidavam com o resgate da autoestima da mulher com câncer de mama tinham o mesmo problema, que era a falta de profissionais”, disse a gerente-geral da Fundação Laço Rosa, Patricia Bullé.

      O Força na Peruca veio suprir essa lacuna, uma vez que o projeto capacita pessoas para aprender a fazer perucas para mulheres em tratamento. “E a gente consegue estender a outros tipos de doença com queda capilar, como lúpus, alopécia, escalpelamento. A gente consegue resgatar autoestima como um todo”, ressaltou Patrícia.

      A fundação trabalha também com políticas públicas, por meio do Fórum Estadual de Combate ao Câncer de Mama, que reúne organizações de câncer de mama do estado do Rio de Janeiro, para pontuar as dificuldades que cada uma enfrenta na sua região. “E a gente briga com o estado, com o governo, para melhor acesso à saúde da mulher”. A gerente-geral da Fundação Laço Rosa lembrou que o câncer de mama detectado cedo tem 95% de chance de cura.

      O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), do Ministério da Saúde, estima que de 2016 a 2017, surgirão no Brasil quase 58 mil novos casos da doença.

      Peruqueiros
      O caminhão escola do projeto Força na Peruca está estacionado hoje (3) no Centro de Visitantes Paineiras, no Corcovado, aberto à doação de cabelos pela população, depois do início da campanha #fortalizese, que começou no Rio de Janeiro e já passou por Curitiba, Goiânia e Salvador. Na próxima sexta-feira (6), ele irá para o Parque Madureira, na zona norte da cidade, onde permanecerá por dois dias coletando cabelos, no horário de 13h às 16h. No dia 10, o caminhão estará no BarraShopping, zona oeste, até o dia 28 deste mês, com o mesmo objetivo, seguindo, no dia 29, para o município de Niterói, região metropolitana do Rio, antes de se dirigir a São Paulo.

      No ano passado, o Força na Peruca capacitou 30 alunos em uma turma-piloto no Rio. Com as turmas deste ano, já são 90 peruqueiros formados no Brasil, e a ideia é chegar ao final do ano com um número superior a 100 pessoas capacitadas.

      Segundo a gerente-geral da instituição, por meio do programa Bolsa de Perucas Online, mais de 3 mil famílias foram beneficiadas no país, “porque uma paciente com câncer de mama envolve toda a família”. O 'kit' peruca engloba, além da própria peruca, uma lembrança para a paciente como, por exemplo, um creme para as mãos ou um batom, e uma carta de incentivo de alguém que já passou por algum tipo de câncer e superou o problema. São distribuídos também folhetos informativos com os cuidados necessários para a saúde da mulher.

      Madrinhas

      Este ano, a campanha da Fundação Laço Rosa tem como madrinhas a atriz Camila Pitanga e a modelo Fernanda Motta. Para Patrícia Bullé, qualquer celebridade que apoie a causa demonstra grandeza de espírito. “É algo que não tem preço uma pessoa que dedica um pouco do tempo para fazer algo por outra”.

      sábado, 7 de outubro de 2017

      Pesquisa da (FMRP) da USP desenvolveu um kit diagnóstico que aperfeiçoa o tratamento da artrite reumatoide

      Kit para diagnóstico aprimora o tratamento da artrite reumatoide
      Expressão de enzima indica chance de resistência a terapia contra inflamação nas articulações do corpo

      Por Júlio Bernardes - Editorias: Ciências da Saúde
      Pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP desenvolveu um kit diagnóstico que aperfeiçoa o tratamento da artrite reumatoide. O estudo do biomédico Raphael Sanches Peres mostra que os baixos níveis de uma enzima em células de defesa do organismo reduzem as chances de deter a inflamação, prejudicando a resposta à terapia contra a doença. Usando a enzima como biomarcador, o teste feito com o kit permitirá aos médicos escolher o tratamento mais indicado para a artrite. A pesquisa é uma das ganhadoras do Prêmio Tese Destaque USP 2017.

      A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica que afeta as articulações do corpo, provocando inchaço e dor, podendo ainda levar à erosão dos ossos e deformidades nas articulações. Por ser uma doença autoimune, o sistema imunológico ataca por engano os tecidos saudáveis. “Na artrite reumatoide, há um comprometimento das funções de células T reguladoras (Tregs), que tornam-se incapazes de controlar a inflamação”, diz Peres. “Certamente esse é um dos fatores cruciais para o surgimento da doença, e por isso a manipulação de células Tregs tem sido apontada como um possível caminho para novos tratamentos.”

      O metotrexato é hoje a terapia mais indicada para o tratamento da artrite reumatoide, em especial para pacientes recém-diagnosticados. “O fármaco aumenta os níveis de adenosina, que é um potente agente anti-inflamatório quando atua em seus receptores presentes na superfície das células inflamatórias”, descreve o biomédico. “A interação ativa uma via supressora nessas células, controlando o processo inflamatório e detendo a doença. No entanto, cerca de 40% dos pacientes não respondem ao tratamento, o que obriga a adoção de outras terapias, mais caras que o metotrexato.”

      O pesquisador aponta que o objetivo do trabalho foi desvendar os mecanismos imunológicos e moleculares associados com a falha terapêutica do metotrexato em pacientes com artrite reumatoide. “Para isso, foi realizado um estudo prospectivo em pacientes artríticos, o que depois permitiu identificar possíveis biomarcadores capazes de prever a eficácia terapêutica do metotrexato nestes pacientes”, destaca.
      Resistência
      A superfície das células Tregs apresenta uma alta expressão da enzima CD39, que atua na formação de adenosina. “O estudo demonstrou que o nível de expressão desta enzima em células circulantes de pacientes com artrite reumatoide é um biomarcador capaz de prever a capacidade do paciente em responder ao tratamento com metotrexato”, diz o biomédico. “Pacientes resistentes ao tratamento expressam significativamente menos moléculas de CD39 nas suas células Tregs do que aqueles que respondem à terapia, mesmo antes do início do tratamento.”

      O trabalho também demonstrou a via de sinalização celular mediada pela citocina TGF-β que leva à indução da expressão da enzima CD39, e uma mutação no gene que expressa um tipo de receptor de TGF-β que compromete a ativação da via de sinalização em pacientes que não respondem ao tratamento, afetando consequentemente a expressão de CD39. “O uso da CD39 em células Tregs como biomarcador da eficácia terapêutica do metrotrexato pode trazer grandes benefícios para a qualidade de vida dos pacientes, evitando uma exposição desnecessária do paciente ao fármaco, e para otimizar a escolha das terapias disponíveis, ocasionando uma diminuição considerável dos custos com medicamentos e serviços hospitalares oferecidos durante o tratamento”, afirma Peres.
      O estudo propõe que pacientes recém-diagnosticados com artrite reumatoide e não submetidos a nenhum tratamento façam um teste laboratorial em centros médicos de referência, com o kit desenvolvido na pesquisa (composto de anticorpos conjugados a substâncias que emitem cores quando estimuladas por laser e soluções para marcação das células dos pacientes), com o intuito de determinar o grau de expressão de CD39 em células Tregs. “Pacientes que apresentarem uma expressão reduzida de CD39 em células Tregs seriam indicados a outras terapias disponíveis, como a administração de agentes biológicos, evitando gastos com tratamentos ineficazes”, ressalta o biomédico. “O kit já foi patenteado e espera-se que nos próximos anos possa estar disponível na prática clínica, acessível a toda a população.”

      A pesquisa é descrita na tese de doutorado de Peres, A sinalização de TGF-β envolvida na expressão de CD39 em células T reguladoras está associada com a eficácia terapêutica do metotrexato na artrite reumatoide, que recebeu o Prêmio Tese Destaque USP 2017 na área de Ciências Biológicas. O estudo foi orientado pelo professor Fernando de Queiroz Cunha, do Departamento de Farmacologia, e teve co-orientação do professor Paulo Louzada-Júnior, do Departamento de Clínica Médica da FMRP. A pesquisa teve ainda colaboração da Universidade de Glasgow (Reino Unido), por meio do grupo liderado pelo professor Foo Liew. O trabalho contou com apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), através do Cepid Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID) e da concessão de bolsa de doutorado.
      Mais informações: e-mail raphael.sanchesperes@kennedy.ox.ac.uk, com Raphael Sanches Peres

      #JornalDaUSP
      A íntegra da matéria está aqui 👇
      http://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/kit-para-diagnostico-aprimora-o-tratamento-da-artrite-reumatoide/

      #Compartilhando
      #VivaBemComLúpus
      #Lúpus

      terça-feira, 3 de outubro de 2017

      Selena Gomez está gravando documentário sobre sua batalha contra o lúpus

      A cantora espera poder alertar sobre a doença e ajudar vítimas e famílias dividindo sua história

      Depois de compartilhar nas redes sociais uma foto após receber um transplante de rim doado por uma grande amiga, agora Selena Gomezplaneja lançar um documentário, que já está sendo gravado, relatando toda a sua luta e os perigos do lúpus, doença autoimune que pode afetar os rins, o cérebro e diversos outros órgãos do corpo. A informação foi dada à revista norte-americana "In Touch".

      A fonte, que permaneceu anônima, revelou: "Selena vai falar sobre sua jornada e esclarecer questões e mal-entendidos sobre o lúpus. Ela espera inspirar outras vítimas da doença. Desde o transplante, ela é outra mulher, mas foi uma experiência exaustiva. Quando ela saiu da reabilitação, ela reclamava que se sentia cansada e estava ganhando peso. Quando soube do transplante, ela entrou em pânico. Ela precisou de muita força para passar por tudo isso."

      Apesar da visível melhora após a cirurgia, um dos médicos responsáveis pela saúde de Selena Gomez, o Dr. Robert Fafalk, alerta para possíveis riscos futuros: "Outros órgãos, como os pulmões, podem ser acometidos. Mais do que nunca, ela precisa se afastar de festas. Não é só por um período, e sim pela vida toda."

      Com apenas 25 anos de idade, Selena Gomez já foi embaixadora da UNICEF e sempre se destacou por seu ativismo e envolvimento com causas sociais. Este ano, ao lado de Demi Lovato, a cantora apresentou o WE Day, dia que celebra o movimento WE, programa social que busca soluções para problemas em todo o mundo.

      Vamos torcer para que Selena Gomez sempre desfrute de boa saúde e tenha forças para continuar cantando!

      Por #VagaLume 👇
      https://www.vagalume.com.br/news/2017/10/03/selena-gomez-esta-gravando-documentario-sobre-sua-batalha-contra-o-lupus-saiba-mais.html

      Espero que este documentário venha mostrar um pouco da nossa realidade , pois a @SelenaGomez com a graça de #Deus tem recursos e não deve passar o que muitos passam😢 ainda bem que ela está levantando está #bandeira , porque aqui mesmo em #SP temos uma #Lei de faz de conta 😯a lei que serviria para #conscientizar a população infelizmente não saiu do papel 😢
      Eu mesma já enviei vários e-mails e já cheguei a ligar para a #SecretariaDaSaúde para cobrar sobre está lei da #ConscientizaçãoSobreoLúpus  e nada , ficamos a ver navios este ano com o #LúpusMaioRoxo😷

      sexta-feira, 29 de setembro de 2017

      Micofenolato de Mofetila para (Nefrite Lúpica) e Belimumabe (Benlysta) para o tratamento do Lúpus Estão entre as novas Consultas Públicas

      Estão disponíveis no portal da CONITEC  novas consultas públicas sobre medicamentos e Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT). Duas delas referem-se à avaliação dos medicamentos belimumabe e 
      micofenolato de mofetila para tratamento do lúpus eritematoso sistêmico e outra, é sobre o medicamento cetuximabe para câncer colorretal. As demais consultas públicas referem-se a Protocolos Clínicos que norteiam o cuidado de duas doenças crônicas no Sistema Único de Saúde: a Mucopolissacaridose tipo I e o Diabetes Melittus tipo I.
      Essas consultas estarão vigentes por 20 (vinte) dias e têm por objetivo viabilizar a participação da sociedade no processo de avaliação de tecnologias em saúde que antecede a incorporação, exclusão ou alteração de medicamentos, produtos e procedimentos utilizados no SUS, assim como na elaboração e atualização de Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas.
      Na seção “Consultas Públicas” do portal, estão disponíveis os relatórios técnicos de recomendação das tecnologias, as propostas de atualização dos PCDT e os relatórios para a sociedade, com informações sobre as avaliações realizadas.
      Para participar, basta acessar um dos formulários eletrônicos disponíveis aqui.
      Proposta de incorporação do micofenolato de mofetila para lúpus eritematoso sistêmico
      Consulta Pública CONITEC/SCTIE Nº 50/2017 
      Inicio: 22/09/2017
      Término: 11/10/2017

      1. RESUMO EXECUTIVO
      Tecnologias: 
      Micofenolato de mofetila (CELLCEPT®) e micofenolato de sódio (MYFORTIC®)
      Indicação: Nefrite lúpica
      Demandante: Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos (SCTIE/MS)

      Contexto: Nefrite lúpica consiste no comprometimento renal decorrente de lúpus eritematoso sistêmico. Cerca de metade dos casos desta doença apresentam nefrite lúpica. Há seis tipos morfológicos para classificação em casos de lúpus eritematoso sistêmico: 
      Tipo I - glomérulo normal; Tipo II – Nefrite Lúpica (NL) mesangial; 
      Tipo III - NL focal segmentar e proliferativa focal; 
      Tipo IV - NL proliferativa difusa; 
      Tipo V - NL membranosa; Tipo VI - NL esclerosante avançada. 
      Para o tratamento de nefrite lúpica, o SUS disponibiliza antimaláricos, glicocorticoides e imunossupressores. Há evidências sobre a eficácia de derivados de ácido micofenólico no tratamento de pacientes com nefrite lúpica.

      Evidências científicas: Foi identificada a não inferioridade de micofenolato de mofetila e de micofenolato de sódio em relação a ciclofosfamida.

      Discussão: Há evidências de efetividade e segurança das tecnologias pra a indicação clínica proposta. Devido à semelhança terapêutica entre os dois fármacos e o menor impacto orçamentário de micofenolato de mofetila em relação a micofenolato de sódio, fica o primeiro 
      privilegiado e o segundo prejudicado. Considerando que não consta na bula dos  medicamentos a indicação clínica proposta, a autorização de uso no SUS deverá ser solicitada à ANVISA.

       Antes de fazer sua contribuição, leia o relatório a seguir, que contém as informações que embasaram a recomendação preliminar da CONITEC:

      A recomenação preliminar da CONITEC foi favorável à proposta de incorporação do micofenolato de mofetila para lúpus eritematoso sistêmico (nefrite lúpica). 

      Você concorda?
      Sua Participação é muito importante 😉 

       Ao finalizar o preenchimento do formulário, clique no botão "Gravar".

        Deixe aqui a sua experiência ou opinião , ela é muito importante para podermos ter esses medicamentos Micofenolato de Mofetila (MFM) e o Belimumabe (Benlysta) fornecidos pelo SUS , atualmente quando necessitamos desses medicamentos temos que recorrer na Secretaria do Estado ou até mesmo entrar com ação Judicial porque não consta o nosso Cid, por isso a sua participação é muito importante.
        Afinal nós é que sabemos o quanto é difícil termos os nossos pedidos negados 😨

        Formulário Experiência ou Opinião 
        Clique aqui sobre o Micofenolato de Mofetila  👇



        Acesse aqui a íntegra do

        Aqui estão alguns trechos do Relatório para a Sociedade 👇 😉

        5. CONSIDERAÇÕES FINAIS
        Considerando-se eficácias semelhantes (semelhantes taxas de indução e manutenção da remissão da atividade de doença renal) entre o MMF e a CCF, o perfil do MMF e do MFS com menor índice de infecções, o perfil do MMF e do MFS com menor risco de induzir infertilidade (fator importante, visto que a maioria dos pacientes são mulheres em idade fértil), que atualmente existe melhor evidência com uso de MMF e MSF por período de até 10 anos de acompanhamento que avaliou melhor o efeito tardio do MMF sobre a função renal e a óbvia intercambialidade entre os derivados do ácido micofenólico (MMF e MFS), as evidências de eficácia (atividade de doença, função renal, morte) e segurança (infecções e infertilidade)
        endossam o MMF ou MFS como medicamentos alternativos para o tratamento da (NL) Nefrite Lúpica.
        Apesar da equivalência clínica relatada, a análise de impacto orçamentário apontou resultados diferentes entre o MMF e MSF. No caso da incorporação apenas do MMF o impacto
        orçamentário seria de aproximadamente R$ 7,7 milhões no primeiro ano e R$ 38,5 milhões ao longo dos próximos cinco anos, enquanto caso fosse incorporado apenas o MSF o impacto orçamentário seria de aproximadamente R$ 67,7 milhões no primeiro ano e de R$ 340 milhões ao longo dos próximos cinco anos.
        O uso do (MMF) Micofenolato de Mofetila ou (MFS) Micofenolato de sódio devem, portanto, ser considerado como opção, nos casos refratários ou com contra indicações ao uso de CCF na indução ou que falharam à AZA na manutenção.

        6. RECOMENDAÇÃO PRELIMINAR DA CONITEC
        Pelo exposto, a CONITEC, em sua 57ª reunião ordinária, no dia 6 de julho de 2017,
        recomendou a incorporação no SUS de micofenolato de mofetila 500 mg comprimido
        revestido para nefrite lúpica. Considerou-se a semelhança terapêutica entre micofenolato de
        mofetila e micofenolato de sódio, sendo o primeiro cerca de 10 vezes mais barato que o
        segundo. Além disso, considerou-se a previsão de R$ 10 milhões para o impacto orçamentário
        da incorporação do micofenolato de mofetila.

        #LúpicosParticipem!😉
        #MinhaParticipação 😷
        #Minha contribuição 😉👇
        Eu como paciente😷não usei o (Micofenolato de Mofetila) , mas ao longo do meu tratamento conheci muitas pessoas que utilizaram esse medicamento onde houve uma melhora em relação a atividade da Nefrite Lúpica .
        No meu caso usei o Micofenolato de sódio onde obtive sucesso no meu tratamento da Nefrite e do Lúpus .
        Gostaria que também fosse incorporado o (Micofenolato de Mofetila e o Micofenolato de sódio) para o tratamento da Nefrite Lúpica como #primeira opção no tratamento da nefrite e que fosse incorporado com o Cid M32 ,acredito que com esses procedimento na primeira opção de tratamento iria diminuir muito os agravos da saúde dos pacientes e os gastos públicos .
        O uso excessivo de Corticoides podem agravar outros problemas como as osteonecroses , osteoporose, ... assim deixando muitos pacientes deficientes físicos , assim como no meu caso. 😯

        Também entrou para consulta pública o
        Benlysta (Belimumabe) , mas esse a"Recomendação preliminar da CONITEC foi: Não favorável à incorporação no SUS."

        A sua participação é muito importante , preencha o formulário experiência ou opinião deixe lá o seu relato sobre este medicamento 😉👇

        Consulta Pública CONITEC/SCTIE 
        Nº 49/2017 
        - Início: 25/09/2017 Término: 16/10/2017

        Medicamento analisado: Belimumabe
        A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde solicitou à CONITEC a incorporação do belimumabe para o tratamento do LES em adultos que não responderem à terapia padrão prevista no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da doença. Trata-se de um medicamento para aplicação subcutânea (injetado na pele), com registro aprovado na ANVISA para a indicação em questão.

        Recomendação inicial da CONITEC 😨

        Os membros do plenário da CONITEC, presentes na 57ª reunião ordinária, realizada nos dias 05 e 06 de julho de 2017, recomendaram inicialmente a Não incorporação no SUS do belimumabe para Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), devido à baixa qualidade dos estudos que comparam seu benefício e segurança, frente aos tratamentos já disponibilizados pelo SUS, além do seu alto custo.

        Formulário Experiência ou Opinião
        Deixe a sua experiência ou opinião aqui 👇
        Experiência ou Opinião
        👆→ Ao finalizar o preenchimento do formulário, clique no botão "Gravar".

        Proposta de incorporação do belimumabe para lúpus eritematoso sistêmico

        Recomendação preliminar da CONITEC: Não favorável à incorporação no SUS.

         Antes de fazer sua contribuição, leia o relatório a seguir, que contém as informações que embasaram a recomendação preliminar da CONITEC: 👇
        Relatório para a Sociedade

        http://conitec.gov.br/consultas-publicas

        #FicaDica
        #NãoBastaTerLúpusTemosQueParticipar
        Se queremos melhorias temos que agir , a #SuaOpiniãoéMuitoImportante😉
        #Compartilhem
        #Participem
        #VivaBemComLúpus
        #Lúpulesles💊💉💊

        segunda-feira, 25 de setembro de 2017

        Para o ministro da Saúde, há excesso de hospitais no Brasil

        O ministro da Saúde, Ricardo Barros, 
        diz que o Brasil precisa caminhar para um modelo de atendimento à saúde que reduza a hospitalização

        São Paulo – O sistema de saúde no Brasil poderia funcionar com um quinto dos hospitais disponíveis, segundo o ministro da Saúde, Ricardo Barros. Durante sua participação no EXAME Fórum Saúde, ele disse que é preciso tirar dos hospitais os pacientes que não precisam de cuidados emergenciais. “Temos de dispor do leito para quem de fato pode ser salvo pelos equipamentos do hospital.” Para Barros, o governo federal tem cumprido o papel de financiar metade dos custos com a saúde, mas há desequilíbrio na distribuição do dinheiro público. “Alguns são financiados adequadamente; outros, não”, afirma. “É esse Frankenstein que temos de mudar.”

        EXAME – Falta dinheiro ou gestão no sistema brasileiro de saúde?

        Ricardo Barros– Falta gestão. Enquanto nós não tivermos segurança de que todo o dinheiro está bem aplicado, não teremos moral de pedir mais recurso para a saúde.

        EXAME – O Brasil tem mais de 7.500 hospitais. É o suficiente?

        Ricardo Barros –Poderíamos resolver tudo com 1.500 hospitais. Esse é o dado estatístico com base numa análise criteriosa de atendimentos. Por que não fechamos hospitais? Por uma questão política. É difícil fechar um hospital. Por isso, estamos propondo medidas como a formação de consórcios de gestão e rateio de custos. Dessa forma, a decisão de fechar uma unidade ou de ampliá-la não será mais do gestor local, será do conjunto dos que financiam o serviço.

        EXAME – Se a estrutura é suficiente, por que há hospitais com filas?

        Ricardo Barros –Precisamos otimizar as estruturas disponíveis no sistema de saúde pública. Um terço das unidades de terapia intensiva é ocupada por pessoas sob cuidados paliativos. A pessoa está num hospital que tem tomógrafo, ressonância, centro cirúrgico, ocupando um leito para não usar nada disso. Temos de dispor desse leito para quem de fato pode ser salvo por essa estrutura. A reclamação de que leitos estão fechando é apenas a comprovação da eficácia do novo modelo, com estruturas como hospital-dia e saúde da família criadas para diminuir a hospitalização.

        EXAME – Na busca por eficiência, será adotado o prontuário eletrônico. Como garantir a segurança das informações?

        Ricardo Barros – Até o final de 2018, teremos todos os brasileiros com o prontuário eletrônico. Estamos usando o modelo de biometria do Tribunal Superior Eleitoral, porque a lei exige que o modelo seja padrão, e isso dará muita segurança e nos permitirá economizar. Não repetiremos mais consultas, exames, nem a entrega de medicamentos.

        EXAME – Por que o Brasil tem unidades básicas e de pronto-atendimento fechadas?

         Ricardo Barros – Porque elas viraram moeda de troca política. O prefeito constrói e, quando a unidade fica pronta, não tem como operá-la. Nós vamos liberar algumas delas para funcionar como complemento do serviço de saúde do município. O gestor poderá usar o prédio para o que é mais adequado ao interesse da população.

        EXAME – Há falta de racionalidade no sistema de saúde?

        Ricardo Barros – Temos de corrigir vários itens da tabela SUS. Por exemplo, na biopsia de mama, o que nós pagamos não alcança nem o preço da agulha. Isso diminui a execução da biopsia de mama, reduz a identificação precoce de câncer e aumenta o custo do tratamento. Mas a tabela SUS nunca foi feita para pagar 100% dos custos. E, se considerarmos incentivos e estratégias federais, o financiamento não é ruim. No fim das contas, consegue representar 50% do custo. Mas, como é discricionário, alguns são financiados adequadamente; outros, não. É esse Frankenstein, criado com uma série de remendos, que temos de mudar.

        EXAME – O senhor concorda que falta continuidade nas políticas públicas de saúde?

        Ricardo Barros – Sem dúvida. A saúde é muito ideologizada. Todo mundo concorda que está ruim. Mas, quando se pergunta “vamos mudar?”, a resposta de todas as partes envolvidas é não. Para resolver isso, precisa haver pactuação. Hoje, tudo é pactuado em uma comissão tripartite. Meu sucessor, se quiser mudar alguma coisa, terá de combinar com a comissão, na qual ele é minoria, porque tem representantes de União, estados e municípios. Ele terá de convencer os demais membros. As pactuações dão mais estabilidade às políticas públicas de saúde.

        EXAME – Qual é sua opinião sobre o programa Mais Médicos?

        Ricardo Barros – O programa Mais Médicos segue um tripé. Primeiro: médicos bolsistas para atender em lugares distantes e periferias, onde não há condições de trabalho nem segurança. Conta com 18 000 médicos ao custo de 3 bilhões de reais por ano. Outro pé são novos cursos de medicina. Terceiro: ampliação da medicina da família e da atenção básica, chaves para resolver 80% dos problemas. Isso está em andamento. Também queremos reduzir o número de médicos cubanos de 11.400 para 7.000 em três anos. O programa é um acerto.

        https://www.google.com.br/amp/exame.abril.com.br/revista-exame/para-o-ministro-da-saude-ha-excesso-de-hospitais-no-brasil/amp/  
        A pergunta que não se quer calar 😨 Será que o Ministro e seus familiares usam o #SUS ?????😷
        Rep: #LógicoQueNão 😎
        Pois se eles usassem os serviços do SUS poderiam ter uma idéia do que muitos de nós passamos 😷😨
        #MinistroDaSaúdeBoraUsarOsHospitaisDoSUS😉
        #Compartilhando
        #VivaBemComLúpus
        #LúpusLesles😷

        domingo, 24 de setembro de 2017

        Pauta Participativa Lúpicos enquanto vocês se calam pessoas votam contra o nosso projeto 😢

        Não entendo !!! 😯
        buscamos tanto pelo #LúpusMaioRoxo, onde a nossa busca é para termos aqui no Brasil a conscientização sobre o Lúpus , e quando precisamos da ajuda dos próprios Lúpicos não obtemos resposta 😢
        Infelizmente acabo de ver que enquanto nos calamos , pessoas votam contra a este projeto PL7797/2010 que irá beneficiar muitas pessoas que por ventura necessitarem dos benefícios previdênciarios do INSS.
        Vejo muitos relatos onde muitos pacientes perderam a qualidade de carência da previdência social ou até mesmo muitos que estão começando a entrar no mercado de trabalho , as vezes ficam de fora dos benefícios previdênciarios por conta da atividade da doença e não terem o tempo de contribuição que atualmente é estipulado pelo INSS .
        Então não entendo porque muitos não se engajam e não nos ajuda 😤
        A nossa realidade não é igual das celebridades onde elas com a graça de Deus tem um acompanhamento adequado , medicamentos de primeira linha etc...
        A nossa realidade é bem diferente , vejo tbm muitos relatos onde a pessoa as vezes nem tem o dinheiro para o transporte público para poder continuar o tratamento pois muitos de nós quando estamos em atividade da doença necessitamos de várias consultas , fazer exames, internações etc... entendam de uma vez , enquanto nós não nos unimos não chegaremos a lugar nenhum . 
        Essa luta é de todos #Nós , vamos votar , vamos participar 😉
        #UnidosSomosMaisFortes💪💪💞
        #Lúpuslesles💻

        Participe EDemocracia Projeto em atenção ao Lúpus e Epilepsia está entre os projetos em pauta

        A Pauta Participativa é uma forma de você ajudar a Câmara a definir a prioridade de votações dos projetos.

        Ao final do período de consulta (2 semanas), a Câmara colocará em pauta os projetos de cada tema que tenham obtido o maior saldo positivo de votos, ou seja, votos favoráveis menos votos contrários. Participe!

        Acesse aqui para entender a metodologia utilizada.

        Agora você pode ajudar a Câmara a definir quais projetos serão votados. Nesta primeira rodada, você poderá escolher projetos dos temas PolíticaSaúde e Segurança.
        Acesse 👇
        https://edemocracia.camara.leg.br/home
        Pauta Participativa

        Votação aberta até dia 27 de Setembro de 2017

        Votar é fácil 😊
        Faça o login com a sua conta do Facebook ou qualquer uma de sua preferência, clique na opção #SAÚDE, no projeto 👇

        Lúpus e Epilepsia

        PL 7797/2010
        Pronto o seu voto já será computado 😉 

        sexta-feira, 22 de setembro de 2017

        Participe EDemocracia Projeto em atenção ao Lúpus e Epilepsia está entre os projetos em pauta



        A Pauta Participativa é uma forma de você ajudar a Câmara a definir a prioridade de votações dos projetos.

        Ao final do período de consulta (2 semanas), a Câmara colocará em pauta os projetos de cada tema que tenham obtido o maior saldo positivo de votos, ou seja, votos favoráveis menos votos contrários. Participe!

        Acesse aqui para entender a metodologia utilizada.

        Agora você pode ajudar a Câmara a definir quais projetos serão votados. Nesta primeira rodada, você poderá escolher projetos dos temas Política, Saúde e Segurança.
        Acesse 👇
        https://edemocracia.camara.leg.br/home
        Pauta Participativa
        Votação aberta até dia 27 de Setembro de 2017

        Votar é fácil 😊
        Faça o login com a sua conta do Facebook ou qualquer uma de sua preferência, clique na opção #SAÚDE, no projeto 👇

        Lúpus e Epilepsia

        PL 7797/2010
        Pronto o seu voto já será computado 😉 
        #EuJáVoteiNaPL7797/2010 🚩
        Vamos lá pessoal vamos fazer com que este projeto de lei fique em primeiro lugar , para que ele seja analisado e #Aprovado o mais rápido possível .
        Já estamos na reta final !😀
        #Lúpus ficou em evidência por causa das Celebridades #SelenaGomez e #LadyGaga.
        Elas de uma forma que não gostaríamos que acontecesse devido ao agravamento da doença estão divulgando essa enfermidade , com isso quem sabe os nossos #Governantes também nos dê #Atenção.
        #BoraLá😉
        #LúpicosAUniãoFazaForça💁👷👮👱👲
        #UnidosSomosMaisFortes💞
        #BoraCompartilhar
        #LúpuseEpilepsiaTemQueTerAtenção
        #VivaBemComLúpus
        #Lúpuslesles

        quarta-feira, 20 de setembro de 2017

        LOBA - Seminário sobre Lúpus acontece nesta quinta-feira em Salvador


         Por JessicaGalvão
        Acontece na próxima quinta-feira (21/09/17)
        7º seminário sobre Lúpus - 
        Só quem tem sabe o que sente!
        O evento, promovido pela Associação Lúpicos Organizados da Bahia (LOBA), vai ocorrer das 8h às 18h, na Universidade Católica do Salvador (UCSAL), em parceria com o Curso de Fisioterapia.

        O seminário tem como principal objetivo um maior conhecimento sobre o Lúpus Eritematoso Sistêmico como doença auto imune, crônica e com alta prevalência no estado da Bahia, e vai contar com palestras de profissionais renomados e que cuidam de pessoas com lúpus.
        A inscrição pode ser feita através do 
        ou presencialmente no local do evento, 
        e custa R$ 20,00.

        SERVIÇO
        Evento: 7º seminário sobre Lúpus - Só quem tem sabe o que sente!

        Local: Universidade Católica do Salvador (UCSAL
        - Av. Prof. Pinto de Aguiar, 2589. Pituaçu, 
        Salvador-BA.

        Dia: 21 de setembro de 2017, quinta-feira

        Horas: 8h às 18h

        Taxa de inscrição: R$20

        Certificado digital: 10 horas de carga horária


        #LOBA 
        #LúpicosOrganizadosDaBahia
        #JaciraConceição
        https://www.facebook.com/lobalupicosorganizadosdabahia/

        #Compartilhando
        #VivaBemComLúpus
        #Lúpuslesles 😉

        sexta-feira, 15 de setembro de 2017

        Fibromialgia: o que é a doença que tirou Lady Gaga do Rock in Rio

        A fibromialgia, doença enfrentada por Lady Gaga, é de difícil diagnóstico e que não tem cura, mas pode ser amenizada. Saiba tudo sobre o problema!
        Os fãs ficaram arrasados com o cancelamento do show de Lady Gaga, na sexta (15). Mas a cantora decidiu dar um tempo nas apresentações por conta da fibriomialgia.

        Quem sofre desse transtorno sabe quão complicado ele é para ser descoberto e combatido. Um mix de sensações ruins, como dor, fadiga, indisposição e dificuldade para dormir, se manifesta dando margem para várias possíveis doenças serem diagnosticadas, como hipotireoidismo e lúpus. A artrite reumatoide é frequentemente relacionada com a disfunção, porém uma não tem nada a ver com a outra. “Embora a fibromialgia envolva músculos, tendões e ligamentos, ela não causa inflamação ou dano às articulações, aos músculos, tecidos e órgãos”, explica Tatiana Hasegawa, reumatologista de São Paulo.

        Mas como surge esse transtorno? 
        Acredita-se que diferentes fatores, isolados ou combinados, desencadeiam a fibromialgia, como mudanças hormonais, lesões repetitivas e traumas emocionais (um acidente automobilístico, por exemplo). E há gatilhos que favorecem seu aparecimento, desde clima úmido, tensão, sedentarismo e postura incorreta até depressão e ansiedade. Há quem defenda que fatores genéticos ou hereditários teriam envolvimento com a disfunção, mas ainda faltam pesquisas para confirmar a relação. “Existem casos de filhos de mulheres com fibromialgia que apresentaram os sintomas da doença antes mesmo dos 18 anos”, diz Milton Helfenstein Jr., reumatologista (SP).

        SENSÍVEL DEMAIS
        A dor é o pior drama, pois uma vez desencadeada é difícil inibi-la: os pontos sensíveis passam por cabeça, pescoço, ombros, costas, braços, quadris e pernas. “É importante o paciente entender que a dor é a própria doença e não um alarme de algo que ainda não foi revelado”, esclarece Moisés Cohen, do Instituto Cohen de Ortopedia, Reabilitação e Medicina do Esporte (SP). O incômodo ocorre ao longo da vida, oscilando de acordo com variantes físicas e emocionais. E infelizmente não é só: a pessoa ainda pode ter problemas de concentração e memória, síndrome do intestino irritável ou das pernas inquietas, formigamento nas extremidades, dormência dos membros, ciclos menstruais dolorosos, tontura, inchaço, palpitações e transtornos do humor.

        Apesar de o quadro não ser incapacitante, no dia a dia ele prejudica a qualidade de vida de quase a totalidade dos pacientes. Como não existem exames que por si só confirmem o diagnóstico, a experiência clínica do médico é o que conta e é fundamental para o sucesso do tratamento. “Exames são usados apenas para descartar outras doenças que podem ser confundidas com a fibromialgia”, explica Moisés Cohen. A enfermidade não tem cura, no entanto pode e deve ser controlada. Ela também não é progressiva nem fatal. A mudança nos hábitos de vida é fundamental. O ócio, o tabagismo e a obesidade, por exemplo, agravam o quadro. Com relação ao cigarro, um estudo americano com 233 pacientes, sendo 51 fumantes, constatou que os tabagistas apresentam maior incapacidade funcional e sensações de dormência e/ou formigamento, provocados pela doença. Conheça o que já existe contra esse distúrbio, as terapias complementares que também dão resultado e o que há de novo.

        TRATAMENTOS TRADICIONAIS
        MEDICAMENTOS


        Geralmente, são recomendados vários tipos: analgésicos, drogas com efeito antidepressivo e para dor neuropática (causada por dano no sistema nervoso), sedativos (para relaxar músculos tensos e dolorosos) e antidepressivos associados a neuromoduladores (aumentam a sensação de bem-estar e inibem a dor).

        ATIVIDADE FÍSICA

        Embora a dor e a fadiga possam dificultar a execução de exercícios, é determinante ser o mais ativo possível. “Quando a pessoa mexe o corpo, as endorfinas liberadas pelo cérebro promovem efeito analgésico e relaxante, o que diminui a dor e ajuda a dormir bem”, salienta Elizabete Mamede Gomes, personal trainer de São Paulo. As modalidades mais recomendadas são caminhada, hidroginástica, natação ou alongamento, que devem ser praticadas no mínimo três vezes por semana, por 30 minutos.

        RELAXAMENTO FÍSICO E MENTAL

        Técnicas de respiração, relaxamento e visualização, em que a pessoa imagina caminhos para o alívio da doença, são benéficas para trazer tranquilidade à mente e ao corpo e amenizar o quadro de dor, stress e depressão.

        FISIOTERAPIA

        A combinação de fisioterapia com terapia ocupacional ensina o paciente a administrar a dor e equilibrar de forma adequada atividade e descanso. “Qualquer movimento fisioterapêutico deve atingir o ponto de resistência leve, não o de dor”, alerta Moisés Cohen.

        SONO REPARADOR

        É fundamental dormir bem e manter uma rotina de horas de sono para diminuir a dor e a fadiga inerentes à fibromialgia. A pessoa tem que acordar mais descansada do que quando foi dormir. Para isso, pode ser necessário o uso de medicamento, como a amitriptilina, que não causa dependência.

        TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL

        A psicoterapia e o acompanhamento psiquiátrico são necessários para pacientes com instabilidade emocional e quadros depressivos associados.

        TRATAMENTOS NOVOS
        HIPNOSE DINÂMICA


        “Consiste em uma técnica que desvia a atenção do problema que está perturbando o indivíduo, de forma que o cérebro não o perceba ou o interprete de maneira diferente”, explica o psiquiatra Leonard F. Verea, de São Paulo. Segundo ele, esse princípio é observado quando estamos pensativos e concentrados e não reagimos ao que acontece no entorno – como se estivéssemos hipnotizados, usando uma parte do cérebro e ignorando os estímulos que vêm de fora. “A vantagem é que o método pode ser ensinado por um médico para ser feito em casa em momentos de crise, o que chamamos de auto-hipnose”, diz Leonard.

        MAGNÉSIO

        A carência desse mineral no organismo – encontrado em carne, leite e vegetais verde-escuros – pode provocar espasmos nos músculos e dores. Pesquisas apontam que mulheres com fibromialgia que consumiram 300 mg de magnésio, diariamente, por oito semanas, sentiram menos dor. “O correto é avaliar os níveis de magnésio no organismo por meio de exame de sangue para ver se é o caso de fazer uma suplementação”, afirma Wilson Rondó, especialista em medicina ortomolecular (SP).

        IOGA

        Mulheres que fazem ioga todos os dias, durante 20 a 40 minutos, sentem menos dor e fadiga decorrentes da fibromialgia. A conclusão é do estudo liderado pelo Ph.D. James W. Carson, do Centro de Compreensão da Dor da Oregon Health & Science University (EUA). As técnicas de respiração induzem ao relaxamento e evitam os incômodos. A prática de tai chi chuan também é válida: as posturas e as técnicas de respiração trabalham corpo e mente, o que melhora a qualidade do sono e diminui a depressão e o ciclo de dor. Porém, é possível que um ou outro movimento de ioga ou tai chi desencadeiem dor sobre alguma musculatura. É preciso passar por uma avaliação com um terapeuta antes.

        TRATAMENTOS COMPLEMENTARES

        DANÇA DO VENTRE

        A modalidade diminui a dor e aumenta a vitalidade, de acordo com uma pesquisa apresentada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). As 40 mulheres que se submeteram a duas aulas da dança por semana, por quatro meses, sentiram maior bem-estar em comparação com outras 40 pacientes que fizeram exercícios regulares. A explicação: a autoestima foi elevada, o que refletiu no estado geral de cada uma delas.

        ACUPUNTURA COM ELETROTERAPIA

        A utilização de aparelho que emite estimulação elétrica na agulha (em frequência alta e baixa) relaxa a musculatura e ajuda o corpo a liberar endorfinas, promovendo efeito analgésico.

        MASSAGEM

        Num estudo espanhol, pesquisadores submeteram os pacientes a 90 minutos de massagem miofascial durante 20 semanas. Resultado: menos dor e ansiedade. No método, o fisioterapeuta faz o alongamento do tecido que envolve o músculo e que normalmente é contraído com a doença.

        PERDA DE PESO

        Baixar 4,4% do peso pode diminuir os sintomas, já que o sobrepeso contribui para a fadiga e o stress das articulações. Um estudo norueguês mostra que o excesso de gordura em mulheres aumenta em até 70% o risco de fibromialgia. É que elevados níveis de substâncias inflamatórias como as citocinas são comuns em pessoas obesas e com fibromialgia.

        SHIATSU

        Essa massagem japonesa diminui as dores crônicas generalizadas, de acordo com uma pesquisa da fisioterapeuta Susan Yuan, da Universidade de São Paulo (USP). Após 16 sessões do tratamento, foram observados efeitos muito positivos também no sono. O shiatsu desbloqueia o fluxo de energia vital, cujo acúmulo em áreas do corpo provoca dor. Isso melhora a circulação sanguínea, reduz a tensão muscular e libera analgésicos naturais.

        https://www.google.com.br/amp/s/mdemulher.abril.com.br/saude/fibromialgia-doenca-tratamentos/amp/

        #MdemulherAbril
        #Compartilhando
        #VivaBemComLúpus
        #Lúpuslesles
        Em (2010) Lady Gaga afirmou em entrevista ao jornalista Larry King que foi diagnosticada como tendo #lúpus , mas que não apresentava nenhum sintoma da doença.
        Por enquanto pelo que eu saiba ela não relacionou a #Fibromialgia com o diagnóstico do lúpus .