quarta-feira, 6 de julho de 2011

UNHAS REVELAM SOBRE A SAÚDE



              O QUE AS UNHAS REVELAM SOBRE A SAÚDE

Na maior parte das vezes, as manchinhas esbranquiçadas e pequenas são resultado de batidas leves que provocam pequenos traumas na matriz ungueal (local onde as células de queratina que formam a unha são produzidas). Assim como aquelas linhas finas e verticais (faixas hemorrágicas) decorrentes do rompimento de vasinhos minúsculos, essas marcas somem sozinhas e nem sempre são motivo de preocupação.


Porém, se elas tomam quase toda extensão da unha e não desaparecem, vale a pena consultar um médico especialista. A presença desses sinais pode indicar inúmeros problemas de saúde, possíveis ameaças ao bom funcionamento do organismo e até o uso de determinados medicamentos. Os remédios quimioterápicos e alguns antibióticos usados para tratar infecções bacterianas, por exemplo, impulsionam a manifestação de manchinhas nas unhas.

Aprenda a fazer um auto-exame só de olhar para as mãos. Manchas, descamações, mudança de cor e alterações no formato das unhas são pistas para inúmeros males – de uma simples micose até doenças cardíacas


Fique atento às mudanças na coloração, forma e textura das suas unhas:
Manchas esbranquiçadas:

Anemia, carência de zinco e proteínas, dermatites de contato (alergias a esmaltes, sabões, detergentes…), psoríase, micoses, intoxicação por metais pesados, insuficiência renal
Manchas amarelas ou unhas amareladas:

Freqüentes em fumantes, também indicam uso crônico de antibióticos, ingestão em excesso de betacaroteno (precursor da vitamina A, encontrado em cenoura, beterraba, mamão…), diabetes, micoses e males do fígado
Arroxeadas:

Micoses, tumores, uso de remédios coagulantes, males cardíacos, lupus eritematoso

Esverdeadas ou com inchaços, vermelhidão e dor que se expande ao redor dos dedos:

Infecções bacterianas e micoses
Metade branca, metade avermelhada:

Problemas renais
Faixas negras:

Disfunções hormonais, micoses, tumores na matriz ungueal, câncer de pele (melanoma)

Fracas, secas, quebradiças, com tendência à descamação:

Falta de cálcio, além de zinco e vitaminas A, B e E, nutrientes que constituem a unha. Anemia, hipotireoidismo
Amarelada, espessa e sem crescimento:

Distúrbios pulmonares

Ondulações, que, no caso das mulheres, ficam aparentes mesmo com duas camadas de esmalte:

Geralmente indicam traumas (a espátula de empurrar cutícula é usada com força). E ainda: anemia e doença cardíaca ou pulmonar

http://esclerosemultipla.wordpress.com/2007/01/21/unha-forte-sinal-de-saude/
                            Como diagnosticar o lúpus



  1. Deve-se suspeitar do diagnóstico de LES em pacientes com manifestações características, como :

Lesões típicas na pele ou que apresentem o comprometimento de órgãos como as articulações, rins e alterações hematológicas, entre outras. Pode ou não ocorrer queixas gerais, muitas vezes, sem causa aparente.



Mundialmente, utilizam-se os critérios de classificação do American College of Rheumatology, que se fundamenta na presença de, pelo menos quatro de 11 critérios, que incluem manifestações clínicas e exames laboratoriais.



Entre as manifestações destacam-se: lesões de pele (asa de borboleta, lesão discóide na face), lesões de mucosa oral ou nasal, fotossensibilidade, acometimento articular (artrite), comprometimento neurológico (psicose ou convulsão), envolvimento renal e comprometimento hematológico (anemia hemolítica, leucopenia e plaquetopenia).
Exames para detectar o problema

A avaliação laboratorial pode auxiliar sobremaneira o diagnóstico. Por meio dela pode se constatar alterações hematológicas e no exame de urina. De particular importância para o diagnóstico é a presença de autoanticorpos ou fatores antinucleares (FAN).


A positividade desse teste, embora não específico, serve como triagem em razão de sua alta sensibilidade, sendo improvável a presença da doença se o teste resultar negativo. A presença de outros anticorpos específicos, tais como anti-DNA nativo, anti-Sm e antinucleossomo também podem ser úteis para confirmar a suspeita.


http://www.fleury.com.br/Clientes/SaudeDia/Artigos/Pages/lupus-durante-a-gravidez.aspx
O papel da infusão de medicamentos no tratamento do Lupus


                                   O tratamento farmacológico do Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)

Deve ser individualizado e depende dos órgãos afetados e da intensidade desse acometimento. Segundo Renata Rosa, médica reumatologista do Fleury, o acompanhamento médico regular possibilita medidas para reduzir a atividade lúpica e, assim, a possibilidade de novo surto da doença.

“Os antimaláricos e os corticoides são os fármacos mais utilizados no tratamento e suas doses variam conforme a gravidade do caso. Em virtude de seus efeitos colaterais, os corticoides devem ser utilizados na menor dose necessária para o controle da doença e, mesmo assim, objetivando a redução gradual de sua dose, assim que possível”, completa.

No entanto, para os casos mais graves de LES, refratários ao uso de corticoides e imunossupressores orais, a infusão de medicamentos pode ser uma opção terapêutica. “Essa abordagem, em geral, envolve pacientes lúpicos com acometimento hematológico importante, renal e/ou neurológico. Nesse âmbito, dispõe-se da pulsoterapia com corticosteroides e/ou imunossupressores, a infusão de imunoglobulina e, mais recentemente, dos medicamentos conhecidos como imunobiológicos, explica Renata.

O procedimento pode ser realizado ambulatorialmente, num serviço de hospital-dia. “Ao realizar a infusão no Centro de Infusão do Fleury Hospital-Dia, o paciente conta com uma equipe médica e de enfermagem, especializada em infusão de medicamentos e que o acompanha durante toda a sua permanência no hospital. Dessa forma, garante-se a segurança do paciente e a tranquilidade do médico solicitante, em relação ao atendimento às possíveis intercorrências do procedimento”, completa.

A médica ainda ressalta que, com um acompanhamento especializado e com o uso regular das medicações mais adequadas para o caso, na grande maioria das vezes, consegue-se uma vida longa, produtiva e com boa qualidade.

Confira a seguir mais detalhes sobre o papel da infusão de medicamentos no tratamento do lúpus:

Indicações – Para os casos mais graves de LES, refratários ao uso de corticoides e imunossupressores orais.

Contraindicações – Nos casos de instabilidade hemodinâmica, na suspeita de infecção aguda, em mulheres gestantes ou que estão amamentando, se houve reação alérgica grave prévia e em casos de neoplasias.

Cuidados antes do procedimento – O paciente deve passar por uma avaliação médica para assegurar sua estabilidade clínica, afastar algum processo infeccioso em atividade e alguma reação alérgica prévia ao medicamento. No caso da infusão de Rituximabe (anticorpo monoclonal contra os linfócitos B), por ser um produto biológico, é preconizada a utilização de algumas pré-medicações, administradas 30 minutos antes da infusão, para diminuir os riscos de reações adversas durante o procedimento.

Tempo de duração do procedimento – No caso do Rituximabe, o tempo é de aproximadamente 5 horas na primeira aplicação e de 4 horas na segunda aplicação. Considerando-se a consulta médica inicial, a administração da pré-medicação e o período pós-infusional, quando ocorre nova avaliação antes da liberação do paciente, o período de permanência no Hospital é de aproximadamente seis horas.

Possíveis complicações – Por ser um elemento biológico – no caso, um anticorpo – a infusão do Rituximabe pode desencadear reações de natureza alérgica ou inflamatória. Elas costumam ocorrer em cerca de 30% a 35% dos pacientes na primeira infusão e, menos frequentemente, nas doses subsequentes. Geralmente caracterizam-se por febre, calafrios, dor de cabeça, tontura, mal estar não específico, algum desconforto respiratório, náuseas, vômitos, incômodo na garganta e manifestações alérgicas na pele, com coceira. O risco dessas manifestações é muito minimizado com a infusão das pré-medicações.

Cuidados após o procedimento – Não há restrição quanto às atividades após o procedimento. No entanto, como se trata de um tratamento que diminui a ação do sistema imunológico, o paciente deve seguir rigorosamente as orientações de seu médico, pois fica mais vulnerável às infecções.

(- Fonte: Renata Ferreira Rosa, médica reumatologista do Fleury, com especialização em Reumatologia pela Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) e residência médica na mesma área pelo Hospital do Servidor Público Estadual Francisco Morato de Oliveira (HSPE-FMO-IAMSPE)


*****Este material foi elaborado pelo Fleury, tendo caráter meramente informativo. Não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu médico.*****


http://www.fleury.com.br/Clientes/SaudeDia/Artigos/Pages/infusao-de-medicamentos-no-tratamento-do-lupus.aspx?gclid=CMuoyLrT7KkCFQ5Y7AoddkK_WA

25 Dicas para se viver Feliz :)




    25 dicas para viver com otimismo e bom humor


                                 


O estresse tem sido uma palavra frequente no vocabulário das pessoas, citada como a principal causa dos problemas físicos e emocionais dentro do ambiente familiar e corporativo. De fato, um grande desafio para o homem pós-moderno é lidar, de forma positiva, com as adversidades, pressões e cobranças do meio globalizado e bombardeado de informações em que vive.


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1) Reserve para si períodos isentos de problemas, compromissos, horários ou deveres. Tenha seu momento de liberdade, fazendo exclusivamente o que lhe dá prazer, pois isso é essencial para sua saúde física e mental.

2) Tenha senso crítico e aprenda a aceitar aquilo que você não pode mudar.

3) Controle-se. Evite contra-argumentos esquentados cada vez que alguém o contradiz. Mantenha a cabeça fria e guarde suas batalhas para assuntos realmente importantes. Não entre em discussões que não levam a lugar nenhum.



4) Procure experiências positivas. Vá ao teatro, leia um livro, ouça música, assista a um bom filme, passeie por lugares calmos e agradáveis, desfrute a natureza, reencontre-se para resgatar o equilíbrio e bem-estar.

5) Desenvolva a capacidade de se livrar da ansiedade, da tristeza ou da irritabilidade, uma vez que esse exercício permite uma rápida recuperação dos reveses e das perturbações da vida.

6) Planeje eliminar as fontes de estresse que estão sob seu controle e que tiram seu bom humor. Por exemplo, tente sair de casa mais cedo para fugir do trânsito.
 

7) Durma bem – a privação do sono está relacionada a um aumento da irritabilidade. Além disso, pode causar outros problemas, como hipertensão arterial.

8) Liste as coisas que você gosta de fazer e planeje-se para colocá-las em prática.

9) Crie um cenário de maior tranqüilidade e otimismo para escapar de uma situação conflitante.
 

10) Pratique alguma atividade física. Exercícios físicos estimulam a liberação de endorfina, um tipo de neurotransmissor associado ao bem-estar.

11) Diante de uma situação estressante, pare um pouco de pensar no problema. Uma boa alternativa é dar uma volta, tomar uma água, ouvir uma música ou fazer qualquer coisa que o ajude a se desligar. Essa pausa permite que você volte mais preparado para lidar com o problema que o aflige.

12) Não seja tão exigente com você. Celebre suas pequenas conquistas, valorize-se!


13) Uma alimentação rica em fibras e nutrientes influencia no bom funcionamento do intestino, sem contar que os alimentos certos servem de matéria-prima para a produção de parte da serotonina, uma substância fundamental na química do humor.

14) Relaxe nos fins de semana e, sobretudo, antes de dormir. Certamente você se sentirá muito mais leve e feliz.

15) Livre-se das culpas. Viva em paz com sua consciência.
16) Tenha alguém de sua confiança para conversar. Compartilhar sentimentos pode ser um passo importante para a resolução de problemas. Evite a proximidade com indivíduos negativos e hipercríticos.

17) Em vez de se perguntar por que um fato desagradável aconteceu com você, procure abstrair o aprendizado daquela situação.

18) Tente conhecer a verdadeira dimensão dos problemas. Na maioria das vezes, tendemos a potencializar as situações, estressando-nos desnecessariamente.

19) Sorria e relaxe sempre que possível. Reconheça todas as suas qualidades e cultive sua autoestima.


20) Respeite-se e seja mais feliz. Fique atento às necessidades de seu corpo, como sono, cansaço, fome, etc.

21) Cultive e valorize seu poder de escolha e opte pelo bom astral, pelas coisas leves, pelo otimismo e por tudo que o faz ser mais feliz.
22) Faça pelo menos uma atividade, ou tenha um hobby, que enriqueça sua semana. Dessa maneira, você se sentirá mais satisfeito e feliz.

23) Encare e gerencie as adversidades como situações passageiras.

24) Reconheça suas qualidades, seus defeitos e também suas limitações.
25) Desenvolva a capacidade de rir de si mesmo. Levar-se menos a sério é fundamental para encarar a vida de uma maneira mais leve.

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